Outras Notícias

debate

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    O repúdio de todos os amantes da paz no Mundo pela presença de organizações ultra-nacionalistas de inspiração fascista e nazi no governo de Kiev, foi pedra de toque na sessão que no passado domingo, 11 de Maio, no Moinho de Maré da Mourisca, no Faralhão, o CPPC e a Junta de Freguesia do Sado realizaram conjuntamente, com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal. Ele é parte integrante da mensagem de Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, emitida logo após os massacres na Casa dos Sindicatos de Odessa, a 2 de Maio, inseridos no plano de desestabilizar a Ucrânia e nele instalar um regime fantoche que aceite alargar a NATO até às fronteiras da Rússia.
  • No debate na Escola Profissional de Moura sobre "Construir a Paz com os valores de Abril" intervieram a directora da instituição, o vice-presidente da Câmara Municipal de Moura e membros do CPPC presentes. Foi um dedate muito interessante, com professores e alunos, com boa participação de jovens, designadamente de alunos africanos que ali estudam. Foram também distribuídos boletins " Notícias da Paz" a todos os presentes. Terminou num agradável convívio com um lanche preparado pelos alunos da Escola Profissional.

     

     

  • Divulgamos os temas que algumas organizações manifestaram a intenção de abordar:

    Solidariedade e ternura dos povos - Ana Maria Souto – Movimento Democrático de Mulheres
    A luta pela paz é indissociável da luta dos trabalhadores - Ana Pires- CGTP-IN
    Solidariedade com Cuba e criminoso bloqueio do EUA - Augusto Fidalgo – Associação Amizade Portugal-Cuba
    Paz e Desarmamento - Batista Alves - Presidente da Mesa da Assembleia da Paz Conselho Português para a Paz e Cooperação
    25 de abril e a paz - Comandante Marques Pinto - Associação Conquistas da Revolução
    Festa da Vitória e Paz - Domingos Mealha – Associação Iuri Gagarin
    Cooperação para o desenvolvimento - Eugénio Fonseca - Presidente da CÁRITAS
    Educação para a paz - Eurídice Rocha – FENPROF
    Inteligência artificial e a paz - Frederico Carvalho – Organização dos Trabalhadores Científicos
    Campanha “Desarma a bomba” - Gonçalo Costa - Associação Projeto Ruído
    Acampamento pela paz - Gonçalo Veiga - AE FCSH/Plataforma para a paz
    O desenvolvimento industrial,a soberania e a paz - Helder Pires – FIEQUIMETAL
    Conflitos armados, direitos humanos e pessoas com deficiência - Helena Rato – Associação Portuguesa de Deficientes
    Cooperação da CPCCRD na defesa da Paz - Isabel Graça – CPCCRD
    Guerra e paz no Médio Oriente - Jorge Cadima- MPPM
    Carta das Nações Unidas e direito internacional - Madalena Santos – Associação Portuguesa de Juristas Democratas
    Projecto com a CMSeixal nas escolas - Nuno Carvalho - Associação RATO
    Lutar pela Paz é lutar contra a pobreza - Rego Mendes - Movimento Erradicar a Pobreza
    Os militares e a paz - Sargento António Lima Coelho -Associação Nacional de Sargentos
    "Dádiva relacional - a capacidade humana de trazer o "Outro" para o campo do "NÓS" - Teresa Dennis – CIVITAS
    Paz e a juventude - Tiago Matos – INTERJOVEM


  • O CPPC participou, no dia 19, num debate na Escola Secundária Camões, em Lisboa, inserido na campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. A iniciativa nasceu dos próprios estudantes, que, em Reunião Geral de Alunos, mandataram a direcção da Associação de Estudantes para que promovesse acções pela Paz. Daí partiu o convite ao CPPC.

  • Nos dias 27 de Fevereiro e 14 de Março, o CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação, em parceria com a Universidade do Algarve, Associação Académica da UALg, o SPZS - Sindicato dos Professores da Zona Sul e o Cineclube de Faro levaram a cabo duas iniciativas inseridas na campanha, que está a decorrer por todo o país, Pelo Fim das Armas Nucleares, pela ratificação do acordo por parte do governo português.

    No dia 27 de Fevereiro no Campus das Gambelas procedeu-se a uma sessão de esclarecimento seguida de debate que contou com a presença de Frederico Carvalho, físico e presidente da Associação dos Trabalhadores Científicos, Saúl de Jesus, professor doutor e Vice-reitor da UALg, Isa Martins do SPZS e Sofia Magalhães Costa membro do CPPC.

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    Na passada segunda-feira, dia 14 de Maio, o Núcleo de Aveiro do Conselho Português para a Paz e Cooperação(CPPC) em parceria com o Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território(DCSPT) da Universidade de Aveiro(UA) realizou um debate sobre "A Paz, a agressão à Síria e a luta pelo Fim das Armas Nucleares".

    O debate, moderado por Teresa Forte, investigadora na Universidade de Aveiro(UA), contou com a intervenção de Carlos Jalali(Professor da UA) bem como de Ilda Figueiredo(Presidente da direcção nacional do CPPC).

  • «A Crise dos Refugiados - causas e consequências» deu o mote a um muito participado debate que se realizou, no dia 11, no auditório dos Serviços Centrais da Câmara Municipal do Seixal. Durante quase três horas, as dezenas de pessoas presentes escutaram as intervenções do presidente do município, Joaquim Santos, e dos dois membros dos órgãos sociais do CPPC José Goulão e Gustavo Carneiro, e tiveram oportunidade de colocar questões e partilhar reflexões.

    Joaquim Santos colocou a tónica da sua intervenção no rico património do município do Seixal no que diz respeito ao acolhimento de imigrantes e denunciou a ausência de uma política concertada e coerente do poder central. Gustavo Carneiro e José Goulão, por seu lado, abordaram as causas da imensa vaga de refugiados que chega agora à Europa: as guerras promovidas pelos EUA e seus aliados da NATO em diversos países do Médio Oriente, Ásia Central e Norte de África.

  • A 2.ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2017, recebeu o primeiro debate ligado às causas da Bienal e o tema não podia ser mais sugestivo: os "Artistas Pela Paz", que também dá nome a uma das exposições da iniciativa cultural.
    Moderado por Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e uma das curadoras da exposição (juntamente com a artista plástica Mirene), o debate procurou responder à questão do papel da arte na procura da paz.

    Na mesa do debate estiveram, além de Ilda Figueiredo, os artistas Evelina Oliveira e Rui Ferro e os jornalistas Alfredo Maia e Vítor Pinto Basto e na intervenção de todos eles partiu-se do tema da guerra para clamar a paz, na procura de um mundo melhor.

  • O núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, no café Sta. Cruz, em Coimbra, um animado debate em que participou a presidente da direção do CPPC.

    O tema central foi a Paz e o desarmamento, pela assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, mas também estiveram presentes aspectos preocupantes da situação actual e das ameaças contra Venezuela, Cuba, Brasil e no Médio Oriente, nomeadamente contra Síria e Palestina.

    As dezenas presentes assinaram a petição a exigir a assinatura e ratificação pelas autoridades portuguesas do Tratado de Proibição de Armas Nucleares e manifestaram a sua determinação em prosseguir a luta pela paz.

  • “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional” é o tema do debate promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

    Com este debate, o CPPC procura contribuir para o aprofundamento da discussão e análise da situação internacional, decorrente da eleição da Administração Trump.

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  • A intervenção de Alfredo Maia.
    (segundo, a partir da esquerda, na foto)

    1. Introdução/ Reflexão
    Um dos monumentos mais impressionantes que já visitei é a basílica-cripta de Santa Cruz do Vale dos Caídos.
    Além da expressão da soberba faraónica de um caudilho fascista – Francisco Franco – e do expoente de uma estética do poder antidemocrático e opressor, é chocante o seu significado.

    Embora viesse a ser local de inumação – entre os 36 mil soldados que ali foram enterrados – de alguns combatentes republicanos mortos na guerra civil (1936-39), cujas famílias declararam por eles o seu «arrependimento», mas também como espécie de sinal de «conciliação nacional» imposto por países estrangeiros depois da II Grande Guerra (1939-45), o Vale dos Caídos foi concebido por Franco para sua própria glorificação como vencedor e em honra dos combatentes falangistas que o seguiram.

  • A intervenção de Vítor Pinto Basto.

    Mães vítimas da guerra e como a arte pode ajudar à Paz

    Tenho para mim que não há melhor guerreiro do que um defensor da paz. Este, estoico, transmite a mensagem que a beleza de uma flor ou de um gesto amoroso vale mais que todas as balas do mundo. O problema é que se fazem guerras por causa de saques absurdos ou de ódios lamentáveis e as vítimas contam-se não só em quem nas guerras morre mas também entre quem recebe soldados feridos e deles trata.