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asembleia da paz

  • Acta XXIV CapaNo passado dia 22 de Novembro, realizou-se em Lisboa a 25.ª Assembleia da Paz do Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o lema «Defender a Paz, Garantir o Futuro».

     

    A Assembleia contou com a activa participação de muitos aderentes vindos de várias partes do país, que com o seu contributo asseguraram o sucesso da reunião e aprovaram os documentos fundamentais que nortearão a actividade do CPPC. Consulte aqui a Acta da XXIV Assembleia da Paz.

  • A Paz é Possível! - Todos pela Paz!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou no passado sábado, dia 19 de Dezembro, uma Assembleia da Paz com o lema "A Paz é Possível! - Todos pela Paz!".

    Nesta participada Assembleia, entre outros documentos, foi debatido e aprovado o plano de acção e eleitos os corpos sociais para o próximo biénio.

    Os participantes reafirmaram o compromisso de continuarem e aprofundarem a intervenção em defesa da Paz contribuindo para o reforço a nível nacional e internacional de um amplo e enérgico movimento da Paz.

    A Assembleia foi seguida de um momento público, com a presença de várias entidades amantes da Paz, que assistiram à tomada de posse dos órgãos eleitos e puderam participar no almoço convívio que encerrou a iniciativa.

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    A XXIV Assembleia da Paz realiza-se no ano em que se assinala o 40º Aniversário da Frente Polisário, 40 anos de legítima representação do longo caminho de resistência e intensa luta contra o colonialismo protoganizado pelo povo saarauí.

     

    Ao mesmo tempo que o imperialismo encapotado tenta convencer o mundo sobre as suas inquietações com os direitos humanos dos povos árabes, (para assim desencadear guerras geoestratégicas) em relação à brutal repressão perpetrada pelo Reino de Marrocos contra o povo saarauí e contra a República Árabe Saarauí Democrática - proclamada em 1976 e legitimada pela Resolução 1514 da Organização das Nações Unidas – as potências internacionais nada fazem.

     

    Hoje e tal como ontem, fiéis à solidariedade com a justa luta do povo saarauí e sua legitima representante, a Frente Polisário, os participantes na XXIV assembleia da Paz vêm reafirmar a sua cooperação para com o povo saarauí e pelas suas justas reivindicações:

    • o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental;
    • o respeito pelos direitos nacionais do povo saarauí, nomeadamente, o direito à autodeterminação e ao seu Estado livre, independente e soberano;
    • a realização de um referendo sob auspícios das Nações Unidas;
    • a protecção dos direitos humanos, incluindo os cívicos e políticos dos cidadãos saraauís residentes nos territórios ilegalmente ocupados;
    • a libertação dos presos políticos saarauís detidos em prisões marroquinas;
    • e o reconhecimento pelo Governo português da República Árabe Saarauí Democrática e a adopção por parte deste, de uma posição interventiva, agindo em coerência com o direito dos povos colonizados à autodeterminação e independência, no respeito do artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa.

     

    Lisboa, 7 de Dezembro de 2013

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    A NATO é, desde há 64 anos, um dos maiores obstáculos à paz no mundo. Bloco político-militar agressivo ao serviço dos interesses do imperialismo, nomeadamente do norte-americano, a NATO assumiu-se desde sempre como um instrumento de repressão dos movimentos de libertação nacional e dos povos que pretendem construir um mundo de paz, soberania e progresso.

     

    Constituída em 1949 por 12 países da Europa e América do Norte - incluindo Portugal, então sob uma ditadura fascista - a NATO proclamava falsamente o seu carácter «defensivo» contra uma suposta «ameaça soviética». Desaparecida tal «ameaça», no início da década de 90 do século XX, a NATO não só não desapareceu como redobrou a sua agressividade e alargou o seu âmbito.

     

    Em 1999, 2010 e 2012 reviu o seu conceito estratégico, ajustando-se às funções que crescentemente reclama para si mesma: a intervenção militar em qualquer parte do mundo sob qualquer pretexto, à revelia do direito internacional e da Carta das Nações Unidas, visando o domínio político e económico sem limites das grandes potências que a integram. As duas mais recentes revisões tornaram ainda mais claro o objectivo da NATO de exercer, à escala mundial (nomeadamente no chamado «Grande Médio Oriente»), o papel de «polícia» de grandes potências político-económicas, sendo actualmente constituída por 27 países da Europa e América do Norte: os 12 países fundadores, a Alemanha, a Grécia, a Turquia, a Espanha e 12 países do Leste europeu e dos Balcãs.

     

    A NATO é claramente uma estrutura militar ofensiva, responsável, por inumeráveis crimes contra a humanidade. Através desta monstruosa máquina de guerra, o imperialismo tem aprofundado a militarização das relações internacionais, agredindo povos e nações, e deixando, por onde passa, um rasto de destruição, milhões de mortos, refugiados e exilados.

     

    Todos os falsos pretextos servem para justificar as guerras, agredir povos, invadir e destruir nações soberanas, utilizando elevados recursos para despesas militares, com um orçamento que supera os 70% de todos os gastos militares do mundo.

     

    Pela defesa da paz, da solidariedade internacionalista e da defesa da soberania dos povos, os participantes na 24.ª Assembleia da Paz, reunidos em Lisboa no dia 7 de Dezembro de 2013, consideram que a NATO é, desde a sua criação e até hoje, o principal obstáculo à Paz no mundo e, por isso, exigem a sua dissolução. Afirmam que a Paz se conquista com a luta dos povos pelo progresso e pela justiça social e através do respeito, solidariedade e cooperação entre os povos.

     

    Lisboa, 7 de Dezembro de 2013

  • «Construir a Paz com os valores de Abril»
     
    No passado dia 7 de Dezembro, realizou-se em Lisboa a 24.ª Assembleia da Paz do Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o lema «Construir a paz com os valores de Abril». A Assembleia elegeu os novos órgãos sociais para o biénio 2014/2015 e aprovou os documentos fundamentais que nortearão a actividade do CPPC. Consulte aqui o Plano de Acção para o biénio 2014/2015.
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    A Paz é uma condição essencial para o progresso, o bem-estar e a liberdade dos povos. Foi precisamente partindo desta convicção profunda que, pouco depois de terminada aquele que foi o mais bárbaro e mortífero conflito da história da Humanidade (a Segunda Guerra Mundial), os povos do mundo se uniram numa ampla frente de luta pela Paz e constituíram, à escala global e em cada um dos países, movimentos dedicados à defesa da Paz, do desarmamento, do respeito pela soberania, da solidariedade e cooperação entre países e povos.

     

     

    Na viragem da década de 40 para a de 50 do século XX, nascia o Conselho Mundial da Paz, porta-voz das aspirações de muitos milhões de pessoas de todas as classes e camadas sociais, convicções políticas e credos religiosos. O Apelo de Estocolmo, pela proibição da arma atómica, foi o maior plebiscito realizado à escala mundial. No Portugal fascista de então, lutar pela Paz dava direito à prisão, à tortura, ao exílio. Apesar disso, muitos foram aqueles que defenderam os valores da Paz e da cooperação, que eram ao mesmo tempo os valores da liberdade, da democracia, do progresso, que a ditadura – aliada e submetida às principais potências capitalistas da época, os EUA e a Inglaterra – negava ao povo português.

     

    Hoje, com o País e o Mundo a viverem uma das mais graves crises económicas de sempre, defender a Paz, a soberania e a cooperação é um dever de todos aqueles que pugnam pela justiça social e pelo progresso dos seus países. É uma componente fundamental da construção de um Mundo mais justo, solidário e fraterno. É, também, defender e prosseguir o caminho encetado com a Revolução de Abril, que pôs fim à guerra colonial, promoveu uma política externa de Paz e cooperação e colocou o País na senda do progresso e da justiça social, do desenvolvimento e da democracia.

     

    Os participantes na 24.ª Assembleia da Paz, reunidos em Lisboa no dia 7 de Dezembro de 2013, comprometem-se a contribuir para o reforço do movimento da Paz em todas as suas componentes, a dar mais força aos valores da Paz, da solidariedade e da cooperação com os povos do Mundo que lutam contra o imperialismo e pela sua soberania e a intensificar a luta, em Portugal, pelo cumprimento dos três primeiros pontos do artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa, que pugna pelo fim do colonialismo, do imperialismo e de todas as formas de exploração; pelo respeito pela soberania dos povos, pelo desarmamento geral, simultâneo e controlado e pela dissolução dos blocos político-militares.

     

    Lisboa, 7 de Dezembro de 2013

  • Resolucao capa«Construir a Paz com os valores de Abril»

     

    No passado dia 7 de Dezembro, realizou-se em Lisboa a 24.ª Assembleia da Paz do Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o lema «Construir a paz com os valores de Abril». A Assembleia elegeu os novos órgãos sociais para o biénio 2014/2015 e aprovou os documentos fundamentais que nortearão a actividade do CPPC. Consulte aqui a Resolução da XXIV Assembleia da Paz.