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Cultura

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Coro Infanto-Juvenil da Universidade de Lisboa dirigido por Erica Mandillo e acompanhados ao piano por João Lucena.

    O CIUL fez a sua primeira apresentação pública em Junho de 2005, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa. Desde então tem vindo a desenvolver uma nova linguagem, que associa a expressão corporal e teatral ao canto. Realizou mais de 100 concertos e espetáculos no país e no estrangeiro, destacando-se os seguintes: Paixão segundo São Mateus de J. S. Bach, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), sob a direção de Enrico Onofre (2009); participação na cantata Jeanne d'Arc au Bucher de Honneger, na Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), sob direcção de Simone Young (2010); concerto com o coro finlandês Tapiola Choir, no CCB (2010); dois concertos sob o título União Musical, a convite do Parlamento Europeu, em Bruxelas (2011); estreia da ópera Menina Gotinha de Água do compositor Miguel Azguime (2011); participação num dos mais prestigiados festivais de coros juvenis do mundo, em Basileia, para o qual foi selecionado por um júri internacional (2012); concertos a convite do coro canadiano Shallaway, na Sé de Lisboa (2013), e do Coro Juveníl do Palau, em Barcelona (2014); e a Paixão segundo São Mateus, no Grande Auditório da FCG, sob a direção de Michel Corboz (2014).

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    El Sur

    A América Latina será a suprema contradição?

    Recolhe de todos os cantos do mundo pedaços de identidade: o mediterrâneo, o negro, o azul e o vermelho. Retoma sempre que pode a sua própria génese, as suas cores terra e os seus sabores intensos, o seu afã de liberdade e esperança.

    É aqui que mergulha "el Sur". Na força de um continente e no génio dos seus autores, na fronteira entre o Pacífico e o Atlântico.

    O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima, para o urgente tempo que se aproxima e que nos mudará para sempre.

    O grupo é actualmente formado por Rui Galveias na guitarra, Rui Alves na bateria, Francesco Fry di Carlo no acordeão e Tiago Neo no baixo.

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    Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    João Afonso

    Participação especial de João Afonso, como convidado dos Peste & Sida.

    Com uma voz ímpar na música da lusofonia, João Afonso possui um estilo distintivo, marcado pela inovação e pela riqueza das suas composições.

    O primeiro trabalho em nome próprio surgiu em 1997 (“Missangas”) e desde então construiu um coral de canções que leva para palco sempre na companhia de excelentes músicos. Nas suas propostas integram-se concertos mais intimistas e cheios de cumplicidades e espectáculos mais festivos, com histórias musicais de múltiplas sonoridades.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Luisa Amaro

    A guitarrista Luisa Amaro, sobe aos palcos para mostrar que a guitarra portuguesa está mais viva que nunca. Dona de uma sonoridade ao mesmo tempo surpreendente e reconfortante, Luisa Amaro, com a paixão que a caracteriza, conquistou novas paisagens para o instrumento consagrado por Carlos Paredes. Num cruzamento de culturas, resgatando a portugalidade mourisca, Luisa Amaro oferece-nos uma arte que enleva e exalta, tranquila e entusiasta da vida.

    Luisa Amaro ( Músico )

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Luisa Ortigoso

    Estreia-se como profissional, em teatro, no ano de 1980, tendo trabalhado ao longo destes 38 anos com encenadores como Joaquim Benite, Fernando Gusmão, Peter Shrot e Peter Kleinert , Luzia Maria Martins e Fernando Mora Ramos. Estreou este ano de 2018 o monólogo “Testamento”, do autor irlandês Colm Tóibín e dirigido por Beto Coville onde interpreta Maria.

    Trabalha também para televisão, tendo integrado elencos de várias novelas, (“Anjo Selvagem”, “Tu e Eu”, “A Outra”, “O Sábio”, “Paixão”, só para referir algumas), séries (sendo a mais recente “Bem-Vindos a Beirais”) e telefilmes (“Pelas Próprias Mãos” e “Divino Pecado”). Em cinema fez parte do elenco de “Bad Investigate” (estreado em Janeiro deste ano) e “Portugal não está à Venda” (a estrear em Agosto próximo). Fez regularmente teatro radiofónico, desde a sua estreia como actriz até às últimas produções da RDP. Como actividade paralela, privilegiou o trabalho musical, interpretando (em diferentes espectáculos) temas populares portugueses, Gershwin, Brecht/Weil e Brecht/Eisler, Zeca Afonso e Carlos Azevedo. Dá aulas de oficina teatral desde 1999. Faz ainda, regularmente, workshops de interpretação e coaching.

    Luísa Ortigoso - actriz

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Maria Alice e Humberto Ramos

    Nascida na Ilha do Sal, é confessa admiradora de Cesária Évora, embora dona de um estilo próprio e distinto.

    Tem quatro álbuns editados e, para além de portugueses, já pisou palcos em todo Mundo, para onde levou as mornas e coladeras.

    Na companhia de Humberto Ramos ao piano.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    PESTE & SIDA

    Composto por João Pedro Almendra (voz), João San Payo (baixo), Luis Varatojo (guitarra) e Fernando Raposo (bateria), o quarteto fundador dos Peste & Sida começou a ensaiar na Galeria Monumental no Verão de 1986. A eles juntou-se Orlando Cohen (guitarra) sendo esta a formação que em quinteto grava os dois primeiros álbuns da banda: o emblemático “Veneno” em 1987 e o muito aclamado “Portem-se Bem!” em 1989 que viria a consagrar a banda levando os Peste & Sida em tournee de norte a sul do país.

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    Foi o magnifico Concerto pela Paz que decorreu no Teatro Rivoli, no Porto, na tarde do passado dia 5 de Janeiro, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Teatro Rivoli e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, em defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz.

    Cerca de 700 pessoas ouviram a música da Orquestra Juvenil de Bonjóia, o Bando dos Gambozinos, o Balleteatro, o quarteto de saxofones da Academia de Música de Costa Cabral e o quarteto “Room 204” da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. A apresentação incluindo a apresentação de poesia foi de Clara Godin e João Tarrafa.

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

    Portugal deve realizar uma política externa em defesa da paz, consentânea com os valores de Abril consagrados na Constituição da República Portuguesa, no respeito dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

    Para defender a Paz, todos não somos demais!

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

  • Divulgamos os temas que algumas organizações manifestaram a intenção de abordar:

    Solidariedade e ternura dos povos - Ana Maria Souto – Movimento Democrático de Mulheres
    A luta pela paz é indissociável da luta dos trabalhadores - Ana Pires- CGTP-IN
    Solidariedade com Cuba e criminoso bloqueio do EUA - Augusto Fidalgo – Associação Amizade Portugal-Cuba
    Paz e Desarmamento - Batista Alves - Presidente da Mesa da Assembleia da Paz Conselho Português para a Paz e Cooperação
    25 de abril e a paz - Comandante Marques Pinto - Associação Conquistas da Revolução
    Festa da Vitória e Paz - Domingos Mealha – Associação Iuri Gagarin
    Cooperação para o desenvolvimento - Eugénio Fonseca - Presidente da CÁRITAS
    Educação para a paz - Eurídice Rocha – FENPROF
    Inteligência artificial e a paz - Frederico Carvalho – Organização dos Trabalhadores Científicos
    Campanha “Desarma a bomba” - Gonçalo Costa - Associação Projeto Ruído
    Acampamento pela paz - Gonçalo Veiga - AE FCSH/Plataforma para a paz
    O desenvolvimento industrial,a soberania e a paz - Helder Pires – FIEQUIMETAL
    Conflitos armados, direitos humanos e pessoas com deficiência - Helena Rato – Associação Portuguesa de Deficientes
    Cooperação da CPCCRD na defesa da Paz - Isabel Graça – CPCCRD
    Guerra e paz no Médio Oriente - Jorge Cadima- MPPM
    Carta das Nações Unidas e direito internacional - Madalena Santos – Associação Portuguesa de Juristas Democratas
    Projecto com a CMSeixal nas escolas - Nuno Carvalho - Associação RATO
    Lutar pela Paz é lutar contra a pobreza - Rego Mendes - Movimento Erradicar a Pobreza
    Os militares e a paz - Sargento António Lima Coelho -Associação Nacional de Sargentos
    "Dádiva relacional - a capacidade humana de trazer o "Outro" para o campo do "NÓS" - Teresa Dennis – CIVITAS
    Paz e a juventude - Tiago Matos – INTERJOVEM

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promoveu, em parceria com diversas entidades, um diversificado programa de ações de educação para a paz e de cultura da paz, no Algarve, durante os dias 9 e 10 de Maio, envolvendo centenas de pessoas, em que participaram Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC, Sofia Costa do núcleo local do CPPC e Isa Martins do SPZS.

    As iniciativas incluíram, na área da educação para a paz, debates com jovens e professores da Escola Secundária Dr.ª Laura Ayres, em Quarteira, da Escola Secundária de Loulé e da Escola Secundária Tomás Cabreira, em Faro e com pais e encarregados de educação, na Casa da 1.ª Infância, em Loulé.

  • Divulgamos informação sobre a melhor forma de chegar ao Encontro!

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  • No Pavilhão Paz e Amizade já se dão os últimos retoques para te receber!

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    Assinalando o Dia Internacional da Paz, a Câmara Municipal de Silves apresenta no edifício dos Paços do Concelho, de 21 de setembro a 19 de outubro, a exposição “Artistas pela Paz”. De entrada livre, a iniciativa é coorganizada com o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e com a PAS – Peace and Art Society.

    São mais de duas dezenas os artistas que se associaram a esta mostra com trabalhos que, através da pintura, técnica mista e o desenho, tiveram como inspiração esta efeméride, proclamada pela ONU em 1981, que pretende sensibilizar as pessoas para a promoção de ações que tenham como resultado o fim dos conflitos entre povos e a paz mundial.

    De referir que a exposição coletiva “Artistas pela Paz” tem a sua inauguração marcada para o próximo dia 21 de setembro, pelas 15h00.

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    O CPPC, com o apoio da Associação Re-Criativa República 14 e da Taberna do Armazém do Carmo, promove a exposição fotográfica "Refugiados", de Frank Kopperschlager, que estará patente entre 20 de Junho e 4 de Julho no espaço da associação, em Olhão. A inauguração é às 19 horas do próximo dia 20.

    A exposição é composta por 16 fotografias, das ruas de Berlim, onde estavam centenas de refugiados chegados àquele país, abandonados à sua sorte, sem qualquer tipo de apoio do governo. A população alemã começou a apoiar estes refugiados, levando-lhes, tendas, resguardos, roupa, comida, medicamentos, e outros bens de primeira necessidade.

    Depois formou-se um movimento de vários grupos de intelectuais e associações recreativas, que procuraram através das artes dar algum "alento" a estas pessoas, enquanto ONGs criavam algumas condições para fornecer alimentação a todos os que lá se encontravam.
    Num terceiro momento a população começou a fazer manifestações, bloqueios, concentrações, exigindo das entidades oficiais uma resposta digna para todos aqueles refugiados.
    Estas fotografias retratam alguns desses momentos vividos em Berlim.

  • Realizou-se, no dia 21 de Abril, o terceiro Concerto pela Paz em Vila Nova de Gaia, no Auditório Municipal, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com apoio da Câmara Municipal de Gaia e da Federação das Colectividades de Gaia.

    Cerca de 300 pessoas assistiram ao Concerto, ao som da música de jovens da Fundação Conservatório Regional de Gaia, da Escola de Música de Perosinho e da Academia de Música de Vilar do Paraíso, apreciaram a dança das jovens do Ginasiano Escola de Dança e a poesia dos actores e actrizes da Ilha Mágica.

  •  de 700 participantes deram corpo a um grande encontro pela paz 28 20181026 1370400071

    As organizações e entidades promotoras do Encontro pela Paz que, no passado sábado, 20 de Outubro, se realizou no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, saúdam os mais de 700 participantes, vindos de vários pontos do País, que com a sua participação activa fizeram desta iniciativa um importante momento que, certamente, irá contribuir para o desenvolvimento da luta pela paz em Portugal.

    Ao mesmo tempo, valorizam as mais de 45 organizações e entidades que se juntaram ao processo preparatório do Encontro pela Paz e todos os que, da sua tribuna, partilharam análises, experiências e pontos de vista: homens, mulheres e jovens; dirigentes e activistas das organizações envolvidas, sindicalistas, autarcas, padres, militares, professores, jornalistas, investigadores, juristas, estudantes, entre muitos outros.

    Os promotores do Encontro pela Paz agradecem a todos os trabalhadores do Município de Loures que garantiram, durante todo o dia, um funcionamento exemplar e condições óptimas para um trabalho frutuoso, e aos grupos musicais que com a sua actuação em muito valorizaram o Encontro: o coro da Liga dos Amigos da Mina de São Domingos e as Batucadeiras da Quinta da Princesa (Seixal).