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Campanha "Sim a Paz! Não à Nato!"

  • "Sim à Paz! Não à NATO" - Lisboa 2017

    Culminando uma campanha em defesa da Paz e de denúncia da NATO e dos objectivos belicistas da sua cimeira de Bruxelas, "Sim à Paz! Não à NATO!", subscrita por 28 organizações portuguesas, muitos foram os activistas que percorreram ao final da tarde de dia 24 as ruas da baixa lisboeta exigindo a dissolução da NATO, o fim da corrida aos armamentos e das bases militares estrangeiras, o desarmamento.

    A campanha que contou com iniciativas em várias outras cidades do país, nomeadamente com a distribuição de milhares de documentos, foi expressão do desejo de paz e repúdio pela NATO, enquanto bloco político-militar agressivo caracterizado como a maior ameaça à paz mundial.

    A acção, convocada pelo conjunto das organizações e movimentos subscritores, decorreu sob palavras de ordem como "Sim à Paz! Não à NATO", "Defender a Constituição! NATO não!", "Trabalho sim! Guerra Não", entre outras, e decorreu na véspera da cimeira da NATO em Bruxelas ao mesmo tempo que, na capital belga, milhares de pessoas faziam também ouvir a sua voz em defesa da paz, onde também participava uma delegação do CPPC.

    No final, intervieram representantes da CGTP-IN, do MDM, da Associação «Projecto Ruído» e do CPPC.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Porto

    No Porto, na rua de Santa Catarina, a Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” realizou um Acto Público, no passado sábado, 9 de Julho, segundo e último dia da Cimeira da Nato em Varsóvia. A iniciativa contou com a participação de muitos activistas da Paz que se associaram à campanha promovida por 26 organizações portuguesas, na defesa da Paz e contra os propósito agressivos da NATO e da sua cimeira em Varsóvia.

    Durante a iniciativa foram distribuídos jornais da campanha e ocorreram intervenções, de Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP, que deu a conhecer a Moção “Paz e solidariedade” aprovada no dia anterior no 11º Congresso da União dos Sindicatos do Porto/CGTP- IN. Aí se afirma , por exemplo, que “a guerra e a violência não servem os interesses de classe dos trabalhadores e do povo, se manifesta o repúdio por todas as formas de ingerência, agressão e violência contra os trabalhadores e os povos, se exige a dissolução da NATO tal como previsto na Constituição da República Portuguesa, se exige de todos os países o acolhimento e tratamento digno dos refugiados, travando firme combate a qualquer forma de manifestação xenófoba ou racista”.

    No final, Ilda Figueiredo, presidente da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação, denunciou de um modo particular a evolução recente da NATO, com intervenções, ingerências e agressões aos povos, destacando os casos da Líbia, Afeganistão, Iraque e Síria, a nova corrida aos armamentos e a crescente militarização no Leste da Europa, em especial na Polónia, Roménia e Estados do Báltico. Mas reafirmou também que a guerra não é inevitável, com a mobilização dos povos na luta pela Paz, tão necessária ao desenvolvimento e ao progresso social.

  • "Sim à Paz! Não à NATO!" - Bruxelas 2017

    O CPPC esteve presente nos passados dias 23 e 24 de Maio nas iniciativas promovidas pela organização belga INTAL e pelo Conselho Mundial da Paz (CMP), em Bruxelas.

    As iniciativas realizadas no âmbito da campanha do CMP "Sim à Paz! Não à NATO!", assentaram na importância da defesa da paz e denúncia dos objectivos belicistas da reunião da NATO que se realizou no dia 25 de Maio, também em Bruxelas.

  • "Sim à Paz! Não à NATO!" - Bruxelas 2017

    Sim à Paz! Não à NATO! - 2017

    Leia o folheto produzido no âmbito da Campanha "Sim à Paz! Não à NATO - Contra a cimeira da NATO em Bruxelas - 2017" , distribuído nas iniciativas desenvolvidas em várias cidades do país. http://issuu.com/cons…/…/folheto_sim_a_paz_nao_a_natocom_tod

  • "Sim à Paz! Não à NATO" - Porto 2017

    Também no Porto se realizou um acto público da Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!" no momento em que se realizava uma reunião da Nato, em Bruxelas.

    Culminando uma campanha em defesa da Paz e de denúncia da NATO e dos objectivos belicistas da sua cimeira de Bruxelas, "Sim à Paz! Não à NATO!", subscrita por 28 organizações portuguesas, que contou com uma iniciativa pública no dia anterior em Lisboa, ou a distribuição de milhares de documentos em várias outras cidades do país

    A acção, convocada pelo conjunto das organizações e movimentos subscritores, decorreu sob palavras de ordem como "Sim à Paz! Não à NATO", "Defender a Constituição! NATO não!", "Trabalho sim! Guerra Não", entre outras

    No final intervieram representantes do Movimento Democrático de Mulheres, da União dos Sindicatos do Porto e do Conselho Português para a Paz e Cooperação. Foram distribuídos documentos da pelas pessoas que passaram ou se juntaram à iniciativa que decorreu na Rua da Santa Catarina, no centro do Porto.

  • Assinamos pela Paz

    Comprometidos com a defesa da Paz e preocupados com as crescentes ameaças, com agressões e conflitos armados em diversas zonas do mundo, um conjunto de personalidades de diversas áreas promove o texto "Assinamos pela Paz", protestando contra a realização da Cimeira da NATO, em Varsóvia, nos dias 8 e 9 de Julho, que colocamos à vossa consideração para que também o assinem.

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT81670

    Assinamos pela Paz

  • CPPC em Serpa e em Beja

    Em Serpa e Beja realizaram-se duas iniciativas do Conselho Português para a Paz e Cooperação, onde foram abordadas as principais ameaças à paz, com destaque para o reforço da actividade da NATO que, neste momento, realiza, na Polónia e nos países balticos, os maiores exercícios militares após a segunda guerra mundial.

    Nestas iniciativas foi também denunciados os objectivos da próxima Cimeira da Nato, em Varsóvia, em 8 e 9 de Julho e distribuídos documentos da Campanha "Sim a Paz! Não à Nato!", incluindo o apelo de mais de 20 organizações, entre as quais o CPPC, contra a NATO e a sua Cimeira.

    Foi também promovido o apelo à participação na iniciativa pública pela Paz e contra a Nato, em 8 de Julho, em Lisboa.

    Serpa

    Beja

  • CPPC EM VARSÓVIA

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa, hoje em Varsóvia, na Conferência Internacional contra a NATO organizada pelo Conselho Mundial da Paz.

    Nesta conferência participam delegados de mais de 20 países e de organizações internacionais.

    Recordamos que hoje a NATO inicia a sua cimeira de Varsóvia, e que, tal como em vários outros países, em Portugal se realizam várias acções em defesa da Paz e contra os propósitos belicistas desta cimeira, nas quais o CPPC apela à participação de todos.

    8 de Julho

    LISBOA - 18h, na Rua do Carmo

    COIMBRA - 17h, Praça 8 de Maio

    9 de Julho

    PORTO - 11h, Rua de Santa Catarina

  • Distribuição em Lisboa: Sim à Paz! Não à NATO! A CIMEIRA DE VARSÓVIA

    A NATO realiza, nos próximos dias 8 e 9 de Julho, uma Cimeira em Varsóvia, cujos objectivos belicistas estão a suscitar a mobilização e o protesto de vários movimentos e organizações em Portugal, assim como noutros países.

    As organizações portuguesas que promovem a campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», entre as quais o Conselho Português para a Paz e Cooperação, entendem que o reforço deste bloco-político militar é contrário à paz e aos interesses dos povos e defendem a sua dissolução e o estabelecimento, em seu lugar, de um sistema de segurança colectiva, que tenha como propósito a criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos, aliás, em consonância com o consagrado na Constituição da República Portuguesa.

    A Cimeira de Varsóvia vem agravar a já forte tensão militar da NATO visando a Federação Russa, com perigos para a paz e a estabilidade na Europa e no mundo, nomeadamente, tendo em conta que os EUA e a Federação Russa são as principais potências nucleares do planeta.

  • Leia o jornal da Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!"

     

    http://issuu.com/conselho_paz/docs/jornal_sim_a_paz_2016

     

  • Sim à Paz! Não à NATO - Porto

    A presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, participou numa palestra com dirigentes e delegados sindicais, realizada na Casa Sindical no Porto.

    A palestra foi promovida pelo SITE NORTE em colaboração com o Conselho Português para a Paz e Cooperação, no âmbito da campanha "Sim à Paz! Não à Nato!", contra a Cimeira da NATO, em Varsóvia, nos próximos dias 8 e 9 de Julho.

    Na palestra foi também anunciada a realização de uma iniciativa pública no Porto, integrada na campanha "Sim à Paz! Não à Nato!", no próximo dia 9 de Julho - 11 horas na rua Santa Catarina, junto ao via Catarina, por ocasião da Cimeira da Nato, em Varsóvia.

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO!

    Em defesa da paz e da segurança no mundo! Não aos objectivos belicistas da Cimeira da NATO de Bruxelas!

     

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Coimbra

    Na passada sexta-feira, dia em que se iniciou a cimeira da NATO em Varsóvia, organizações da "Sim à Paz! Não à NATO!" campanha pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO na Polónia, entre as quais o CPPC, promoveram uma acção de contacto com a população de Coimbra.

    Nesta acção activistas das organizações promotoras distribuiram centenas de documentos.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Faro

    Activistas do Conselho Português para a Paz e Cooperação e de outras organizações promotoras da "Sim à Paz! Não à NATO!" campanha pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO na Polónia, estiveram no passado dia 8 nas ruas de Faro em contacto com a população.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - intervenção de Helena Casqueiro

    Sim à Paz! Não à NATO!

    Intervenção de Helena Casqueiro, membro da Presidência do CPPC, na iniciativa pública promovida pela organização belga INTAL, no dia 23 de Maio de 2017 em Bruxelas.

    Queridos amigos,

    Gostaria de começar por, em nome do Conselho Português para a Paz e a Cooperação, saudar todos os presentes.

    Uma saudação especial à INTAL por promover este evento e um agradecimento pelo convite que nos dirigiu. Saudamos também as restantes organizações membro do Conselho Mundial da Paz, pela importância da sua presença aqui hoje e da nossa participação, lado a lado, na manifestação contra a NATO de amanhã.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - intervenção de Ilda Figueiredo- CPPC

    Sim à Paz! Não à NATO!

    Culminando uma campanha em defesa da Paz e de denúncia da NATO e dos objectivos belicistas da sua cimeira de Bruxelas, "Sim à Paz! Não à NATO!", subscrita por 28 organizações portuguesas, muitos foram os activistas que percorreram ao final da tarde de dia 24 as ruas da baixa lisboeta exigindo a dissolução da NATO, o fim da corrida aos armamentos e das bases militares estrangeiras, o desarmamento.

    A intervenção de Ilda Figueiredo- CPPC

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Lisboa

    A Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” realizou em Lisboa um acto público, na passada sexta-feira. A campanha, promovida por 26 organizações portuguesas, levou às ruas de Lisboa a sua luta pela Paz e contra os propósito agressivos da NATO e da sua cimeira, iniciada nesse dia, em Varsóvia.

    No percurso efectuado pelos manifestantes pelas ruas de Lisboa, ouviram-se palavra de ordem como “Paz Sim, NATO não!”, “Mais saúde e educação! NATO não!” ou “NATO é agressão, dissolução é solução”, entre outras.

    A iniciativa terminou no Largo Camões com a actuação do grupo Marfa e intervenções de João Barreiros pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, Regina Marques pelo Movimento Democrático de Mulheres, José Oliveira pelo Movimento pelos Direritos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, David Frazier pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Ilda Figueiredo pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    As várias intervenções afirmaram a Paz é necessária ao desenvolvimento humano e denunciaram a NATO com os seus objectivos belicistas e o seu historial de agressão como contrária à segurança e aos interesses dos povos. Denunciando que o aumento da tensão e de conflitos, de que a NATO e as potências que a compõem são as principais responsáveis, aumentam o risco de um conflito de grandes proporções que ameaçaria a própria humanidade.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Texto 1 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia

    "Não aos objectivos belicistas da cimeira de Varsóvia

    Tal como sucederá noutros países da Europa, também em Portugal organizações das mais variadas áreas de intervenção uniram-se para contestar os objectivos belicistas da cimeira que a NATO realiza na capital da Polónia, Varsóvia, nos próximos dias 8 e 9 de Julho, e afirmar a exigência da dissolução deste bloco político-militar, que tem sido a principal ameaça à paz e à segurança na Europa e no mundo. Num momento em que se multiplicam situações de tensão e conflito e aumenta a insegurança e a instabilidade internacionais, a realização desta cimeira e os seus objectivos belicistas, num momento em que a NATO se aproxima cada vez mais das fronteiras da Federação Russa e intervém no Mediterrâneo, são de uma imensa gravidade.
    Os tempos não são de indiferença, mas de esclarecimento e mobilização: pela paz; pela retirada de todas as forças da NATO envolvidas em agressões militares; pelo fim da chantagem, desestabilização e guerras de agressão contra estados soberanos; pelo apoio aos refugiados, vitimas das guerras que a NATO promove e apoia; pelo encerramento das bases militares em território estrangeiro e do desmantelamento do sistema anti-míssil dos EUA/NATO; pelo desarmamento geral e da abolição das armas nucleares e de destruição massiva; pela dissolução da NATO; e pelo cumprimento por parte das autoridades portuguesas dos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, no respeito pela soberania e igualdade de povos e Estados.

    Sim à Paz! Não à NATO!

    8 de Julho, às 18 horas, em LISBOA
    Acto Público, Rua do Carmo"

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 2 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia

    "Tentáculos da destruição

    Fundada em 1949 por 12 países, a Organização do Tratado do Atlântico Norte/NATO tem hoje 28 membros, espalhados pela América do Norte e Europa (da costa atlântica às portas da Ásia, do Mediterrâneo ao Mar do Norte). Os seus tentáculos estendem-se, porém, muito mais longe, através das «parcerias estratégicas» e acordos bilaterais que mantém com diversos países e organizações de Estados em regiões sensíveis do globo, como o Atlântico Sul, África, Oceano Índico, Extremo Oriente e Pacífico Sul.
    A abertura de uma delegação de Israel junto da NATO e a parceria com o Japão (que recentemente revogou a disposição constitucional que o impedia de participar em acções militares fora das suas fronteiras) assumem particular significado e gravidade. A União Europeia assume no Tratado de Lisboa a sua condição de «pilar europeu» da NATO.
    O alargamento da NATO (quer o já efectuado quer o que se encontra em preparação), aliado às parcerias e acordos, à criação ou reactivação de novos comandos e à complexa rede de bases e instalações militares dos seus membros espalhadas pelo mundo, coloca hoje este bloco militar junto às fronteiras do que diz serem os seus «adversários estratégicos», a China e a Federação Russa, com os imensos riscos para a paz e a segurança que tal situação acarreta."

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 3 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia.

    "Não às armas nucleares: desarmamento!

    Até ao momento, só em duas ocasiões foram utilizadas armas nucleares: a 6 e 9 de Agosto de 1945, os EUA bombardearam com este tipo de bombas as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, provocando a morte imediata a dezenas de milhares de pessoas, a morte lenta a muitas outras e graves deficiências e doenças, que ainda hoje persistem, em muitas das vítimas e nos seus filhos e netos.

    Os actuais arsenais nucleares, com uma capacidade destrutiva incomparavelmente superior às bombas de 1945, são um inquietante motivo de preocupação para o mundo. Os EUA e a NATO admitem, nas suas estratégias ditas «de segurança», recorrer a armas nucleares num primeiro ataque, algo que nenhum outro país faz. A abolição das armas nucleares e de destruição massiva e o desarmamento geral, simultâneo e controlado são exigências prementes do nosso tempo."