Outras Notícias

EUA

  • Sessão na Casa do Alentejo debate situação internacional

    A «Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional» foi o tema do debate promovido pelo CPPC no dia 20, na Casa do Alentejo, perante uma numerosa audiência. Na mesa, estiveram Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPC, o jornalista José Goulão e o major-general na reserva Pedro Pezarat Correia.

    Na intervenção inicial, Ilda Figueiredo adiantou que, com este debate, o CPPC procurava contribuir para o aprofundamento da análise da situação internacional decorrente da eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA, não esquecendo o contexto em que esta decorreu, quer nos próprios EUA quer no resto do mundo. Esta situação, lembrou, era e é marcada pela persistência e agravamento da profunda crise económica e social, por uma grande incerteza e instabilidade e pela proliferação de conflitos, sobretudo no Médio Oriente e em África.

  • 5 estão em Liberdade - os Patriotas Cubanos presos nos EUA!

  • A Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou no lançamento, em Lisboa, da campanha de recolha assinaturas pela retirada da nota presidencial de Barack Obama, que reforçou as sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, considerando que esta representa uma "ameaça inusual e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos". Uma nota que consiste em mais um grave passo na continuada campanha de pressão e ingerência que os EUA têm dirigido contra o povo venezuelano.
    Nesta iniciativa participaram dezenas de portugueses e também de venezuelanos que se encontram no nosso país.
    Lembramos que pode apoiar esta iniciativa em www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

  • Abandono da UNESCO pelos EUA é mais um símbolo da sua posição contra a liberdade e a Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena a posição dos EUA de abandonar a UNESCO enquanto membro efetivo e passar ao estatuto de observador, com efeitos a partir de 31 de dezembro de 2018. A decisão foi formalizada no passado dia 12 pretextando a necessidade de reforma e alegada inclinação anti-israelita daquela organização. O primeiro ministro de Israel considerou a posição americana “corajosa e moral” e dispõe-se a também retirar o país da organização.

    Na realidade os EUA devem as respetivas anuidades à UNESCO desde 2011 – ano em que a administração de Barack Obama decidiu interromper o respetivo pagamento em represália pela aceitação da Palestina como membro efetivo da organização – causando com isso severas restrições financeiras.

  • Acção belicista dos EUA na Síria é uma ameaça à paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a acção intervencionista e agressiva dos Estados Unidos e seus aliados na Síria, em flagrante violação da soberania, independência, integridade territorial da República Árabe Síria, ou seja, do direito internacional.

    Uma acção intervencionista que está clara e objectivamente do lado dos grupos terroristas que falsamente dizem combater – como o Estado Islâmico e a Frente Al-Nusra, braço local da denominada Al-Qaeda. Face às crescentes dificuldades que estes grupos enfrentam no campo de batalha, em resultado das sucessivas derrotas sofridas, multiplicaram-se os ataques norte-americanos e israelitas a instalações militares e aviões de combate sírios e a populações civis, procurando dar cobertura aos grupos terroristas no terreno.

  • Análise publicada pela organização irmã Conselho de Paz dos EUA

    Com o intuito de contribuir para o debate e reflexão sobre a eleição de Donald Trump, o Conselho Português para a Paz e Cooperação divulga uma análise publicada pela organização irmã Conselho de Paz dos EUA logo após as eleições presidenciais e agora traduzida para português.

    Conselho de Paz dos EUA

    25 de Novembro, 2016

    Sumário executivo:
    No que se refere à vitória eleitoral de Donald Trump, o Conselho da Paz (CP) dos EUA primeiramente saúda todas as manifestações maciças em luta para melhorar as condições de vida dos trabalhadores, salvar o meio ambiente, respeitar as mulheres, contra o racismo, de apoio aos imigrantes e rejeitando a islamofobia. Embora muito do que Trump disse durante a campanha e o que ele significa é divisionista e destrutivo, é pouco provável que a maioria dos apoiantes de Trump tenha votado com base nas culpabilizações de Trump. Muitos, se não a maioria destes eleitores, manifestavam a sua ira com décadas de políticas de interesses económicos corporativos e de "globalização" que os deixaram mais pobres, isolados e sem voz. Enquanto o CP EUA apela à oposição às muitas guerras, ao aumento da militarização e da proliferação de armas nucleares, as afirmações inconsistentes de Trump oferecem uma oportunidade para insistir que o futuro Presidente Trump prossiga posições positivas, como a distensão com a Rússia, pôr fim à guerra na Síria e sugestões que a NATO está ultrapassada. As suas acções irão necessariamente enfurecer quer os republicanos quer os democratas do sistema e os eleitores anti-sistema. O movimento de paz e outros movimentos de massas nos EUA devem seguir as palavras de Mother Jones, "não lamentem, organizem", aumentem o nosso alcance e acções. Organizar para aquilo em que acreditamos e dar as boas-vindas aos eleitores anti-sistema que se juntam à luta.

  • Conselho Mundial da Paz condena os exercícios militares dos EUA e da Coreia do Sul

     

    O Conselho Mundial da Paz (CMP) expressa sua condenação veemente sobre os pesados exercícios militares recentes e em curso dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, denominados “Key Resolve” e “Eagle 16” em torno da Península Coreana, que colocam novos perigos à paz e à estabilidade na região, com o objetivo de aumentar a tensão através da pressão sobre a República Popular Democrática da Coreia (RPDC).

    Os exercícios militares mencionados, com mais de 300 mil soldados da Coreia do Sul e 27 mil soldados do norte-americanos, um porta-aviões e navios de guerra com armamentos pesados, são dos exercícios militares de maior envergadura da história da região e acontecem no mesmo momento em que sanções são impostas pelo Conselho de Segurança da ONU (Resolução 2270) contra a RPD da Coreia.

  • Conselho Mundial da Paz exige libertação dos 3 cubanos presos nos EUA

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    Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz, enviou uma carta ao presidente dos EUA, onde é exigida a libertação imediata dos três cubanos injustamente presos naquele país.  

    O texto da carta:

    "São Paulo, 4 de Junho de 2014
    SR. BARACK OBAMA
    PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS
     
    Senhor presidente,
     
    Da mesma forma que muitos movimentos sociais, personalidades do meio acadêmico, científico e artístico, e especialmente renomados juristas estrangeiros, venho, na condição de presidente  do Conselho Mundial da Paz,interceder em favor da imediata liberação dos 3 cidadãos cubanos, injustamente presos  nos Estados Unidos por protegerem seu país de atentados terroristas.

  • CPPC condena bombardeamento dos EUA contra a Síria

     

    O CPPC condena com veemência os bombardeamentos norte-americanos contra a Síria, na madrugada de hoje, denunciando o seu carácter ilegal e totalmente contrário ao direito internacional.
    A agressão militar directa dos EUA contra este Estado soberano, que se segue a seis anos de guerra encapotada, configura uma intolerável escalada com consequências ainda difíceis de prever, dada a elevada tensão militar que se vive no martirizado país do Médio Oriente.

    Quanto aos pretextos apresentados para o ataque, o CPPC chama a atenção para o facto de serem ainda desconhecidos os factos e os verdadeiros autores da denunciada utilização de armas químicas na província de Idlib, que terá vitimado perto de uma centena de pessoas. Manifestando o mais profundo repúdio pela utilização desse tipo de armamento, o CPPC lembra que o governo sírio já rejeitou qualquer responsabilidade pelo acto, pelo que é no mínimo prematuro definir desde já as responsabilidades pelo terrível ataque.

  • CPPC condena decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e reafirma solidariedade com o povo palestiniano

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena firmemente o reconhecimento pelos EUA de Jerusalém como capital de Israel e a anunciada intenção de transferência da embaixada norte-americana para esta cidade, decisão que significa um autêntico acto de agressão ao povo palestiniano, com imprevisíveis e perigosas consequências para a paz em toda a região.

    Com este inaceitável e provocatório passo, os EUA dão uma vez mais, e de forma aberta, cobertura à política sionista de ilegal ocupação de territórios da Palestina, incluindo a ocupação total da cidade de Jerusalém por parte de Israel. Um acto que desmascara o cínico papel dos EUA, que desde sempre apoiou a ocupação e agressão Israelita contra o povo palestiniano, ao mesmo tempo que se apresenta como “mediador imparcial” no conflito.

  • Debate “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional”

    “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional” é o tema do debate promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

    Com este debate, o CPPC procura contribuir para o aprofundamento da discussão e análise da situação internacional, decorrente da eleição da Administração Trump.

  • Debate “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional”

  • EUA Tirem as mãos da Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente e considera da maior gravidade as declarações do Presidente dos EUA, Donald Trump, proferidas ontem dia 11 de Agosto, onde afirma que a Administração norte-americana tem muitas opções para a Venezuela, incluindo a “opção militar”.

    Estas inaceitáveis declarações de Trump colocam de novo em evidência o que há muito tem vindo a ser denunciado: que a desestabilização da Venezuela tem como principal responsável e promotor os EUA, que apoiam forças anti-democráticas e a violência de grupos fascistas com o objectivo de promover um golpe de Estado contra um país soberano, contra a sua Constituição, contra o seu legítimo governo, contra o seu povo.
    Um golpe de Estado, atentatório da soberania e independência da República Bolivariana da Venezuela e direccionado contra todos aqueles que estão empenhados em construir um futuro de paz e de progresso social na Venezuela e um caminho de cooperação entre os povos da América Latina e Caraíbas livre da tutela e dominio dos EUA.

  • Hiroshima e Nagasaki: um dos mais vis atentados à humanidade

    Nos dias 6 e 9 de Agosto assinalam-se 69 anos do lançamento, pelos Estados Unidos da América, de duas bombas atómicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.

    Injustificado do ponto de vista militar, uma vez que o Japão já tinha encetado o processo de capitulação face às Forças Aliadas na II Grande Guerra, este acto foi entendido como uma aterrorizante demonstração de poderio militar por parte dos Estados Unidos da América, então potência mundial emergente, que não se absteve de cometer este violento e cruel massacre de populações civis, que perdura na memória dos povos como uma das maiores barbáries alguma vez cometidas.

  • Milhões em armas e ameaças de guerra

    Na sequência da sua visita recente à Arábia Saudita, o presidente dos EUA, Donald Trump, concluiu aquela que foi a «maior venda de armas da história do país», no valor de 110 mil milhões de euros. O negócio envolve, entre outro material, aviões, navios e mísseis. Lembre-se que segundo o SIPRI (Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo), a Arábia Saudita foi já, em 2016, o terceiro país com maiores gastos militares do planeta.

    Para além da constante violação dos direitos humanos no país e da ocupação e agressão ao Iémene, actualmente em curso, a Arábia Saudita é um dos maiores apoiantes do Estado Islâmico e da Al-Qaeda na desestabilização da Síria. As declarações de Trump recuperando a «ameaça iraniana» são igualmente preocupantes e reveladoras do propósito de continuar a desestabilizar a região.

  • Não à escalada de repressão e de guerra na Ucrânia

     

    É com redobrada preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação vê o anúncio, por parte do poder de Kiev, de pôr fim ao cessar-fogo no Leste daquele País, o que, de imediato, foi seguido por notícias que confirmam o reinício dos bombardeamentos, os quais atingem igualmente, e de forma indiscriminada, zonas residenciais e populações ucranianas.

    O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, em particular para com aqueles que, como acontece no Leste deste País, lutam em defesa dos seus legítimos direitos e enfrentam difíceis situações – incluindo de escassez de comida e de água –, e que estão, uma vez mais, sob a agressão do exército e dos paramilitares ligados a oligarcas ou a forças nazifascistas, a mando da junta de Kiev, apoiada pelos EUA, a NATO e a União Europeia.

    O CPPC apela à denúncia e à condenação da escalada de intimidação, de agressão e de guerra e considera da maior importância que os democratas expressem solidariedade com o povo ucraniano, na defesa da liberdade, da democracia e da paz.

    Direcção Nacional do CPPC
    2 de Julho de 2014

  • Não ao bloqueio dos EUA a Cuba

    Nova vitória de Cuba na Assembleia Geral da ONU

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) congratula-se com o voto da Assembleia Geral das Nações Unidas de exigência do fim do bloqueio imposto pelos EUA a Cuba e manifesta a sua solidariedade ao Estado e povo cubanos e reitera a sua confiança na sua vitória.

    Mais uma vez, a Assembleia Geral da ONU adoptou no passado dia 1 de novembro uma nova resolução vincando a necessidade de pôr termo ao bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA a Cuba. Dos 193 estados membros, 191 votaram a favor e apenas os EUA e Israel votaram contra.

  • Não ao reforço da escalada bélica no Médio Oriente

     

    Os Estados Unidos da América estão de volta ao Iraque, país que, em conjunto com uma coligação composta essencialmente por países da NATO e das Monarquias do Golfo, invadiram, saquearam, mataram, destruíram e ocuparam entre 19 de Março 2003 e Dezembro de 2011. Agora fazem-no com o pretexto de combater o chamado “Estado Islâmico” que EUA ajudaram a armar e a financiar.

  • Nos 40 anos da Acta de Helsínquia Sólido caminho para a Paz, para o futuro

     

    Em 1 de Agosto de 1975, representantes de 35 países (33 da Europa, mais os EUA e Canadá) subscreveram, em Helsínquia, a Acta Final da Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa, culminando um processo iniciado dois anos antes. Pela primeira vez na história, um tão elevado número de países convergiu em torno de um importante conjunto de princípios reguladores das relações internacionais, segurança colectiva e desenvolvimento de relações de cooperação entre os Estados, entre os quais se destacam matérias tão relevantes quanto: a igualdade soberana dos Estados; a não intervenção nas questões internas dos Estados; a resolução pacífica dos diferendos internacionais; o respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais; ou a igualdade de direitos e a autodeterminação dos povos.

  • Nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz

    Divulgamos nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz, em solidariedade com as manifestações populares nos EUA contra medidas tomadas pelo presidente norte-americano.

    "Solidariedade entre os povos contra o imperialismo e o retrocesso imposto por Trump!

    O Conselho Mundial da Paz soma-se ao povo estadunidense e de todo o mundo para expressar sua profunda preocupação com os planos e primeiras ações do novo presidente da maior potência imperialista do planeta, Donald Trump.

    Além de atingir diretamente direitos conquistados ou pelos quais o povo estadunidense ainda luta, Trump assinou uma ordem executiva barrando a entrada de refugiados vindos de países devastados pelas guerras que os próprios Estados Unidos e seus aliados fomentaram e sustentaram. Na contramão da história e dos direitos humanos, Trump fecha as portas a imigrantes e, através da ordem executiva assinada na última sexta-feira (27/01/2017), discrimina pessoas que buscam refúgio, tentando escapar da morte e da destruição no Oriente Médio e no Norte da África.