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armas nucleares

  • O CPPC participou, no dia 19, num debate na Escola Secundária Camões, em Lisboa, inserido na campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. A iniciativa nasceu dos próprios estudantes, que, em Reunião Geral de Alunos, mandataram a direcção da Associação de Estudantes para que promovesse acções pela Paz. Daí partiu o convite ao CPPC.

  • Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL). Na sua intervenção, a presidente da direcção do CPPC considerou as armas nucleares como a «mais grave ameaça que pende sobre a Humanidade» e valorizou a adopção do Tratado de Proibição de Armas Nucleares como «uma das mais significativas vitórias das forças da paz» alcançada nos últimos anos.
    Este tratado, adoptado por 122 países participantes na conferência das Nações Unidas realizada com esse objectivo, foi caracterizado por Ilda Figueiredo como «um passo muito importante, dando expressão à aspiração dos povos de um mundo livre de armas nucleares». Em Portugal, informou, o CPPC lançou uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado, na qual se integra uma petição que já recolheu milhares de assinaturas e que será entregue na Assembleia da República para que aí se discuta esta questão.

  • Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 de Janeiro, em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL).

    Leia aqui a intervenção de Ilda Figueiredo:

  • Nos dias 27 de Fevereiro e 14 de Março, o CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação, em parceria com a Universidade do Algarve, Associação Académica da UALg, o SPZS - Sindicato dos Professores da Zona Sul e o Cineclube de Faro levaram a cabo duas iniciativas inseridas na campanha, que está a decorrer por todo o país, Pelo Fim das Armas Nucleares, pela ratificação do acordo por parte do governo português.

    No dia 27 de Fevereiro no Campus das Gambelas procedeu-se a uma sessão de esclarecimento seguida de debate que contou com a presença de Frederico Carvalho, físico e presidente da Associação dos Trabalhadores Científicos, Saúl de Jesus, professor doutor e Vice-reitor da UALg, Isa Martins do SPZS e Sofia Magalhães Costa membro do CPPC.

  • A convite do Movimento da Paz francês, Ilda Figueiredo, representando o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), participou em foruns que se realizaram no quadro do Congresso deste Movimento da Paz, que teve lugar nos dias 3 e 4 de Novembro, em Gennevilliers, Paris.
    Recorde-se que o Movimento da Paz francês é uma organização membro do Conselho Mundial da Paz.
    Os debates e mesas redondas que precederam este Congresso contaram com a presença de cerca de 280 pessoas, incluindo representantes de movimentos da paz de vários países, tendo o CPPC sido convidado a participar:

  • cppc promove debate em aveiro 1 20180516 2063513498

    Na passada segunda-feira, dia 14 de Maio, o Núcleo de Aveiro do Conselho Português para a Paz e Cooperação(CPPC) em parceria com o Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território(DCSPT) da Universidade de Aveiro(UA) realizou um debate sobre "A Paz, a agressão à Síria e a luta pelo Fim das Armas Nucleares".

    O debate, moderado por Teresa Forte, investigadora na Universidade de Aveiro(UA), contou com a intervenção de Carlos Jalali(Professor da UA) bem como de Ilda Figueiredo(Presidente da direcção nacional do CPPC).

  • No quadro dos 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui o CPPC recorda a comemoração dos 65 anos do Apelo de Estocolmo contra as armas nucleares.

    https://www.cppc.pt/dossiers/temas/paz-e-desenvolvimento/910-65-anos-do-apelo-de-estocolmo-pela-abolicao-das-armas-nucleares

     

     

  • No quadro dos 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui o CPPC recorda o artigo do Professor Frederico Carvalho "SOBRE A CONFERÊNCIA DE 2015 PARA A REVISÃO DO TRATADO DE NÃO-PROLIFERAÇÃO DAS ARMAS NUCLEARES"

    https://www.cppc.pt/opiniao/919-a-actualidade-do-apelo-de-estocolmo-a-ameaca-nuclear-65-anos-depois

     

     

  • O núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, no café Sta. Cruz, em Coimbra, um animado debate em que participou a presidente da direção do CPPC.

    O tema central foi a Paz e o desarmamento, pela assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, mas também estiveram presentes aspectos preocupantes da situação actual e das ameaças contra Venezuela, Cuba, Brasil e no Médio Oriente, nomeadamente contra Síria e Palestina.

    As dezenas presentes assinaram a petição a exigir a assinatura e ratificação pelas autoridades portuguesas do Tratado de Proibição de Armas Nucleares e manifestaram a sua determinação em prosseguir a luta pela paz.

  • Debate em Almada leva mais longe a campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares

    A campanha do CPPC pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares teve expressão pública no dia 1 de Novembro, num debate realizado em Almada, antecedido de uma recolha pública de assinaturas para a petição, que resultou em largas dezenas de subscrições. Realizada num bar de uma concorrida zona da cidade, a sessão contou com as intervenções iniciais de Gustavo Carneiro, da direcção do CPPC, e Cláudia Dias, bailarina e coreógrafa almadense.

  • O CPPC promoveu, no Porto, no dia 9 de Novembro, no Clube dos Fenianos Portuenses, um debate bastante participado, inserido na campanha que está a desenvolver pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Participaram: Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC; o jornalista Alfredo Maia e o escultor e Professor da FBAUP Norberto Jorge.

    Ali se informou das iniciativas que o CPPC tem em curso, foram recolhidas dezenas de assinaturas para a petição tendo-se também registado novas adesões ao CPPC e mobilizado novos amigos e aderentes para a participação nesta campanha.

    Pode também subscrever a petição em: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • O CPPC promove, no dia 9 às 18h00, no Clube dos Fenianos Portuenses, um debate inserida na campanha que está a desenvolver pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Participam Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC; o jornalista Alfredo Maia e o escultor Norberto Jorge.

    No âmbito desta campanha, o CPPC lançou uma petição, que pode ser subscrita aqui: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

     

  • Integrado na campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, o CPPC promove no dia 24 de Janeiro, em Olhão, um debate em que participa Ilda Figueiredo. O debate está marcado para as 21 horas nas instalações da Associação Cultural Re-Criativa República 14 (antiga Recreativa Rica, na Avenida da República, 14).

    Desta campanha faz parte uma petição, que pode ser assinada aqui: http://peticaopublica.com/viewfullsignatures.aspx…

  • Por Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

     

    A Paz, mais do que a simples ausência de guerra ― trágico flagelo que ao longo dos séculos tem afligido a humanidade ― é, nos dias de hoje, condição de sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra. A ameaça representada pela presença de armamentos nucleares nos arsenais de alguns países, pesa sobre cada um de nós, sobre os povos, sobre todos os seres vivos no planeta. Nunca uma tal ameaça existira até ao advento da possibilidade da utilização militar da energia nuclear. Até hoje, num único momento histórico, foi a arma nuclear utilizada contra populações, matando de forma indiscriminada seres humanos, sobretudo civis, fora, aliás, do que se chama “teatro de guerra”, e destruindo, em vastas extensões de terreno, todas as infra-estruturas que suportam a vida em sociedade. Foi nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945. Aí tiveram morte imediata mais de 200 mil pessoas. Diversos observadores consideram que o lançamento sobre Hiroshima e Nagasaki das duas bombas, de tipo diferente e de fraca potência, face às que mais tarde foram desenvolvidas e fazem hoje parte dos arsenais das potências nucleares militares, constituiu uma experiência destinada a permitir uma avaliação qualitativa e quantitativa dos efeitos de um rebentamento atómico a baixa altitude. Isto é: um ensaio real.

  • No momento em que se assinalam, a 6 e 9 de Agosto, 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, efectuados pelos Estados Unidos da América, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) presta homenagem às vítimas das armas nucleares. O CPPC recorda a data com a distribuição de um folheto, em várias cidades, amanhã, 6 de Agosto, exigindo que nunca mais se repita o holocausto nuclear, a abolição das armas nucleares e de extermínio em massa e o desarmamento geral e controlado, o cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional e pela soberania dos Estados e igualdade de direitos dos povos.

    No Porto a distribuição acontecerá a partir das 18h30 na Praça da Liberdade (início junto à estátua do ardina) e em Lisboa com início pelas 13h30 no Chiado (cruzamento Rua Garret e Rua Nova da Trindade).

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    No dia em que se assinalam 72 anos do bombardeamento nuclear dos EUA contra Nagasáqui, a 9 de Agosto de 1945, divulgamos a declaração final da Conferência Mundial 2017 contra as bombas A & H, que decorreu na cidade de Hiroxima no Japão.

    Declaração

    No dia 7 de Julho deste ano, 72 anos após os bombardeamentos atómicos pelos EUA de Hiroshima e Nagasaki, foi finalmente aprovado um tratado para proibir as armas nucleares. Tendo trabalhado com os Hibakusha [os sobreviventes dos bombardeamentos] desde a Primeira Conferência Internacional contra as Bombas A e H em 1955 apelando para a prevenção da guerra nuclear, a eliminação das armas nucleares e a ajuda e solidariedade com os Hibakusha, saudamos calorosamente a aprovação do tratado como um acontecimento histórico e comprometemo-nos a avançar com determinação renovada para alcançar um "Mundo Livre de Armas Nucleares, Pacífico e Justo".