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NATO

  • folheto distribuido pela campanha sim a paz nao a nato 1 20180714 1883287981

    Veja o folheto distribuído pela campanha "Sim à Paz! Não à NATO!" https://issuu.com/conselho_paz/docs/folheto

     

  • O CPPC recebeu do Fórum de Belgrado por um Mundo de Iguais, organização membro do Conselho Mundial da Paz, as conclusões de uma mesa redonda promovida por essa organização que divulgamos em seguida:

     

    RESULTADOS E CONCLUSÕES DA MESA REDONDA “NÃO ESQUECER – NÃO Á NATO”

    Belgrado, Sava Center, 23 de Março de 2015

    A agressão da NATO contra a Sérvia (RFJ) em 1999 é um crime contra a Paz e a Humanidade, um crime cujos autores não foram levados à justiça.

    Esta agressão foi o início da estratégia de intervencionismo mundial da NATO representando a mais forte violação dos princípios fundamentais do direito internacional e do papel das Nações Unidas, nomeadamente, do Conselho de Segurança. Assim, na área vital da Paz e da segurança, a NATO usurpou o papel das Nações Unidas.

    A NATO demonstrou um novo princípio: sempre que a lei constitui um obstáculo para alcançar os seus objectivos de conquista, a lei deve ser afastada.

    Os painelistas e todos os participantes da Mesa Redonda consideraram, por unanimidade, que a NATO, como uma aliança imperialista agressiva, em nenhum lugar do mundo foi parte de qualquer solução, mas antes um factor de conquistas, causador de divisões e conflitos, estilhaçando Estados, criando um caos "controlado" (Afeganistão, Iraque, Síria, Iémen, Líbia).

  • i conferencia internacional contra as bases militares estrangeiras dos eua e da nato dublin 16 a 18 de novembro 2018 1 20181202 1406508235

    Realizou-se, em Dublin, de 16 a 18 do corrente mês de Novembro, acolhida pela Aliança pela Paz e a Neutralidade (PANA) da Irlanda, a I Conferência Internacional Contra as Bases Militares dos EUA e da NATO, em que participaram organizações da paz e anti-imperialistas, entre elas o Conselho Português para a Paz e Cooperação, representado por Filipe Ferreira e Ilda Figueiredo que foi convidada a intervir (ver abaixo) no painel sobre a Europa e a NATO.

    Esta Conferência culminou um movimento lançado nos EUA pela Coligação Contra as Bases Militares dos EUA no exterior, composta por entidades de defesa da paz, do ambiente e dos direitos sociais, a que se associaram organizações de todo mundo, entre as quais o Conselho Mundial da Paz e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).

  • jornal distribuido pela campanha sim a paz nao a nato 1 20180714 1870891223

    Veja o jornal distribuído pela campanha "Sim à Paz! Não à NATO!" https://issuu.com/…/docs/jornal_paz_sim_nao_a_nato__junho201

    Recordamos as próximas iniciativas promovidas pela campanha:

    Évora, 7 de Julho às 11 horas na Praça do Giraldo;
    Lisboa, 9 de Julho às 18 horas no Largo Camões;
    Coimbra, 10 de Julho a partir das 15 horas na Praça 8 de Maio;
    Faro, 10 de Julho às 18 horas na Rua Santo António;
    Porto, 12 de Julho às 18 horas na Rua de Santa Catarina.

    PARTICIPA E DIVULGA!!

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    http://issuu.com/conselho_paz/docs/jornal_sim_a_paz_2016

     

  • No quadro de um crescendo de acções belicistas que a NATO tem vindo a desenvolver na Europa, começaram hoje, no Mar Negro, manobras navais conjuntas, desta organização com a Ucrânia, que envolvem ainda, para além dos países membro da NATO, a Suécia e a Moldávia.

    Estas manobras, que envolvem milhares de militares e meios navais, terrestres e aéreos, decorrem ao mesmo tempo que outras duas manobras da NATO, uma no Mar Báltico e outra na Alemanha, Itália, Bulgária e Roménia.

    O CPPC condena a escalada belicista impulsionada pela NATO e recorda que a aliança realizará a partir do início de Outubro manobras de grande escala que envolverão de forma particular o nosso país. Manobras já repudiadas por um conjunto de organizações portuguesas, que promovem o abaixo assinado disponível em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172
    (atenção à necessidade de confirmar a assinatura clicando no link do email de confirmação).

     

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    É com redobrada preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação vê o anúncio, por parte do poder de Kiev, de pôr fim ao cessar-fogo no Leste daquele País, o que, de imediato, foi seguido por notícias que confirmam o reinício dos bombardeamentos, os quais atingem igualmente, e de forma indiscriminada, zonas residenciais e populações ucranianas.

    O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, em particular para com aqueles que, como acontece no Leste deste País, lutam em defesa dos seus legítimos direitos e enfrentam difíceis situações – incluindo de escassez de comida e de água –, e que estão, uma vez mais, sob a agressão do exército e dos paramilitares ligados a oligarcas ou a forças nazifascistas, a mando da junta de Kiev, apoiada pelos EUA, a NATO e a União Europeia.

    O CPPC apela à denúncia e à condenação da escalada de intimidação, de agressão e de guerra e considera da maior importância que os democratas expressem solidariedade com o povo ucraniano, na defesa da liberdade, da democracia e da paz.

    Direcção Nacional do CPPC
    2 de Julho de 2014

  • Tendo sido anunciado pela NATO a realização de exercícios militares de grande escala, que envolverão directamente o nosso país, o Conselho Português para a Paz e Cooperação colocou à subscrição de organizações o seguinte texto:

    Paz sim! NATO não!
    Não à realização dos exercícios militares da NATO

    Considerando que a NATO anunciou a realização em Portugal e Espanha, com o apoio da Itália, dos maiores exercícios militares das últimas décadas, que ocorrerão entre 28 de Setembro e 6 de Novembro de 2015;

    Considerando que, num momento em que se multiplicam situações de tensão, de conflito e de guerra - inclusive na Europa - e aumentam a insegurança e a instabilidade internacionais, os exercícios militares desta organização belicista, envolvendo forças militares e território portugueses, não podem deixar de merecer o mais expressivo repúdio;

    Recordando que a Constituição da República Portuguesa defende a «dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos»;

    As organizações portuguesas abaixo-assinadas, comprometidas com a causa da Paz, da cooperação, do progresso e da justiça social:

    Repudiam a realização dos exercícios militares da NATO;

    Rejeitam a participação das forças portuguesas em agressões militares da NATO a outros povos;

    Afirmam ser urgente a dissolução da NATO, o fim das armas nucleares e de extermínio em massa, o fim das bases militares estrangeiras e o desarmamento geral e controlado;

    Reclamam das autoridades portuguesas o cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional, pela soberania dos Estados e pela igualdade de direitos dos povos.

    Organizações subscritoras (até ao momento):

    Associação de Amizade Portugal-Cuba

    Associação Intervenção Democrática

    Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin

    Clube Estefânia

    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

    Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

    Conselho Português para a Paz e Cooperação

    Coordenadora das Comissões de Trabalhadores da Região de Lisboa

    Ecolojovem - «Os Verdes»

    Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal

    Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais

    Interjovem – CGTP-IN

    Juventude Comunista Portuguesa

    Mó de Vida – Cooperativa

    Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul

     

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    Os Estados Unidos da América estão de volta ao Iraque, país que, em conjunto com uma coligação composta essencialmente por países da NATO e das Monarquias do Golfo, invadiram, saquearam, mataram, destruíram e ocuparam entre 19 de Março 2003 e Dezembro de 2011. Agora fazem-no com o pretexto de combater o chamado “Estado Islâmico” que EUA ajudaram a armar e a financiar.

  • exercicios militares da nato - 2015 1 20150826 1848196236

  • Assinalando o Dia Internacional da Paz, o CPPC em conjunto com outras organizações subscritoras da campanha em defesa da Paz "Não aos Exercícios Militares da NATO", efectuaram uma distribuição de documentos no interface de transportes públicos do Cais do Sodré em Lisboa.

    No local também foram recolhidas assinaturas para o abaixo assinado contra as manobras da NATO (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172).

     

  • Estão a decorrer neste momento e até o início de Junho, na região do Árctico, junto à Finlândia, Suécia e Noruega e, consequentemente, da Federação Russa, exercícios militares da NATO.

    Nestas manobras militares é anunciada a participação de mais de 100 aviões de combate e de 4000 militares das forças armadas destes três países (recorde-se que a Suécia e a Finlândia não sendo países membros da NATO, estão cada vez mais envolvidos na sua dinâmica militarista) e ainda dos Estados Unidos da América, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Suíça e Holanda.

    A NATO tem vindo reforçar a sua presença militar e a realizar manobras no Mar Negro, no Mar Báltico e no Leste da Europa, nomeadamente na Ucrânia, não esquecendo que está a completar a instalação do denominado sistema anti-míssil na Europa.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera que estas manobras militares se integram na crescente acção ofensiva e belicista da NATO e no perigoso e continuado confronto deste bloco político-militar não só contra a Federação Russa, mas também contra outros países.

    Lembrando que a NATO tem anunciados, para o mês de Outubro e no Mediterrâneo, os maiores exercícios desde há décadas, com a participação directa de Portugal e que envolverão dezenas de milhares de militares da NATO, o CPPC não pode deixar de expressar a sua preocupação e criticar a crescente militarização promovida pelas grandes potências da NATO e, em particular, o Governo Português por, em desrespeito dos valores e princípios da Constituição da República Portuguesa, continuar a aprofundar o envolvimento de Portugal na escalada de militarização das relações internacionais e nas acções de agressão contra países soberanos protagonizada pela NATO.

     

     

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    Há muito que o movimento internacional da paz denuncia a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)como a máquina de guerra do imperialismo, difundindo informações e opiniões que ajudam a esclarecer os povos sobre o que representa esta aliança. Atuando em cada país e conjuntamente, as quase 100 organizações que constituem o Conselho Mundial da Paz (CMP), em aliança com diferentes forças democráticas pelo mundo, empenham-se numa campanha por sua dissolução.

    Rumo à cúpula da Otan, em Varsóvia, capital polaca, as entidades que integram o CMP e seus aliados reforçam a campanha "Sim à Paz! Não à Otan!" que tem buscado transmitir a mensagem clara de rechaço completo à maquinaria que ameaça os povos mundo afora.

  • psnn liberdade 1 20141016 1723425797

    A Cimeira da NATO, que teve lugar no País de Gales, em 4 e 5 de Setembro passados, marcou uma intensificação da política de agressão deste bloco político-militar imperialista.
    Nesta Cimeira foram tomadas decisões para reforçar a sua capacidade de actuar e intervir militarmente em qualquer parte do globo, para defender os interesses dos grandes grupos económico e financeiros do "mundo ocidental".

  •  no chipre milhares marcharam pela paz 1 20180616 1115287356

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou, no passado dia 10 de Junho, na Marcha Pancipriota pela Paz organizada pelo Conselho da Paz do Chipre.

    A marcha tinha como objectivo a defesa da paz, a denúncia das guerras imperialistas, a recusa da utilização das bases britânicas na ilha para agredir os povos do Médio Oriente, a exigência da retirada de todas as forças militares estrangeiras do Chipre, incluindo as forças de ocupação turcas, o desmantelamento das bases britânicas e a dissolução da NATO. Exigindo paz para o Chipre e o mundo.

  • portugal fora dos balcas

    Defender a Paz é tarefa essencial

    No momento em que se cumpre o 15.º aniversário da agressão militar da NATO contra República Federal da Jugoslávia (que compreendia, então, os actuais territórios da Sérvia, Montenegro e Kosovo), o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra, em primeiro lugar, o que ela significou de morte, sofrimento e destruição para as populações civis jugoslavas.

    Em 78 dias de bombardeamentos selvagens, que destruíram importantes infra-estruturas económicas e sociais, morreram quatro mil pessoas e muitos milhares ficaram feridas. Mas o calar dos canhões não pôs fim ao massacre: de então para cá, muitos sérvios, montenegrinos e kosovares perecem vitimas de doenças do foro oncológico provocados pela utilização, pelas forças da NATO, de munições com urânio empobrecido, que contaminam terras e cursos de água e cujos efeitos se farão sentir por séculos. Contaminação que também vitimou os militares estrangeiros que participaram na ocupação, incluindo portugueses.

    A agressão da NATO à ex-Jugoslávia marca uma nova era da ofensiva imperialista, e como tal deve ser recordada. Depois de décadas de ingerência e ameaça mais ou menos velada contra países e povos soberanos (entre os quais Portugal, durante o processo revolucionário, procurando condicionar o seu desenvolvimento), a NATO teve na Jugoslávia a sua primeira intervenção militar aberta, «coberta» pela revisão do seu conceito estratégico na cimeira de Washington, nesse mesmo ano de 1999. A essa guerra seguiram-se outras, e muitas outras se seguirão caso os povos não consigam, com a sua luta, travar o passo aos fomentadores da guerra.

    Um outro aspecto da guerra sem quartel movida pela NATO contra a soberania da Jugoslávia é a manipulação mediática que a acompanhou, apresentando os algozes como libertadores e as vítimas como criminosos. Um aspecto que, não sendo propriamente novo, teve ali uma expressão particularmente elevada e que continuou a desenvolver-se, como mostraram depois os casos, como o do Iraque, e das tão célebres quanto inexistentes armas de destruição massiva.

    A agressão militar aberta da NATO contra a Jugoslávia, que se seguiu a anos de fomento da guerra civil entre os povos que constituíam a República Socialista da Jugoslávia, teve como objectivo a destruição de um grande e poderoso país e a sua substituição por pequenos e frágeis protectorados, mais facilmente manobráveis e controláveis. Vários dos países que resultaram do desmantelamento da antiga Jugoslávia integram hoje a União Europeia e a NATO, tendo sido instaladas no seu território algumas importantes bases militares norte-americanas.

    Passados 15 anos da agressão da NATO à Jugoslávia, o mundo enfrenta crescentes perigos de guerra, resultantes das aventuras militares do imperialismo, de que o desenvolvimento da situação na Ucrânia é o exemplo mais recente e, potencialmente, mais explosivo. Defender a Paz, a soberania nacional e o progresso social, pugnar pelo desarmamento e pela dissolução da NATO são, hoje, tarefas primordiais que estão colocadas aos povos do Mundo.

  • nos 20 anos da agressao da nato contra a jugoslavia nao mais guerras de agressao defender a paz 1 20190329 1231735674

    No momento em que se cumprem 20 anos da agressão militar da NATO contra República Federal da Jugoslávia (que compreendia a Sérvia e o Montenegro), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lembra, em primeiro lugar, o que ela significou de morte, sofrimento e destruição para a população jugoslava.

    De 24 de Março a 10 de Junho de 1999, durante 78 dias de bárbaros bombardeamentos da NATO, que visaram a destruição de numerosas infraestruturas económicas e sociais da Jugoslávia, foram mortas quatro mil pessoas e muitos milhares foram feridas. Mas o calar das armas dos agressores não pôs fim ao massacre: de então para cá, sérvios e montenegrinos perecem vítimas de doenças do foro oncológico provocadas pela utilização por parte das forças da NATO de munições com urânio empobrecido, que contaminam terras e cursos de água e cujos efeitos se farão sentir por muitos anos.

  • conferencia internacional contra as bases militares dos eua nato 1 20181125 1951938898

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) participa, este fim de semana, na Conferência Internacional contra as bases militares dos EUA/NATO.

    Esta conferência surge a partir de um movimento lançado nos EUA pela Coligação Contra as Bases Militares dos EUA (composta por diversas organizações de defesa da paz, do ambiente e dos direitos sociais), a que se associaram diversas organizações de todo mundo como sejam o Conselho Mundial da Paz ou o CPPC.

    A Presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, será uma das oradoras convidadas.

    Acompanhe a conferência em directo:

    Sexta-feira, 16 de Novembro, 2018:
    https://www.youtube.com/watch?v=XF4TXgsRYb8

    Sábado, 17 de Novembro, 2018:
    https://www.youtube.com/watch?v=W0-IQIWNFpI

    Domingo, 18 de Novembro, 2018:
    https://www.youtube.com/watch?v=qEXUNcXXFLc

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    Paz Sim! NATO Não!

    Nos próximos dias 4 e 5 de Setembro, realiza-se no Reino Unido (País de Gales), uma Cimeira da NATO. Num contexto internacional em que se multiplicam conflitos e aumentam a insegurança e a instabilidade, as organizações portuguesas abaixo assinadas, comprometidas com a Paz, a cooperação, o progresso e a justiça social:

    Recordam que a NATO é um bloco político-militar de natureza agressiva, criado pelos EUA para inserir países da Europa e de outros continentes nos seus objectivos e estratégia imperialista contra a soberania e os direitos e aspirações dos povos do mundo.
    Lembram que em 1949, a NATO contou com Portugal – que então estava sob uma ditadura fascista – entre os seus países fundadores; que os países da NATO apoiaram as guerras coloniais do regime fascista contra os povos de Angola, da Guiné-Bissau e de Moçambique; e que, após o 25 de Abril de 1974, a NATO tentou ameaçar e condicionar, através da realização de manobras de forças navais junto à costa portuguesa, a liberdade conquistada pelo povo português de decidir o seu destino.

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    A NATO, aliança belicista, extensão do poder militar dos EUA e que actua em função dos seus interesses, vai realizar em Portugal, Espanha e Itália, de 28 de Setembro a 6 de Novembro de 2015, manobras militares de grande envergadura, que envolverão mais de 36 000 militares de todos os ramos das forças armadas dos Estados membro desta aliança e de outros 7 "países parceiros".

    Consideradas das maiores manobras militares da NATO de sempre, estas surgem na sequência de exercícios militares dos EUA e da NATO em diversas regiões da Europa: Mar Báltico, Europa de Leste (Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia, Ucrânia), Mar Negro – que são entendidos como uma clara e continuada demonstração de hostilização à Federação Russa.