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  • paz global vs intervencionismo e imperialismo global - belgrado 1 20140408 1441202876

     

    A presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação interveio na Conferência Internacional "Paz Global vs. Intervencionismo e Imperialismo Global", organizada pelo Fórum de Belgrado por um Mundo de Iguais, nos dias 22 e 23 de Março na capital Sérvia. Na sua intervenção o CPPC denunciou o papel da NATO enquanto principal ameaça à paz e aos povos do mundo.

    A conferência assinalou os 15 anos do início da agressão da NATO contra a antiga Jugoslávia, 78 dias de bombardeamentos que causaram milhares de mortos, em grande parte civis, com a utilização de bombaas de fragmentação e armas de urânio empobrecido cujas consequências permacem atualmente.

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    Há 65 anos, mais precisamente em 1949-50, surgiu uma estrutura mundial empenhado na defesa da Paz, da solidariedade e da cooperação entre os povos: o Conselho Mundial da Paz. Emanando de organizações de resistência ao nazi-fascismo, partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais e da acção concertada de personalidades de várias nacionalidades e profissões, convicções políticas e crenças religiosas, o movimento mundial da Paz teve expressão em dezenas de países de todos os continentes. Pela primeira vez na história foi possível erguer uma vasta frente de luta pela Paz, o desarmamento e a soberania, contra a guerra, o fascismo, o colonialismo e qualquer outra forma de opressão dos povos.

  • Divulgamos nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz, em solidariedade com as manifestações populares nos EUA contra medidas tomadas pelo presidente norte-americano.

    "Solidariedade entre os povos contra o imperialismo e o retrocesso imposto por Trump!

    O Conselho Mundial da Paz soma-se ao povo estadunidense e de todo o mundo para expressar sua profunda preocupação com os planos e primeiras ações do novo presidente da maior potência imperialista do planeta, Donald Trump.

    Além de atingir diretamente direitos conquistados ou pelos quais o povo estadunidense ainda luta, Trump assinou uma ordem executiva barrando a entrada de refugiados vindos de países devastados pelas guerras que os próprios Estados Unidos e seus aliados fomentaram e sustentaram. Na contramão da história e dos direitos humanos, Trump fecha as portas a imigrantes e, através da ordem executiva assinada na última sexta-feira (27/01/2017), discrimina pessoas que buscam refúgio, tentando escapar da morte e da destruição no Oriente Médio e no Norte da África.

  • Preocupadas com a atual conjuntura internacional e regional, com o avanço do imperialismo dos EUA e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e com a militarização disseminada, organizações do continente americano do Conselho Mundial da Paz (CMP), após a reunião da região América que decorreu em Toronto no Canadá, em julho emitiram uma declaração (veja abaixo). Os membros do CMP comprometeram-se com o fortalecimento da mobilização em seus países, regiões e no mundo no quadro da preparação e mobilização para a Assembleia Mundial da Paz do CMP, que decorrerá em Novembro no Brasil, e pelo aprofundamento da solidariedade entre os povos na luta internacionalista pela paz.

  • A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior e mais perigosa organização militar no mundo. Instrumento das políticas económica e externa norte-americana, tem na União Europeia o seu pilar europeu.

    O seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias estratégicas», a partir da última década do século passado, reforçaram a presença militar dos EUA e da NATO na Europa e projectaram a acção deste bloco político-militar a, praticamente, todos os continentes e regiões do mundo.

    A vasta rede de bases militares estrangeiras, as esquadras navais, os sistemas anti-míssil e de vigilância global que os EUA e os seus aliados da NATO têm espalhados na Europa e por todo o mundo, são instrumentos da sua estratégia de dominação imperialista – os seus objectivos são hoje abertamente ofensivos e todo o planeta a sua área de intervenção.

  • É com grande satisfação e esperança que as forças anti-imperialistas e da paz saúdam o mais recente evento da reaproximação entre os líderes coreanos, o Encontro de Alto Nível Coreano na Casa da Paz, em Panmunjom, em 27 de abril, que resultou em um consistente e auspicioso compromisso.

    "Não haverá mais guerra na Península Coreana e assim se inicia uma nova era de paz", afirma a declaração bilateral do encontro. Fica evidente que o desejo do povo coreano é a paz, a prosperidade partilhada e a unificação.

  • Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz.

    Pelo fim da impunidade de Israel no massacre dos palestinos
    2 de Abril de 2018

    O Estado de Israel tem se sentido à vontade para perpetrar os crimes mais hediondos contra a população palestina, que sobrevive e resiste à ocupação militar, ao apartheid e ao colonialismo. O mais recente episódio de uma violência diária, num regime fora da lei, foi a brutalidade da repressão a um protesto na Faixa de Gaza no Dia da Terra, 30 de março, próximo à linha demarcada por Israel como zona tampão.

  • Divulgamos declaração da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitida na sequência da histórica votação de ontem, na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde pela primeira vez nenhum país votou contra a resolução que defende o fim do bloqueio económico, comercial e financeiro dos EUA a Cuba, com uma votação de 191 cotos a favor e duas abstenções, uma vez mais a esmagadora maioria dos países aí representados condenou o bloqueio.

  • Leia a posição divulgada pela presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, sobre o encontro entre o Presidente norte-americado Donald Trump e o Primeiro Ministro israelita Benjamin Netanyahu."

    "Trump e Netanyahu reforçam políticas criminosas contra o povo palestino

    A posição política explicitada pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, após a visita deste último a Washington, revelou mais uma vez que o imperialismo estadunidense sempre estará ao lado do seu aliado e posto avançado no Oriente Médio, como cúmplice dos crimes de guerra em que se sustenta o regime israelense.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação recebeu, em Almada, nos dias 19 e 20 de Março, uma Reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz.

    Na reunião, para além do CPPC, participaram: Conselho da Paz da Alemanha; INTAL – Bélgica; Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa; Conselho de Paz do Chipre; Aliança para a Paz e Neutralidade – Irlanda; Comité de Paz da Finlândia; Movimento pela Paz – França; Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz e a Associação de Paz da Turquia.

  • Divulgamos posição da presidente do Conselho Mundial da Paz publicada no site da organização brasileira do CEBRAPAZ.

    "Presidenta do Conselho Mundial da Paz rechaça exercício militar com os EUA na Amazônia

    A presidenta do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitiu uma declaração nesta segunda-feira (8) em que condena os planos para a realização de um exercício militar conjunto na tríplice fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia com a participação de tropas estadunidenses. As notícias foram veiculadas recentemente pela mídia brasileira e o exercício está previsto para novembro. Leia a declaração de Socorro a seguir:

    Contra a presença militar dos EUA na Amazônia!

  • A presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes, emitiu uma nota de solidariedade ao povo venezuelano na passada sexta-feira (30 de Junho), perante a intensificação da tentativa golpista no país e à inflamada retórica imperialista contra a Venezuela. Socorro Gomes reafirmou o apoio do CMP à defesa da soberania nacional e à resistência contra a ingerência estrangeira, que tem apoiado e promovido os avanços das forças reacionárias no país, culminando nos recentes ataques a dois edifícios governamentais, a 27 de Junho.

  • A presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitiu uma declaração nesta segunda-feira (31) e enviou felicitações ao governo bolivariano da Venezuela pelo êxito da eleição para a Assembleia Nacional Constituinte.

    “Saudamos o povo venezuelano pela vitória na eleição da Assembleia Nacional Constituinte

    É com alegria e confiança que recebemos a notícia dos resultados das eleições democráticas na Venezuela para a composição da Assembleia Nacional Constituinte, convocada de forma legítima e soberana. Estamos seguros de que este magnífico resultado cria melhores condições para restabelecer a paz no país e alcançar a estabilidade política. Igualmente, dá mais força ao povo venezuelano e ao governo bolivariano para resistir à ingerência imperialista dos Estados Unidos e seus aliados e aos intentos golpistas da oligarquia reacionária e antipatriótica.

  • hiroxima nagasaqui 2017 cmp 1 20170806 1244897055

     

    Pela abolição de todas as armas nucleares do mundo

    72 anos depois dos criminosos bombardeamentos nucleares dos EUA sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui - a 6 e 9 de Agosto de 1945 -, e tendo presente as suas centenas de milhares de vítimas, é mais premente que nunca a exigência da abolição de todas as armas nucleares no mundo.
    Num momento em que a situação no mundo é caracterizada por uma crescente instabilidade e insegurança, resultante em primeiro lugar do incremento da corrida aos armamentos, do militarismo, intervencionismo e guerras impostas pelos EUA, a NATO, a UE e seus aliados, com a sua política de domínio imperialista, saque e agressão, é grande o perigo de uma escalada de confrontação de grandes proporções, incluindo com a utilização de armas nucleares - o que a não ser impedido significaria

  • Divulgamos carta aberta da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes:

    "Reforçar a luta contra as armas nucleares

    Um aniversário hediondo e o apelo pelo reforço da nossa luta contra as armas nucleares

    Neste 70º aniversário dos criminosos bombardeios estadunidenses contra as cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki, escrevemos para reforçar a nossa solidariedade ao povo japonês, vítima desta assombrosa inauguração do uso das armas nucleares em nosso mundo. Homenageamos as milhares de vítimas deste crime de guerra e crime contra a humanidade perpetrado pelo imperialismo estadunidense, até hoje impune.

    As vítimas não são um número: são pessoas cujas vidas foram tolhidas na maior expressão da promoção da guerra e da brutalidade, mas que devem ser por nós homenageadas em nossa luta contra as armas de destruição em massa e pela paz.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, nos passados dias 9 e 10 de Setembro, no Chipre, na reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz (CMP) - de que o CPPC é coordenador - e na reunião entre as organizações membro do CMP da região Europa e as da região do Médio Oriente.

    Na reunião de dia 9 as organizações avaliaram o trabalho desenvolvido desde a anterior reunião regional da Europa, decorrida em Almada em Março e o trabalho a desenvolver no âmbito da preparação da próxima Assembleia Mundial da Paz. Na reunião de dia 10 as organizações membro do CMP da Europa e do Médio Oriente presentes, trocaram informações sobre a situação actual em ambas as regiões, com ênfase em questões comuns, como, por exemplo, as operações de desestabilização e agressões no Médio Oriente e na Europa promovidas pelos EUA, NATO, UE e seus aliados, a solidariedade com os países e povos vítimas de agressão, ou a situação dos refugiados.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participa na reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP), que está a decorrer em Goa, na Índia, de 26 a 28 de Novembro, organizada pela Associação de Paz e Solidariedade de toda a Índia. Nesta importante reunião estão presentes delegados de 20 organizações dos 5 continentes, que analisarão a situação actual, partilharão as suas experiências e actividades nacionais e planearão as formas de fortalecer o CMP e a sua actividade em defesa da Paz.

    No seguimento da reunião acontecerá, na mesma cidade, nos dias 28 e 29, uma Conferência Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina na qual o CPPC também participará.

  • Realizou-se nos dias 19 e 20 de Junho, em Istambul, uma reunião das organizações europeias que são membros do Conselho Mundial da Paz (CMP). Na reunião, presidida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador do CMP para a Europa, estiveram presentes representantes de organizações de paz da Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Grécia, Itália, Sérvia, Suíça e Turquia.

    Na reunião foi abordada a necessidade do reforço da luta pela Paz, o desenvolvimento das actividades de denúncia das agressões, violências e guerra, e, em solidariedade com os povos vítimas dessas agressões, foram também debatidas as crescentes ameaças da NATO, seja no Leste da Europa, seja nas manobras de grande escala previstas para o sul da Europa, entre o final de Setembro e o início de Novembro, com especial envolvimento de Portugal, Espanha e Itália, os 65 anos do Conselho Mundial da Paz, os 65 anos do Apelo de Estocolmo e a necessidade da abolição das armas nucleares, os 40 anos da Acta Final de Helsínquia, entre outros.

    Após a reunião da região Europa realizou-se, no mesmo local, uma reunião do Secretariado do CMP, de que o CPPC também é membro.

    Participaram nestas reuniões Ilda Figueiredo e Filipe Ferreira, membros da direcção do CPPC.

     

     

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto coordenador da Região Europa do Conselho Mundial da Paz, recebe no próximo fim de semana uma reunião de movimentos da paz europeus.

  • CPPC participa em reunião europeia de movimentos da Paz

    Decorreu hoje, em Belgrado, na Sérvia, uma reunião europeia dos movimentos da Paz do Conselho Mundial da Paz. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador para a região Europa desta organização internacional, convocou esta reunião, na qual se faz representar pela sua presidente, Ilda Figueiredo, e ainda por Filipe Ferreira, da Direcção Nacional.
    Em debate estiveram, entre outras questões, a definição de campanhas comuns em prol da paz, do desarmamento e da solidariedade com países e povos em luta contra o imperialismo. A exigência de dissolução da NATO, que este ano cumpre 65 anos, é uma dessas questões.