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Concerto pela Paz

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  • Musico fundador, guitarrista, compositor e letrista dos Cool Hipnoise, vem desde os anos 90 a desenvolver o seu percurso naquilo que é conhecido genericamente como "Música Negra". Criou e tem trabalhado ainda com as bandas Spaceboys, Cais Sodré Funk Connection, Marfa, Combo Nuevo Los Malditos, Rita & O Revólver, assim como colaborou com revistas como a Op, Luso Beat ou a Dif.

    Disc-Jockey desde 1997, tem corrido diversas cabines de salas e festivais por todo o país.

    Faz parte da equipa da rádio Oxigénio 102.6 fm desde o seu início no ano 2000.

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

    Portugal deve realizar uma política externa em defesa da paz, consentânea com os valores de Abril consagrados na Constituição da República Portuguesa, no respeito dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

    Para defender a Paz, todos não somos demais!

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

  • Concerto pela Paz
    A arte ao serviço da Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) continua empenhado na preparação e realização de Concertos pela Paz, o que tem contado com a generosidade de muitos artistas e colectividades para a promoção de uma cultura de Paz.

    Num momento tão complexo e preocupante como o que se está a viver no plano internacional, sobretudo no Médio Oriente e em África, mas também na Europa, é importante mobilizar para a defesa deste objectivo tão nobre e imprescindível ao futuro da humanidade – a Paz – sem a qual não é possível a liberdade, a democracia, o desenvolvimento e o progresso social.

  • O CPPC promove a 18 de Fevereiro, a partir das 16, no Teatro Municipal Rivoli, no Porto, mais um concerto pela Paz. Participam Miguel Araújo, Ginasiano Escola de Dança, Coral de Letras da Universidade do Porto, Conservatório de Música do Porto e Bando dos Gambozinos.

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    Com a bela sala do Rivoli esgotada, realizou-se no dia 25 de Janeiro, no Porto, o já tradicional Concerto pela Paz. Foi um magnífico espetáculo, que teve a participação generosa e solidária de artistas que colocaram o seu talento, criatividade e arte ao serviço da Paz como Pedro Abrunhosa, o Bando dos Gambozinos, o Coral de Letras da UP, a Orquestra de Jazz do Conservatório de Música do Porto, o coro Vox Populi e o Balleteatro.

    Com uma assistência de mais de 700 pessoas, mais de 150 artistas de todas as idades tocaram cantaram e dançaram, encantando a assistência que aplaudia e participava sempre que era solicitada para tal. E foi-o várias vezes, sobretudo pelo músico Pedro Abrunhosa acompanhado pelo Coral de Letras da Universidade do Porto.

    O Concerto abriu com jovens bailarinos do Balleteatro a interpretar a dança sobre figuras frágeis, figuras transformáveis, a partir de um texto de Mia Couto”A missanga, todas a vêm. Ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as missangas. Também assim é a voz do poeta: um fio de silêncio, costurando o tempo” e a direção de Raquel Rua.

  • Foi magnífico o Concerto pela Paz que esgotou o Teatro Rivoli, no Porto, no passado dia 7 de Janeiro. Promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), teve o apoio da Câmara Municipal do Porto e o empenhamento e participação de diversas organizações e cerca de 200 artistas, desde as crianças e jovens do Bando dos Gambozinos, da Orquestra Juvenil de Bonjóia, da Orquestra de Jazz do Conservatório de Música do Porto e do Balleteatro, até ao Grupo Uma Vontade de Música, ao Coral de Letras da Universidade do Porto, acompanhado ao piano por Fausto Neves, culminando com Pedro Abrunhosa e seus músicos.
    No átrio do Rivoli esteve patente uma exposição de belos poemas de crianças e jovens de escolas do Porto que trabalharam em torno da Paz e ali puderam ser apreciados por cerca de mil pessoas que assistiram ou participaram no Concerto pela Paz.
    Este foi o segundo Concerto pela Paz que o CPPC organizou no Rivoli com apoio da Câmara Municipal do Porto, com quem existe um protocolo de colaboração, e o empenhamento solidário de centenas de activistas da Paz, com destaque para associações, artistas, escolas, professores, técnicos municipais e outros. Como foi referido por Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC, na apresentação do Concerto, «esperamos que para o ano haja mais».
    Ali foi referido que a participação no Concerto pela Paz é uma maneira de assinalar, a muitas vozes, a nossa indignação face às guerras de agressão e expressar, a muitas vozes também, a nossa solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, dos desrespeito da sua soberania e independência nacionais. E de dizermos, todos, Paz sim, guerra não!

    Vídeo disponível em https://youtu.be/3hNzsSVwXR8

    (fotos de Egídio Santos, a quem agradecemos)

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    O Coral Alentejano da Casa da Cultura da Ajuda, foi criado no final de 2016, por iniciativa da vogal da Junta de Freguesia Marina Costa Penedo que detém o pelouro da cultura. Começou os ensaios em Outubro do mesmo ano. Constituído por 26 elementos, é um grupo coral alentejano misto com 14 mulheres e 12 homens.
    Com uma maioria de cantores e cantadeiras naturais do Alentejo, mantém fortes raízes à terra mãe. É um grupo polifónico que se dedica ao "cante" tradicional, à defesa do património cultural alentejano e ainda ao estudo da presença dos Alentejanos na Ajuda.
    Sendo incomensurável o amor pelo Alentejo de todo o grupo, a forma de o expressar é cantando, defendendo e consolidando esta grade conquista, que é, o Cante Alentejano, Património Imaterial da Humanidade.
    Continuamos o “Cante e a Moda” na Capital não esquecendo as suas origens, preservando as tradições culturais e respeitando o Cancioneiro Popular Alentejano.

    A Comunidade de Alentejanos, muitos Ajudenses de diversos pontos do Alentejo e da Autarquia, acarinham este Grupo, zelador da sua cultura e sedento por colaborar na divulgação deste seu património, que é o cante alentejano.

    Ensaiador: José Fernandes
    Adjunto e Cabo do Grupo: Jorge
    Pontos: Helena Santos, Manuel Vieira, Mariana Alves, Maria do Carmo
    Altos: António Vieira, Jorge e Fernanda Vieira
    Grupo: Mariana Mendonça, Mariana Alves, Maria Noronha, Célio Pereira, Laurinda Carneiro, Ilda Nobre, Luísa Lopes, Lurdes Figueiredo, Graciela França, Joana Reis, Odete Sousa, Maria Matos, Eduardo Fraga, Armindo Rebelo, Aníbal Alves, António Vieira, Carlos Bernardo e Manuel Perpétuo

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima.

    A América Latina será a suprema contradição?
    Recolhe de todos os cantos do mundo pedaços de identidade: o mediterrâneo, o negro, o azul e o vermelho. Retoma sempre que pode a sua própria génese, as suas cores terra e os seus sabores intensos, o seu afã de liberdade e esperança.

    É aqui que mergulha o projecto português "el Sur". Na força de um continente e no génio dos seus autores, na fronteira entre o Pacífico e o Atlântico. O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima, para o urgente tempo que se aproxima e que nos mudará para sempre.

    Lançaram recentemente o álbum “Todas as Sombras”.

  • Realizou-se, no dia 21 de Abril, o terceiro Concerto pela Paz em Vila Nova de Gaia, no Auditório Municipal, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com apoio da Câmara Municipal de Gaia e da Federação das Colectividades de Gaia.

    Cerca de 300 pessoas assistiram ao Concerto, ao som da música de jovens da Fundação Conservatório Regional de Gaia, da Escola de Música de Perosinho e da Academia de Música de Vilar do Paraíso, apreciaram a dança das jovens do Ginasiano Escola de Dança e a poesia dos actores e actrizes da Ilha Mágica.

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    Helder Moutinho é um dos mais carismáticos e genuínos fadistas da atualidade.

    Intérprete, compositor e poeta, profundo conhecedor dos segredos, códigos e mistérios deste género musical, tem mais de vinte anos de carreira consagrada à herança que recebeu dos seus familiares e dos grandes mestres que se cruzaram na sua vida, tornando-o assim num Fadista de culto. Uma herança que acarinha, preserva e amplifica para um fado cada vez mais contemporâneo.

    Depois de alguns discos em que se dedicou na sua esmagadora maioria à interpretação de fados tradicionais com os seus poemas fundadores ou com novos poemas (alguns da sua autoria), aos quais sempre se juntaram algumas composições originais – Helder Moutinho edita em 2013 o álbum “1987” e afirma-se perante a critica como um dos mais importantes intérpretes do novo século. Em 2016 lança “O Manual do Coração”, em que todos os poemas são assinados por João Monge – um dos mais consagrados poetas portugueses - e a música está igualmente a cargo de alguns dos mais importantes compositores portugueses: Mário Laginha, Vitorino, João Gil, Zeca Medeiros, Manuel Paulo, Marco Oliveira, Pedro da Silva Martins ou Ricardo Parreira. Um álbum unanimemente louvado pelos amantes de fado e pela crítica, que adivinha em muitos destes novos fados... futuros fados tradicionais. Que é outra maneira de dizer: herança recebida, herança (re)transmitida.

    O que diz a Imprensa:

    “Helder dá-nos a prova maior do seu talento. A forma como dá cor às palavras, como estila, como remata as frases, tudo nele cresceu assombrosamente...”. Nuno Pacheco in Ípsilon

    “A sua voz atinge aqui momentos sublimes. Fados novos que, um dia, serão de certeza grandes fados...tradicionais”. António Pires in Time Out

    “Do primeiro ao último arrepiante segundo, é um álbum de absoluta mestria no desenho de uma sonoridade fadista que não se esforça por soar a fado (...) É o álbum de um intérprete admirável”. Gonçalo Frota in Público

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    Com mais de 40 anos de carreira é um nome incontornável do panorama musical português. A sua obra contém canções amplamente transversais com temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” ou “Encosta-te a mim”, que se tornaram hinos intemporais.

    Compositor, poeta, intérprete e exímio pianista, o percurso de vida de Jorge Palma observa-se sempre a par da música. Tendo começado a aprender piano com seis anos de idade, mais tarde, correu a Europa de guitarra em punho tocando nas ruas de cidades como Paris e Copenhaga. Terminou o Curso Superior de Piano em 1990 e editou vários discos de originais, compondo êxitos, somando discos de ouro, tendo atingindo a marca da dupla platina com “Voo Nocturno”. Venceu o prémio José Afonso em 2002, e em 2008 e 2012 foi o vencedor do Globo de Ouro na categoria de melhor intérprete individual. O seu álbum “Com Todo o Respeito” foi ainda galardoado pela Sociedade Portuguesa de Autores com o prémio Pedro Osório.

    O período mais recente da vida de Jorge Palma é marcado por um momento de grande actividade no qual se destacam projectos como “Juntos” em que partilha o palco com Sérgio Godinho e ainda a celebração de discos históricos como “Bairro do Amor” e “Só”, tendo este último resultado na edição de “SÓ ao vivo” em 2017.

    Desde os anos 70 que esgota salas um pouco por todo o país, desde as mais emblemáticas, até aos palcos mais intimistas, tendo também passado por festivais como o Meo Sudoeste, Super Bock Super Rock, Rock in Rio, Bons Sons, Festa do Avante, EDP Cool Jazz, entre outros.

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    Jorge Rivotti, nasceu no Brasil a 16 de Fevereiro de 1962, no dia de aniversário de Carlos Paredes.

    Percorreu o oceano Atlântico com os pais, no ano de 63, desembarcando em Paris onde viveu parte da sua infância, cerca de cinco anos, vindo depois para Portugal onde obteve um contacto maior e mais direto com a música, devido a raízes familiares.

    Quis conhecer de perto a Música, tornar-se seu parceiro. Como um amor à primeira vista, os verdadeiros sons, aqueles que muita gente ignora. Sempre gostou da música de intervenção, aquela que através das palavras cantadas passava uma mensagem aos ouvintes. Por isso investiu em si e na sua aptidão.

    Estudou no Conservatório: Composição, Canto, Guitarra, Piano, Flauta de bisel, Flauta transversal, teoria da Musica, História da música e Acústica. Fez parte do coro e do grupo de música tradicional, onde foi colega do vocalista dos Quinta do Bill, seguindo-lhe o exemplo de dar aulas para sobreviver no mundo artístico.

    Cresceu assim: cantou para centenas, assimilou vozes, pulsares entusiásticos. E como diz “Tem a convicção que a música é conduzir a vida pela direita, não vestir o casaco ao contrário, é respeitar a natureza das coisas. Sentir a Vibração dos Sons.”