Outras Notícias

armas nucleares

  • Não às armas nucleares

    A eliminação total das armas nucleares e de destruição massiva é uma das exigências mais importantes e urgentes para garantir a paz. Até ao momento, só em duas ocasiões tal tipo de armamento foi utilizado, pelos EUA, num dos mais brutais crimes contra a humanidade alguma vez perpetrados: nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, contra as populações das cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, provocando a morte imediata a dezenas de milhares de pessoas e a morte lenta a muitas outras.

    Com um nível de destruição incomparavelmente superior às bombas de 1945, os actuais arsenais nucleares são um inquietante motivo de preocupação para a humanidade, pois a sua utilização seria o fim da civilização, pelo menos como a conhecemos. Especialmente grave é a recente instalação na Europa, por parte dos EUA, de modernas armas nucleares tácticas. Alguns dos membros da NATO são detentores de poderosos arsenais nucleares e admitem a sua utilização num primeiro ataque, algo que nenhum outro país faz.

    Nunca como hoje as palavras de Albert Einstein terão feito tanto sentido: «a terceira guerra mundial não sei como será; a quarta será travada com paus e pedras.» A abolição das armas nucleares e de destruição massiva e o desarmamento geral, simultâneo e controlado são exigências actuais e prementes.

    Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO

  • Nobel da Paz 2017 Pela Abolição das Armas Nucleares

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a atribuição do Prémio Nobel da Paz à Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares (ICAN, na sigla em inglês) e considera que esta representa um incentivo à acção de todos quantos intervêm pela abolição das armas nucleares, pelo desarmamento, pela paz.

    Não esquecendo a controvérsia que rodeou a atribuição do Prémio Nobel da Paz noutros momentos, para o CPPC esta atribuição contribui para dar ainda mais força à legítima exigência e aspiração dos povos e do movimento da paz por um mundo livre de armas nucleares e, consequentemente, da ameaça do holocausto nuclear – exigência e aspiração que teve no Apelo de Estocolmo, promovido no início dos anos 50 pelo Conselho Mundial da Paz, a sua primeira e grande expressão ao nível mundial.

  • Nunca Mais! 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui

    Assinalam-se, a 6 e 9 de Agosto respectivamente, 70 anos sobre os bombardeamentos nucleares, pelos Estados Unidos da América, contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui. Nesta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lembra o acto de barbárie cometido contra populações indefesas num momento em que o império japonês já se encontrava militarmente derrotado, na frente terrestre na Ásia e na frente aéreo-naval do Pacífico, e se havia iniciado o processo da sua capitulação às Forças Aliadas.

  • Pela abolição de todas as armas nucleares

    O aumento da tensão internacional e a militarização das relações internacionais têm como aspectos particularmente graves e perigosos a corrida aos armamentos, o aumento das despesas militares e a aposta estratégica na manutenção e desenvolvimento de poderosos arsenais nucleares e de outras armas de destruição massiva. Esta tendência, que se vem agravando ano após ano, aumenta os riscos de uma conflagração militar generalizada e suas consequências.

    No que respeita às armas nucleares, continua a não se verificar qualquer avanço no sentido da sua abolição, antes pelo contrário: o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) não só não é respeitado como é utilizado, de forma truncada e unilateral, como instrumento de pressão e chantagem contra diversos países, enquanto principais detentores deste tipo de armamento mantêm e renovam os seus arsenais – em clara violação do espírito do Tratado, que estipula o desmantelamento das armas nucleares já existentes.

  • Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Convidamos todos a assinarem e divulgarem a petição lançada pelo CPPC "Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Assine em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Pela Paz, contra as armas nucleares e de destruição massiva

    No momento em que se assinala o 71.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui com armas nucleares, pelos Estados Unidos da América, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma a necessidade imperiosa de pôr fim às armas nucleares e de destruição massiva através do desarmamento geral, controlado e simultâneo.

    Tal como em Março de 1950, quando milhões de pessoas em todo o mundo assinaram o Apelo de Estocolmo (lançado pelo movimento mundial da Paz) exigindo a proibição das armas atómicas – o que terá contribuído de forma determinante para que Hiroxima e Nagasáqui não se tenha repetido nos primeiros anos da chamada «guerra fria», também hoje é fundamental levar mais longe a exigência de acabar com as armas nucleares e de destruição massiva: hoje, com os actuais arsenais, uma guerra nuclear aniquilaria toda a população do planeta; das cerca de 15 mil ogivas nucleares armazenadas em instalações militares, a maioria pronta a ser utilizada, apenas 1 por centro chegaria para libertar a energia equivalente a 4000 bombas de Hiroxima.

  • Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    Na sequência da adopção, no passado dia 7 de Julho, do Tratado para a Proibição de Armas Nucleares, com o objectivo da sua eliminação total, e a abertura deste documento à subscrição desde o dia 20 de Setembro, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lançou, no Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, 26 de Setembro, a seguinte petição dirigida às autoridades portuguesas:

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

    Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!

  • PELA PAZ! CONTRA AS ARMAS NUCLEARES!

    A ameaça da utilização de armas nucleares é uma das grandes preocupações dos activistas da Paz, que não esquecem o horror do homicídio em massa da população que foi vítima das armas atómicas lançadas pelos EUA no Japão a 6 e 9 de Agosto de 1945. Perante o holocausto nuclear de Hiroxima e Nagasaki e o perigo da sua repetição, o Conselho Mundial da Paz (CMP) lançou em 1950 o Apelo de Estocolmo, que foi assinado por centenas de milhões de pessoas, exigindo a interdição das armas atómicas e denunciando a sua natureza intimidatória e de assassínio massivo.

    A realidade actual demonstra que este perigo não está afastado, dada a insistente corrida aos armamentos, incluindo a modernização de armas nucleares promovida, nomeadamente, pelos Estados Unidos – único país que usou a arma atómica e que assume a possibilidade de o voltar a usar, num primeiro ataque. O programa em curso nos EUA, dito de revitalização atómica, tem um custo estimado de um milhão de milhões de dólares, a gastar ao longo de três décadas, o que deve ser assumido como uma flagrante infracção da obrigação estipulada no Artigo VI do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que os EUA assinaram e ratificaram. Nele afirma-se, designadamente, que cada uma das Partes signatárias se compromete «a prosseguir de boa-fé negociações sobre medidas efectivas com vista ao fim da corrida aos armamentos, em data próxima, e ao desarmamento nuclear sob controlo internacional estrito e eficaz».

  • Por um mundo sem armas nucleares

    6 de agosto – 15h – Jardim do Rio (Cais do Ginjal) - Almada

    Por um mundo sem armas nucleares

    Durante a tarde de 6 de Agosto, no Jardim do Rio (junto ao Cais do Ginjal), Almada acolhe um conjunto de iniciativas promovidas pelo Movimento Municípios pela Paz (MMPP), em parceria com o Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    Será inaugurado um mural alusivo à paz, assinado pelo Colectivo Aleutas, numa cerimónia que conta com a intervenção dos presidentes das Câmaras Municipais de Almada e do Seixal (esta última coordenadora do MMPP) e da presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    A partir das 15h as famílias vão poder participar em pinturas, oficinas de arte urbana, entre outras actividades gratuitas, que pretendem envolver-nos a todos no objectivo internacional de construir um mundo de paz.

    Este dia tem como objectivo assinalar os 72 anos sobre o bombardeamento de Hiroxima (Japão), alertar para a dimensão dos actuais arsenais nucleares, para os riscos que os mesmos representam e para a necessidade do seu desmantelamento, como única forma de garantir solidamente a paz e a segurança no planeta.

  • Por um mundo sem armas nucleares

    6 de agosto – 15h – Jardim do Rio (Cais do Ginjal) - Almada

    Por um mundo sem armas nucleares

    Durante a tarde de 6 de Agosto, no Jardim do Rio (junto ao Cais do Ginjal), Almada acolhe um conjunto de iniciativas promovidas pelo Movimento Municípios pela Paz (MMPP), em parceria com o Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    Será inaugurado um mural alusivo à paz, assinado pelo Colectivo Aleutas, numa cerimónia que conta com a intervenção dos presidentes das Câmaras Municipais de Almada e do Seixal (esta última coordenadora do MMPP) e da presidente da Direcção Nacional do CPPC.

  • Prémios Nobel da Paz encontram-se em Bruxelas

     

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    A INTAL, organização membro do Conselho Mundial da Paz, realiza hoje em Bruxelas uma acção de protesto, para assinalar a visita de Barack Obama a instituições da União Europeia.Lembrando que tanto Obama como a UE receberam o Prémio Nobel da Paz, a INTAL denuncia que EUA e UE juntos são responsáveis por 2/3 do comércio mundial de armamentos e por 62% das despesas militares, e que os Belgas querem que a armas nucleares dos EUA saiam do seu país e não que sejam modernizadas como previsto.O CPPC envia uma calorosa saudação à INTAL e aos companheiros belgas em mais uma acção de defesa da Paz.

  • Recordar Hiroxima e Nagasáqui

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    Pela abolição de todas as armas nucleares do mundo

    72 anos depois dos criminosos bombardeamentos nucleares dos EUA sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui - a 6 e 9 de Agosto de 1945 -, e tendo presente as suas centenas de milhares de vítimas, é mais premente que nunca a exigência da abolição de todas as armas nucleares no mundo.
    Num momento em que a situação no mundo é caracterizada por uma crescente instabilidade e insegurança, resultante em primeiro lugar do incremento da corrida aos armamentos, do militarismo, intervencionismo e guerras impostas pelos EUA, a NATO, a UE e seus aliados, com a sua política de domínio imperialista, saque e agressão, é grande o perigo de uma escalada de confrontação de grandes proporções, incluindo com a utilização de armas nucleares - o que a não ser impedido significaria

  • Reforçar a luta contra as armas nucleares

    Divulgamos carta aberta da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes:

    "Reforçar a luta contra as armas nucleares

    Um aniversário hediondo e o apelo pelo reforço da nossa luta contra as armas nucleares

    Neste 70º aniversário dos criminosos bombardeios estadunidenses contra as cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki, escrevemos para reforçar a nossa solidariedade ao povo japonês, vítima desta assombrosa inauguração do uso das armas nucleares em nosso mundo. Homenageamos as milhares de vítimas deste crime de guerra e crime contra a humanidade perpetrado pelo imperialismo estadunidense, até hoje impune.

    As vítimas não são um número: são pessoas cujas vidas foram tolhidas na maior expressão da promoção da guerra e da brutalidade, mas que devem ser por nós homenageadas em nossa luta contra as armas de destruição em massa e pela paz.

  • Sessão comemorativa do Dia Internacional pela eliminação total das armas nucleares

  • SOBRE A CONFERÊNCIA DE 2015 PARA A REVISÃO DO TRATADO DE NÃO-PROLIFERAÇÃO DAS ARMAS NUCLEARES

    De 27 de Abril corrente a 22 de Maio próximo, tem lugar na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, a nona Conferência de Revisão das Partes aderentes ao Tratado de Não-proliferação das Armas Nucleares. Foi designado para presidir à Conferência Taous Feroukhi, embaixador da Argélia junto da ONU.

    O Tratado das Armas Nucleares (TNP ou NPT, na sigla em língua inglesa) é um tratado internacional cujo objectivo é o de a prevenir a difusão no seio da comunidade internacional, das armas nucleares e de quaisquer aplicações tecnológicas dirigidas ao fabrico e desenvolvimento dessas armas. O Tratado visa, simultaneamente, promover a cooperação internacional no desenvolvimento da utilização da energia nuclear para fins pacíficos e alcançar o objectivo maior do desarmamento nuclear e do desarmamento geral e completo.

  • Votação histórica na ONU pela proibição das armas nucleares

    A conferência da Organização das Nações Unidas para a negociação de um tratado de proibição das armas nucleares terminou no passado dia 7 de Julho, em Nova Iorque, com a votação final do respectivo tratado por cerca de dois terços dos membros da Organização, e aprovação do mesmo com 122 votos a favor, o voto contra da Holanda (único membro da NATO presente) e a abstenção de Singapura.

    O tratado estará disponível para subscrição por todos os Estados membro a partir de dia 20 de Setembro, aquando da realização da Assembleia Geral da ONU, entrando em vigor 90 dias após a 50ª ratificação por Estados signatários.