Outras Notícias

paz e desenvolvimento

  • Concerto pela Paz apresentado por Tiago Santos

    Musico fundador, guitarrista, compositor e letrista dos Cool Hipnoise, vem desde os anos 90 a desenvolver o seu percurso naquilo que é conhecido genericamente como "Música Negra". Criou e tem trabalhado ainda com as bandas Spaceboys, Cais Sodré Funk Connection, Marfa, Combo Nuevo Los Malditos, Rita & O Revólver, assim como colaborou com revistas como a Op, Luso Beat ou a Dif.

    Disc-Jockey desde 1997, tem corrido diversas cabines de salas e festivais por todo o país.

    Faz parte da equipa da rádio Oxigénio 102.6 fm desde o seu início no ano 2000.

  • Concerto pela Paz em Viana do Castelo

  • Concerto pela Paz em Vila Nova de Gaia

  • Concerto pela Paz em Vila Nova de Gaia

    Concerto pela Paz
    A arte ao serviço da Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) continua empenhado na preparação e realização de Concertos pela Paz, o que tem contado com a generosidade de muitos artistas e colectividades para a promoção de uma cultura de Paz.

    Num momento tão complexo e preocupante como o que se está a viver no plano internacional, sobretudo no Médio Oriente e em África, mas também na Europa, é importante mobilizar para a defesa deste objectivo tão nobre e imprescindível ao futuro da humanidade – a Paz – sem a qual não é possível a liberdade, a democracia, o desenvolvimento e o progresso social.

  • Concerto pela Paz no Porto

  • Concerto pela Paz une vontades no Porto

    Foi magnífico o Concerto pela Paz que esgotou o Teatro Rivoli, no Porto, no passado dia 7 de Janeiro. Promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), teve o apoio da Câmara Municipal do Porto e o empenhamento e participação de diversas organizações e cerca de 200 artistas, desde as crianças e jovens do Bando dos Gambozinos, da Orquestra Juvenil de Bonjóia, da Orquestra de Jazz do Conservatório de Música do Porto e do Balleteatro, até ao Grupo Uma Vontade de Música, ao Coral de Letras da Universidade do Porto, acompanhado ao piano por Fausto Neves, culminando com Pedro Abrunhosa e seus músicos.
    No átrio do Rivoli esteve patente uma exposição de belos poemas de crianças e jovens de escolas do Porto que trabalharam em torno da Paz e ali puderam ser apreciados por cerca de mil pessoas que assistiram ou participaram no Concerto pela Paz.
    Este foi o segundo Concerto pela Paz que o CPPC organizou no Rivoli com apoio da Câmara Municipal do Porto, com quem existe um protocolo de colaboração, e o empenhamento solidário de centenas de activistas da Paz, com destaque para associações, artistas, escolas, professores, técnicos municipais e outros. Como foi referido por Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC, na apresentação do Concerto, «esperamos que para o ano haja mais».
    Ali foi referido que a participação no Concerto pela Paz é uma maneira de assinalar, a muitas vozes, a nossa indignação face às guerras de agressão e expressar, a muitas vozes também, a nossa solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, dos desrespeito da sua soberania e independência nacionais. E de dizermos, todos, Paz sim, guerra não!

    Vídeo disponível em https://youtu.be/3hNzsSVwXR8

    (fotos de Egídio Santos, a quem agradecemos)

  • Contra as Guerras de Rapina


  • Conversa "O Desporto e a Paz"

  • Convite - Inauguração da exposição "Construir a Paz com os valores de Abril" no Porto

    Agradecemos que participe e divulgue esta iniciativa do CPPC, no Porto, na próxima segunda-feira, dia 21 de Julho - 18 horas, no Clube dos Fenianos Portuenses.

    A seguir à abertura da exposição, teremos uma palestra sobre a situação internacional, com destaque para Ucrânia e Palestina.

    Entretanto, um pouco antes da iniciativa acima referida, pelas 17,30 horas, em frente à estação do metro da Trindade, iremos distribuir à população documentos de solidariedade com a população da Palestina, vítima dos massacres do governo de Israel, iniciativa para a qual também o/a convidamos.

    Participe!

     

  • Convite da Câmara Municipal do Seixal

  • CPPC celebra em Almada o Dia Internacional da Paz

    O CPPC assinalou o Dia Internacional da Paz em Almada, numa sessão promovida em parceria com a Câmara Municipal e o movimento associativo popular, representado pela Associação das Colectividades do Concelho de Almada e pela Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. Do protocolo assinado entre o CPPC e a confederação, distribuído aos presentes, faz parte precisamente a comemoração desta data em iniciativas descentralizadas envolvendo o movimento associativo.
    Na mesa da sessão, realizada na sede da Associação das Colectividades local, estiveram os representantes das organizações promotoras: Jorge Rocha, pela associação anfitriã; Augusto Flor, presidente da confederação; Alain Pereira, chefe de gabinete do presidente do município; e Gustavo Carneiro, da direcção do CPPC.
    Cada um à sua maneira, os vários oradores referiram-se à necessária construção da paz, seja a partir do empenho numa associação ou colectividade, seja através da acção política ao serviço das populações e com a sua participação, seja ainda, como frisou o dirigente do CPPC, dando mais força ao movimento da paz e àquelas que são as suas causas e os seus valores: o desarmamento, a solução pacífica dos conflitos, a não ingerência nos assuntos internos dos estados, o respeito pela soberania.
    Para além das intervenções, a sessão ficou marcada por uma emotiva componente cultural, da qual constou um momento de poesia pela voz do actor António Olaio, e da música das Cantadeiras da Essência Alentejana, da cantora Sandra Costa e dos músicos João Vieira, José Carita e Rui Freire e ainda de dois elementos da Associação da Gaita de Foles, que fecharam a sessão com chave de ouro, com uma original interpretação da Grândola, Vila Morena.

  • CPPC e Câmara Municipal de Almada homenageiam vítimas na Turquia e apelam ao reforço da luta pela paz

    O CPPC e a Câmara Municipal de Almada homenagearam, no sábado, 17, as vítimas do atentado que, dias antes, vitimou dezenas de pessoas em Ancara, na Turquia, que participavam numa marcha pela paz. A homenagem teve lugar no Fórum Municipal Romeu Correia, onde está patente a exposição «Almada pela Paz», resultante da parceria existente entre ambas as estruturas e que até final do ano dará o mote à realização de diversas iniciativas sobre a paz.

    A sessão, apresentada por Fernando Fitas (que declamou diversos poemas relativos à paz e à guerra), contou com a presença solidária de um conjunto de artistas almadenses - De la Karta/Geração Kool, Manuel Loureiro, Nelson Paiva, Grupo Coral e Etnográfico «Amigos do Alentejo» e Sandra Costa e João Vieira - e ainda da classe de ginástica rítmica do Vitória Clube Quintinhas.

    Na sessão intervieram o membro da Direcção Nacional do CPPC Gustavo Carneiro e o presidente da Câmara Municipal de Almada Joaquim Judas, que sublinhou a importância de, hoje, defender a paz, questão essencial para construir um futuro de progresso, justiça social e soberania. O dirigente do CPPC inseriu o atentado de Ancara no processo de desestabilização do Médio Oriente, do qual o governo turco é um dos principais promotores, denunciou o carácter agressivo dos exercícios da NATO que por estes dias ocorrem no nosso País, envolvendo forças militares portuguesas e apelou à participação no desfile de sábado, 24, em Lisboa. A Constituição da República, lembrou, consagra a «dissolução dos blocos político-militares».

    A homenagem terminou com uma largada de balões brancos, onde estava impressa a célebre pomba pintada por Pablo Picasso para o movimento da Paz e inscrita a frase «Almada pela Paz».

     

  • CPPC em Faro

    Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC, em colaboração com activistas da PAZ, da região do Algarve, participou, no dia 10 de Novembro, numa distribuição de documentos, no centro de Faro, numa visita ao Clube Farense e em reuniões com o Sindicato dos Professores do Sul e com a Câmara Municipal de Loulé, visando aprofundar parcerias e programar actividades futuras, designadamente da educação para a Paz e da cultura para a Paz.

     

  • CPPC no Algarve (fevereiro 2016)

    Nos passados dias 22 e 23 de Fevereiro realizaram-se no Algarve diversas iniciativas, envolvendo cerca de 400 pessoas, na sua maioria jovens, de diversas escolas secundárias onde se realizaram debates sobre a actualidade da luta pela Paz.

    Em colaboração com o Sindicato dos Professores da Zona Sul e as direcções das Escolas Secundárias de Tavira e Pinheiro e Rosa de Faro, Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC participou em debates que abordaram diversas questões da actualidade e assinalaram o 40º aniversário da Constituição da República Portuguesa (CRP), abordando sobretudo o seu artigo 7º, onde se preconiza a defesa da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

  • CPPC participa no Acantonamento da Primavera dos "Pioneiros de Portugal"

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação aceitou o convite dos "Pioneiros de Portugal" para falar da Paz às crianças e jovens que participaram no seu acantonamento da Primavera, que decorreu em Alcochete.

     

  • Debate "Artistas pela Paz" fez pensar no papel da arte na procura de um mundo melhor

    A 2.ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2017, recebeu o primeiro debate ligado às causas da Bienal e o tema não podia ser mais sugestivo: os "Artistas Pela Paz", que também dá nome a uma das exposições da iniciativa cultural.
    Moderado por Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e uma das curadoras da exposição (juntamente com a artista plástica Mirene), o debate procurou responder à questão do papel da arte na procura da paz.

    Na mesa do debate estiveram, além de Ilda Figueiredo, os artistas Evelina Oliveira e Rui Ferro e os jornalistas Alfredo Maia e Vítor Pinto Basto e na intervenção de todos eles partiu-se do tema da guerra para clamar a paz, na procura de um mundo melhor.

  • Debate | Artistas pela Paz | Bienal Internacional de Arte Gaia 2017

    A intervenção de Alfredo Maia.
    (segundo, a partir da esquerda, na foto)

    1. Introdução/ Reflexão
    Um dos monumentos mais impressionantes que já visitei é a basílica-cripta de Santa Cruz do Vale dos Caídos.
    Além da expressão da soberba faraónica de um caudilho fascista – Francisco Franco – e do expoente de uma estética do poder antidemocrático e opressor, é chocante o seu significado.

    Embora viesse a ser local de inumação – entre os 36 mil soldados que ali foram enterrados – de alguns combatentes republicanos mortos na guerra civil (1936-39), cujas famílias declararam por eles o seu «arrependimento», mas também como espécie de sinal de «conciliação nacional» imposto por países estrangeiros depois da II Grande Guerra (1939-45), o Vale dos Caídos foi concebido por Franco para sua própria glorificação como vencedor e em honra dos combatentes falangistas que o seguiram.

  • Debate | Artistas pela Paz | Bienal Internacional de Arte Gaia 2017

    A intervenção de Vítor Pinto Basto.

    Mães vítimas da guerra e como a arte pode ajudar à Paz

    Tenho para mim que não há melhor guerreiro do que um defensor da paz. Este, estoico, transmite a mensagem que a beleza de uma flor ou de um gesto amoroso vale mais que todas as balas do mundo. O problema é que se fazem guerras por causa de saques absurdos ou de ódios lamentáveis e as vítimas contam-se não só em quem nas guerras morre mas também entre quem recebe soldados feridos e deles trata.

  • Debate Contra as Guerras de Rapina

    Duas dezenas de defensores da Paz animaram a sessão pública de que o Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) foi parte integrante na passada sexta-feira, na Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense-SIRB, “Os Penicheiros”.

    Hernâni Magalhães, da Direcção Nacional do CPPC, a propósito de rapina citou os recursos minerais em geral e o coltan (columbite-tantalite) em particular - como no Congo- o petróleo e a água como os produtos naturais de que a voracidade do capitalismo procura apropriar-se, na lógica do mercado, levando a guerra a todos os continentes. “Mas na luta pela paz nem todas as guerras são iguais”, sublinhou, evocando a guerra de libertação nacional dos povos das ex-colónias portuguesas que contribuíram para o derrube da ditadura em Portugal. Abordou exemplos da tentativa dos Estados Unidos erguer autênticas fronteiras comerciais ao desenvolvimento de várias zonas do planeta, como a Rússia e a China, a intromissão nos assuntos internos de países e a notória exploração de conflitos com o apoio à vertente neo-nazi que neles, cada vez em maior escala, ganha espaço, pelo que a situação na Ucrânia mereceu especial atenção.

    Hélder Madeira, natural do Bareiro, membro da presidência do CPPC, retomou as linhas de força do Plano de Acção e da Resolução que a Assembleia da Paz do CPPC, de 7 de Dezembro de 2013, aprovou, sublinhando os golpes a que tem sido sucessivamente submetida, por sucessivos governos, a Constituição da República no que concerne o seu artigo 7º, que pugna por uma “política externa independente norteada pelos valores da Paz, da solidariedade e cooperação entre países e povos”. Recordou ainda a criação antes do 25 de Abril do Conselho Nacional de Paz e Cooperação na qual esteve na linha da frente com Laura Lopes e Silas Cerqueira, homenageados em Lisboa pelo CPPC, a 31 de Maio deste ano.

    A iniciativa foi dirigida por Daniel Ventura, Presidente da Mesa da Assembleia-Geral dos “Penicheiros”, que vincou o apego da colectividade à luta pela paz, o que fez recordar as iniciativas que naquele espaço se realizaram, ao longo de muitos anos e tão diversas como as de solidariedade com os povos da Palestina, Saara Ocidental ou Cuba. E portanto não foi por acaso que a convocação da sessão fosse partilhada pelos "Penicheiros" e a Associação das Colectividades Barreirense.
     
  • Debate em Coimbra: A situação internacional e a Luta pela Paz