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CMP

  • Divulgamos carta aberta da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes:

    "Reforçar a luta contra as armas nucleares

    Um aniversário hediondo e o apelo pelo reforço da nossa luta contra as armas nucleares

    Neste 70º aniversário dos criminosos bombardeios estadunidenses contra as cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki, escrevemos para reforçar a nossa solidariedade ao povo japonês, vítima desta assombrosa inauguração do uso das armas nucleares em nosso mundo. Homenageamos as milhares de vítimas deste crime de guerra e crime contra a humanidade perpetrado pelo imperialismo estadunidense, até hoje impune.

    As vítimas não são um número: são pessoas cujas vidas foram tolhidas na maior expressão da promoção da guerra e da brutalidade, mas que devem ser por nós homenageadas em nossa luta contra as armas de destruição em massa e pela paz.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participou, nos passados dias 9 e 10 de Setembro, no Chipre, na reunião da Região Europa do Conselho Mundial da Paz (CMP) - de que o CPPC é coordenador - e na reunião entre as organizações membro do CMP da região Europa e as da região do Médio Oriente.

    Na reunião de dia 9 as organizações avaliaram o trabalho desenvolvido desde a anterior reunião regional da Europa, decorrida em Almada em Março e o trabalho a desenvolver no âmbito da preparação da próxima Assembleia Mundial da Paz. Na reunião de dia 10 as organizações membro do CMP da Europa e do Médio Oriente presentes, trocaram informações sobre a situação actual em ambas as regiões, com ênfase em questões comuns, como, por exemplo, as operações de desestabilização e agressões no Médio Oriente e na Europa promovidas pelos EUA, NATO, UE e seus aliados, a solidariedade com os países e povos vítimas de agressão, ou a situação dos refugiados.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participa na reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP), que está a decorrer em Goa, na Índia, de 26 a 28 de Novembro, organizada pela Associação de Paz e Solidariedade de toda a Índia. Nesta importante reunião estão presentes delegados de 20 organizações dos 5 continentes, que analisarão a situação actual, partilharão as suas experiências e actividades nacionais e planearão as formas de fortalecer o CMP e a sua actividade em defesa da Paz.

    No seguimento da reunião acontecerá, na mesma cidade, nos dias 28 e 29, uma Conferência Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina na qual o CPPC também participará.

  • Realizou-se nos dias 19 e 20 de Junho, em Istambul, uma reunião das organizações europeias que são membros do Conselho Mundial da Paz (CMP). Na reunião, presidida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador do CMP para a Europa, estiveram presentes representantes de organizações de paz da Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Grécia, Itália, Sérvia, Suíça e Turquia.

    Na reunião foi abordada a necessidade do reforço da luta pela Paz, o desenvolvimento das actividades de denúncia das agressões, violências e guerra, e, em solidariedade com os povos vítimas dessas agressões, foram também debatidas as crescentes ameaças da NATO, seja no Leste da Europa, seja nas manobras de grande escala previstas para o sul da Europa, entre o final de Setembro e o início de Novembro, com especial envolvimento de Portugal, Espanha e Itália, os 65 anos do Conselho Mundial da Paz, os 65 anos do Apelo de Estocolmo e a necessidade da abolição das armas nucleares, os 40 anos da Acta Final de Helsínquia, entre outros.

    Após a reunião da região Europa realizou-se, no mesmo local, uma reunião do Secretariado do CMP, de que o CPPC também é membro.

    Participaram nestas reuniões Ilda Figueiredo e Filipe Ferreira, membros da direcção do CPPC.

     

     

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto coordenador da Região Europa do Conselho Mundial da Paz, recebe no próximo fim de semana uma reunião de movimentos da paz europeus.

  • CPPC participa em reunião europeia de movimentos da Paz

    Decorreu hoje, em Belgrado, na Sérvia, uma reunião europeia dos movimentos da Paz do Conselho Mundial da Paz. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador para a região Europa desta organização internacional, convocou esta reunião, na qual se faz representar pela sua presidente, Ilda Figueiredo, e ainda por Filipe Ferreira, da Direcção Nacional.
    Em debate estiveram, entre outras questões, a definição de campanhas comuns em prol da paz, do desarmamento e da solidariedade com países e povos em luta contra o imperialismo. A exigência de dissolução da NATO, que este ano cumpre 65 anos, é uma dessas questões.

     

     

  • A iniciativa, intitulada «65 anos de luta pela Paz – Desafios actuais», contou com a participação da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, a presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e do jornalista José Goulão.

     

  • Sim à Paz! Não à NATO!

    Intervenção de Helena Casqueiro, membro da Presidência do CPPC, na conferência "Sim à Paz! Não à NATO!", promovida pelo Conselho Mundial da Paz, no dia 24 de Maio de 2017 em Bruxelas.

    Queridos amigos,

    Recebam, antes de mais, uma saudação fraterna do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

    Estamos muito satisfeitos por poder estar aqui em Bruxelas e partilhar convosco estas iniciativas da INTAL e do CMP, pela a Paz e contra a NATO.

    Gostaríamos de felicitar a INTAL pela iniciativa de ontem e pelo seu trabalho de organização que nos permitiram estar aqui hoje dando expressão à Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!", afirmando a nossa condenação da NATO, como um bloco militarista agressivo, a principal ameaça à paz mundial dos nossos dias, e a rejeição dos objetivos beligerantes da sua Cimeira de Bruxelas.

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    Caros companheiros e amigos;

    Assistimos consternados a mais uma escalada na agressão imperialista contra o Oriente Médio. Além de todas as maquinações com autocracias como a da Arábia Saudita e do Catar, os Estados Unidos têm uma “sagrada” aliança com o sionismo institucionalizado em Israel e, principalmente nos últimos anos, com a Turquia, para desestabilizar governos contrários aos seus projetos de domínio, ou intensificar o saque em países como o Iraque, vulneráveis em consequência das devastadoras guerras e saques promovidos pelo imperialismo estadunidense com seu aliados europeus.

  • A Cimeira das Américas decorre dias 10 e 11 de Abril, no Panamá, e conta, pela primeira vez com a participação de Cuba.
    Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, que participa nos fóruns que decorrem na Cidade do Panamá nos dias que antecedem esta Cimeira, afirma que “Os EUA ficaram isolados na questão da participação de Cuba. A OEA (Organização dos Estados Americanos) tem servido como uma espécie de instrumento de domínio dos EUA na região”, acrescentando que “Os povos disseram em alto e bom tom que não aceitam nenhuma reunião continental sem a presença de Cuba”.

    Em grande destaque nesta Cimeira estará ainda a República Bolivariana da Venezuela, confrontada recentemente com um inaceitável decreto do Presidente norte-americano onde é classificada como uma «ameaça à segurança dos EUA».
    A Venezuela anunciou que irá apresentar nesta Cimeira os muitos milhões de assinaturas recolhidas na campanha internacional pela revogação imediata do decreto do Presidente Obama contra a República Bolivariana da Venezuela – um abaixo-assinado que em Portugal foi apoiado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) que, como outras diversas organizações, promoveu a recolha de assinaturas.

    O CPPC expressa a sua solidariedade com Cuba - que é vítima do bloqueio e ingerência dos EUA -, assim como com a Venezuela - vítima da ingerência dos EUA -, e com todos os povos e países da América latina e das Caraíbas que afirmam a sua soberania e independência nacional, que afirmam o direito de decidir do seu futuro.

    O CPPC saúda a acção dos movimentos da paz de Cuba e da Venezuela, assim como de outros países da América Latina, no quadro da realização desta Cimeira, desejando que este seja um momento de fortalecimento da luta pela paz.

  • Organizações membro do CMP convergiram numa expressão de solidariedade com a Venezuela bolivariana.

    O presente texto esteve aberto a subscrição desde o dia 24 de Julho, tendo sido tornado público no dia 27 de Julho, dia em que foi enviado ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI) e ao Presidente e Governo da República Bolivariana da Venezuela.

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    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

  • Por ocasião da visita do presidente dos EUA a Cuba, de 20 a 22 de Março, as organizações abaixo indicadas decidem:

    - Manifestar a sua solidariedade com Cuba e o seu heroico povo que há mais de 50 anos resistem ao inadmissível bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA, que se mantém, incluindo com o seu alcance extra-territorial, exigindo o seu fim imediato.
    - Expressar o seu apoio à luta de Cuba pelo fim da base naval dos EUA instalada em Guantánamo, que aí está instalada contra a vontade do povo cubano há mais de 100 anos, e reafirmar a exigência de que seja respeitada a jurisdição de Cuba sobre este território, devolvendo-o a Cuba.
    - Reafirmar a exigência que a vontade soberana do povo cubano e a soberania e independência de Cuba sejam respeitadas e cessem todas as pressões e formas de ingerência dos Estados Unidos contra Cuba, pondo fim à política de “mudança de regime”.
    - Saudar a solidariedade de Cuba com povos e países ameaçados pelas ingerências e agressões imperialistas, como a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que defende a sua soberania face à desestabilização dos EUA.
    - Saudar, uma vez mais, o papel persistente de Cuba na defesa da Paz, de que é exemplo recente o seu empenho na Proclamação da América Latina e do Caribe como zona de Paz efectuada pelos países da CELAC reunidos em Havana, Cuba, a 28 e 29 de Janeiro de 2014, que inclui o respeito absoluto da independência e soberania, do direito inalienável de qualquer Estado a decidir do seu sistema político, económico, social e cultural sem quaisquer ingerências; à igualdade e à reciprocidade.
    - Saudar a resistência, coragem e coerência de Cuba e do seu povo em defesa da sua causa patriótica e internacionalista, da sua Revolução, elemento de esperança para a luta dos povos pela liberdade, pelos direitos humanos, pela soberania, pela justiça e o progresso social, pela Paz.

    Acção Internacional pela Libertação – Bélgica
    Aliança pela Paz e Neutralidade - Irlanda
    Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa
    Associação de Paz da Turquia
    Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz
    Comité de Paz da Finlândia
    Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz
    Conselho da Paz Alemão
    Conselho de Paz do Chipre
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento pela Paz – França

  • Reunidas em Almada, Portugal, nos dias 19 e 20 de Março de 2016, as organizações da Região Europa do Conselho Mundial da Paz afirmam a sua solidariedade ao Povo Brasileiro, que tem sido o alvo de ataques contra a democracia, a liberdade e o Estado de direito, organizados por sectores anti-democráticos e profundamente retrógrados.
    A actualidade tem sido marcada por graves acções que procuram a desestabilização e a subversão da ordem constitucional brasileira, fomentada pelas forças do capital financeiro, que procuram o que não conseguiram pela via eleitoral: remover a Presidente legitimamente eleita e reverter conquistas progressistas do povo brasileiro.
    As forças reaccionárias contam com sectores do poder judiciário que, afastando-se do dever de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição, e garantir o Estado de direito, transformam algumas instituições jurídicas em trincheiras das forças agressoras da liberdade e da democracia.
    A Reunião Regional da Europa do Conselho Mundial da Paz expressa a sua confiança de que o povo brasileiro defenderá um caminho que assegure seus direitos, a democracia, a liberdade e a paz.

    Almada, 20 de Março de 2016

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se e estará presente nas iniciativas em defesa da Paz e contra a NATO, promovidas, em Bruxelas, pela organização belga INTAL e pelo Conselho Mundial da Paz, nos dias 23 e 24 de Maio.

    23 de Maio
    INTAL - Evento Público contra a NATO com o apoio do CMP

    24 de Maio
    Conferência do CMP "Sim à Paz! Não à NATO!"

    Manifestação contra a NATO promovida por organizações Belgas