Outras Notícias

armas nucleares

  • Debate: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    O CPPC promove, no dia 9 às 18h00, no Clube dos Fenianos Portuenses, um debate inserida na campanha que está a desenvolver pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Participam Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC; o jornalista Alfredo Maia e o escultor Norberto Jorge.

    No âmbito desta campanha, o CPPC lançou uma petição, que pode ser subscrita aqui: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

     

  • Debate: Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade! - Olhão

    Integrado na campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, o CPPC promove no dia 24 de Janeiro, em Olhão, um debate em que participa Ilda Figueiredo. O debate está marcado para as 21 horas nas instalações da Associação Cultural Re-Criativa República 14 (antiga Recreativa Rica, na Avenida da República, 14).

    Desta campanha faz parte uma petição, que pode ser assinada aqui: http://peticaopublica.com/viewfullsignatures.aspx…

  • Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares - 26 de Setembro

    Por Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

     

    A Paz, mais do que a simples ausência de guerra ― trágico flagelo que ao longo dos séculos tem afligido a humanidade ― é, nos dias de hoje, condição de sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra. A ameaça representada pela presença de armamentos nucleares nos arsenais de alguns países, pesa sobre cada um de nós, sobre os povos, sobre todos os seres vivos no planeta. Nunca uma tal ameaça existira até ao advento da possibilidade da utilização militar da energia nuclear. Até hoje, num único momento histórico, foi a arma nuclear utilizada contra populações, matando de forma indiscriminada seres humanos, sobretudo civis, fora, aliás, do que se chama “teatro de guerra”, e destruindo, em vastas extensões de terreno, todas as infra-estruturas que suportam a vida em sociedade. Foi nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945. Aí tiveram morte imediata mais de 200 mil pessoas. Diversos observadores consideram que o lançamento sobre Hiroshima e Nagasaki das duas bombas, de tipo diferente e de fraca potência, face às que mais tarde foram desenvolvidas e fazem hoje parte dos arsenais das potências nucleares militares, constituiu uma experiência destinada a permitir uma avaliação qualitativa e quantitativa dos efeitos de um rebentamento atómico a baixa altitude. Isto é: um ensaio real.

  • Distribuição de Folheto - 70 anos dos bombardeamentos nucleares

    No momento em que se assinalam, a 6 e 9 de Agosto, 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, efectuados pelos Estados Unidos da América, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) presta homenagem às vítimas das armas nucleares. O CPPC recorda a data com a distribuição de um folheto, em várias cidades, amanhã, 6 de Agosto, exigindo que nunca mais se repita o holocausto nuclear, a abolição das armas nucleares e de extermínio em massa e o desarmamento geral e controlado, o cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional e pela soberania dos Estados e igualdade de direitos dos povos.

    No Porto a distribuição acontecerá a partir das 18h30 na Praça da Liberdade (início junto à estátua do ardina) e em Lisboa com início pelas 13h30 no Chiado (cruzamento Rua Garret e Rua Nova da Trindade).

  • Divulgação da declaração final da Conferência Mundial 2017 contra as bombas A & H

     

    No dia em que se assinalam 72 anos do bombardeamento nuclear dos EUA contra Nagasáqui, a 9 de Agosto de 1945, divulgamos a declaração final da Conferência Mundial 2017 contra as bombas A & H, que decorreu na cidade de Hiroxima no Japão.

    Declaração

    No dia 7 de Julho deste ano, 72 anos após os bombardeamentos atómicos pelos EUA de Hiroshima e Nagasaki, foi finalmente aprovado um tratado para proibir as armas nucleares. Tendo trabalhado com os Hibakusha [os sobreviventes dos bombardeamentos] desde a Primeira Conferência Internacional contra as Bombas A e H em 1955 apelando para a prevenção da guerra nuclear, a eliminação das armas nucleares e a ajuda e solidariedade com os Hibakusha, saudamos calorosamente a aprovação do tratado como um acontecimento histórico e comprometemo-nos a avançar com determinação renovada para alcançar um "Mundo Livre de Armas Nucleares, Pacífico e Justo".

  • Hiroshima e Nagasaki: um dos mais vis atentados à humanidade

    Nos dias 6 e 9 de Agosto assinalam-se 69 anos do lançamento, pelos Estados Unidos da América, de duas bombas atómicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.

    Injustificado do ponto de vista militar, uma vez que o Japão já tinha encetado o processo de capitulação face às Forças Aliadas na II Grande Guerra, este acto foi entendido como uma aterrorizante demonstração de poderio militar por parte dos Estados Unidos da América, então potência mundial emergente, que não se absteve de cometer este violento e cruel massacre de populações civis, que perdura na memória dos povos como uma das maiores barbáries alguma vez cometidas.

  • Mensagem para o dia internacional contra os ensaios nucleares - 29 de Agosto de 2014

    Frederico Carvalho, Vice-presidente do Conselho Executivo da Federação Mundial de Trabalhadores Científicos e membro da Presidência do CPPC

     

    Os registos oficiais conhecidos indicam que entre os anos de 1945 e 1996 tiveram lugar dois mil e quarenta e nove (2049) ensaios nucleares. Destes, 1032 foram levados a cabo pelos Estados Unidos da América e 715 pela União Soviética. O último ensaio nuclear soviético ocorreu em 1990. Depois disso os EUA procederam a mais 13 rebentamentos nucleares de ensaio. Costuma indicar-se a data de 16 de Julho de 1945 como o início da “era nuclear”: nesse dia os americanos fizeram rebentar uma bomba experimental de 20 quilotoneladas em Alamogordo, no Novo México. Menos de um mês depois, a 6 de Agosto de 1945, teve lugar o lançamento das bombas nucleares que atingiram Hiroshima e Nagasaki.

  • Nações Unidas aprovam início de negociações para proibir armas nucleares

    As Nações Unidas adotaram no passado dia 27 de outubro a resolução L.41 para iniciar em março de 2017 o processo de negociação de um “instrumento juridicamente vinculativo para proibir as armas nucleares, conduzindo à sua total eliminação”.
    A resolução foi aprovada com 123 votos a favor, 38 contra e 16 abstenções. Além dos nove estados que possuem armas nucleares, votaram contra 29 países europeus – entre os quais Portugal –, incluindo os que cederam os seus territórios para alojamento de armas nucleares no âmbito da NATO. Pelo contrário, os estados de África, América Latina, Caraíbas, Sudeste Asiático e Pacífico votaram esmagadoramente a favor da resolução.

    Portugal e outros justificaram a sua posição com o argumento de que seria prematuro iniciar agora um processo de proibição de armas nucleares sem o apoio de potências nucleares e de outros países com interesses de segurança específicos. O voto contra de estados europeus é tanto mais estranho quanto, horas antes da votação na ONU, o Parlamento Europeu tinha aprovado a sua própria resolução apoiando aquela iniciativa e convidando os estados membros a nela participarem ativamente!

    Entretanto, em nota de 26 de outubro, a agência noticiosa japonesa Kyodo, informa que os Estados Unidos pressionaram os estados membros da NATO a votar contra a resolução L.41 e a não participarem nas negociações dela decorrentes caso as mesmas vão para a frente.

  • Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) convida-vos a participar na sessão pública - Pelo fim das Armas Nucleares - que vai realizar no próximo Sábado, dia 16 de Dezembro, a partir das 14h30, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça - Rua Vítor Cordon nº1, em Lisboa, e que contará com a participação de Jean-Paul Lainé, Presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Frederico Carvalho, Membro da Presidência do CPPC e Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Esta iniciativa pública segue-se à Assembleia da Paz, que terá lugar durante a manhã, sob o lema " Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!".

  • Não às armas nucleares

    A eliminação total das armas nucleares e de destruição massiva é uma das exigências mais importantes e urgentes para garantir a paz. Até ao momento, só em duas ocasiões tal tipo de armamento foi utilizado, pelos EUA, num dos mais brutais crimes contra a humanidade alguma vez perpetrados: nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, contra as populações das cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui, provocando a morte imediata a dezenas de milhares de pessoas e a morte lenta a muitas outras.

    Com um nível de destruição incomparavelmente superior às bombas de 1945, os actuais arsenais nucleares são um inquietante motivo de preocupação para a humanidade, pois a sua utilização seria o fim da civilização, pelo menos como a conhecemos. Especialmente grave é a recente instalação na Europa, por parte dos EUA, de modernas armas nucleares tácticas. Alguns dos membros da NATO são detentores de poderosos arsenais nucleares e admitem a sua utilização num primeiro ataque, algo que nenhum outro país faz.

    Nunca como hoje as palavras de Albert Einstein terão feito tanto sentido: «a terceira guerra mundial não sei como será; a quarta será travada com paus e pedras.» A abolição das armas nucleares e de destruição massiva e o desarmamento geral, simultâneo e controlado são exigências actuais e prementes.

    Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO

  • Nobel da Paz 2017 Pela Abolição das Armas Nucleares

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a atribuição do Prémio Nobel da Paz à Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares (ICAN, na sigla em inglês) e considera que esta representa um incentivo à acção de todos quantos intervêm pela abolição das armas nucleares, pelo desarmamento, pela paz.

    Não esquecendo a controvérsia que rodeou a atribuição do Prémio Nobel da Paz noutros momentos, para o CPPC esta atribuição contribui para dar ainda mais força à legítima exigência e aspiração dos povos e do movimento da paz por um mundo livre de armas nucleares e, consequentemente, da ameaça do holocausto nuclear – exigência e aspiração que teve no Apelo de Estocolmo, promovido no início dos anos 50 pelo Conselho Mundial da Paz, a sua primeira e grande expressão ao nível mundial.

  • Nunca Mais! 70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui

    Assinalam-se, a 6 e 9 de Agosto respectivamente, 70 anos sobre os bombardeamentos nucleares, pelos Estados Unidos da América, contra as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui. Nesta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lembra o acto de barbárie cometido contra populações indefesas num momento em que o império japonês já se encontrava militarmente derrotado, na frente terrestre na Ásia e na frente aéreo-naval do Pacífico, e se havia iniciado o processo da sua capitulação às Forças Aliadas.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação nacional «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores»

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou na manifestação nacional «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores», convocada pela CGTP-IN no passado sábado, 18 de Novembro, em Lisboa.

    Solidarizando-se desta forma com a luta dos trabalhadores portugueses pelo progresso e justiça social, condições essenciais para a construção de um mundo de Paz, o CPPC marcou presença nesta manifestação afirmando a campanha pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Durante a manifestação, activistas do CPPC recolheram centenas de assinaturas para petição que reclama precisamente a adesão de Portugal a este tratado, em 3 bancas e ao longo do percurso da manifestação, e desceram a avenida com uma faixa apelando também à subscrição da petição.

    A petição está também disponível em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Pela abolição de todas as armas nucleares

    O aumento da tensão internacional e a militarização das relações internacionais têm como aspectos particularmente graves e perigosos a corrida aos armamentos, o aumento das despesas militares e a aposta estratégica na manutenção e desenvolvimento de poderosos arsenais nucleares e de outras armas de destruição massiva. Esta tendência, que se vem agravando ano após ano, aumenta os riscos de uma conflagração militar generalizada e suas consequências.

    No que respeita às armas nucleares, continua a não se verificar qualquer avanço no sentido da sua abolição, antes pelo contrário: o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) não só não é respeitado como é utilizado, de forma truncada e unilateral, como instrumento de pressão e chantagem contra diversos países, enquanto principais detentores deste tipo de armamento mantêm e renovam os seus arsenais – em clara violação do espírito do Tratado, que estipula o desmantelamento das armas nucleares já existentes.

  • Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!

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  • Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Convidamos todos a assinarem e divulgarem a petição lançada pelo CPPC "Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Assine em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Na sequência da adopção, no passado dia 7 de Julho, do Tratado para a Proibição de Armas Nucleares, com o objectivo da sua eliminação total, e a abertura deste documento à subscrição desde o dia 20 de Setembro, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lançou, no Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, 26 de Setembro, a seguinte petição dirigida às autoridades portuguesas:

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

     

  • Pela Paz, contra as armas nucleares e de destruição massiva

    No momento em que se assinala o 71.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui com armas nucleares, pelos Estados Unidos da América, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma a necessidade imperiosa de pôr fim às armas nucleares e de destruição massiva através do desarmamento geral, controlado e simultâneo.

    Tal como em Março de 1950, quando milhões de pessoas em todo o mundo assinaram o Apelo de Estocolmo (lançado pelo movimento mundial da Paz) exigindo a proibição das armas atómicas – o que terá contribuído de forma determinante para que Hiroxima e Nagasáqui não se tenha repetido nos primeiros anos da chamada «guerra fria», também hoje é fundamental levar mais longe a exigência de acabar com as armas nucleares e de destruição massiva: hoje, com os actuais arsenais, uma guerra nuclear aniquilaria toda a população do planeta; das cerca de 15 mil ogivas nucleares armazenadas em instalações militares, a maioria pronta a ser utilizada, apenas 1 por centro chegaria para libertar a energia equivalente a 4000 bombas de Hiroxima.

  • Pela Paz, pela Segurança, pelo futuro da Humanidade!

    Na sequência da adopção, no passado dia 7 de Julho, do Tratado para a Proibição de Armas Nucleares, com o objectivo da sua eliminação total, e a abertura deste documento à subscrição desde o dia 20 de Setembro, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lançou, no Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, 26 de Setembro, a seguinte petição dirigida às autoridades portuguesas:

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

    Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!

  • PELA PAZ! CONTRA AS ARMAS NUCLEARES!

    A ameaça da utilização de armas nucleares é uma das grandes preocupações dos activistas da Paz, que não esquecem o horror do homicídio em massa da população que foi vítima das armas atómicas lançadas pelos EUA no Japão a 6 e 9 de Agosto de 1945. Perante o holocausto nuclear de Hiroxima e Nagasaki e o perigo da sua repetição, o Conselho Mundial da Paz (CMP) lançou em 1950 o Apelo de Estocolmo, que foi assinado por centenas de milhões de pessoas, exigindo a interdição das armas atómicas e denunciando a sua natureza intimidatória e de assassínio massivo.

    A realidade actual demonstra que este perigo não está afastado, dada a insistente corrida aos armamentos, incluindo a modernização de armas nucleares promovida, nomeadamente, pelos Estados Unidos – único país que usou a arma atómica e que assume a possibilidade de o voltar a usar, num primeiro ataque. O programa em curso nos EUA, dito de revitalização atómica, tem um custo estimado de um milhão de milhões de dólares, a gastar ao longo de três décadas, o que deve ser assumido como uma flagrante infracção da obrigação estipulada no Artigo VI do Tratado de Não Proliferação Nuclear, que os EUA assinaram e ratificaram. Nele afirma-se, designadamente, que cada uma das Partes signatárias se compromete «a prosseguir de boa-fé negociações sobre medidas efectivas com vista ao fim da corrida aos armamentos, em data próxima, e ao desarmamento nuclear sob controlo internacional estrito e eficaz».