Outras Notícias

militarismo e guerra

  • No Pavilhão Paz e Amizade já se dão os últimos retoques para te receber!

    preparativos do encontro pela paz 3 20181020 2067132398

    preparativos do encontro pela paz 4 20181020 2057099126

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  • Preocupado com a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria, com os riscos que a situação representa para Paz mundial e consciente da necessidade de uma ampla unidade das forças que defendem a Paz o Conselho Português para a Paz e Cooperação subscreveu e divulga o apelo internacional "EUA - tirem as mãos da Síria".
    O apelo pode ser subscrito em handsoffsyriacoalition.net/

  • europa diz sim a paz nao a nato 1 20191130 1891936534

    As organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz, de que o CPPC é coordenador, divulgaram um apelo em defesa da paz e contra a NATO e a sua cimeira de Londres.

    Sim à Paz! Não à NATO!
    Não à cimeira belicista de Londres

    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) continuará a assinalar os seus 70 anos com uma cimeira de Chefes de Estado e Governo em Londres, de 3 a 4 de dezembro de 2019.

    Durante 70 anos, a NATO tem sido a ferramenta militar agressiva número um do imperialismo. É a maior e mais perigosa organização militar do mundo. Apesar das rivalidades entre seus membros individuais e das contradições que surgem de tempos em tempos, ela permanece intrínseca e profundamente interligada com as políticas dos EUA e da UE, seu chamado "pilar europeu".

  • fim a guerra de agressao contra a siria defender a paz e a soberania 1 20191019 1681235125

    O CPPC repudia e condena com veemência a nova agressão contra a Síria perpetrada pela Turquia, a pretexto da criação duma denominada 'zona tampão de segurança' e do denominado 'combate contra o ISIS'.

    Trata-se de uma nova agressão que contou com a cumplicidade dos EUA – que, sublinhe-se, continua a ocupar ilegalmente e militarmente territórios da Síria – e a complacência da NATO, pelas palavras do Secretário-geral deste bloco político-militar.

    Esta nova agressão, que tem lugar na parte nordeste da Síria, inscreve-se num longo processo de ingerência, desestabilização e agressão contra a República Árabe Síria, que se desenrola desde há oito anos. Um processo de agressão pelo qual a Turquia, assim como os EUA, as potências da NATO, Israel e países do Golfo são responsáveis, nomeadamente pelo seu imenso rol de morte, sofrimento e destruição, incluindo milhões de deslocados e de refugiados.

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    A propósito das recentes declarações da chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton, sobre a intenção da União Europeia (UE) de enviar 1.000 soldados para a República Centro-Africana (RCA) – a somar aos 2.000 militares franceses e os cerca de 4.500 militares da União Africana (UA) que já se encontram no terreno – o CPPC alerta mais uma vez para os reais objectivos desta intervenção: branquear a intervenção já em curso do governo francês e os seus objectivos neocoloniais de exploração de recursos naturais, não só deste país, mas também desta região centro-africana.

  • mike pompeo e netanyahu nao sao bem vindos a portugal 1 20191204 1457094576

    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa
    Foi anunciada a vinda a Portugal de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano. Posteriormente, foi confirmada a presença do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, que manterá reuniões com Pompeo e com as autoridades portuguesas.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    Já Netanyahu é não apenas representante dos sectores mais agressivos do sionismo como é responsável pelo agravamento da ocupação da Palestina, por incontáveis crimes de guerra e pela repressão massiva dos palestinos.

  • mike pompeo nao e bem vindo a portugal 1 20191204 1736599221

     

    6 de Dezembro, 18 horas, Largo Camões – Lisboa

    Foi anunciada a vinda a Portugal, no próximo dia 6 de Dezembro, de Mike Pompeo, Secretário de Estado norte-americano.

    Mike Pompeo é um dos responsáveis pela política da Administração Trump. Uma política de escalada militarista e de confrontação que agride a soberania, a democracia e o direito internacional e que está a arrastar o Mundo para grandes perigos. Mike Pompeo é um dos representantes dos sectores mais reaccionários e belicistas instalados na Administração norte-americana.

    No dia 6 de Dezembro sairemos à rua para afirmar que Mike Pompeo não é bem-vindo a Portugal e que rejeitamos a política da Administração norte-americana!

    Faremos convergir as solidariedades com os povos que, defendendo os seus direitos, resistem às manobras, chantagens e ameaças da Administração Trump.

  • Na sequência da sua visita recente à Arábia Saudita, o presidente dos EUA, Donald Trump, concluiu aquela que foi a «maior venda de armas da história do país», no valor de 110 mil milhões de euros. O negócio envolve, entre outro material, aviões, navios e mísseis. Lembre-se que segundo o SIPRI (Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo), a Arábia Saudita foi já, em 2016, o terceiro país com maiores gastos militares do planeta.

    Para além da constante violação dos direitos humanos no país e da ocupação e agressão ao Iémene, actualmente em curso, a Arábia Saudita é um dos maiores apoiantes do Estado Islâmico e da Al-Qaeda na desestabilização da Síria. As declarações de Trump recuperando a «ameaça iraniana» são igualmente preocupantes e reveladoras do propósito de continuar a desestabilizar a região.

  • A cidade norte-americana de Baltimore acolheu recentemente uma importante conferência sobre as bases militares dos EUA instaladas fora do seu território, na qual se reafirmou a exigência do seu encerramento.

    Promovida pela Coligação Contra as Bases Militares dos EUA (composta por diversas organizações de defesa da paz, do ambiente e dos direitos sociais), a conferência aprovou um conjunto de resoluções: uma na qual se propõe a realização de uma conferência internacional sobre as bases militares dos EUA e de outros países da NATO sediadas em países terceiros; uma outra especificamente sobre a base militar dos EUA de Guantánamo, em Cuba, reclamando o seu imediato encerramento; uma terceira exigindo a retirada das acusações que pendem sobre activistas japoneses que exigem o encerramento da base militar norte-americana em Okinawa, no Japão; e ainda outra convocando para a primavera um dia de acção contra a guerra.

  • nao a guerra contra o irao eua fora do medio oriente 1 20200110 1706829419

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia com veemência o assassinato do general iraniano Qassem Suleimani pelos EUA, no dia 2 de Janeiro, e alerta para as consequências explosivas que daí poderão advir para a paz. O oficial assassinado teve um papel fundamental nas vitórias alcançadas sobre os grupos terroristas criados, financiados e armados pelos EUA e seus aliados - que operam na Síria e no Iraque, desde logo o chamado «Estado Islâmico».

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) critica o Governo português pela sua decisão de envolver Portugal na chamada «Cooperação Estruturada e Permanente» – dita PESCO, na sigla inglesa –, em matéria de «defesa» e «segurança». Como há muito o CPPC vem denunciando, esta maior integração no domínio militar e da indústria de armamento insere-se no processo de militarização da União Europeia (UE) – realizado em coordenação com a NATO e nesta inserido – e tem como propósitos anunciados: o incremento das despesas militares dos países participantes; o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista; e o aumento da sua capacidade operacional no quadro do incremento do intervencionismo militarista da UE.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) convida-vos a participar na sessão pública - Pelo fim das Armas Nucleares - que vai realizar no próximo Sábado, dia 16 de Dezembro, a partir das 14h30, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça - Rua Vítor Cordon nº1, em Lisboa, e que contará com a participação de Jean-Paul Lainé, Presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Frederico Carvalho, Membro da Presidência do CPPC e Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Esta iniciativa pública segue-se à Assembleia da Paz, que terá lugar durante a manhã, sob o lema " Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!".

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    Os Estados Unidos da América estão de volta ao Iraque, país que, em conjunto com uma coligação composta essencialmente por países da NATO e das Monarquias do Golfo, invadiram, saquearam, mataram, destruíram e ocuparam entre 19 de Março 2003 e Dezembro de 2011. Agora fazem-no com o pretexto de combater o chamado “Estado Islâmico” que EUA ajudaram a armar e a financiar.

  • nos 100 anos do fim da primeira guerra mundial unir esforcos e vontades para defender a paz 1 20181110 1654578179

    Assinala-se no próximo dia 11 de Novembro, o Dia do Armistício, que em 1918 pôs fim à Primeira Guerra Mundial.

    A Grande Guerra, envolvendo as maiores potências económicas e militares da época (de um lado os impérios alemão, austro-húngaro e turco; do outro os impérios britânico, francês e russo e os EUA, entre outros), resultou de rivalidades entre elas pelo domínio de colónias, rotas comerciais e mercados – em nome desses interesses foram sacrificadas 20 milhões de vidas humanas. Neste conflito generalizado, travado na maior parte do tempo nas deploráveis condições das trincheiras, foram pela primeira vez utilizadas – pelo menos em grande escala – armas como aviões de combate, carros blindados, submarinos, artilharia pesada e armas químicas.

  • portugal fora dos balcas

    Defender a Paz é tarefa essencial

    No momento em que se cumpre o 15.º aniversário da agressão militar da NATO contra República Federal da Jugoslávia (que compreendia, então, os actuais territórios da Sérvia, Montenegro e Kosovo), o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra, em primeiro lugar, o que ela significou de morte, sofrimento e destruição para as populações civis jugoslavas.

    Em 78 dias de bombardeamentos selvagens, que destruíram importantes infra-estruturas económicas e sociais, morreram quatro mil pessoas e muitos milhares ficaram feridas. Mas o calar dos canhões não pôs fim ao massacre: de então para cá, muitos sérvios, montenegrinos e kosovares perecem vitimas de doenças do foro oncológico provocados pela utilização, pelas forças da NATO, de munições com urânio empobrecido, que contaminam terras e cursos de água e cujos efeitos se farão sentir por séculos. Contaminação que também vitimou os militares estrangeiros que participaram na ocupação, incluindo portugueses.

    A agressão da NATO à ex-Jugoslávia marca uma nova era da ofensiva imperialista, e como tal deve ser recordada. Depois de décadas de ingerência e ameaça mais ou menos velada contra países e povos soberanos (entre os quais Portugal, durante o processo revolucionário, procurando condicionar o seu desenvolvimento), a NATO teve na Jugoslávia a sua primeira intervenção militar aberta, «coberta» pela revisão do seu conceito estratégico na cimeira de Washington, nesse mesmo ano de 1999. A essa guerra seguiram-se outras, e muitas outras se seguirão caso os povos não consigam, com a sua luta, travar o passo aos fomentadores da guerra.

    Um outro aspecto da guerra sem quartel movida pela NATO contra a soberania da Jugoslávia é a manipulação mediática que a acompanhou, apresentando os algozes como libertadores e as vítimas como criminosos. Um aspecto que, não sendo propriamente novo, teve ali uma expressão particularmente elevada e que continuou a desenvolver-se, como mostraram depois os casos, como o do Iraque, e das tão célebres quanto inexistentes armas de destruição massiva.

    A agressão militar aberta da NATO contra a Jugoslávia, que se seguiu a anos de fomento da guerra civil entre os povos que constituíam a República Socialista da Jugoslávia, teve como objectivo a destruição de um grande e poderoso país e a sua substituição por pequenos e frágeis protectorados, mais facilmente manobráveis e controláveis. Vários dos países que resultaram do desmantelamento da antiga Jugoslávia integram hoje a União Europeia e a NATO, tendo sido instaladas no seu território algumas importantes bases militares norte-americanas.

    Passados 15 anos da agressão da NATO à Jugoslávia, o mundo enfrenta crescentes perigos de guerra, resultantes das aventuras militares do imperialismo, de que o desenvolvimento da situação na Ucrânia é o exemplo mais recente e, potencialmente, mais explosivo. Defender a Paz, a soberania nacional e o progresso social, pugnar pelo desarmamento e pela dissolução da NATO são, hoje, tarefas primordiais que estão colocadas aos povos do Mundo.

  • nos 20 anos da agressao da nato contra a jugoslavia nao mais guerras de agressao defender a paz 1 20190329 1231735674

    No momento em que se cumprem 20 anos da agressão militar da NATO contra República Federal da Jugoslávia (que compreendia a Sérvia e o Montenegro), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lembra, em primeiro lugar, o que ela significou de morte, sofrimento e destruição para a população jugoslava.

    De 24 de Março a 10 de Junho de 1999, durante 78 dias de bárbaros bombardeamentos da NATO, que visaram a destruição de numerosas infraestruturas económicas e sociais da Jugoslávia, foram mortas quatro mil pessoas e muitos milhares foram feridas. Mas o calar das armas dos agressores não pôs fim ao massacre: de então para cá, sérvios e montenegrinos perecem vítimas de doenças do foro oncológico provocadas pela utilização por parte das forças da NATO de munições com urânio empobrecido, que contaminam terras e cursos de água e cujos efeitos se farão sentir por muitos anos.

  • nos 80 anos do inicio da 2 guerra mundial defender a paz mais guerra nao 1 20190911 1223705405

    No momento em que se assinalam 80 anos sobre o início da Segunda Guerra Mundial, o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra as brutais consequências daquele que foi o mais violento e sangrento conflito militar da História, desencadeado pela Alemanha nazi, a Itália fascista e o Japão militarista, responsável pela perda de mais de 50 milhões de vidas e de dezenas de milhões de feridos.

    O nazi-fascismo foi responsável por inúmeros crimes, como o extermínio em massa de populações e prisioneiros em campos de concentração, pela imposição do trabalho forçado, pela destruição sistemática de infraestruturas económicas e sociais e de imenso património cultural.

    Este é também o tempo para recordar todos os que, resistindo e combatendo das mais diversas formas, contribuíram para libertar a Humanidade do nazi-fascismo, alcançar uma paz justa e conquistar para a generalidade da população mundial inéditos direitos políticos, económicos, sociais e culturais e o fim do colonialismo.

  • No passado fim de semana, a presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, em representação, participou numa Mesa redonda das Jornadas de Medicina Interna promovidas pela Sociedade de Médicos de Medicina Interna, que decorreram em Viseu.

    Ilda Figueiredo abordou as causas e os responsáveis da situação dos refugiados e defendeu o cumprimento do Direito Internacional, da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, para pôr fim às guerras, defender a negociação política para a resolução dos conflitos, a solidariedade com os refugiados , a paz e o progresso da humanidade.