Outras Notícias

Lisboa

  • Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO! - LISBOA

  • Solidariedade com a América Latina

    A Casa do Alentejo acolheu ontem, 17, uma sessão de solidariedade com a América Latina, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN).

    A iniciativa, que contou com a presença de mais de 20 deputados de forças progressistas de vários países da América Latina, das Caraíbas e da Europa e dos Embaixadores de Cuba e da Venezuela, foi assistida por uma sala completamente cheia, que não deixou nem por um instante de seguir atentamente as intervenções e de manifestar o seu apoio.

    Na mesa, as três organizações promotoras e deputados latino-americanos da Argentina, da Bolívia, do Brasil, de Cuba, de El Salvador, do Equador, do Perú, do Uruguai e da Venezuela partilharam os seus pontos de vista sobre as lutas dos povos, os avanços progressistas, a afirmação soberana e a cooperação, que tão importantes têm sido para o reforço da luta pela paz, mas também a resistência face à ofensiva das oligarquias e dos EUA contra as conquistas e avanços alcançados que melhoraram a vida de muitas dezenas de milhões de pessoas.

    Num ambiente festivo e combativo, que marcou toda a iniciativa, ficou clara a solidariedade entre os presentes e a profunda convicção de que, apesar de todas as ameaças e possíveis recuos momentâneos, o futuro será o que os povos através da luta e da sua solidariedade determinarem, um futuro mais justo e próspero, um futuro de Paz.

    A sessão terminou com um momento musical protagonizado pelo grupo português “El Sur”.

  • Solidariedade com a Palestina em Lisboa

    O Lago de Camões, em Lisboa, encheu-se ao fim da tarde de hoje, com a presença convicta e combativa de activistas pela paz e pelos direitos do povo palestino.

    Num acto público promovido por mais de 50 organizações e que recolheu o apoio de mais de 100 personalidades, ouviram-se as intervenções de representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, do Movimento Democrático de Mulheres e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, organizações que lançaram o apelo para a realização da iniciativa.

  • Solidariedade com a Revolução Bolivariana - Intervenção de Ilda Figueiredo

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    Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela
    Caros Amigos

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúdo todos os presentes nesta acção de Solidariedade com a Revolução Bolivariana da Venezuela e de homenagem à memória do Presidente Hugo Chavez e ao seu legado de líder que o povo amava porque ele amava o povo. Foram enormes as mudanças concretizadas nos 14 anos da sua presidência da República Bolivariana da Venezuela e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999.


    O Presidente Hugo Chávez Frías faleceu em Caracas a 5 de março de 2013, cinco meses depois de ter sido reeleito para mais um mandato como Presidente da República Bolivariana da Venezuela, cargo que ocupava desde 1998, período durante o qual não faltaram tentativas das forças reacionárias com apoio exterior, sobretudo dos EUA, de pôr em causa as profundas transformações políticas, económicas e sociais da Revolução Bolivariana.


    Novamente registam-se acções de provocação e desestabilização, actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores dos mais reaccionários da oposição, tentando pôr em causa o Presidente Nicolás Maduro, democraticamente eleito o ano passado.


    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) já condenou firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos, além dos importantes contributos que estão a dar para a construção de alternativas progressistas em diversos países da América Latina, de que são exemplos ALBA, UNASUR, CELAC e Mercosul.
    As reformas políticas e sociais levadas a cabo pela Revolução Bolivariana, com a efectiva participação da população, combinando justiça social com respeito pelas liberdades cívicas e direitos humanos, e vontade política de usar a riqueza do país, designadamente o petróleo, para o bem-estar de todos os venezuelanos, visando construir um mundo mais pacífico, baseado em relações mais igualitárias entre países, foram a razão de sucessivas vitórias eleitorais de Hugo Chavez e, agora, de Nicolás Maduro.


     As escolhas políticas progressistas feitas pelo Projecto Bolivariano, na construção de alternativas ao neoliberalismo e na construção de pontes entre instituições e participação popular, estão a provocar violentos ataques da oposição. Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias, demonstram que, aqueles que perderam sucessivas eleições, continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais.


    O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e o contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.


    O CPPC tem alertado para a gravidade da situação e apelado à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com povo venezuelano e as suas importantes conquistas - alcançadas por sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações sociais e de afirmação da soberania e independência nacionais - perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas.


    Em nome do CPPC renovo aqui a nossa solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas e o nosso apelo para que se denuncie a actual violência e destabilização que o povo venezuelano está a enfrentar, dando provas de que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, mantendo e prosseguindo o legado do comandante Hugo Chavez.

    Viva a Revolução Bolivariana da Venezuela!