Outras Notícias

médio oriente

  • Dia da Terra Palestina

    Na evocação de mais um Dia da Terra Palestina, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma a sua total solidariedade com o povo da Palestina pelo seu Estado soberano, independente e viável, nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, e na luta contra a ocupação israelita dos territórios palestinos, responsável por décadas de crimes, opressão e humilhação.

    Todos os anos, a 30 de Março, os palestinos recordam a greve geral e as grandes manifestações de 1976, sobre as quais se abateu uma violenta repressão, que deixou seis jovens mortos e centenas de feridos e presos pelas forças militares de Israel, que pretendiam expropriar mais terra aos seus legítimos donos.

  • Dia do Preso Político Palestino

     

    O CPPC, dando seguimento à sua contínua prática de solidariedade para com a causa e o povo palestino e, particularmente, no Ano Internacional de Solidariedade para com o Povo Palestino definido pela ONU, assinala, hoje, dia 17 de Abril, o Dia do Preso Político Palestino.

  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano 29 de Novembro de 2016

  • Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coerente com o seu posicionamento e contínua acção de solidariedade para com a causa do povo palestino, associa-se ao Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas, assinalado a 17 de Abril.

    A 17 de Abril de 1974, na sequência da ocupação por Israel dos territórios da Margem Ocidental, de Jerusalém Oriental e da Faixa de Gaza, 7 anos antes, e no âmbito de uma troca de prisioneiros, foi libertado um preso palestino, Mahmoud Hijazi. Desde 1974, no dia 17 de Abril se assinala uma jornada mundial que recorda e expressa solidariedade aos palestinos que permanecem nas prisões israelitas.

  • Em Lisboa - Pela Paz! Fim à agressão à Síria!

    Muitas foram as pessoas que,no passado dia 19 de Abril, de forma convicta e enérgica encheram a Praça Luís de Camões em Lisboa, em defesa da paz contra a agressão à Síria.

    O acto público subscrito por 30 organizações, contou com intervenções as intervenções de representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN), do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).

  • EUA – TIREM AS MÃOS DA SÍRIA

    Preocupado com a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria, com os riscos que a situação representa para Paz mundial e consciente da necessidade de uma ampla unidade das forças que defendem a Paz o Conselho Português para a Paz e Cooperação subscreveu e divulga o apelo internacional "EUA - tirem as mãos da Síria".
    O apelo pode ser subscrito em handsoffsyriacoalition.net/

  • Fim à agressão israelita

    É preciso parar o terrorismo do governo de Israel

    O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.

    A violência e a morte intensificou-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.

    O governo português, como tantos outros, tem-se calado perante mais este massacre contra o povo da Palestina ocupada. Cabe-nos a todos pressionar o governo para que tome posição contra os crimes de guerra de Israel e contra o terror imposto pelas forças de ocupação.

    Por isso, as organizações, subscritoras apelam a uma

    CONCENTRAÇÃO SEGUNDA-FEIRA 14 de Julho, ÀS 18 HORAS

    NO ROSSIO, EM LISBOA

    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Comité de Solidariedade com a Palestina
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    - Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas
    - Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais
    - Juventude Comunista Portuguesa
    - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente
    - União dos Sindicatos de Lisboa

     

  • Fim à agressão israelita - Concentração em Lisboa a 14 de Julho de 2014

    Centenas de pessoas participaram na concentração promovida, ontem, pelo CPPC e um conjunto de ouras organizações portuguesas para exigir o fim da criminosa agressão do governo de Israel à população palestina.

    Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC, reafirmou a exigência do fim imediato da operação militar em curso, mas também a necessidade de acabar com ocupação israelita e de que sejam respeitados os direitos do povo palestino à paz, a um estado viável, soberano e independente. Denunciando, ainda, que apenas a conivência dos EUA e da UE permitem que o governo de Israel continua a cometer verdadeiros crimes de guerra.

    O CPPC apela a todos os amantes da Paz, para que se mantenham atentos ao desenrolar da situação, e à necessidade de manter a solidariedade activa para com o povo palestino.

    Palestina vencerá!

  • Fim à agressão! Palestina vencerá!

  • Fim à agressão! Pela Paz!

    Fim à Agressão!

    Mais de 1800 assinaturas recolhidas!

    Assine e divulgue!

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

  • Fim à agressão! Pela Paz!

    Quase 2000 assinaturas recolhidas!

    Assine e divulgue!

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

  • Fim ao massacre do povo palestino por Israel!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena da forma mais veemente o hediondo massacre perpetrado ontem pelo exército israelita contra a manifestação pacífica da população palestina na Faixa de Gaza pelo fim da ilegal ocupação israelita de territórios palestinos e pelo direito de retorno dos refugiados.

    Aos já cerca de 60 mortos – o número de vítimas mortais não cessa de aumentar – e mais de 2700 feridos palestinos no massacre de ontem, somam-se os 58 mortos e os milhares de palestinos feridos pelo exército israelita nas manifestações da 'Grande Marcha do Retorno' realizadas desde o passado dia 30 de Março em Gaza – população que foi vítima de brutais agressões israelitas e que vive sob um cruel cerco imposto por Israel desde há 11 anos.

  • Fim da ocupação! Liberdade! Palestina Vencerá!


    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

     

  • Fim imediato ao massacre do povo Palestino!

    O Conselho Mundial da Paz (CMP), expressa o seu repúdio ao bombardeamento do território palestino da Faixa de Gaza, pelas forças de ocupação israelitas, que já provocou mais de cem mortos e centenas de feridos, na sua maioria civis, incluindo crianças.

    Condenamos o brutal ataque da força aéria israelita contra o povo palestino, que visa o castigo colectivo de um povo que luta pelo seu direito inalienável a um estado independente, e que tem por objectivo claro obstruir quaisquer negociações e soluções pacíficas, para uma ocupação que dura à décadas.

    Denunciamos, ainda, o recente incremento de todas as formas de intimidação e das detenções, no territórios da Cisjordânia e em Jerusalém Leste de cidadãos palestinos.

    A política agressiva do regime de ocupação israelita, o prosseguir da construção de colonatos Cisjordânia e em Jerusalém, a demolição de casas, o continuar da construção do “muro de separação” na Cisjordânia estão a receber todo o apoio dos EUA e da UE, que equiparam a vítima ao agressor, numa criminosa cumplicidade com o lento genocídio do povo palestino.

    Apoiamos o direito do povo palestino a resistir à ocupação do seu território e exigimos o fim de todas as formas de ataque por parte das forças israelitas.

    A Paz e a estabilidade na região apenas podem ser alcançadas pelo estabelecimento e reconhecimento de um Estado Palestino, independente, nas fronteiras de 1967 com capital em Jerusalém Este.

    O CMP condena todos os esforços para dividir o povo e territórios palestinos e exige a libertação de todos os presos políticos palestinos das prisões israelitas, como também o direito de regresso dos refugiados palestinos às suas terras de acordo com a resolução 194 da ONU.

    Apelamos a todos os membros e amigos do CMP, para que desenvolvam iniciativas de protesto con¨tra a agressão israelita e para que expressem solidariedade com o povo palestino e as forças amantes da paz em Israel.

    O massacre do povo palestino tem de acabar agora!

    O Secretariado do CMP

    11 de Julho de 2014

  • Folheto Siria

    Folheto distribuído com o Notícias da Paz no início de Setembro.

  • Israel procura cimentar a ocupação

    Com 58 votos a favor e 50 contra, o parlamento israelita aprovou no passado dia 17 de novembro um projeto de lei com o fito de “regularizar” retroativamente os colonatos israelitas ilegalmente construídos na margem ocidental do rio Jordão, em território palestino ocupado. O projeto terá ainda de passar por mais votações antes de se tornar lei.

    Com esta iniciativa o parlamento israelita procura fabricar uma pretensa legalidade para cobrir a contumaz usurpação de territórios palestinos por parte de colonos israelitas, processo que tem contado com a tolerância, quando não apoio oficial e instigação, do próprio estado israelita.

    Tal ocupação é ilegal à luz do direito internacional; e até mesmo da lei israelita – embora, neste caso, em termos meramente formais como tem sido notório.

  • Médio Oriente

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    Consulte aqui a versão em pdf

     

     

     

    O Médio Oriente é das regiões do Globo mais flageladas pela guerra e pelos problemas que lhe estão inerentes. Países e povos desta região vivem situações de grande instabilidade social, politica e militar, provocadas essencialmente pela ingerência e agressões das potências imperialistas, que têm como objectivos o domínio geoestratégico e a exploração, em benefício próprio, das riquezas da região, nomeadamente dos hidrocarbonetos.

     

    Os levantamentos populares verificados em diversos países árabes, como o Egipto ou a Tunísia, não se traduziram na democratização dos regimes e assistimos hoje a uma crescente violência.

     

    A ocupação da Palestina por Israel e a insuportável violência da opressão e exploração do seu povo, que dura há várias décadas, constitui uma fonte de conflito permanente. Esta ocupação, assim como a dos Montes Golã sírios e de territórios libaneses, só é possível graças ao apoio à potência ocupante – Israel – pelos Estados Unidos da América e diversos estados europeus.

     

    Os conflitos internos no Líbano, muitos deles com origens externas, e as sucessivas invasões israelitas deste país envolveram também os restantes países da zona.

     

    A agressão ao Iraque, em 2003, por uma coligação encabeçada pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha e outros estados da NATO, sob pretextos que se sabia serem falsos e à revelia do direito Internacional, agressão militar que destruiu as infra-estruturas e a organização do Estado, instigou divergências étnicas, religiosas e culturais, transformou o Iraque num estado destruído, em que a violência dita as suas leis, em que os assassinatos políticos, étnicos e religiosos fazem parte do quotidiano.

     

    A Líbia foi, igualmente, alvo, em 2011, de uma brutal agressão da NATO, cujos resultados foram o caos, a desordem, os atentados permanentes, a pauperização das populações e a destruição do Estado.

     

    As ameaças e sanções à República Islâmica do Irão, ainda que com tendência para se atenuarem, pela disponibilidade deste país em aceitar condições negociadas com a Agência Internacional de Energia Nuclear para o desenvolvimento e utilização da energia nuclear, não foram de todo levantadas. 

     

     

    A ingerência externa na Síria, com a intervenção de grupos mercenários oriundos de diversos estados da região (apoiados pela França, Israel, Turquia, Estados Unidos e monarquias do Golfo, entre outros) traduz-se em dezenas de milhares de mortos, de refugiados, de desalojados e na destruição de muitas infraestruturas civis e públicas. Podem-se, no entanto, considerar positivos os últimos desenvolvimentos: quer a recuperação da soberania do Estado Sírio sobre cidades e regiões ocupadas pelos grupos militares comandados do exterior, a amnistia de actos de deserção decretada pelo Governo da Síria e a realização, agendada para 22 de Janeiro, da Conferência da ONU, designada Génève 2, com vista a estabelecer, com o participação da República Árabe Síria, acordos multinacionais, que, no respeito pela soberania e integridade do país, conduzam à resolução do conflito e o retorno à paz, mantendo a laicidade e a tolerância étnica e religiosa que caracterizam este país.

     

     

    A situação no Médio Oriente é, pois, uma das mais graves que se vivem em todo o mundo, a que não é alheia a ausência de vontade, ou incapacidade, por parte da Comunidade Internacional, de cumprir e fazer cumprir as inúmeras resoluções da ONU sobre estes conflitos. Ao denunciar esta situação, a XXIV Assembleia da Paz reunida em Lisboa, a 7 de Dezembro de 2013, decide:

     

    • Exigir o fim de todos os tipos de ocupação, nomeadamente a de Israel sobre a Palestina e os Montes Golã;

     

    • Apoiar a luta dos povos pela sua soberania e denunciar a frequente violação da Carta e Resoluções das Nações Unidas e do direito internacional;

     

    • Manifestar a solidariedade com as justas lutas dos povos pela paz e pelo direito de escolher o seu próprio futuro;

     

    • Apelar ao desenvolvimento de acções do movimento da paz que reforcem a denúncia destas agressões e aumentem a solidariedade aos povos que sofrem as suas consequências;

     

    • Reafirmar a exigência de um Médio Oriente livre de Armas Nucleares.

    Lisboa, 7 de Dezembro de 2013

  • MPPM condena escalada de violência punitiva de Israel contra a Palestina ocupada

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    O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – manifesta a sua profunda preocupação pela escalada de violência por parte das forças armadas e de civis israelitas contra a população da Palestina ocupada, alegadamente como resposta à morte de três jovens colonos israelitas ocorrida em circunstâncias por esclarecer, numa zona C da Margem Ocidental, sob controlo do exército de ocupação de Israel. Estas acções não são mais que o intensificar de um clima de violência omnipresente no quotidiano dos palestinos.

    O MPPM condena vivamente o assassinato dos três jovens israelitas por agressores não identificados. Como condena todas as mortes de civis inocentes, quaisquer que sejam as nacionalidades das vítimas e dos agressores. Condena, por isso, o bárbaro assassinato de Mohamad Abu Khaderis, no passado dia 2, por elementos das milícias de colonos judaicos de Jerusalém, que o raptaram, torturaram e queimaram. Como condena a agressão e tentativa de rapto, na véspera, de Musa Zaloum, de 8 anos, e o acto criminoso que deixou Sanabel Al-Tous, de 9 anos, às portas da morte. Como condena, ainda, a morte a sangue frio, pelo exército israelita, de Nadim Nwarah, de 17 anos, de Mohmmad Odeh, de 16 anos, Mohammad Dudeen, de 15 anos, e de Yousef Abu Zagha, de 16 anos. O MPPM denuncia, por isso, o silêncio, ou a cumplicidade dúplice dos que lamentam compungidamente a morte dos jovens colonos israelitas, e se mostram insensíveis e assistem em silêncio à brutalidade a que a população palestina é sujeita por parte do aparelho militar de Israel.

    Todos estes actos de violência são fruto de campanhas de ódio aos palestinos, alimentadas pelas forças de ocupação e o governo de Israel e perante o silêncio cúmplice dos seus aliados, a começar pelos Estados Unidos da América. Os incitamentos à violência são constantes. Em Haifa, membros do Likud exigiram a morte de Hanin Zoabi, uma deputada árabe-israelita do Knesset. O antigo ministro da Defesa de Israel, Benjamin Ben-Eliezer, pediu ao governo o assassinato dos líderes do Hamas. Soldados israelitas publicam impunemente selfies com mensagens de “morte aos árabes”.

    À luz do direito internacional, designadamente da Quarta Convenção de Genebra, Israel, enquanto potência ocupante da Palestina, tem a obrigação de garantir a segurança da população ocupada e está impedida de transferir pessoas do seu território para o território ocupado. Ao invés, Israel intensifica, a cada dia que passa, a sua política ilegal de construção de novos colonatos e de expansão dos existentes, incluindo nos seus habitantes grupos que abertamente advogam o racismo e a violência contra os palestinos. Os actos criminosos cometidos por colonos contra os habitantes da Palestina ocupada ficam, sistematicamente, impunes. Como têm ficado impunes a vandalização de lugares sagrados de cristãos e muçulmanos, como tem ficado impune a destruição de património de palestinos.

    De par com estes actos de violência, Israel iniciou operações militares de grande envergadura contra a Faixa de Gaza e a Margem Ocidental.

    Na que é considerada a maior operação militar contra a Margem Ocidental na última década, Israel invadiu campos de refugiados, aldeias e cidades. De acordo com a Autoridade Palestina, quase 600 palestinos foram presos na operação, incluindo 24 deputados do Conselho Legislativo. Pelo menos quinze palestinos, incluindo crianças, foram mortos.

    Também na Faixa de Gaza a população civil tem sido alvo de ataques de mísseis e bombardeamentos de artilharia. Há notícia de civis mortos e feridos em Al-Qarara, Al-Shatei e Khuzaa’ . Estes ataques acarretam, também, a destruição de propriedades e infra-estruturas, afundando ainda mais a debilitada economia da região, vítima de um bloqueio ilegal e desumano, e agudizando as condições dramáticas em que vive a população palestina, encarcerada na sua própria terra.

    É urgente e inadiável que a opinião pública portuguesa se insurja contra este estado de coisas e exija, nomeadamente do Governo de Portugal:

    - O fim imediato da espiral de violência punitiva contra civis, das prisões e detenções em massa, dos ataques e das incursões militares israelitas;

    - A libertação das centenas de presos dos últimos dias, bem como dos milhares de presos políticos palestinos;

    - Uma investigação isenta e levada às últimas consequências dos crimes de guerra cometidos por Israel enquanto potência ocupante da Palestina;

    - O fim da expansão ou construção de novos colonatos, e o desmantelamento de todos os existentes que são, à luz do direito internacional, ilegais e ilegítimos

    - Boicote activo às relações com os colonatos judaicos ilegais e com as entidades que com eles compactuam

    - Apoio humanitário ao povo palestino vítima dos ataques criminosos de civis e militares israelitas

    - Fim do bloqueio ilegal à Faixa de Gaza e retirada das forças de ocupação da Margem Ocidental;

    - O fim da ocupação sionista e a constituição de um Estado Palestino dentro das fronteiras anteriores a 1967, com Jerusalém Leste como capital, e uma solução justa para o problema dos refugiados palestinos, de harmonia com o direito internacional, e desde logo as resoluções pertinentes das Nações Unidas.

    Lisboa, 5 de Julho de 2014

    A Direcção Nacional do MPPM

    MPPM – MOVIMENTO PELOS DIREITOS DO POVO PALESTINO E PELA PAZ NO MÉDIO ORIENTE

    Presidente da Assembleia Geral | Carlos Araújo Sequeira

    Presidente da Direcção Nacional | Maria do Céu Guerra

    Vice-Presidentes | Carlos Almeida, Carlos Carvalho, Frei Bento Domingues

    Secretário para as Relações Internacionais | Silas Cerqueira

    Presidente do Conselho Fiscal | Frederico da Gama Carvalho

    Rua Silva Carvalho, 184 – 1º Dtº | 1250-258 Lisboa | Portugal | Tel. 213 889 076 | NIPC: 508267030

    Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar. | www.mppm-palestina.org | www.facebook.com/MPPM.Movimento.Palestina

    O MPPM é uma Organização Não Governamental acreditada pelo Comité das Nações Unidas para o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino (Deliberação de 17 de Setembro de 2009)

  • NAKBA: 66 anos de sofrimento e luta do Povo Palestino



    15 de Maio de 1948, data fatídica, para o Povo Palestino e para a Humanidade, quando foi decidida a constituição do Estado de Israel nos territórios da Palestina. A expulsão de centenas de milhares de cidadãos das suas casas, cidades e aldeias, muitas delas destruídas pelas milícias sionistas, fica na História como um dos actos mais bárbaros e violentos cometidos sobre um povo pacífico, que apenas pretendia viver em paz, nas terras que eram suas e tinham sido dos seus antepassados, desde há milhares de anos.

  • Não ao reforço da escalada bélica no Médio Oriente

     

    Os Estados Unidos da América estão de volta ao Iraque, país que, em conjunto com uma coligação composta essencialmente por países da NATO e das Monarquias do Golfo, invadiram, saquearam, mataram, destruíram e ocuparam entre 19 de Março 2003 e Dezembro de 2011. Agora fazem-no com o pretexto de combater o chamado “Estado Islâmico” que EUA ajudaram a armar e a financiar.