Outras Notícias

Lisboa

  • Sfuco - Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense

    Com 130 anos de história é a colectividade mais antiga da Freguesia de Olivais - Lisboa e a sua actividade exerce-se, quase exclusivamente no campo da cultura musical, através da sua Centenária Banda e Escola de Música de onde saem na sua esmagadora maioria, os seus executantes.

    Foi agraciada em 7 de Junho de 1930 com o Oficialato da Ordem de Benemerência e tem sido distinguida ao longo da sua existência com outras condecorações, por outras entidades, pelo trabalho desenvolvido em prol da cultura. É Sócia Honorária da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto da qual é a federada Nº. 16, sendo distinguida por esta Federação com as Medalhas de Ouro de Instrução e Arte; de Prata de Bem-Fazer e Comemorativa de 75 de actividade; e Cobre de Reconhecimento, Mérito e de Homenagem.

  • Grupo de Cantares Tradicionais do Clube TAP Portugal

    O Grupo de Cantares Tradicionais do Clube TAP Portugal faz parte integrante do Grupo de Danças e Cantares do Clube TAP Portugal.

    Criado apenas como Grupo de Folclore em outubro de 1977, tem participado em conjunto ou separado em inúmeros espetáculos dentro e fora do País contribuindo assim para a divulgação da nossa cultura tradicional através das danças e cantares, promovendo também a TAP Portugal e o País.

    Foi este Grupo galardoado com a Medalha e Diploma de Mérito atribuido respectivamente, pela Secretaria de Estado da emigração e das Comunidades Portuguesas.

    O Grupo de Cantares Tradicionais tem um CD editado, estando previsto brevemente a gravação de outro CD assinalando o 40º Aniversário.

  • LUÍSA ORTIGOSO

    Iniciou a sua actividade no Grupo de Teatro de Amadores da Sociedade Guilherme Cossul.

    Estreia-se como profissional na Companhia de Teatro de Almada - Grupo de Campolide, no espectáculo “A Queda de um Anjo”, adaptação da obra homónima de Camilo Castelo Branco.

    Desenvolve uma intensa carreira que já passou, além do teatro, pela televisão, vídeo, rádio, música e o ensino.

    #concertopelapaz #CPPC #Lisboa

  • CUADRO FLAMENCO

    Cuadro Flamenco nasceu, com a formação que ainda hoje se mantém, no ano de 2000. Mulheres e o Flamenco é o mote na criação.

    Cuadro Flamenco, tem-se apresentado nas várias localidades do país, quer seja em Teatros, ou Auditórios, quer em espetáculos ao ar livre. De salientar as apresentações nos Casinos da Figueira da Foz, do Estoril, 1ª parte do Espetáculo de Cesária Évora (por ocasião da abertura da Feira de Artes e Cultura de Monsaraz), na FIL, Expo 98, no âmbito do 1º 2º Encontros Nacionais de Dança, em Tomar e Beja, respetivamente, e em Outubro de 2000, apresenta-se na FNAC, naquele que foi o primeiro espetáculo de Dança da Fnac em Portugal.

  • TIM

    Nestes tempos em que a desvalorização da paz e da amizade entre povos é constante torna-se ainda mais necessário ter uma posição forte na defesa de valores que permitiram concretizar muitas coisas boas na educação, na saúde e na tomada de consciência de um mundo global onde só com ajuda e cooperação podemos resolver os problemas de sermos humanos.

    A minha e vossa participação neste Concerto pela Paz é por si só uma tomada de posição!

    #concertopelapaz #CPPC #Lisboa TIM

  • RITA & O REVÓLVER

    Banda que se estreou em 2014 na Festa do Avante., tendo já actuado no Vodafone MEXEFEST 2015, Casa Independente, Teatro do Bairro, Clube Ferroviário, OutJazz, entre outros locais.

    Actuamente a preparar um EP que antecede o CD de estreia, a banda reune a voz soul de Rita Cruz, atriz de formação, Rui Alves na bateria, na guitarra Tiago Santos, José Moz Carrapa no baixo, nos teclados João Cardoso e Hugo Menezes nas percussões – músicos veteranos da música portuguesa, tendo colaborado com “Cais Sodré Funk Connection”, “Cool Hipnoise”, Salada de Frutas, Sérgio Godinho, Tim, Vitorino, Ala Dos Namorados entre outros.

    RITA & O REVÓLVER assume a tradição revolucionária do cancioneiro negro. Dos blues de Leadbelly à soul de Marvin Gaye, Curtis Mayfield ao ritmo hipnótico do afro-funk, a banda junta versões e originais em português cujos temas abordam a luta pelos direitos dos povos e das minorias. A mistura é explosiva e a cantiga é uma arma, mas com a RITA & O REVÓLVER também se dança.

    #concertopelapaz #CPPC #Lisboa

  • O Concerto pela Paz organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), realizado no sábado à tarde no Fórum Lisboa, constituiu uma bela e mobilizadora jornada em prol da paz. Num momento em que, como se lia no folheto de divulgação do Concerto, «os povos vêem crescer as ameaças à paz em diferentes regiões do globo», dezenas de artistas e centenas de pessoas do público quiseram afirmar, com a sua participação e presença, que contam para alargar a necessária e urgente mobilização em favor da paz, do desarmamento e da solidariedade aos povos que enfrentam a guerra, a ocupação e a ingerência.

  • concerto pela paz lisboa 2018 2 20180523 1137530424

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, realizou no passado sábado, dia 19 de Maio mais um Concerto pela Paz.

    Este concerto, realizado com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, contou com a participação solidária de:
    B'rbicacho, Coro Infantil da Universidade de Lisboa, Peste & Sida Oficial e o convidado João Afonso, Luisa Amaro ( Músico ), Luísa Ortigoso, Maria Alice e Humberto Ramos e os El Sur.

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    A guitarrista Luisa Amaro, sobe aos palcos para mostrar que a guitarra portuguesa está mais viva que nunca. Dona de uma sonoridade ao mesmo tempo supreendente e reconfortante, Luisa Amaro, com a paixão que a caracteriza, conquistou novas paisagens para o instrumento consagrado por Carlos Paredes. Num cruzamento de culturas, resgatando a portugalidade mourisca, Luisa Amaro oferece-nos uma arte que enleva e exalta, tranquila e entusiasta da vida.

    www.facebook.com/LuisaAmaro.Oficial

  • Iniciou a sua actividade no Grupo de Teatro de Amadores da Sociedade Guilherme Cossul.

    Estreia-se como profissional na Companhia de Teatro de Almada - Grupo de Campolide, no espectáculo “A Queda de um Anjo”, adaptação da obra homónima de Camilo Castelo Branco.

    Desenvolve uma intensa carreira que já passou, além do teatro, pela televisão, vídeo, rádio, música e o ensino.

    www.facebook.com/pages/Luísa-Ortigoso-actriz/



  • Constituído por crianças a partir dos 4 anos de idade, a Oficina do Canto destina-se a fomentar o gosto pela música e pelo canto nas camadas mais jovens .

    O coro dirigido por Maria do Amparo apresentou-se pela 1ª vez ao público a 8 de Março de 1997 com grande sucesso.

  • Paulo Ribeiro e Jorge Moniz partilham o palco para interpretar canções em conjunto, este encontro resulta da cumplicidade pessoal e artística entre estes dois músicos que nos últimos anos têm desenvolvido vários projectos musicais em parceria.

    Paulo Ribeiro, cantor e compositor natural de Beja, o seu nome está ligado a projectos como Anonimato, Eroscópio, Baile Popular, Tais Quais ou Mosto, este último uma nova abordagem ao cante alentejano, manifestação cultural pela qual é profundamente apaixonado.
    O seu mais recente trabalho de originais a solo intitula-se " No silencio das casas", onde contou nomeadamente com a participação especial das vozes de Viviane e Zeca Medeiros.

  • Famosa banda Rock lisboeta fundada no Verão de1986 constituida por João San Payo, João Alves e Sandro "Dosha" Oliveira.

    www.facebook.com/PESTE.E.SIDA


  • Samuel Quedas, nascido em 1952. Os primeiros vinte anos de vida são uma sucessão de “mal entendidos”, envolvendo uma Igreja à qual não quer pertencer e um curso apontado para a economia, que não quer seguir. Quando finalmente escolhe a História, descobre que a História já tinha outros planos: apresentar-lhe pessoalmente José Afonso.

  • Sebastião Antunes, mentor do grupo Quadrilha, já com oito álbuns editados e centenas de concertos em Portugal e no Estrangeiro.

    O músico inicia a sua carreira em 1993, com um primeiro álbum de nome “Contos de Fragas e Pragas”, onde começa um percurso apoiado nas raízes da tradição portuguesa, com incursões à música pop, e muitas influências vindas da então chamada Música Celta proveniente da Galiza, Irlanda, Escócia e Bretanha.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    B'rbicacho

    Unem-se numa noite fria de Dezembro, e de uma partilha quente de histórias culmina um grande B'rbicacho. B'rbicacho para aqui, B'rbicacho para acolá, e nasce a cumplicidade e a amizade que se transparece na música. Como juntar uma viola da gamba, um clarinete, uma guitarra e três vozes femininas?

    Partindo da época medieval e viajando até ao presente, passando sobretudo pela música de raiz lusófona, as B'rbicacho propõem um baile, onde é possível saborear desde o malhão mais incôndito à mais doce das mazurkas.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Coro Infanto-Juvenil da Universidade de Lisboa dirigido por Erica Mandillo e acompanhados ao piano por João Lucena.

    O CIUL fez a sua primeira apresentação pública em Junho de 2005, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa. Desde então tem vindo a desenvolver uma nova linguagem, que associa a expressão corporal e teatral ao canto. Realizou mais de 100 concertos e espetáculos no país e no estrangeiro, destacando-se os seguintes: Paixão segundo São Mateus de J. S. Bach, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), sob a direção de Enrico Onofre (2009); participação na cantata Jeanne d'Arc au Bucher de Honneger, na Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), sob direcção de Simone Young (2010); concerto com o coro finlandês Tapiola Choir, no CCB (2010); dois concertos sob o título União Musical, a convite do Parlamento Europeu, em Bruxelas (2011); estreia da ópera Menina Gotinha de Água do compositor Miguel Azguime (2011); participação num dos mais prestigiados festivais de coros juvenis do mundo, em Basileia, para o qual foi selecionado por um júri internacional (2012); concertos a convite do coro canadiano Shallaway, na Sé de Lisboa (2013), e do Coro Juveníl do Palau, em Barcelona (2014); e a Paixão segundo São Mateus, no Grande Auditório da FCG, sob a direção de Michel Corboz (2014).

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    El Sur

    A América Latina será a suprema contradição?

    Recolhe de todos os cantos do mundo pedaços de identidade: o mediterrâneo, o negro, o azul e o vermelho. Retoma sempre que pode a sua própria génese, as suas cores terra e os seus sabores intensos, o seu afã de liberdade e esperança.

    É aqui que mergulha "el Sur". Na força de um continente e no génio dos seus autores, na fronteira entre o Pacífico e o Atlântico.

    O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima, para o urgente tempo que se aproxima e que nos mudará para sempre.

    O grupo é actualmente formado por Rui Galveias na guitarra, Rui Alves na bateria, Francesco Fry di Carlo no acordeão e Tiago Neo no baixo.

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    Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    João Afonso

    Participação especial de João Afonso, como convidado dos Peste & Sida.

    Com uma voz ímpar na música da lusofonia, João Afonso possui um estilo distintivo, marcado pela inovação e pela riqueza das suas composições.

    O primeiro trabalho em nome próprio surgiu em 1997 (“Missangas”) e desde então construiu um coral de canções que leva para palco sempre na companhia de excelentes músicos. Nas suas propostas integram-se concertos mais intimistas e cheios de cumplicidades e espectáculos mais festivos, com histórias musicais de múltiplas sonoridades.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Luisa Amaro

    A guitarrista Luisa Amaro, sobe aos palcos para mostrar que a guitarra portuguesa está mais viva que nunca. Dona de uma sonoridade ao mesmo tempo surpreendente e reconfortante, Luisa Amaro, com a paixão que a caracteriza, conquistou novas paisagens para o instrumento consagrado por Carlos Paredes. Num cruzamento de culturas, resgatando a portugalidade mourisca, Luisa Amaro oferece-nos uma arte que enleva e exalta, tranquila e entusiasta da vida.

    Luisa Amaro ( Músico )