Outras Notícias

CMP

  • Organizações do Conselho Mundial da Paz emitem declaração após reunião da região América

    Preocupadas com a atual conjuntura internacional e regional, com o avanço do imperialismo dos EUA e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e com a militarização disseminada, organizações do continente americano do Conselho Mundial da Paz (CMP), após a reunião da região América que decorreu em Toronto no Canadá, em julho emitiram uma declaração (veja abaixo). Os membros do CMP comprometeram-se com o fortalecimento da mobilização em seus países, regiões e no mundo no quadro da preparação e mobilização para a Assembleia Mundial da Paz do CMP, que decorrerá em Novembro no Brasil, e pelo aprofundamento da solidariedade entre os povos na luta internacionalista pela paz.

  • Paz Sim! NATO Não! Contra a cimeira da NATO em Varsóvia em 2016

    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior e mais perigosa organização militar no mundo. Instrumento das políticas económica e externa norte-americana, tem na União Europeia o seu pilar europeu.

    O seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias estratégicas», a partir da última década do século passado, reforçaram a presença militar dos EUA e da NATO na Europa e projectaram a acção deste bloco político-militar a, praticamente, todos os continentes e regiões do mundo.

    A vasta rede de bases militares estrangeiras, as esquadras navais, os sistemas anti-míssil e de vigilância global que os EUA e os seus aliados da NATO têm espalhados na Europa e por todo o mundo, são instrumentos da sua estratégia de dominação imperialista – os seus objectivos são hoje abertamente ofensivos e todo o planeta a sua área de intervenção.

  • Pelo fim da impunidade de Israel no massacre dos palestinos

    Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz.

    Pelo fim da impunidade de Israel no massacre dos palestinos
    2 de Abril de 2018

    O Estado de Israel tem se sentido à vontade para perpetrar os crimes mais hediondos contra a população palestina, que sobrevive e resiste à ocupação militar, ao apartheid e ao colonialismo. O mais recente episódio de uma violência diária, num regime fora da lei, foi a brutalidade da repressão a um protesto na Faixa de Gaza no Dia da Terra, 30 de março, próximo à linha demarcada por Israel como zona tampão.

  • Pelo fim do bloqueio imperialista a Cuba, já!

    Divulgamos declaração da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitida na sequência da histórica votação de ontem, na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde pela primeira vez nenhum país votou contra a resolução que defende o fim do bloqueio económico, comercial e financeiro dos EUA a Cuba, com uma votação de 191 cotos a favor e duas abstenções, uma vez mais a esmagadora maioria dos países aí representados condenou o bloqueio.

  • Posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz

    Leia a posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, sobre o encontro entre o Presidente norte-americado Donald Trump e o Primeiro Ministro israelita Benjamin Netanyahu."

    "Trump e Netanyahu reforçam políticas criminosas contra o povo palestino

    A posição política explicitada pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, após a visita deste último a Washington, revelou mais uma vez que o imperialismo estadunidense sempre estará ao lado do seu aliado e posto avançado no Oriente Médio, como cúmplice dos crimes de guerra em que se sustenta o regime israelense.

  • Povos da Europa pela Paz Não à NATO

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação recebeu, em Almada, nos dias 19 e 20 de Março, uma Reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz.

    Na reunião, para além do CPPC, participaram: Conselho da Paz da Alemanha; INTAL – Bélgica; Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa; Conselho de Paz do Chipre; Aliança para a Paz e Neutralidade – Irlanda; Comité de Paz da Finlândia; Movimento pela Paz – França; Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz e a Associação de Paz da Turquia.

  • Presidenta do Conselho Mundial da Paz rechaça exercício militar com os EUA na Amazônia

    Divulgamos posição da presidente do Conselho Mundial da Paz publicada no site da organização brasileira do CEBRAPAZ.

    "Presidenta do Conselho Mundial da Paz rechaça exercício militar com os EUA na Amazônia

    A presidenta do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitiu uma declaração nesta segunda-feira (8) em que condena os planos para a realização de um exercício militar conjunto na tríplice fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia com a participação de tropas estadunidenses. As notícias foram veiculadas recentemente pela mídia brasileira e o exercício está previsto para novembro. Leia a declaração de Socorro a seguir:

    Contra a presença militar dos EUA na Amazônia!

  • Presidente do Conselho Mundial da Paz reafirma apoio à defesa da soberania da Venezuela contra tentativas de golpe

    A presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes, emitiu uma nota de solidariedade ao povo venezuelano na passada sexta-feira (30 de Junho), perante a intensificação da tentativa golpista no país e à inflamada retórica imperialista contra a Venezuela. Socorro Gomes reafirmou o apoio do CMP à defesa da soberania nacional e à resistência contra a ingerência estrangeira, que tem apoiado e promovido os avanços das forças reacionárias no país, culminando nos recentes ataques a dois edifícios governamentais, a 27 de Junho.

  • Presidente do Conselho Mundial da Paz saúda a Venezuela pela vitória democrática da Constituinte

    A presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitiu uma declaração nesta segunda-feira (31) e enviou felicitações ao governo bolivariano da Venezuela pelo êxito da eleição para a Assembleia Nacional Constituinte.

    “Saudamos o povo venezuelano pela vitória na eleição da Assembleia Nacional Constituinte

    É com alegria e confiança que recebemos a notícia dos resultados das eleições democráticas na Venezuela para a composição da Assembleia Nacional Constituinte, convocada de forma legítima e soberana. Estamos seguros de que este magnífico resultado cria melhores condições para restabelecer a paz no país e alcançar a estabilidade política. Igualmente, dá mais força ao povo venezuelano e ao governo bolivariano para resistir à ingerência imperialista dos Estados Unidos e seus aliados e aos intentos golpistas da oligarquia reacionária e antipatriótica.

  • Recordar Hiroxima e Nagasáqui

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    Pela abolição de todas as armas nucleares do mundo

    72 anos depois dos criminosos bombardeamentos nucleares dos EUA sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui - a 6 e 9 de Agosto de 1945 -, e tendo presente as suas centenas de milhares de vítimas, é mais premente que nunca a exigência da abolição de todas as armas nucleares no mundo.
    Num momento em que a situação no mundo é caracterizada por uma crescente instabilidade e insegurança, resultante em primeiro lugar do incremento da corrida aos armamentos, do militarismo, intervencionismo e guerras impostas pelos EUA, a NATO, a UE e seus aliados, com a sua política de domínio imperialista, saque e agressão, é grande o perigo de uma escalada de confrontação de grandes proporções, incluindo com a utilização de armas nucleares - o que a não ser impedido significaria

  • Reforçar a luta contra as armas nucleares

    Divulgamos carta aberta da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes:

    "Reforçar a luta contra as armas nucleares

    Um aniversário hediondo e o apelo pelo reforço da nossa luta contra as armas nucleares

    Neste 70º aniversário dos criminosos bombardeios estadunidenses contra as cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki, escrevemos para reforçar a nossa solidariedade ao povo japonês, vítima desta assombrosa inauguração do uso das armas nucleares em nosso mundo. Homenageamos as milhares de vítimas deste crime de guerra e crime contra a humanidade perpetrado pelo imperialismo estadunidense, até hoje impune.

    As vítimas não são um número: são pessoas cujas vidas foram tolhidas na maior expressão da promoção da guerra e da brutalidade, mas que devem ser por nós homenageadas em nossa luta contra as armas de destruição em massa e pela paz.

  • Reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz (Chipre)

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, nos passados dias 9 e 10 de Setembro, no Chipre, na reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz (CMP) - de que o CPPC é coordenador - e na reunião entre as organizações membro do CMP da região Europa e as da região do Médio Oriente.

    Na reunião de dia 9 as organizações avaliaram o trabalho desenvolvido desde a anterior reunião regional da Europa, decorrida em Almada em Março e o trabalho a desenvolver no âmbito da preparação da próxima Assembleia Mundial da Paz. Na reunião de dia 10 as organizações membro do CMP da Europa e do Médio Oriente presentes, trocaram informações sobre a situação actual em ambas as regiões, com ênfase em questões comuns, como, por exemplo, as operações de desestabilização e agressões no Médio Oriente e na Europa promovidas pelos EUA, NATO, UE e seus aliados, a solidariedade com os países e povos vítimas de agressão, ou a situação dos refugiados.

  • Reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participa na reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP), que está a decorrer em Goa, na Índia, de 26 a 28 de Novembro, organizada pela Associação de Paz e Solidariedade de toda a Índia. Nesta importante reunião estão presentes delegados de 20 organizações dos 5 continentes, que analisarão a situação actual, partilharão as suas experiências e actividades nacionais e planearão as formas de fortalecer o CMP e a sua actividade em defesa da Paz.

    No seguimento da reunião acontecerá, na mesma cidade, nos dias 28 e 29, uma Conferência Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina na qual o CPPC também participará.

  • Reunião do Conselho Mundial da Paz - Região Europa

    Realizou-se nos dias 19 e 20 de Junho, em Istambul, uma reunião das organizações europeias que são membros do Conselho Mundial da Paz (CMP). Na reunião, presidida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador do CMP para a Europa, estiveram presentes representantes de organizações de paz da Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Grécia, Itália, Sérvia, Suíça e Turquia.

    Na reunião foi abordada a necessidade do reforço da luta pela Paz, o desenvolvimento das actividades de denúncia das agressões, violências e guerra, e, em solidariedade com os povos vítimas dessas agressões, foram também debatidas as crescentes ameaças da NATO, seja no Leste da Europa, seja nas manobras de grande escala previstas para o sul da Europa, entre o final de Setembro e o início de Novembro, com especial envolvimento de Portugal, Espanha e Itália, os 65 anos do Conselho Mundial da Paz, os 65 anos do Apelo de Estocolmo e a necessidade da abolição das armas nucleares, os 40 anos da Acta Final de Helsínquia, entre outros.

    Após a reunião da região Europa realizou-se, no mesmo local, uma reunião do Secretariado do CMP, de que o CPPC também é membro.

    Participaram nestas reuniões Ilda Figueiredo e Filipe Ferreira, membros da direcção do CPPC.

     

     

  • Reunião e seminário internacionais em Almada Alargar a luta pela paz

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto coordenador da Região Europa do Conselho Mundial da Paz, recebe no próximo fim de semana uma reunião de movimentos da paz europeus.

  • Reunião Europeia dos Movimentos da Paz do Conselho Mundial da Paz

    CPPC participa em reunião europeia de movimentos da Paz

    Decorreu hoje, em Belgrado, na Sérvia, uma reunião europeia dos movimentos da Paz do Conselho Mundial da Paz. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador para a região Europa desta organização internacional, convocou esta reunião, na qual se faz representar pela sua presidente, Ilda Figueiredo, e ainda por Filipe Ferreira, da Direcção Nacional.
    Em debate estiveram, entre outras questões, a definição de campanhas comuns em prol da paz, do desarmamento e da solidariedade com países e povos em luta contra o imperialismo. A exigência de dissolução da NATO, que este ano cumpre 65 anos, é uma dessas questões.

     

     

  • Sessão comemorativa dos 65 anos do Conselho Mundial da Paz.

    A iniciativa, intitulada «65 anos de luta pela Paz – Desafios actuais», contou com a participação da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, a presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e do jornalista José Goulão.

     

  • Sim à Paz! Não à NATO! Conferência promovida pelo CMP - intervenção de Helena Casqueiro

    Sim à Paz! Não à NATO!

    Intervenção de Helena Casqueiro, membro da Presidência do CPPC, na conferência "Sim à Paz! Não à NATO!", promovida pelo Conselho Mundial da Paz, no dia 24 de Maio de 2017 em Bruxelas.

    Queridos amigos,

    Recebam, antes de mais, uma saudação fraterna do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    Estamos muito satisfeitos por poder estar aqui em Bruxelas e partilhar convosco estas iniciativas da INTAL e do CMP, pela a Paz e contra a NATO.

    Gostaríamos de felicitar a INTAL pela iniciativa de ontem e pelo seu trabalho de organização que nos permitiram estar aqui hoje dando expressão à Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!", afirmando a nossa condenação da NATO, como um bloco militarista agressivo, a principal ameaça à paz mundial dos nossos dias, e a rejeição dos objetivos beligerantes da sua Cimeira de Bruxelas.

  • Socorro Gomes: Nova guerra do imperialismo contra o Oriente Médio

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    Caros companheiros e amigos;

    Assistimos consternados a mais uma escalada na agressão imperialista contra o Oriente Médio. Além de todas as maquinações com autocracias como a da Arábia Saudita e do Catar, os Estados Unidos têm uma “sagrada” aliança com o sionismo institucionalizado em Israel e, principalmente nos últimos anos, com a Turquia, para desestabilizar governos contrários aos seus projetos de domínio, ou intensificar o saque em países como o Iraque, vulneráveis em consequência das devastadoras guerras e saques promovidos pelo imperialismo estadunidense com seu aliados europeus.

  • SOLIDARIEDADE COM A AMÉRICA LATINA

    A Cimeira das Américas decorre dias 10 e 11 de Abril, no Panamá, e conta, pela primeira vez com a participação de Cuba.
    Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, que participa nos fóruns que decorrem na Cidade do Panamá nos dias que antecedem esta Cimeira, afirma que “Os EUA ficaram isolados na questão da participação de Cuba. A OEA (Organização dos Estados Americanos) tem servido como uma espécie de instrumento de domínio dos EUA na região”, acrescentando que “Os povos disseram em alto e bom tom que não aceitam nenhuma reunião continental sem a presença de Cuba”.

    Em grande destaque nesta Cimeira estará ainda a República Bolivariana da Venezuela, confrontada recentemente com um inaceitável decreto do Presidente norte-americano onde é classificada como uma «ameaça à segurança dos EUA».
    A Venezuela anunciou que irá apresentar nesta Cimeira os muitos milhões de assinaturas recolhidas na campanha internacional pela revogação imediata do decreto do Presidente Obama contra a República Bolivariana da Venezuela – um abaixo-assinado que em Portugal foi apoiado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) que, como outras diversas organizações, promoveu a recolha de assinaturas.

    O CPPC expressa a sua solidariedade com Cuba - que é vítima do bloqueio e ingerência dos EUA -, assim como com a Venezuela - vítima da ingerência dos EUA -, e com todos os povos e países da América latina e das Caraíbas que afirmam a sua soberania e independência nacional, que afirmam o direito de decidir do seu futuro.

    O CPPC saúda a acção dos movimentos da paz de Cuba e da Venezuela, assim como de outros países da América Latina, no quadro da realização desta Cimeira, desejando que este seja um momento de fortalecimento da luta pela paz.