Outras Notícias

Lisboa

  • Manifestações populares do 1º de Maio - Lisboa

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, em Lisboa, na manifestação convocada pela CGTP-IN para comemorar o Dia do Trabalhador.

    Durante o percurso os activistas do CPPC distribuíram centenas de exemplares do mais recente Notícias da Paz.

    O CPPC marcou ainda presença com uma banca na Alameda D. Afonso Henriques.

     

     

  • Marcha em defesa da Escola Pública

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação(CPPC) foi copromotor da grandiosa Marcha em defesa da Escola Pública que se realizou no dia 18 de Junho, em Lisboa.

    O CPPC sublinha a grande importância desta Marcha dado que demonstra o apoio inequívoco do povo português aos princípios constitucionais de defesa da Escola Pública. É através dela que se promove o desenvolvimento de crianças e jovens para que sejam mulheres e homens cultos, responsáveis e solidários, sem preconceitos elitistas, religiosos, políticos, étnicos ou outros, obrigação inalienável do estado que a Escola Pública assegura, formando cidadãs e cidadãos abertos ao mundo e à sua época, patriotas e solidários, indispensáveis para construir a Paz.

  • Por uma água mais limpa, não à cooperação Epal-Mekorot

    POR UMA ÁGUA MAIS LIMPA
    NÃO À COOPERAÇÃO EPAL-MEKOROT

    25 MARÇO | 18H | LARGO CAMÕES (LISBOA)

    Várias organizações portuguesas, entre as quais o CPPC, promovem amanhã uma iniciativa de apelo à revogação do acordo entre a EPAL e a MEKOROT (empresa de águas israelita).

    ORGANIZAÇÕES PROMOTORAS:
    Associação Agricultores do Distrito Lisboa, Associação Água Pública, Associação Intervenção Democrática, Casa Viva, Colectivo Mumia Abu-Jamal, Comité de Solidariedade com a Palestina, Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, Conselho Português para a Paz e Cooperação, Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal, Fórum pela Paz, Grupo Acção Palestina, Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, SOS Racismo.

  • Porto - Cumprir a Constituição

    O CPPC participou, no Porto, no passado dia 28, na manifestação convocada pela CGTP-IN em defesa do cumprimento da Constituição da República Portuguesa.

  • Reunião com a Confederação das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

    No passado dia 16 de Fevereiro reuniram-se na sede da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) delegações das Direcções Nacionais das duas organizações. Pelo CPPC estiveram a presidente da DN Ilda Figueiredo e o dirigente nacional Carlos Carvalho e pela CPCCRD participaram o seu presidente Augusto Flor e os dirigentes Fernando Vaz e Ema Borrego.

    Na reunião foram dadas informações sobre os objectivos e as actividades previstas tendo-se acordado na preparação de um Protocolo de colaboração entre o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, visando a partilha de informações e o apoio mútuo em acções de promoção da Paz.

     

  • Saudação ao 1º de Maio 2016

    Participa com o CPPC nos desfiles de comemoração do 1º de Maio convocados pela CGTP-IN.

    Coimbra
    Praça da República, 28 (junto à Delegação do Sindicato dos Professores da Região Centro), pelas 14h00

    Lisboa
    Martim Moniz junto ao Centro Comercial Mouraria, pelas 14h30.

    Porto
    Avenida dos Aliados (junto à Agência Abreu), pelas 15h00

  • Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana

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    Cerca de 150 pessoas estiveram presentes na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana - Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder - que assinalou o primeiro aniversário do falecimento do presidente Hugo Chávez.

    Na intervenção inicial a presidente da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Ilda Figueiredo, abordou o legado de Hugo Chávez, a importância da Revolução Bolivariana para o povo da Venezuela e os contributos positivos para a região, realçando a necessidade de a defender, em especial no momento em que "...aqueles que perderam sucessivas eleições, continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais.". Actos de violência, uma vez mais, condenados pelo CPPC.

    Na sua intervenção, o Exmo. Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, Lucas Ríncon Romero, agradeceu a solidariedade demonstrado com o povo venezuelano e afirmou que os ideais de Chávez estão mais vivos que nunca nos povos do mundo, tendo realçado muitos dos progressos alcançados pela Revolução Bolivariana, continuou apresentando uma cronologia dos recentes actos de desestabilização e violência perpetrados por forças reaccionárias na Venezuela, denunciando a manipulação e verdadeira guerra mediatica desencadeada contra o seu país por forças estrangeiras e da oposição.


    Os participantes na sessão puderam ainda apreciar a exposição fotográfica "Hugo Chávez Percursor de um Mundo Multipolar".

    Veja mais fotos...

  • Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO

    Lê o folheto: http://issuu.com/sim_a_paz/docs/folheto_fv

     

  • Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO - Desfile

    A alegria da luta pela Paz em Lisboa

    Foi com alegria e combatividade que este Sábado, 24 de Outubro, se realizou, em Lisboa, o desfile da campanha "Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO", promovida por mais de trinta organizações portuguesas.

    O desfile, que terminou na Praça Luís de Camões, foi seguido de intervenções de Augusto Praça da CGTP-IN, Vítor Silva do MPPM, Ana Souto do MDM, Ricardo Brites da associação de estudantes do ISEL e Ilda Figueiredo do CPPC, contou ainda com a música de Luís e Francisco, Duarte e Sebastião Antunes e com poesia dita por Fernanda Lapa.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Lisboa

    A Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” realizou em Lisboa um acto público, na passada sexta-feira. A campanha, promovida por 26 organizações portuguesas, levou às ruas de Lisboa a sua luta pela Paz e contra os propósito agressivos da NATO e da sua cimeira, iniciada nesse dia, em Varsóvia.

    No percurso efectuado pelos manifestantes pelas ruas de Lisboa, ouviram-se palavra de ordem como “Paz Sim, NATO não!”, “Mais saúde e educação! NATO não!” ou “NATO é agressão, dissolução é solução”, entre outras.

    A iniciativa terminou no Largo Camões com a actuação do grupo Marfa e intervenções de João Barreiros pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, Regina Marques pelo Movimento Democrático de Mulheres, José Oliveira pelo Movimento pelos Direritos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, David Frazier pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Ilda Figueiredo pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    As várias intervenções afirmaram a Paz é necessária ao desenvolvimento humano e denunciaram a NATO com os seus objectivos belicistas e o seu historial de agressão como contrária à segurança e aos interesses dos povos. Denunciando que o aumento da tensão e de conflitos, de que a NATO e as potências que a compõem são as principais responsáveis, aumentam o risco de um conflito de grandes proporções que ameaçaria a própria humanidade.

  • Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO! - Colóquio LISBOA

  • Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO! - Iniciativas Outubro2015

     

  • Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO! - LISBOA

  • Solidariedade com a América Latina

    A Casa do Alentejo acolheu ontem, 17, uma sessão de solidariedade com a América Latina, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN).

    A iniciativa, que contou com a presença de mais de 20 deputados de forças progressistas de vários países da América Latina, das Caraíbas e da Europa e dos Embaixadores de Cuba e da Venezuela, foi assistida por uma sala completamente cheia, que não deixou nem por um instante de seguir atentamente as intervenções e de manifestar o seu apoio.

    Na mesa, as três organizações promotoras e deputados latino-americanos da Argentina, da Bolívia, do Brasil, de Cuba, de El Salvador, do Equador, do Perú, do Uruguai e da Venezuela partilharam os seus pontos de vista sobre as lutas dos povos, os avanços progressistas, a afirmação soberana e a cooperação, que tão importantes têm sido para o reforço da luta pela paz, mas também a resistência face à ofensiva das oligarquias e dos EUA contra as conquistas e avanços alcançados que melhoraram a vida de muitas dezenas de milhões de pessoas.

    Num ambiente festivo e combativo, que marcou toda a iniciativa, ficou clara a solidariedade entre os presentes e a profunda convicção de que, apesar de todas as ameaças e possíveis recuos momentâneos, o futuro será o que os povos através da luta e da sua solidariedade determinarem, um futuro mais justo e próspero, um futuro de Paz.

    A sessão terminou com um momento musical protagonizado pelo grupo português “El Sur”.

  • Solidariedade com a Revolução Bolivariana - Intervenção de Ilda Figueiredo

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    Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela
    Caros Amigos

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúdo todos os presentes nesta acção de Solidariedade com a Revolução Bolivariana da Venezuela e de homenagem à memória do Presidente Hugo Chavez e ao seu legado de líder que o povo amava porque ele amava o povo. Foram enormes as mudanças concretizadas nos 14 anos da sua presidência da República Bolivariana da Venezuela e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999.


    O Presidente Hugo Chávez Frías faleceu em Caracas a 5 de março de 2013, cinco meses depois de ter sido reeleito para mais um mandato como Presidente da República Bolivariana da Venezuela, cargo que ocupava desde 1998, período durante o qual não faltaram tentativas das forças reacionárias com apoio exterior, sobretudo dos EUA, de pôr em causa as profundas transformações políticas, económicas e sociais da Revolução Bolivariana.


    Novamente registam-se acções de provocação e desestabilização, actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores dos mais reaccionários da oposição, tentando pôr em causa o Presidente Nicolás Maduro, democraticamente eleito o ano passado.


    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) já condenou firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos, além dos importantes contributos que estão a dar para a construção de alternativas progressistas em diversos países da América Latina, de que são exemplos ALBA, UNASUR, CELAC e Mercosul.
    As reformas políticas e sociais levadas a cabo pela Revolução Bolivariana, com a efectiva participação da população, combinando justiça social com respeito pelas liberdades cívicas e direitos humanos, e vontade política de usar a riqueza do país, designadamente o petróleo, para o bem-estar de todos os venezuelanos, visando construir um mundo mais pacífico, baseado em relações mais igualitárias entre países, foram a razão de sucessivas vitórias eleitorais de Hugo Chavez e, agora, de Nicolás Maduro.


     As escolhas políticas progressistas feitas pelo Projecto Bolivariano, na construção de alternativas ao neoliberalismo e na construção de pontes entre instituições e participação popular, estão a provocar violentos ataques da oposição. Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias, demonstram que, aqueles que perderam sucessivas eleições, continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais.


    O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e o contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.


    O CPPC tem alertado para a gravidade da situação e apelado à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com povo venezuelano e as suas importantes conquistas - alcançadas por sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações sociais e de afirmação da soberania e independência nacionais - perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas.


    Em nome do CPPC renovo aqui a nossa solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas e o nosso apelo para que se denuncie a actual violência e destabilização que o povo venezuelano está a enfrentar, dando provas de que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, mantendo e prosseguindo o legado do comandante Hugo Chavez.

    Viva a Revolução Bolivariana da Venezuela!