Socorro Gomes,
presidente do Conselho Mundial da Paz, no Japão
"O que os EUA fizeram em
Hiroxima não tem perdão"
A presidente do Conselho
Mundial da Paz, Socorro Gomes, afirmou, no Japão – onde esteve a
participar na Conferência Mundial contra as Armas Nucleares, na
cidade de Hiroxima, e nos actos oficiais organizados por ocasião
do 65.º aniversário do bombardeamento daquela cidade – que
aquilo que os EUA fizeram em Hiroxima e Nagasáqui «não tem
perdão».
Leia
aqui a versão integral do discurso da presidente do CMP
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No 65.º aniversário do
massacre de Hiroxima
É preciso desarmar
No dia em que se assinala
o 65.º aniversário do massacre nuclear de Hiroxima, perpetrado
pelos Estados Unidos da América - e no ano em que a NATO realiza
em Portugal uma cimeira - o CPPC alerta para os perigos das
armas nucleares e reafirma a necessidade do desarmamento geral,
simultâneo e controlado.
Integrado na campanha
«Paz Sim! NATO Não!»
Acampamento pela Paz reuniu
mais de 250 jovens
Mais de 250 jovens
participaram, no fim-de-semana, em Avis, no Acampamento pela
Paz. Integrado na Campanha «Paz Sim! NATO Não!», o acampamento
teve ainda como objectivo divulgar e preparar o 17.º Festival
Mundial da Juventude e dos Estudantes, que se realiza entre 13 e
21 de Dezembro na África do Sul.
Entre as várias iniciativas realizadas no acampamento -
desportivas, culturais e de debate político - destaca-se o
debate de sábado à tarde, sobre A Luta da Juventude contra o
Imperialismo, que contou com mais de cem participantes. Na mesa
estiveram, a apresentar o tema, Gustavo Carneiro, da Direcção
Nacional do CPPC, e Tiago Vieira, presidente da Federação
Mundial da Juventude Democrática.
No jantar, oferecido pela Câmara Municipal de Avis, tomaram da
palavra Manuel Coelho, presidente da Câmara, e Valter Lóios, da
Interjovem/CGTP-IN. Pela noite dentro, entre a actuação de
bandas e grupos de teatro, Gustavo Carneiro, do CPPC, apelou à
participação de todos na manifestação de 20 de Novembro contra a
cimeira da NATO em Portugal e seus sinistros objectivos.
O CPPC fez-se representar igualmente com uma banca onde era
possível saber mais sobre o que defende e por que pugna esta
organização.
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Acampamento da
juventude
de 23 a 25 de Julho em Avis
Nos dias 23, 24 e 25 de
Julho realiza-se um acampamento juvenil na Albufeira do
Maranhão, concelho de Avis. Promovido pelo Comité Nacional
Preparatório do 17.º Festival Mundial da Juventude e dos
Estudantes, o acampamento integra-se na Campanha «Paz Sim! NATO
Não!». Está prevista a realização de diversas actividades como
debates, concertos, cinema ao ar livre, desporto e exposições.
Para além da divulgar a campanha, esta iniciativa tem como
objectivo dar a conhecer o Festival Mundial da Juventude e dos
Estudantes, que se realiza em Dezembro na África do Sul, com o
lema Derrotemos o imperialismo, por um mundo de Paz. As
inscrições podem ser feitas em
cnp.portugal@gmail.com. Mais informações em
www.fmje-portugal.com.
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CPPC activo na
Campanha «Paz Sim! NATO Não!»
O CPPC
participou, no dia 2, no âmbito da
Campanha «Paz Sim! NATO Não!», em
duas iniciativas que tiveram como
objectivo central protestar contra a
presença em Portugal do
Secretário-geral da NATO nesse dia.
De manhã, junto à Assembleia da
República, um grupo de activistas da
campanha empunhou uma faixa
protestando contra a presença do
representante da aliança em
Portugal. À tarde, na praça dos
Restauradores, foram pintados dois
murais – em frente dos quais se
encontravam 61 cruzes negras,
representando os anos de crimes,
guerras e ocupações promovidas pela
NATO.
Posição
da campanha «Paz Sim! NATO Não!»
A propósito da visita do Secretário-geral da NATO
No momento em que se
desloca a Portugal o Secretário-Geral da NATO, no quadro da
preparação da Cimeira da NATO que se realizará em Lisboa, em
Novembro, a Campanha «Paz sim! NATO não!» – que integra 104
organizações – reafirma as suas preocupações e alertas quanto
aos reais perigos e ameaças que representa para os povos o
reforço da NATO como instrumento de ingerência e de agressão ao
nível mundial.
Com a Cimeira da NATO em Lisboa e fase à crescente crise com que
se confronta, os EUA pretendem arrancar o compromisso dos seus
aliados para uma escalada de conflito que tem como ambição
procurar assegurar a exploração dos recursos, o controlo dos
mercados e o domínio político, de que avidamente necessita para
sobreviver, através da ameaça e uso da força militar. Ver
aquia posição na integra
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A NATO não é bem-vinda a Portugal!
No âmbito da Campanha «Paz sim!
Nato não!» realiza-se um acto público, dia 2 de Julho, na Praça dos
Restauradores, em Lisboa, pelas 17h00, com a instalação de 61 cruzes
negras e de um mural alusivo dos 61 anos de militarismo, corrida aos
armamentos e aumento das despesas militares, de guerra, morte e
destruição protagonizados pela NATO.
Pelas 17h30 será realizada uma conferência de imprensa no mesmo local.
No momento em que é anunciada a deslocação a Portugal, no próximo dia 2
de Julho, do Secretário-Geral da NATO, no quadro da preparação da
Cimeira da NATO que se realizará em Lisboa, em Novembro, a Campanha «Paz
sim! NATO não!» - que integra 104 organizações portuguesas – reafirma as
suas acrescidas preocupações quanto aos reais perigos e ameaças que
representará para os povos o reforço da NATO como instrumento de
ingerência e de agressão ao nível mundial, agindo sob um qualquer
pretexto, promovendo o aumento dos orçamentos militares (nomeadamente
dos seus membros na Europa), a corrida aos armamentos, a instalação de
bases militares estrangeiras e a presença de tropas fora das fronteiras
dos respectivos países, a transformação das forças armadas nacionais em
forças mercenárias expedicionárias ao serviço da NATO – isto é, dos
interesses e ambições de domínio dos EUA e das grandes potências da UE
–, a ingerência, a militarização das relações internacionais e a guerra.
A Campanha «Paz sim! NATO não!» denuncia a postura do Governo português
que participa nestas negociações escondendo ao povo português as
posições que tem defendido e não promovendo e realizando um sério,
plural e amplo debate nacional quanto às gravosas consequências para o
povo português que advirão do atrelar de Portugal a esta nova escalada
militarista.
Com a divulgação da chamada «análise e recomendações do grupo de peritos
para um novo conceito estratégico para a NATO», ganham acrescida
legitimidade e validade as aspirações e exigências que a Campanha «Paz
sim! NATO não!» coloca relativamente e a propósito da realização da
próxima cimeira da NATO:
- Expressar a oposição da população portuguesa à
realização da cimeira da NATO e aos seus objectivos belicistas;
- Exigir ao governo a retirada das forças portuguesas
envolvidas em missões militares da NATO;
- Reclamar o fim das bases militares estrangeiras e das
instalações da NATO em território nacional;
- Exigir a dissolução da NATO;
- Exigir o desarmamento e o fim das armas nucleares e
de destruição maciça;
- Exigir às autoridades portuguesas o cumprimento das
determinações da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República
Portuguesa, em respeito pelo direito internacional, e pela soberania e
igualdade dos povos.
Entre outras actividades que realizou ou vai realizar, a Campanha
«Paz sim! NATO não!» recorda que entregou uma petição à Assembleia da
República, assinada por cerca 13.000 cidadãos e cidadãs; marcou uma
manifestação para dia 20 de Novembro, em Lisboa; e realizará um
acampamento juvenil, de 23 a 25 de Julho, em Avis.
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Notícias da Paz de Junho
Está disponível a edição de Junho do Notícias da Paz,
que destaca a Campanha «Paz Sim! NATO Não!» e a participação do CPPC no
debate travado em torno da revisão do Tratado de Não-Proliferação de
Armas Nucleares. A solidariedade com os povos, nomeadamente da Palestina
e do Sahara Ocidental está, evidentemente, presente.
É com imensa mágoa
que o Conselho Português para a Paz
e Cooperação teve conhecimento do
falecimento de José Saramago.
José de Sousa Saramago, que com a
sua escrita honrou a cultura e a
literatura de língua portuguesa, com
o seu estilo original e directo, por
vezes rude mas de grande humanidade,
as suas metáforas luminosas, sempre
defendeu os princípios que têm
marcado a marcha do progresso da
sociedade humana.
Assim, naturalmente, foi um
militante da causa da Paz e da
solidariedade entre os homens, e da
Cooperação e respeito pelos direitos
entre os povos. Um grande homem e um
enorme escritor empenhado com as
causas universais de todos nós.
Assim também, integrou a Presidência
do CPPC, tendo dado com lucidez e
paixão o seu prestigioso contributo
em iniciativas a favor da Paz.
O CPPC presta homenagem ao militante
da causa da Paz, e honrará sua
memória continuando a luta que foi a
sua por um mundo melhor, mais justo,
solidário e pacífico.
À família apresenta sentidas
condolências.
Lisboa, 18 de Junho de 2010
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13.000
assinaturas entregues!
O CPPC fez
parte da delegação da Campanha "Paz
Sim! NATO Não!" que no dia 17
entregou ao Presidente da Assembleia
da República uma petição sobre a
realização da Cimeira da NATO em
Portugal, que foi subscrita por
cerca de 13.000 cidadãos e cidadãs.
"A petição recorda que a NATO aponta
como objectivo desta sua cimeira a
revisão do seu conceito estratégico
no «sentido de alargar o seu campo
de actuação geográfica, como já
sucede nos Balcãs, no Afeganistão e
no Paquistão e os pretextos de
intervenção» e sublinha que «a
realização desta Cimeira em Portugal
significa a confirmação do
envolvimento do país nos propósitos
militaristas deste bloco
político-militar, que constituem uma
ameaça à paz e à segurança
internacional».
A petição denuncia que «o
empenhamento do governo português na
NATO colide com princípios
fundamentais inscritos na
Constituição da República Portuguesa
e na Carta das Nações Unidas, de que
Portugal é signatário – soberania,
independência, não ingerência, não
agressão, resolução pacífica dos
conflitos e igualdade entre Estados;
abolição do imperialismo, do
colonialismo e de quaisquer outras
formas de agressão, domínio e
exploração; desarmamento, dissolução
dos blocos político-militares».
Demonstrando a sua preocupação com
os objectivos e significado desta
cimeira, os cerca de 13.000 cidadãos
e cidadãs «expressam a sua oposição
à realização da Cimeira da NATO em
Portugal e aos seus objectivos
belicistas e reclamam das
autoridades portuguesas:
- A retirada das forças portuguesas envolvidas em
missões militares da NATO
- O fim das bases militares estrangeiras e das
instalações da NATO em território
nacional
- A recusa da militarização da União Europeia, que a
transforma no pilar europeu da NATO
- A efectiva realização de uma política externa
portuguesa em consonância com os
princípios consagrados na
Constituição da República Portuguesa
e na Carta das Nações Unidas,
incluindo a promoção de iniciativas
em prol do desarmamento e da
dissolução dos blocos
político-militares.»
Na sequência da entrega da petição
foram pedidos encontros a todos os
partidos com assento na Assembleia
da República."
0
O CPPC manifesta a
sua profunda tristeza ao falecimento
do membro da sua Presidência
Almirante Rosa Coutinho.
Rosa Coutinho foi um dos militares
do Movimento das Forças Armadas que
desencadeou a Revolução de Abril em
Portugal. Chamado a integrar a Junta
de Salvação Nacional na noite de 25
de Abril de 1974, por indigitação
dos oficiais da Marinha no Movimento
das Forças Armadas, exerceu esse
cargo com a postura mais
progressista do MFA.
Exerceu os importantes cargos
de Alto-comissário em Angola, até à
assinatura do Acordo de Alvor, e
presidente da Junta Governativa de
Angola, tendo desempenhado um papel
essencial no complexo processo de
descolonização conducente à
independência da República Popular
de Angola, salvaguardando as
relações fraternais entre os dois
povos irmãos.
Ao longo da sua vida o Almirante
Rosa Coutinho manteve uma postura de
fidelidade aos valores da democracia
e aos ideais de Abril em Portugal.
Observador atento da situação
internacional, manifestou inumeras
vezes a sua solidariedade com as
lutas dos povos no mundo.
Como tal, naturalmente se incorporou
no Conselho Português para a Paz e
Cooperação, tendo nessa condição
intervindo em diversas
circunstâncias, e desde cedo
integrou a respectiva Presidência.
Representou o CPPC em actos públicos
tanto em Portugal como em
representações no estrangeiro.
A Direcção Nacional do CPPC presta
veemente homenagem ao seu Aderente,
militante ilustre das causas da Paz
e da Solidariedade, e apresenta
sinceras condolências à família.
A sua memória tal como o seu exemplo
não serão esquecidos.
Lisboa, 02 de Junho de 2010
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Basta de
crimes!
Fim ao bloqueio a Gaza!
Fim à ocupação israelita!
Palestina independente!
Concentração dia 02 de
Junho
Face ao vergonhoso ataque de Israel
contra barcos que transportavam ajuda humanitária para Gaza,
dezenas de organizações convocaram uma concentração, no dia 2 de
Junho, frente à Embaixada de Israel, em Lisboa, onde
participaram cerca 700 pessoas, para demonstrar o seu apoio à
justa e legitima causa palestina e a sua mais veemente
condenação à actuação criminosa do Estado israelita.
Intervieram na concentração
representantes do Comité Português para a Paz e Cooperação (ver
intervenção em anexo), do Comité de Solidariedade com a
Palestina, do Colectivo Mumia Abu-Jamal, do Movimento pelos
Direitos do Povo da Palestina e pela Paz no Médio Oriente e da
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical
Nacional.
Sublinhando que o recente ataque à
"Frota da Liberdade" foi mais um crime a acrescentar à longa
lista de atrocidades cometidas por Israel contra o povo
palestino e outros povos árabes, as organizações apresentaram
uma posição comum
(ver em anexo) dirigida ao governo israelita, que foi
entregue à Embaixada de Israel. A posição comum foi subscrita
por:
Acção para a Justiça
e Paz Associação Abril Associação de Amizade Portugal-Cuba Associação Forum pela Paz e pelos
Direitos Humanos Associação para a Igualdade e
Direitos das Mulheres Associação para a Igualdade e
Direitos das Mulheres - Açores Associação Portuguesa de Amizade e
Cooperação Iuri Gagárin Casa do Alentejo Clube Estefânia Colectivo mudar de Vida Colectivo Mumia Abu-Jamal Colectivo Politica Operária Comissão de Moradores do Alto do
Seixalinho Comité de Solidariedade com a
Palestina Confederação Geral dos Trabalhadores
Portugueses - Intersindical Nacional Confederação Nacional da Agricultura Confederação Portuguesa das
Colectividades de Cultura, Recreio e
Desporto Conselho Português para a Paz e
Cooperação Coordenadora Portuguesa para a
Marcha Mundial das Mulheres
Ecolojovem
Frente Anti-Racista
Iniciativa Jovem
Interjovem
Intervenção Democrática
Junta de Freguesia do Couço
Juventude Comunista Portuguesa
Movimento de Utentes dos Serviços
Públicos
Movimento Democrático de Mulheres
Movimento pelos Direitos do Povo da
Palestina e pela Paz no Médio
Oriente
Opus Gay
Os Penicheiros
Partido Comunista Português
Sindicato dos Trabalhadores do
Comércio, Escritórios e Serviços de
Portugal
Sindicato dos Trabalhadores do
Município de Lisboa
Sindicato Nacional dos Trabalhadores
da Administração Local
SOS Racismo
Tribunal Mundial para o Iraque
União de Resistentes Anti-fascistas
Portugueses
União de Sindicatos de Lisboa
Vidas Alternativas
Vejaaquifotografias da manifestação
Ver
aqui intervenção em anexo
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Conselho Mundial da Paz condena agressão de Israel
Diante do ataque das Forças Armadas israelenses a
uma frota humanitária que pretendia levar suprimentos à
população palestina na Faixa de Gaza, o Conselho Mundial da Paz
amitiu nota condenando a agressão e se solidarizando com a
Palestina.
Veja abaixo a íntegra:
"Declaração de condenação ao brutal
ataque israelense à missão de
solidariedade à Palestina
O Conselho da Paz Mundial denuncia,
de maneira enérgica, a brutal
agressão pelas Forças Especiais
israelenses contra a missão de
solidariedade composta por seis
navios de ajuda humanitária para o
povo da Palestina. A operação
assassina do governo de Israel e seu
exército aconteceu em águas
internacionais, ao largo da Faixa de
Gaza Palestina, contra os civis que
estavam a bordo de seis barcos que
tentavam se aproximar dos portos de
Gaza.
O Conselho Mundial da Paz condena o
ataque militar, em que mais de 16
pessoas civis, de diferentes
nacionalidades, perderam a vida e
mais de 60 pessoas ficaram feridas.
Este massacre produzido pelo governo
israelense demonstra, mais uma vez,
a natureza reacionária de décadas de
um regime, que não só nega o direito
do povo palestino a um Estado
independente, mas também a ajuda
humanitária ao povo palestino, que
sofre sob a ocupação e as agressões,
como a que ocorreu em 2008.
O Conselho Mundial da Paz manifesta
a sua solidariedade com o povo
palestino em uma causa justa, para o
estabelecimento de um Estado
independente dentro das fronteiras
definidas em 1967 e com Jerusalém
Oriental como sua capital. Também
expressamos nossa solidariedade com
as forças defensoras da paz dentro
de Israel, que lutam ao lado do povo
palestino contra a ocupação das
terras da Palestina.
A recente ação de Israel constitui
um crime de dimensão internacional,
uma vez que a agressão israelense
tem o apoio político e a tolerância
dos Estados Unidos, União Europeia e
de outras estruturas do
imperialismo. O Conselho Mundial da
Paz manifesta a sua profunda
preocupação com a escalada da
agressividade imperialista na região
e faz um chamado às forças que
apoiam a paz nos países da região,
para que estejam alertas e
vigilantes ante qualquer ataque
iminente."
31 de Maio 2010
Secretariado do Conselho Mundial da
Paz
Concentração, quarta-feira,
2 de Junho, Embaixada de Israel
Basta
de crimes!
Fim ao
bloqueio a Gaza!
Fim à
ocupação israelita!
Palestina
independente!
Face ao vergonhoso ataque de Israel
contra barcos que transportavam
ajuda humanitária para Gaza e dada a
urgente necessidade de promover
acções que expressem a sua mais
firme e ampla denúncia e condenação,
o Conselho Português para a Paz e
Cooperação tomou a iniciativa de
enviar a várias organizações
nacionais, de diferentes áreas de
actuação, uma proposta de tomada de
posição conjunta sobre mais esta
grave violação por parte do Estado
de Israel.
A posição será entregue na
Embaixada de Israel em Lisboa na
próxima quarta-feira, dia 2 de
Junho, pelas 18 horas
(Rua António Enes 16, transversal à
Av. 5 de Outubro), durante a
concentração convocada para esse
momento. Veja aqui
a proposta de tomada de
posição do CPPC.
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Pela Paz! Pela justiça social! Pelo
trabalho!
Manifestação
dia 29 de Maio
O Conselho
Português para a Paz e Cooperação
(CPPC) saúda a grande manifestação
nacional convocada pela CGTP-IN para
o dia 29 de Maio, às 15h00, Marquês
de Pombal - Restauradores, em
Lisboa, convidando todos os seus
aderentes a participarem.
A saudação do
CPPC estende-se a todos aqueles e
aquelas portuguesas que sofrem as
consequências das injustas medidas
que agora são tomadas em nome de uma
«crise», da qual não são
responsáveis ou para a qual não
contribuíram, ao mesmo tempo que os
seus verdadeiros culpados continuam
a avolumar fabulosos lucros.
Somam-se as adesões
ao apelo contra as armas nucleares
O apelo lançado pelo CPPC
por ocasião da Conferência de Revisão do Tratado de
Não-Proliferação Nuclear, foi subscrito por várias organizações
nacionais, de diferentes áreas de intervenção. Este
apelo será entregue à Organização das Nações Unidas e
aos órgãos de soberania nacionais.
São estas as organizações
subscritoras do apelo:
Conselho Português para a
Paz e Cooperação; Amnistia Internacional Portugal;
Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa;
Associação de Amizade Portugal-Cuba; Associação Opus
Gay; Colectivo Mumia Abu-Jamal; Confederação Geral dos
Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional;
Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e
Idosos; Confederação Portuguesa das Colectividades de
Cultura Recreio e Desporto; Confederação Portuguesa de
Quadros Técnicos e Científicos; Ecolojovem – Os Verdes;
Frente Anti-Racista; Intervenção Democrática; Juventude
Comunista Portuguesa; Juventude Operária Católica;
Movimento Democrático de Mulheres; Movimento dos Utentes
dos Serviços Públicos; Movimento Vidas Alternativas;
Sindicato dos Trabalhadores das Industrias Electricas do
Norte e Centro; Tribunal Iraque; União de Resistentes
Antifascistas Portugueses.
Artigo de Rui Namorado Rosa
Origem, percurso e objectivos da NATO
A propósito da realização
em Portugal, em Novembro, de uma cimeira da NATO, o CPPC
disponibiliza uma reflexão sobre a origem, objectivo e rumo
desta organização - num aprofundado artigo de Rui Namorado Rosa,
presidente da Direcção Nacional do CPPC, publicado na revista
Vértice.
Neste texto, o autor recorda que a NATO representa dois terços
da despesa militar global (e os EUA sozinhos metade) e realça
que a «eliminação de armas nucleares não
faz parte da sua agenda». É a própria natureza da NATO que é um
obstáculo à segurança e à paz, conclui.
A Campanha «Paz
Sim! NATO Não!» continua a crescer
Mais de 70
organizações aderiram à Campanha em
defesa da paz e contra a Cimeira da
NATO em Portugal.
Depois da realização da sua Jornada
nacional, no passado dia 15 de
Abril, e da participação no desfile
do 25 de Abril e nas manifestações
do 1º de Maio, a Campanha «Paz Sim!
NATO Não!» continua a ampliar-se,
com a adesão de numerosas
organizações sociais e de cidadãos e
cidadãs que decidem abraçar os
objectivos desta campanha.
A Campanha «Paz Sim! NATO Não!»
reafirma o seu apelo a todas as
forças da sociedade portuguesa –
associações, sindicatos,
organizações políticas – e a todos
os cidadãos e cidadãs no sentido de
convergirem para o reforço e
ampliação de um movimento que dê
adequada expressão pública da
oposição da população portuguesa à
realização da Cimeira da NATO, em
Portugal, e aos seus objectivos
belicistas, exigindo às autoridades
portuguesas o cumprimento das
determinações da Carta das Nações
Unidas e da Constituição da
República Portuguesa, em respeito
pelo direito internacional, e pela
soberania e igualdade dos povos.
Recorde-se que das múltiplas
iniciativas que a Campanha «Paz Sim!
NATO Não!» tem concretizado e irá
ainda promover, se destacam a
realização de um acampamento de
juventude, em Julho e a grandiosa
manifestação, aquando da realização
da Cimeira da NATO, em Novembro.
Vejaaqui
as Organizações que subscreveram, até ao momento, o Apelo da
Campanha
"PAZ Sim! NATO Não!”
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Seminário sobre Armas Nucleares
CPPC em Brasília
Frederico de Carvalho, da
Presidência do CPPC, participou, no mês de Abril, num seminário
promovido pelo Senado Brasileiro, em parceria com o Centro
Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz e o
Conselho Mundial da Paz, dedicado à «Revisão do Tratado sobre a
Não-Proliferação de Armas Nucleares».
Na ocasião, Frederico de Carvalho realçou que «dificilmente
poderão ocorrer progressos significativos no caminho da
não-proliferação nuclear sem que os círculos dirigentes dos EUA
modifiquem o seu comportamento, objectivos e estratégia».
Veja aqui a intervenção completa do representante do CPPC
Vejaaqui a intervenção da Presidente do Conselho
Mundial da Paz, Socorro Gomes
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Celebramos
65 anos do fim da guerra
e da vitória sobre o nazi-fascismo
No
dia 8 de Maio, sábado, a Associação Lúri Gagárin e o Conselho
Português para a Paz e Cooperação vão comemorar o 65.º
aniversário da vitória sobre o nazi-fascismo, realizando uma
sessão pública em Carnide.
Durante a sessão, será feita uma intervenção por Jorge Cadima,
analista de política internacional.
Será exibido o filme soviético Libertação: O Último Assalto,
cuja acção decorre em 1945, nos dias da tomada de Berlim pelo
exército soviético.
A
sessão decorre no Espaço Bento Martins, na sede da Junta
de Freguesia de Carnide (Largo da Luz, Lisboa), tem entrada
livre e inicia-se às 15.30 horas.
No Porto, também no sábado, dia
8, à mesma hora, na Sala de Música do Palacete Visconde
Balsemão, na Praça Carlos Alberto, 71, a União de Resistentes
Antifascistas Portugueses promove uma sessão evocativa dos 65
anos da Vitória. Participa o membro da Presidência do CPPC
Avelino Pacheco Gonçalves.
LEGENDA DA FOTO: Manifestação em
Lisboa comemora a derrota do nazi-fascismo na guerra (Maio de
1945)
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Paz e trabalho!
Na grande manifestação do 1.º de Maio em
Lisboa, promovida pela CGTP-IN, os activistas da paz presentes,
integrados no CPPC e na campanha Paz Sim! NATO Não!
reclamaram «paz e trabalho». Ao longo de todo o percurso, largas
dezenas de pessoas fizeram ouvir bem alto a exigência de um novo
rumo para a política de relações internacionais do nosso País.
Foram distribuídos milhares de folhetos da campanha Paz Sim!
NATO Não! e recolhidas centenas de assinaturas para a
petição que não só rejeita a realização da cimeira da NATO em
Portugal como exige a retirada de tropas nacionais das suas
missões e pugna pela dissolução deste bloco político-militar,
crescentemente agressivo.
Tendo em conta a realização da Conferência de
Revisão do Tratado de Não-Proliferação Nuclear no mês de Maio,
em Nova Iorque, o CPPC está a recolher apoios, junto de
organizações portuguesas, para que se unam em torno da exigência
do desarmamento nuclear, geral e controlado e da interdição
absoluta e destruição de todas as armas nucleares existentes.
O CPPC estará presente na
manifestação do próximo Sábado em Lisboa, a convite da CGTP-IN,
pugnando pela paz para o povo português e para todos os povos do
mundo, reafirmando, por isso, a sua rejeição da realização da
cimeira da NATO no nosso País, da participação de Portugal em
blocos político-militares e de tropas nacionais em guerras de
agressão, cumprindo assim a Constituição da República
Portuguesa.
O ponto de encontro dos
activistas da paz será às 14h30 ao lado da Igreja do Martim
Moniz
O CPPC participou no
desfile popular comemorativo dos 36 anos do 25 de Abril
integrado na campanhaPaz Sim! NATO Não!, salientando que
a paz foi também
uma conquista de Abril e que o envolvimento de Portugal na
estratégia militarista e agressiva da aliança atlântica não só
põe em causa os valores que levaram à Revolução como constitui
afronta à Constituição da República Portuguesa.
Estiveram presentes no desfile vários núcleos locais do CPPC.
0
CPPC apela à participação nas
comemorações populares do 25 de Abril
Cumprir o artigo 7.º da Constituição
No ano em que está prevista a realização em Portugal da
cimeira da NATO, o CPPC lembra, a propósito das comemorações
do 36.º aniversário do 25 de Abril, o artigo 7.º da
Constituição da República e a necessidade de não só o
defender como de o efectivar.
O
CPPC participará no desfile popular do 25 de Abril, em
Lisboa, integrado na campanha «Paz Sim! NATO Não!».
No dia 15 de Abril, com uma banca na baixa lisboeta
CPPC participa na jornada nacional da campanha PAZ SIM! NATO NÃO!
Integrando-se na jornada nacional da campanha «Paz Sim! NATO Não!», o
Conselho Português para a Paz e Cooperação estará, no dia 15 de
Abril, entre as 8h30 e as 18h30 entre a Rua Augusta e a Rua da Vitória,
na baixa lisboeta a recolher assinaturas para a petição contra a
realização da Cimeira da NATO em Portugal.
Com esta acção, que se
repetirá, nesse dia, em muitos locais do País, pretende-se esclarecer os
portugueses acerca da real natureza da NATO e do significado
profundamente negativo da realização de uma cimeira desta organização no
nosso País.
O CPPC
acredita que divulgando de forma massiva os objectivos da campanha, esta
não deixará de somar ainda mais apoios em prol da causa da paz.
Participando activamente desde a primeira hora e de corpo inteiro nesta
campanha, o CPPC faz seu o apelo a todas as forças da sociedade
portuguesa e a todos os cidadãos para que convirjam na criação de um
amplo movimento que dê adequada expressão pública da oposição dos
portugueses à realização da Cimeira da NATO no nosso País e aos seus
objectivos belicistas, exigindo às autoridades o cumprimento das
determinações da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República
Portuguesa, em respeito pelo direito internacional, e pela soberania e
igualdade dos povos.
O CPPC lembra ainda, nesta ocasião, as
exigências principais da campanha «PAZ Sim! NATO Não!», que são também
as suas:
q
A retirada das forças
portuguesas envolvidas em missões militares da NATO;
q
O fim das bases militares
estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional;
q
A recusa da militarização da
União Europeia, que a transforma no pilar europeu da NATO; o
desarmamento e o fim das armas nucleares e de destruição maciça;
q
A dissolução da NATO;
q
O desarmamento e o fim das armas
nucleares e de destruição maciça;
ENTIDADES PROMOTORAS INICIAIS: Associação de Amizade
Portugal-Cuba – Colectivo Solidariedade com Múmia Abu Jamal –
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical
Nacional – Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura,
Recreio e Desporto – Conselho Português para a Paz e Cooperação –
Frente Anti-Racista – Movimento Democrático de Mulheres – Tribunal
Iraque.
A Campanha pela
paz e contra a Cimeira da NATO em Portugal realiza amanhã,
dia 15 de Abril, uma jornada nacional com o objectivo de
apelar aos cidadãos e cidadãs para que convirjam na dinamização
e reforço de um amplo movimento que dê expressão pública à
oposição à realização da Cimeira da NATO no nosso País e aos
seus objectivos belicistas, exigindo o cumprimento das
determinações da Carta das Nações Unidas e da Constituição da
República Portuguesa, em respeito pelo direito internacional e
pela soberania e igualdade dos povos.
Nas mais de
50 acções promovidas por organizações que integram a campanha,
que se realizarão um pouco por todo o país, será distribuído um
documento sobre os objectivos da campanha e promovida a
subscrição de uma petição a enviar à Assembleia da República.
Na petição
expressa-se a oposição à realização da Cimeira da NATO em
Portugal e aos seus objectivos belicistas e reclama-se das
autoridades portuguesas: a retirada das forças portuguesas
envolvidas em missões militares da NATO; o fim das bases
militares estrangeiras e das instalações da NATO em território
nacional; a recusa da militarização da União Europeia, que a
transforma no pilar europeu da NATO; e a efectiva realização de
uma política externa portuguesa em consonância com os princípios
consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta
das Nações Unidas, incluindo a promoção de iniciativas em prol
do desarmamento e da dissolução dos blocos político-militares.
Alguns dos
locais onde se realizaram ou realizarão iniciativas da Campanha
«Paz sim! NATO não!», entre 14 e 16 de Abril
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Foram apresentadas,
numa conferência de imprensa realizada na sexta-feira, 12 de
Março, as principais acções a realizar no âmbito da campanha
Paz Sim! NATO Não!, entre as quais se destacam uma
manifestação em Novembro e uma petição a enviar à Assembleia
da República. Entretanto, não param de aumentar os apoios a
esta causa.
e contra a Cimeira da NATO em
Portugal em Portugal
27 de Março - Lisboa
"Um Acto Público para assinalar 11 anos de Agressão à
Jugoslávia"
CPPC assinalou 11 anos da agressão à Jugoslávia
O CPPC assinalou,
numa iniciativa pública realizada no sábado, em Lisboa, os
11 anos sobre o início da agressão da NATO contra a
República Federal da Jugoslávia, iniciada a 24 de Março de
1999.
Durante 78 dias, em total violação da Carta das Nações
Unidas e desrespeitando o direito internacional, o
território da Jugoslávia foi sujeito aos criminosos
bombardeamentos da NATO, que deixaram um rasto de morte e de
destruição e incontáveis prejuízos materiais e económicos,
que levarão gerações a recuperar.
O brutal ataque à Jugoslávia provocou a morte a cerca de
4 mil pessoas, a
grande maioria civis, e deixou mais de 10 mil feridos –
homens, mulheres e crianças, de todas as etnias, que ainda
hoje sofrem e continuarão a sofrer os efeitos da utilização
pelas forças da NATO de munições de urânio empobrecido e
bombas de fragmentação.
Este ano, a NATO pretende, na cimeira que realizará no nosso
País, intensificar ainda mais a sua natureza agressiva e
ambição de domínio mundial, pelo que nunca é demais lembrar
o que foi esta criminosa, ilegal e imoral agressão. Esta
memória é
fundamental para que se afirme bem alto «Paz Sim! NATO
Não!».
Na acção pública de sábado foi distribuído um documento, que
pode ser consultado
aqui.
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O Bombardeamento de
Belgrado
Realizou-se no
sábado, na Baixa Lisboeta, uma acção, integrada na campanha «Paz
Sim! NATO Não!», na qual se assinalou os 11 anos da agressão da
NATO contra a Jugoslávia. Na ocasião, o presidente do CPPC, Rui
Namorado Rosa, afirmou que «interpretar e lembrar a criminosa,
ilegal e imoral agressão e fragmentação da Jugoslávia é
fundamental para entender e intervir responsavelmente na causa
da Paz no tempo presente».
Os refugiados nos acampamentos
vivem da ajuda internacional que é cada vez mais deficiente e a
economia é zero. As condições são precárias devido ao clima e à
ausência de infraestruturas; não têm água, energia eléctrica,
nem saneamento básico.
Os que vivem nos territórios
ocupados por Marrocos são discriminados, perseguidos,
sequestrados, sujeitos a prisões arbitrárias e torturas.
O Reino de Marrocos que não se
notabiliza por práticas democráticas para com o seu próprio
povo, trata os saharauis que vivem nos territórios ocupados como
pessoas sem direitos.
Os relatórios da Amnistia
Internacional, da Human Rights Watch e de outras organizações de
defesa dos Direitos Humanos, sistematicamente acusam o Reino de
Marrocos de violações sobre os cidadãos saharauis.
Mas a violação primeira, a que dá azo à
repressão, é a ocupação ilegal do território da RASD.
O CPPC organiza uma
caravana de solidariedade aos acampamentos de refugiados
saharauis,
localizados em Tinduf, Argélia, por forma a reforçar a
divulgação e sensibilização da opinião pública portuguesa face a
este flagelo.
Durante a estadia será inaugurada a escola de ensino básico em
Dajla que foi reabilitada
através do CPPC e com o apoio de vários municípios portugueses.
Apelamos a integrar a Caravana de
Solidariedade.
Mais
informações poderão ser disponibilizadas na sede do CPPC,
através dos contactos telefónicos e de e-mail.
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Conselho Mundial da Paz
CPPC
CMP/WPC
Sessão Comemorativa do 60º
aniversário do Conselho Mundial da Paz
Simpósio "Contra a Guerra - 60 anos de luta pela paz" Casa
do Alentejo - Lisboa
60 anos do
CMP
Contra a guerra, pela Paz!
Mais de uma centena e meia de pessoas participaram, no dia 30 de
Janeiro, na Casa do Alentejo, em Lisboa, no simpósio
internacional promovido pelo CPPC, em parceria com o Conselho
Mundial da Paz, para assinalar os 60 anos desta organização.
O simpósio teve como lema «Contra a Guerra, 60 anos da luta pela
paz», e contou com a participação e intervenção de
representantes de movimentos da paz de oito países europeus
(Alemanha, Bélgica, Chipre, Espanha, Grécia, Itália, República
Checa e Sérvia). Deram também o seu inestimável contributo
personalidades da vida nacional ligadas à luta pela paz no nosso
País – durante os anos da ditadura e nos dias de hoje. Após o
simpósio, realizou-se um jantar, que contou com a participação
de 120 pessoas, de diversas áreas da vida nacional.
Em destaque em ambas as iniciativas esteve a luta contra a NATO,
no ano em que esta organização pretende, numa cimeira a realizar
no nosso País em Novembro, alargar o seu âmbito de acção num
sentido ainda mais agressivo e global.
Na sua intervenção, o presidente da Direcção Nacional do CPPC,
Rui Namorado Rosa, afirmou:
«A NATO convocou para Novembro de 2010 a sua 22ª cimeira, aqui
em Lisboa. Juntos, no plano nacional, e em coordenação
internacional, somos mais fortes e podemos ir mais longe no
esclarecimento e denúncia das ameaças e na mobilização de mais
vontades por um futuro mais solidário e pacífico para todos os
povos.
Convosco partilharemos o plano de acções de esclarecimento e de
denúncia que até lá, em Lisboa e em muitas outras cidades da
Europa, percorreremos para contrariar este curso de
acontecimentos, convictos das lições da História: os impérios
passam enquanto os Povos organizados comandam o seu destino.»
Reunião de Organizações sobre prisioneiros políticos -
Sahara Ocidental
No passado dia 8 de
Outubro, sete activistas de direitos humanos saharauis foram
detidos pela polícia marroquina, no aeroporto de Casablanca,
quando regressavam de uma visita aos acampamentos de refugiados
saharauis em Tinduf (Argélia). Até à data permanecem presos,
sendo o seu paradeiro desconhecido.
Perante a grave situação descrita, solicitamos a vossa
presença numa reunião de solidariedade, a ter lugar no dia 29 de
Outubro, às 21h00, na sede do Conselho Português para a Paz e
Cooperação (Rua Rodrigo da Fonseca, 56 – 2º - Lisboa), com o
objectivo de discutir e decidir acções pela libertação dos
presos políticos.
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Amnistia Internacional – PortugalMovimento Democrático de
Mulheres
CGTP – IN
“Voz do Operário”
Posição do CPPC
sobre a atribuição do Nobel da Paz
Foi com surpresa e perplexidade que o Conselho Português para a
Paz e Cooperação encarou a decisão de laurear Barak Obama,
Presidente dos EUA, com o Prémio Nobel da Paz.
Surpresa devida ao desconhecimento de acções concretas do
laureado no sentido de resolver algum dos graves conflitos em
que os EUA estão envolvidos e que afligem a humanidade. Surpresa
porque a nomeação é indubitavelmente polémica pois que a acção
do laureado não ganhou (ainda) foros de inequívoco compromisso
com a causa da defesa da paz.
Na data que
assinala a tragédia que significou os bombardeamentos atómicos
das cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, o Conselho
Português para a Paz e Cooperação entende ser seu dever alertar
o povo português para o perigo real que representa hoje, 64 anos
depois, a existência de 26.000 ogivas nucleares. Assinala ainda
que esse perigo é agravado pelo facto de potências, como os EUA
e a NATO, avocarem a possibilidade de utilização da arma
nuclear, em primeira-mão, em teatro de operações bélicas,
incluindo contra países que não a detém.
O Supremo Tribunal
dos Estados Unidos anunciou ontem, sem qualquer justificação, a decisão
de não rever o caso dos cinco cubanos encarcerados injustamente nos EUA
há mais de 10 anos.
O
Conselho Português para a Paz e Cooperação,
participa na cimeira anti-NATO que tem lugar em
Estrasburgo.
O
Conselho Português para a Paz e Cooperação, participa na
Conferencia:"Bombardeamento na Jugoslávia:
precedentes de futuros crimes da NATO",
co-organizada pelo Conselho Mundial da Paz, no quadro da
cimeira anti-NATO, que se realiza de 2 a 5 de Abril em
Estrasburgo.
Convocada
por organizações não governamentais e movimentos da paz
de toda a Europa, a Cimeira Anti-NATO tem por objectivo
denunciar os crimes desta organização contra a paz e a
soberania dos povos e exigir a sua dissolução.
O Apelo
Mundial que serviu de base à convocatória das acções em
Estrasburgo sublinha que a NATO é um obstáculo à paz
mundial.
CAMPANHA DO CONSELHO MUNDIAL DA PAZ
CONTRA A NATO E OS SEUS 60 ANOS
DE GUERRAS E CRIMES
Calendário de
Eventos internacionais organizados e apoiados pelo CMP:
Conferência
Europeia pela Paz
14 e 15 de Março – Berlim – Alemanha
Reunião de
Coordenação Europeia dos Movimentos da Paz 22 de Março – Belgrado – Sérvia
Conferência
Internacional pelo 10º Aniversário do bombardeamento da
Jugoslávia pela NATO
23 e 24 de Março – Belgrado – Sérvia
Cimeira Anti-NATO
durante o seu
60º aniversário
Seminário do CMP (3 de Abril)
Manifestação Anti-NATO – (4 de Abril)
2 -5 de Abril – Estrasburgo – França