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desarmamento

  • cppc participou na manifestacao nacional da cgtp in 1 20180616 1831009958

    Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

    Face à crescente e perigosa tensão belicista que actualmente se verifica no mundo, diversas organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção uniram-se para contestar os objectivos da Cimeira que a NATO realiza dias 11 e 12 de Julho, em Bruxelas, na Bélgica, e reafirmar a exigência da dissolução deste bloco político-militar, desenvolvendo um conjunto de acções em Portugal, como os actos públicos que se realizam dia 9 de Junho, às 18h00, no Largo Camões, em Lisboa, e dia 12 de Julho, às 18h00, na Rua de Santa Catarina, no Porto, sob o lema «Sim à Paz! Não à NATO!».

  • sim a paz nao a nato 7 20180704 1036382682

    Portugal é membro da NATO desde a sua fundação, em 1949, e participa regularmente nas suas missões. Actualmente militares portugueses integram contingentes da NATO no Afeganistão, Kosovo e Mali e no Mediterrâneo e Báltico. No País encontram-se instalações da NATO – como o Quartel-general das forças navais de ataque e apoio da NATO ou o Centro de Análise Conjunta e de Lições Aprendidas da NATO.

    Os sucessivos governos portugueses têm estado sempre comprometidos com o alargamento geográfico e o reforço do carácter belicista da chamada 'aliança atlântica'.

  • sim a paz nao a nato 3 20180704 1283212945

    Apenas uma parte do que se gasta em armamento no mundo chegava para dar resposta aos principais problemas da Humanidade, ao nível da alimentação, da educação, da saúde, da habitação, da protecção social ou do ambiente.
    Em 2017 os gastos militares representaram cerca de 1 700 000 000 000 de dólares – mil e setecentos biliões de dólares –, um aumento de 1,1 por cento face ao ano anterior. Os 29 países membros da NATO, em conjunto, representam mais de metade das despesas militares no mundo (cerca de 900 000 000 000 dólares – novecentos mil milhões de dólares).
    Os dados, divulgados pelo Instituto Internacional de Estocolmo para Estudos da Paz (SIPRI, na sigla inglesa), revelam que os EUA são quem mais gasta em despesas militares, assumindo sozinhos cerca de 600 000 000 000 dólares – seiscentos mil milhões de dólares –, mais de 30 por cento do total mundial. Os três países que se seguem (China, Arábia Saudita e Rússia, por esta ordem) correspondem a pouco mais de metade do valor despendido pelos Estados Unidos.

    Se aos gastos dos EUA e dos restantes países da NATO acrescerem os que são assumidos por alguns dos seus aliados, como a Arábia Saudita, Israel, Coreia do Sul, Colômbia e Austrália – num total de 34 países –, chega-se a dois terços do total das despesas militares ao nível mundial, sendo o restante terço do conjunto dos outros 159 países.