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Lisboa

  • No próximo dia 13 de Março tem inicio o ciclo "Cinema e Paz", na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, na primeira sessão será projectado o filme "Poeticamente Exausto, Verticalmente Só", da realizadora Luísa Marinho que estará presente.

     

  • CINEMA E PAZ
    Ciclo de Cinema e Debates sobre a Paz na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

    24 Abril | 18h | Sala 2.13

    No próximo dia 24 de Abril terá lugar mais uma sessão do Ciclo "Cinema e Paz", teremos a oportunidade de ver e debater o filme "Valsa com Bashir".

    PARTICIPA!

  • CINEMA E PAZ
    Ciclo de Cinema e Debates sobre a Paz na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

    3 Abril | 18h | Sala 2.13

    No próximo dia 3 de Abril terá lugar a 3ª sessão do Ciclo "Cinema e Paz", nesta sessão poder-se-á ver e debater o filme "Persépolis".

    PARTICIPA!

  • CINEMA E PAZ
    Ciclo de Cinema e Debates sobre a Paz na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

    22 Maio | 18h | Sala 5.2

    No próximo dia 22 de Maio, quinta-feira pelas 18h, terá lugar mais uma sessão do Ciclo "Cinema e Paz", teremos a oportunidade de ver e debater o filme "Grave of the Fireflies", com Gustavo Carneiro, membro da Direcção Nacional do CPPC.

     



    PARTICIPA!

  • Realizou-se, na passada segunda-feira, em Lisboa, um Colóquio da campanha "Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO".

    A iniciativa, que começou com poesia dita por Manuel Diogo e Rui Lopo, contou com intervenções de Augusto Praça da CGTP-IN, Ana Souto do MDM, Ricardo Brites da Associação de Estudantes do ISEL e Rui Rosa do CPPC.

  • Realizou-se ontem, dia 28 de Janeiro, na Casa do Alentejo em Lisboa o Colóquio "A Situação Internacional e a Luta pela Paz".

    Na iniciativa que contou com grande participação do público e com as intervenções dos quatro oradores, Ilda Figueiredo (Presidente da Direcção Nacional do CPPC), Carlos Almeida (Investigador), José Goulão (Jornalista) e Pedro Pezarat Correia (Major General na reserva), foi chamada a atenção para a complexidade e volatilidade da situação internacional actual e sublinhada a urgência da luta pela Paz.

     

  • Participa com o CPPC nos desfiles de comemoração do 1º de Maio convocados pela CGTP-IN.

    Lisboa
    Martim Moniz junto ao Centro Comercial Mouraria, pelas 14h30.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, em Lisboae no Porto, da manifestação convocada pela CGTP-IN para comemorar o Dia do Trabalhador, sob o lema "Avançar pela Mudança! Defender, repor e conquistar direitos!".

    Em Lisboa os activistas do CPPC desfilaram com duas faixas, uma onde se podia ler "Pela Paz, por Abril!" e outra em solidariedade com a Revolução Bolivariana.

    O CPPC marcou ainda presença com uma banca na Alameda D. Afonso Henriques, onde distribuiu centenas de documentos.

    Porto

    Lisboa

    Coimbra

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    O CPPC participará e apela à participação de todos nas comemorações populares do 25 de Abril.

    Pontos de encontro para os amigos que queiram se juntar ao CPPC:

    Coimbra - 14h30 - Praça da República frente ao Sindicato dos Professores

    Lisboa - 14h30 - Marquês de Pombal junto ao Banco do Brasil

    Porto - 14h30 - Largo Soares dos Reis junto a monumento a Virginia Moura

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    O CPPC participou no desfile das comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa, desfilando com dois panos onde se podia ler "Pela Paz, Por Abril" e "Solidariedade com a Revolução Bolivariana", ao longo do percurso foram distribuios centenas de documentos.

  • O CPPC participará e apela à participação de todos, nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa.
    Para os amigos que queiram participar com o CPPC, o ponto de encontro é no Marquês de Pombal / Duque de Loulé (frente ao Banco do Brasil), pelas 14h30.

     

     

  • O CPPC participará e apela à participação de todos, nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa.

    Para os amigos que queiram participar com o CPPC, o ponto de encontro é no Marquês de Pombal / Duque de Loulé (frente ao Banco do Brasil), pelas 14h30.

  • Intervenção de Ilda Figueiredo:

    Estimados Companheiros e Companheiras,

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação dirijo uma saudação calorosa a todos os que vieram até aqui, a este Concerto pela Paz.

    Sabemos que o fizeram porque são amantes da Paz e estão preocupados com as ameaças à Paz em muitas regiões do mundo.

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    Clave de Lua

    Diz-se que a guitarra portuguesa é um instrumento solista, não no sentido de dispensar acompanhamento, mas sim no de estar vocacionado para "cantar" a melodia ; mas também tem capacidades como instrumento acompanhador.

    A guitarra steel-string é mais versátil pois, além das possibilidades que tem como acompanhadora, foi pensada para solar (nos dois sentidos do termo); além disso, é um belo instrumento rítmico.

    Por tradição, os baixos, de sopro ou de cordas, são instrumentos de suporte e marcação; mas o baixo eléctrico, surgido em meados do século passado, é outra coisa: afina como um contrabaixo mas é mais ágil, pode solar e, mesmo, fazer acordes.



  • Pensou ser pop rock mas os fados eram histórias de palavras e melodias, uma arte com gente dentro – com os seus amores, tristezas, angústias, incertezas e devaneios – e este era um universo onde poderia estar consigo próprio.

    Parte, assim, sem preocupações em seguir rituais, para um trabalho de pesquisa de letras e músicas do fado tradicional, um começar do princípio para poder dar continuidade e prolongar esta paixão com qualquer coisa de novo. Nascia, assim, “Fados Meus”, editado em 2004.

    Um empenho e uma entrega que levaram ao seu reconhecimento enquanto fadista, poeta, compositor, “cantautor” – através do prémio de Fadista Revelação; do convite de Maria da Fé para ser residente na mítica casa de fados “Senhor Vinho”, onde continua; das solicitações frequentes para concertos, programas de televisão e rádio; do lancamento do segundo disco de originais – “Aquelas Coisas da Gente” - ou ainda dos convites internacionais que já levaram as suas histórias a Espanha, Grécia, Suiça, Holanda, Finlândia, Macau, Itália, Rússia ou Guiné-Bissau.

    De “Évora Doce” a “Mistérios de Lisboa”, tem sido seu o privilégio de trabalhar com nomes como Janita Salomé, Vitorino, José Fonseca e Costa, entre tantos outros sem os quais não seria possível continuar a ser tão autêntico naquilo que faz.

    www.facebook.com/pages/Duarte