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CPPC

  • CPPC lança livro «Décadas de Luta pela Paz»

    O CPPC apresentou no sábado, 22, o livro «Décadas de Luta pela Paz», numa sala do Fórum Lisboa. Com a presença dos activistas que mais directamente participaram na concepção do livro e dos presidentes da Direcção Nacional e da mesa da Assembleia da Paz, Ilda Figueiredo e António Avelãs Nunes, a sessão constou de uma abordagem ao conteúdo do livro, no qual estão expressas as principais causas, campanhas e acções realizadas pelo movimento da paz desde finais dos anos 40 do século XX e particularmente nas últimas quatro décadas, após a formalização jurídica do CPPC.
    Valorizada foi também a actualidade da obra, pois muito embora tenha um inegável carácter histórico, revela que as causas que ainda hoje movem o CPPC são, na sua maioria, as mesmas que motivaram o arranque do movimento da paz, poucos anos após o final da Segunda Guerra Mundial: a exigência de proibição das armas nucleares e de destruição massiva, a dissolução dos blocos político-militares, o fim das bases militares em território estrangeiro, a solidariedade aos povos que enfrentam a guerra, a opressão e a ingerência.
    Ilda Figueiredo e António Avelãs Nunes valorizaram a edição do livro, considerando-o uma homenagem a todos quantos, ao longo dos anos, se bateram pela paz e a solidariedade e um importante instrumento de acção do CPPC pelos seus objectivos.

  • 40 anos da formalização legal do CPPC

    No passado dia 23 de Abril, o Conselho Português para a Paz e Cooperação assinalou 40 anos da sua formalização legal com um convívio na Casa da Paz, em Lisboa, onde interveio Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção do CPPC.

    Neste convívio participaram activistas, membros dos órgãos sociais e amigos do CPPC, incluindo um dos dirigentes do CPPC que participou no acto da sua formalização há 40 anos, Vítor Pinto, assim como vários outros que de igual modo participam no movimento da Paz desde antes da formalização do CPPC. Estiveram ainda presentes representantes de várias organizações portuguesas com quem o CPPC se relaciona e, igualmente, representantes de diversas embaixadas.

    No momento de convívio foram evocadas as muitas décadas de luta pela Paz em Portugal, incluindo durante a ditadura fascista, que permitiram que aquando da formalização do CPPC após o 25 de Abril, o movimento pela Paz tivesse já expressão nacional.

    Recordados foram também todos os que ao longo dos anos lutaram, lutam e continuarão a lutar por um mundo mais justo, livre, fraterno e de Paz.

  • Apresentação do livro "Décadas de Luta pela Paz"

    O CPPC convida todos os seus aderentes e amigos e todos quantos sinceramente defendem os valores da paz, da cooperação e da solidariedade para participaram na apresentação do livro «Décadas de Luta pela Paz», que se realiza no dia 22 de Abril às 12 horas no Fórum Lisboa (Av. Roma 14-L, 1000-265 Lisboa).

    Elaborado no âmbito da comemoração dos 40 anos da formalização jurídica do Conselho Português para a Paz e Cooperação, o livro recorre sobretudo a documentação própria do CPPC ou de plataformas mais vastas em que este participou para traçar o exaltante percurso do movimento da paz português desde o seu surgimento, na década de 40 do século XX, até aos nossos dias. A obra, profusamente ilustrada, é em grande medida uma homenagem a todos os que deram o melhor de si à ampliação da luta pela paz.

  • Apresentação do livro "Décadas de Luta pela Paz" - Almada

  • Campanha de Contribuição Solidária

    Caro(a) amigo(a),

    Como porventura sabe, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) é a organização que, em Portugal, promove a sensibilização da opinião pública e a mobilização popular no interesse da Paz, da cooperação e da solidariedade entre os povos. Tem ainda a responsabilidade de, no âmbito do Conselho Mundial da Paz, coordenar o movimento da Paz na Europa.

    Ao longo da sua existência legal – cumpriram-se no dia 24 de Abril de 2016 quarenta anos em que assumiu personalidade jurídica – o CPPC tem-se mantido fiel à herança do movimento da Paz nascido em Portugal nos anos 50 do século passado, em plena ditadura fascista; com a confiança e a determinação que advêm de ser expressão dos sentimentos mais profundos do povo português, de Paz e cooperação com todos os povos do mundo.

    A história do CPPC foi e é, assim, uma construção de muitas e muitos democratas portugueses que, através de várias gerações, têm lutado em prol das liberdades e da Paz.

    Quarenta anos passados não podemos, todavia, deixar de atender à melhoria das condições em que se encontra a sede do CPPC. Queremos que seja um local de encontro de democratas amantes da Paz e temos vindo a trabalhar nesse sentido, dentro das (reduzidas) capacidades financeiras de que dispomos.

    A par das múltiplas atividades em curso confrontamo-nos, portanto, com a necessidade de reabilitar esse espaço para, designadamente, resolver alguns dos problemas mais críticos que a passagem do tempo naturalmente acabou por criar. O custo estimado dessa reabilitação é de 15.000 euros.

    Nesse contexto, a Direção Nacional do CPPC decidiu lançar a campanha “Reabilitar a Sede, Reforçar a luta pela Paz” e apelar à contribuição solidária dos amigos e aderentes do CPPC.

    Quem quiser solidarizar-se com esse objetivo pode fazê-lo através de:

    • Transferência para o IBAN PT50 0035 2181 0000 4570 9300 6;
    • Donativo em dinheiro na sede do CPPC.

    Junho de 2016,

    A Direção Nacional do CPPC.

  • CPPC assinala 40 anos da sua formalização legal (1/4)

    O CPPC comemora no dia 24 de Abril os 40 anos do seu registo formal. Essa data, não constituindo o surgimento do CPPC – que se verificou durante o regime fascista –, representa a consagração da legalidade conquistada com a Revolução de Abril: antes, lutar pela paz, o desarmamento e a dissolução da NATO e expressar solidariedade aos povos vítimas da guerra, da opressão e da ingerência implicava o risco da prisão e da tortura - como aconteceu em muitos casos.

    Os Estatutos do CPPC, registados nessa ocasião, continham aquelas que eram causas de sempre do movimento da paz e que continuam hoje a nortear a sua acção: a eliminação de todas as formas de colonialismo e de discriminação racial e o respeito pelo direito dos povos à soberania, à independência e a escolherem livremente o seu regime político, económico e social; a inviolabilidade das fronteiras e a integridade territorial dos estados; o respeito pelos direitos do Homem e suas liberdades fundamentais, com a eliminação de todas as formas de fascismo; a coexistência pacífica e a substituição da política de força pelas negociações na resolução dos litígios internacionais; a não ingerência nos assuntos internos de cada Estado; a interdição de todas as armas de destruição generalizada; a cessação da corrida aos armamentos; a abolição das bases militares estrangeiras e o desarmamento geral, controlado e simultâneo.

  • CPPC assinala 40 anos da sua formalização legal (2/4)

    Conselho Português para a Paz e Cooperação

    Décadas de luta pela Paz

    Herdeiro do movimento da Paz nascido em Portugal no final dos anos 40 do século passado, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) criado sob a ditadura fascista, foi constituído legalmente há 40 anos, a 24 de Abril de 1976.

    Os seus Estatutos, então registados, definiam o CPPC como um movimento democrático e unitário de opinião pública que tinha como objectivo promover, através do esclarecimento e da participação das mais amplas camadas da população do País, a luta pela Paz e pela cooperação entre os povos. Para cumprir tal desígnio, o CPPC procurava agir em cooperação com todos os movimentos e forças da Paz, tanto nacionais como estrangeiras, esforçando-se por realizar a mais larga unidade entre todos os portugueses sinceramente empenhados na defesa da Paz.

  • CPPC assinala 40 anos da sua formalização legal (3/4)

    Constituição da República Portuguesa

    Fiel e poderoso aliado

    A importância do movimento da Paz na corajosa resistência do povo português à mais longa ditadura fascista da Europa e a interligação entre as lutas pela paz e pela democracia e o progresso social ficaram patentes na Constituição da República Portuguesa, aprovada em 2 de Abril de 1976. Esta, no seu artigo 7.º, consagra, entre outros princípios: a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade, assim como a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos. A política externa independente, de solidariedade e cooperação com os povos do Mundo, não submetida a interesses exteriores, há muito reclamada pelos defensores da paz, tornou-se também, a partir de então, um desígnio constitucional.

  • CPPC assinala 40 anos da sua formalização legal (4/4)

    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Um percurso exaltante

    Nas últimas quatro décadas, desde a formalização do CPPC, Portugal foi palco de numerosas e pujantes acções em defesa da paz, do desarmamento e da dissolução da NATO e em prol da solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, da agressão e da ingerência externa e que lutam pela emancipação, soberania e progresso – em nome próprio ou integrando plataformas mais amplas, o CPPC foi seu principal obreiro.

    Para a história ficam manifestações, vigílias, concentrações, conferências, debates, sessões, petições, murais, distribuições de documentos, exposições, publicações, concertos, entre muitas outras e diversificadas acções.

  • Décadas de Luta pela Paz - Porto

  • Falecimento do Dr. Luís de Melo Biscaia, membro da presidência do CPPC

     

    A Direcção Nacional do CCPC lamenta informar o falecimento do membro da sua Presidência Dr. Luís de Melo Biscaia, prestigiado antifascista que integrou a campanha do General Humberto Delgado. Autarca por três mandatos na Câmara Municipal da Figueira da Foz foi um destacado militante da causa da paz.

    À sua família endereçamos sentidos pêsames.

    A Direcção Nacional do CPPC

  • Mensagem da Presidente do Conselho Mundial da Paz enviada no quadro do assinalar dos 40 anos da formalização legal do CPPC

    Divulgamos mensagem da Presidente do Conselho Mundial da Paz enviada no quadro do assinalar dos 40 anos da formalização legal do CPPC.

    "Estimados companheiros e amigos do Conselho Português para a Paz e Cooperação,
    Estimada amiga Ilda Figueiredo, presidenta da Direção Nacional do CPPC,

    É com alegria que os saudamos e os acompanhamos na comemoração dos 40 anos desde a formalização legal do CPPC. Este é um momento de reafirmação das nossas lutas conjuntas, construídas sobre larga história de determinação, em que os nossos amigos portugueses têm uma bela e inspiradora trajetória.

    Mesmo em resistência contra a ditadura e o fascismo em Portugal, o CPPC construiu um movimento sólido de luta pela paz e a justiça, por um mundo livre e de solidariedade entre os povos
    , em conjunto com as forças democráticas que continuam nos inspirando. O CPPC trabalha também com empenho na consolidação do nosso movimento internacional de luta anti-imperialista, o Conselho Mundial da Paz (CMP), exercendo papel extremamente importante no seu fortalecimento.