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Campanha "Sim a Paz! Não à Nato!"

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Porto

    No Porto, na rua de Santa Catarina, a Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” realizou um Acto Público, no passado sábado, 9 de Julho, segundo e último dia da Cimeira da Nato em Varsóvia. A iniciativa contou com a participação de muitos activistas da Paz que se associaram à campanha promovida por 26 organizações portuguesas, na defesa da Paz e contra os propósito agressivos da NATO e da sua cimeira em Varsóvia.

    Durante a iniciativa foram distribuídos jornais da campanha e ocorreram intervenções, de Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP, que deu a conhecer a Moção “Paz e solidariedade” aprovada no dia anterior no 11º Congresso da União dos Sindicatos do Porto/CGTP- IN. Aí se afirma , por exemplo, que “a guerra e a violência não servem os interesses de classe dos trabalhadores e do povo, se manifesta o repúdio por todas as formas de ingerência, agressão e violência contra os trabalhadores e os povos, se exige a dissolução da NATO tal como previsto na Constituição da República Portuguesa, se exige de todos os países o acolhimento e tratamento digno dos refugiados, travando firme combate a qualquer forma de manifestação xenófoba ou racista”.

    No final, Ilda Figueiredo, presidente da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação, denunciou de um modo particular a evolução recente da NATO, com intervenções, ingerências e agressões aos povos, destacando os casos da Líbia, Afeganistão, Iraque e Síria, a nova corrida aos armamentos e a crescente militarização no Leste da Europa, em especial na Polónia, Roménia e Estados do Báltico. Mas reafirmou também que a guerra não é inevitável, com a mobilização dos povos na luta pela Paz, tão necessária ao desenvolvimento e ao progresso social.

  • Assinamos pela Paz

    Comprometidos com a defesa da Paz e preocupados com as crescentes ameaças, com agressões e conflitos armados em diversas zonas do mundo, um conjunto de personalidades de diversas áreas promove o texto "Assinamos pela Paz", protestando contra a realização da Cimeira da NATO, em Varsóvia, nos dias 8 e 9 de Julho, que colocamos à vossa consideração para que também o assinem.

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT81670

    Assinamos pela Paz

  • CPPC em Serpa e em Beja

    Em Serpa e Beja realizaram-se duas iniciativas do Conselho Português para a Paz e Cooperação, onde foram abordadas as principais ameaças à paz, com destaque para o reforço da actividade da NATO que, neste momento, realiza, na Polónia e nos países balticos, os maiores exercícios militares após a segunda guerra mundial.

    Nestas iniciativas foi também denunciados os objectivos da próxima Cimeira da Nato, em Varsóvia, em 8 e 9 de Julho e distribuídos documentos da Campanha "Sim a Paz! Não à Nato!", incluindo o apelo de mais de 20 organizações, entre as quais o CPPC, contra a NATO e a sua Cimeira.

    Foi também promovido o apelo à participação na iniciativa pública pela Paz e contra a Nato, em 8 de Julho, em Lisboa.

    Serpa

    Beja

  • CPPC EM VARSÓVIA

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa, hoje em Varsóvia, na Conferência Internacional contra a NATO organizada pelo Conselho Mundial da Paz.

    Nesta conferência participam delegados de mais de 20 países e de organizações internacionais.

    Recordamos que hoje a NATO inicia a sua cimeira de Varsóvia, e que, tal como em vários outros países, em Portugal se realizam várias acções em defesa da Paz e contra os propósitos belicistas desta cimeira, nas quais o CPPC apela à participação de todos.

    8 de Julho

    LISBOA - 18h, na Rua do Carmo

    COIMBRA - 17h, Praça 8 de Maio

    9 de Julho

    PORTO - 11h, Rua de Santa Catarina

  • Distribuição em Lisboa: Sim à Paz! Não à NATO! A CIMEIRA DE VARSÓVIA

    A NATO realiza, nos próximos dias 8 e 9 de Julho, uma Cimeira em Varsóvia, cujos objectivos belicistas estão a suscitar a mobilização e o protesto de vários movimentos e organizações em Portugal, assim como noutros países.

    As organizações portuguesas que promovem a campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», entre as quais o Conselho Português para a Paz e Cooperação, entendem que o reforço deste bloco-político militar é contrário à paz e aos interesses dos povos e defendem a sua dissolução e o estabelecimento, em seu lugar, de um sistema de segurança colectiva, que tenha como propósito a criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos, aliás, em consonância com o consagrado na Constituição da República Portuguesa.

    A Cimeira de Varsóvia vem agravar a já forte tensão militar da NATO visando a Federação Russa, com perigos para a paz e a estabilidade na Europa e no mundo, nomeadamente, tendo em conta que os EUA e a Federação Russa são as principais potências nucleares do planeta.

  • Leia o jornal da Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!"

     

    http://issuu.com/conselho_paz/docs/jornal_sim_a_paz_2016

     

  • Sim à Paz! Não à NATO - Porto

    A presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, participou numa palestra com dirigentes e delegados sindicais, realizada na Casa Sindical no Porto.

    A palestra foi promovida pelo SITE NORTE em colaboração com o Conselho Português para a Paz e Cooperação, no âmbito da campanha "Sim à Paz! Não à Nato!", contra a Cimeira da NATO, em Varsóvia, nos próximos dias 8 e 9 de Julho.

    Na palestra foi também anunciada a realização de uma iniciativa pública no Porto, integrada na campanha "Sim à Paz! Não à Nato!", no próximo dia 9 de Julho - 11 horas na rua Santa Catarina, junto ao via Catarina, por ocasião da Cimeira da Nato, em Varsóvia.

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO!

    Em defesa da paz e da segurança no mundo! Não aos objectivos belicistas da Cimeira da NATO de Bruxelas!

     

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Coimbra

    Na passada sexta-feira, dia em que se iniciou a cimeira da NATO em Varsóvia, organizações da "Sim à Paz! Não à NATO!" campanha pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO na Polónia, entre as quais o CPPC, promoveram uma acção de contacto com a população de Coimbra.

    Nesta acção activistas das organizações promotoras distribuiram centenas de documentos.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Faro

    Activistas do Conselho Português para a Paz e Cooperação e de outras organizações promotoras da "Sim à Paz! Não à NATO!" campanha pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO na Polónia, estiveram no passado dia 8 nas ruas de Faro em contacto com a população.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Lisboa

    A Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” realizou em Lisboa um acto público, na passada sexta-feira. A campanha, promovida por 26 organizações portuguesas, levou às ruas de Lisboa a sua luta pela Paz e contra os propósito agressivos da NATO e da sua cimeira, iniciada nesse dia, em Varsóvia.

    No percurso efectuado pelos manifestantes pelas ruas de Lisboa, ouviram-se palavra de ordem como “Paz Sim, NATO não!”, “Mais saúde e educação! NATO não!” ou “NATO é agressão, dissolução é solução”, entre outras.

    A iniciativa terminou no Largo Camões com a actuação do grupo Marfa e intervenções de João Barreiros pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, Regina Marques pelo Movimento Democrático de Mulheres, José Oliveira pelo Movimento pelos Direritos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, David Frazier pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Ilda Figueiredo pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    As várias intervenções afirmaram a Paz é necessária ao desenvolvimento humano e denunciaram a NATO com os seus objectivos belicistas e o seu historial de agressão como contrária à segurança e aos interesses dos povos. Denunciando que o aumento da tensão e de conflitos, de que a NATO e as potências que a compõem são as principais responsáveis, aumentam o risco de um conflito de grandes proporções que ameaçaria a própria humanidade.

  • Sim à Paz! Não à NATO! - Texto 1 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia

    "Não aos objectivos belicistas da cimeira de Varsóvia

    Tal como sucederá noutros países da Europa, também em Portugal organizações das mais variadas áreas de intervenção uniram-se para contestar os objectivos belicistas da cimeira que a NATO realiza na capital da Polónia, Varsóvia, nos próximos dias 8 e 9 de Julho, e afirmar a exigência da dissolução deste bloco político-militar, que tem sido a principal ameaça à paz e à segurança na Europa e no mundo. Num momento em que se multiplicam situações de tensão e conflito e aumenta a insegurança e a instabilidade internacionais, a realização desta cimeira e os seus objectivos belicistas, num momento em que a NATO se aproxima cada vez mais das fronteiras da Federação Russa e intervém no Mediterrâneo, são de uma imensa gravidade.
    Os tempos não são de indiferença, mas de esclarecimento e mobilização: pela paz; pela retirada de todas as forças da NATO envolvidas em agressões militares; pelo fim da chantagem, desestabilização e guerras de agressão contra estados soberanos; pelo apoio aos refugiados, vitimas das guerras que a NATO promove e apoia; pelo encerramento das bases militares em território estrangeiro e do desmantelamento do sistema anti-míssil dos EUA/NATO; pelo desarmamento geral e da abolição das armas nucleares e de destruição massiva; pela dissolução da NATO; e pelo cumprimento por parte das autoridades portuguesas dos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, no respeito pela soberania e igualdade de povos e Estados.

    Sim à Paz! Não à NATO!

    8 de Julho, às 18 horas, em LISBOA
    Acto Público, Rua do Carmo"

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 2 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia

    "Tentáculos da destruição

    Fundada em 1949 por 12 países, a Organização do Tratado do Atlântico Norte/NATO tem hoje 28 membros, espalhados pela América do Norte e Europa (da costa atlântica às portas da Ásia, do Mediterrâneo ao Mar do Norte). Os seus tentáculos estendem-se, porém, muito mais longe, através das «parcerias estratégicas» e acordos bilaterais que mantém com diversos países e organizações de Estados em regiões sensíveis do globo, como o Atlântico Sul, África, Oceano Índico, Extremo Oriente e Pacífico Sul.
    A abertura de uma delegação de Israel junto da NATO e a parceria com o Japão (que recentemente revogou a disposição constitucional que o impedia de participar em acções militares fora das suas fronteiras) assumem particular significado e gravidade. A União Europeia assume no Tratado de Lisboa a sua condição de «pilar europeu» da NATO.
    O alargamento da NATO (quer o já efectuado quer o que se encontra em preparação), aliado às parcerias e acordos, à criação ou reactivação de novos comandos e à complexa rede de bases e instalações militares dos seus membros espalhadas pelo mundo, coloca hoje este bloco militar junto às fronteiras do que diz serem os seus «adversários estratégicos», a China e a Federação Russa, com os imensos riscos para a paz e a segurança que tal situação acarreta."

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 3 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia.

    "Não às armas nucleares: desarmamento!

    Até ao momento, só em duas ocasiões foram utilizadas armas nucleares: a 6 e 9 de Agosto de 1945, os EUA bombardearam com este tipo de bombas as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, provocando a morte imediata a dezenas de milhares de pessoas, a morte lenta a muitas outras e graves deficiências e doenças, que ainda hoje persistem, em muitas das vítimas e nos seus filhos e netos.

    Os actuais arsenais nucleares, com uma capacidade destrutiva incomparavelmente superior às bombas de 1945, são um inquietante motivo de preocupação para o mundo. Os EUA e a NATO admitem, nas suas estratégias ditas «de segurança», recorrer a armas nucleares num primeiro ataque, algo que nenhum outro país faz. A abolição das armas nucleares e de destruição massiva e o desarmamento geral, simultâneo e controlado são exigências prementes do nosso tempo."

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 4 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia

    "Cimeira de Varsóvia
    Ameaça aberta à segurança e à paz

    Numa entrevista recente a um órgão de comunicação polaco, o Secretário-geral da NATO Jens Stoltenberg revelou os objectivos belicistas da cimeira de Varsóvia, dirigida contra a segurança e a paz na Europa e no mundo. Um dos propósitos centrais é precisamente o avanço da «linha da frente» das forças da NATO ainda para mais perto da Federação Russa, nomeadamente com a colocação de forças militares em diferentes estados do Leste da Europa. Esta medida aumentaria ainda mais a pressão militar em torno da Rússia, considerada pela NATO (a par da China) como seu «adversário estratégico»: nas duas últimas décadas, a NATO integrou a maioria dos países que compunham o Pacto de Varsóvia, instalando em muitos deles bases e instalações militares.

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 5 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia

    "Os povos querem a paz

    A NATO constitui uma extensão do poder militar dos Estados Unidos da América e actua em função dos seus interesses. A sua fundação, em 1949 (quatro anos após o final da Segunda Guerra Mundial e seis anos antes da criação do Pacto de Varsóvia), permitiu a fixação de consideráveis forças militares norte-americanas na Europa e o condicionamento dos países da Europa ocidental aos interesses geo-estratégicos dos EUA.

    À entrada da última década do século XX, o embuste que constituía o seu apregoado «carácter defensivo» ficou ainda mais evidente: ao desaparecimento do Pacto de Varsóvia não correspondeu a dissolução da NATO, antes o seu reforço: ela é hoje uma superstrutura de carácter abertamente ofensivo e de âmbito planetário.

    Com a alteração do seu conceito estratégico em 1999, e novamente em 2010, a NATO reclamou para si a capacidade de intervir militarmente em qualquer ponto do mundo sob qualquer pretexto. Os povos da Jugoslávia, do Afeganistão, do Iraque e da Líbia e os milhões de refugiados, muitos dos quais sírios e que acorrem à Europa, conhecem bem o que significa verdadeiramente a sua «guerra contra o terrorismo» ou «às armas de destruição massiva», a «defesa dos direitos humanos» ou da «democracia»: milhões de mortos, feridos e órfãos, violações brutais dos mais elementares direitos humanos, destruição de Estados e das suas infra-estruturas, incluindo as sociais, saque de recursos naturais e controlo de mercados."

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 6 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia.

    "Milhões para a guerra

    Em 2015, gastou-se no mundo mais de 1700 mil milhões de dólares em armamento e equipamento militar (dados do SIPRI). Os EUA, com despesas militares na ordem dos 600 mil milhões, continuam a ser de longe o país que mais investe na guerra, assumindo sozinho 36 por cento do total das despesas militares mundiais. Os três países que se seguem – China, Arábia Saudita e Rússia – não chegam, juntos, a metade do valor dos EUA.
    Em conjunto, os 28 países da NATO assumem perto de 50 por cento do total dos gastos militares (ou seja, tanto quanto os restantes 165 Estados membros das Nações Unidas), constituindo-se como os principais dinamizadores da actual corrida aos armamentos. Esta «superioridade» é ainda mais flagrante se a estes gastos somarmos os realizados por outros parceiros da NATO, como a Arábia Saudita (5 por cento do total), o Japão (2,4 por cento), a Coreia do Sul, a Austrália, os Emirados Árabes Unidos ou Israel. É ainda de registar o aumento significativo das despesas militares em muitos dos países do Leste da Europa, particularmente nos três estados do Báltico, na Polónia, na Roménia e na Eslováquia.
    O que se gasta em armamento e equipamento militar e o que se gasta na guerra, dava para resolver todos os problemas alimentares e sanitários que afectam hoje muitos milhões de pessoas em todo o mundo, pelo que o fim da corrida aos armamentos e a redução significativa das despesas militares, libertando avultados recursos para infra-estruturas e apoios sociais, são imperativos políticos e éticos."

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO! - Texto 7 de 7 do Jornal da Campanha contra a Cimeira da NATO, Julho de 2016 em Varsóvia.

    "Dissolução dos bloco político-militares: princípio constitucional

    Na sua intervenção pela paz e pela dissolução da NATO, os activistas portugueses do movimento da paz têm um aliado de peso, a Constituição da República Portuguesa, que no seu artigo 7.º preconiza o fim dos blocos político-militares, o desarmamento e a não ingerência nos assuntos dos estados. Eis os três primeiros pontos desse artigo:

    1. Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

    2. Portugal preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.

    3. Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão."

  • Yes to Peace! No to NATO! - Bruxelas

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se e estará presente nas iniciativas em defesa da Paz e contra a NATO, promovidas, em Bruxelas, pela organização belga INTAL e pelo Conselho Mundial da Paz, nos dias 23 e 24 de Maio.

    23 de Maio
    INTAL - Evento Público contra a NATO com o apoio do CMP

    24 de Maio
    Conferência do CMP "Sim à Paz! Não à NATO!"

    Manifestação contra a NATO promovida por organizações Belgas