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NATO

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    A propósito do início amanhã, dia 4 de Setembro, de uma cimeira da NATO no Reino Unido, recordamos a Declaração Final da "Campanha em defesa da Paz e contra a cimeira da NATO em Portugal - Campanha Paz Sim! NATO Não!". Campanha que ao longo do ano de 2010 reuniu mais de cem organizações portuguesas e dezenas de milhares de pessoas, nas inúmeras iniciativas de norte a sul do país e na grande manifestação "Paz Sim! NATO Não! realizada em Lisboa a 20 de Novembro desse ano.

    Visite www.pazsimnatonao.pt !

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto coordenador da Região Europa do Conselho Mundial da Paz, recebe no próximo fim de semana uma reunião de movimentos da paz europeus.

  • Lê o folheto: http://issuu.com/sim_a_paz/docs/folheto_fv

     

  • A alegria da luta pela Paz em Lisboa

    Foi com alegria e combatividade que este Sábado, 24 de Outubro, se realizou, em Lisboa, o desfile da campanha "Sim à Paz - Não aos Exercícios Militares da NATO", promovida por mais de trinta organizações portuguesas.

    O desfile, que terminou na Praça Luís de Camões, foi seguido de intervenções de Augusto Praça da CGTP-IN, Vítor Silva do MPPM, Ana Souto do MDM, Ricardo Brites da associação de estudantes do ISEL e Ilda Figueiredo do CPPC, contou ainda com a música de Luís e Francisco, Duarte e Sebastião Antunes e com poesia dita por Fernanda Lapa.

  • No Cais do Sodré, em Lisboa, activistas da Paz efectuaram uma acção de distribuição de documentos e recolha de assinaturas contra as manobras militares da NATO.

  • Lê o jornal: http://issuu.com/sim_a_paz/docs/jornal_net

     

  • Esta segunda-feira, no Porto, largas dezenas de activistas da Paz, participaram numa iniciativa pública que denunciou os exercícios militares da NATO que estão a decorrer em Portugal, Espanha e Itália até ao próximo dia 6 de Novembro.

    As intervenções de Tiago Oliveira (USP/CGTP), de Olga Dias( MDM) e Ilda Figueiredo (CPPC) repudiaram a realização dos exercícios militares da NATO, a participação das forças portuguesas em agressões militares da NATO a outros povos, afirmando ser urgente a dissolução da NATO, o fim das armas nucleares e de extermínio em massa, o fim das bases militares estrangeiras, defendendo o desarmamento geral e controlado e exigindo o respeito pela Constituição da República e da Carta das Nações Unidas. Distribuiram-se cerca de mil documentos "Sim à Paz, Não aos exercícios militares da NATO"

     

  • A presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, participou numa palestra com dirigentes e delegados sindicais, realizada na Casa Sindical no Porto.

    A palestra foi promovida pelo SITE NORTE em colaboração com o Conselho Português para a Paz e Cooperação, no âmbito da campanha "Sim à Paz! Não à Nato!", contra a Cimeira da NATO, em Varsóvia, nos próximos dias 8 e 9 de Julho.

    Na palestra foi também anunciada a realização de uma iniciativa pública no Porto, integrada na campanha "Sim à Paz! Não à Nato!", no próximo dia 9 de Julho - 11 horas na rua Santa Catarina, junto ao via Catarina, por ocasião da Cimeira da Nato, em Varsóvia.

  • Em defesa da paz e da segurança no mundo! Não aos objectivos belicistas da Cimeira da NATO de Bruxelas!

     

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    Sim à Paz! Não à NATO!
    - Iniciativas por todo o País

    A campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», promovida por várias organizações e movimentos sociais, com o objectivo de contestar os propósitos belicistas da Cimeira da NATO, de 11 e 12 de Julho, em Bruxelas, marcará presença em diversificados pontos do País, através da distribuição de jornais e folhetos (ver em anexo), onde se expressam as razões, assim como as exigências dos promotores, nomeadamente: a dissolução da NATO; o fim das guerras de agressão; desmantelamento do sistema anti-missil THAAD dos EUA/NATO e encerramento das bases militares em território estrangeiro; a abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva; o fim da corrida aos armamentos e o desarmamento geral, simultâneo e controlado; o apoio aos deslocados e refugiados, vítimas das guerras que a NATO promove e apoia; a assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares; o cumprimento, pelas autoridades portuguesas dos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, de respeito pela soberania, independência, igualdade de direitos e resolução pacífica dos conflitos entre os Estados.

    Marcados estão também diversos actos públicos, designadamente em:

    - Évora, 7 de Julho, às 11 horas, na Praça do Giraldo;
    - Lisboa, 9 de Julho, às 18 horas, no Largo Camões;
    - Coimbra, 10 de Julho, a partir das 15 horas, na Praça 8 de Maio;
    - Faro, 10 de Julho, às 18 horas, na Rua Santo António;
    - Porto, 12 de Julho, às 18 horas, na Rua de Santa Catarina.

    Presença na manifestação em Bruxelas

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), estará igualmente presente na manifestação que se realiza em Bruxelas, no próximo dia 7 de Julho, promovida por diversas organizações e movimentos sociais daquele país, em que a defesa da paz e a luta contra a NATO terão uma forte presença.

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    Realizou-se no dia 28, na baixa lisboeta, uma conferência de imprensa das organizações e movimentos que integram a campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», que deram nota das iniciativas previstas e explicitaram os seus objectivos. Em seguida, o texto da Conferência de Imprensa e as organizações promotoras.

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    No passado dia 3 de Julho, pela manhã, activistas de várias organizações subscritoras da campanha "Sim à Paz! Não à NATO!" distribuíram centenas de documentos da campanha junto ao terminal de transportes do Cais do Sodré.

    Recordamos as próximas iniciativas promovidas pela campanha:

    Évora, 7 de Julho às 11 horas na Praça do Giraldo;
    Lisboa, 9 de Julho às 18 horas no Largo Camões;
    Coimbra, 10 de Julho a partir das 15 horas na Praça 8 de Maio;
    Faro, 10 de Julho às 18 horas na Rua Santo António;
    Porto, 12 de Julho às 18 horas na Rua de Santa Catarina.

    PARTICIPA E DIVULGA!!

  • sim a paz nao a nato 1 20180714 1512363700

    Activistas da campanha "Sim à Paz! Não à NATO!" estiveram esta manhã; frente à Assembleia da República, na concentração promovida pela CGTP-IN, de rejeição do acordo laboral, no local foram distribuídas centenas de documentos da campanha.

    Recordamos as próximas iniciativas promovidas pela campanha:

    Évora, 7 de Julho às 11 horas na Praça do Giraldo;
    Lisboa, 9 de Julho às 18 horas no Largo Camões;
    Coimbra, 10 de Julho a partir das 15 horas na Praça 8 de Maio;
    Faro, 10 de Julho às 18 horas na Rua Santo António;
    Porto, 12 de Julho às 18 horas na Rua de Santa Catarina.

    PARTICIPA E DIVULGA!!

  • sim a paz nao a nato 2 20180704 1807815146

    Os principais tópicos da Cimeira da NATO foram apresentados dia 28 de Maio pelo seu Secretário-geral, Jens Stoltenberg, na assembleia parlamentar daquela organização militar.
    Por mais que os tenha procurado dissimular, sob 'pacíficas' palavras, os objectivos belicistas são evidentes.

    Nesta Cimeira os líderes da NATO vão debater, entre outros aspectos:

    - o gradual aumento das despesas militares dos membros europeus da NATO para dois por cento do seu Produto Interno Bruto, até 2024;
    - a presença militar da NATO no Afeganistão, no Iraque e na Líbia, países destruídos por guerras de agressão da responsabilidade da NATO e de seus membros;
    - o reforço do estacionamento de forças militares da NATO, incluindo dos EUA, no Leste da Europa, visando a Federação Russa;
    - o reforço da União Europeia como «pilar europeu» da NATO, sendo que a militarização da UE – que avançou consideravelmente nos últimos meses – é apontada como complementar à NATO, que se mantém como 'tutora' e principal organização de cariz militar.

    Stoltenberg aponta como objectivo no quadro da NATO, e de forma propagandista, a existência de 30 batalhões mecanizados, de 30 esquadrões aéreos e de 30 navios de combate, que possam estar em 30 dias prontos para combate.

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    O processo de militarização da União Europeia deu, no final do ano passado, um significativo salto em frente, com o lançamento da chamada 'Cooperação Estruturada e Permanente' ('PESCO', na sigla inglesa) em matérias ditas de 'defesa' e 'segurança'.

    Este processo, no qual o Governo português decidiu envolver o País, realiza-se em 'coordenação' e 'complementaridade' com a NATO e tem como propósitos o incremento das despesas militares dos países participantes, o desenvolvimento e articulação da indústria armamentista e o aumento da capacidade operacional militar da UE.

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    A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) constitui uma extensão do poderio militar dos Estados Unidos da América (EUA), actuando em função dos seus interesses.

    Assim foi aquando da sua criação em 1949, quatro anos após o final da Segunda Guerra Mundial e seis anos antes da criação do Pacto de Varsóvia; assim continua a ser quase 70 anos depois, com Donald Trump ao leme da maior potência militar do mundo.

    O carácter 'defensivo' que a NATO apregoava ter revelou-se aos olhos do mundo como um logro, quando no início da última década do século XX – após o fim da União Soviética e do campo socialista na Europa e a consequente dissolução do Pacto de Varsóvia – a NATO não só não se extinguiu, como se reforçou.

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    Os EUA e a NATO admitem nas suas estratégias denominadas «de segurança» recorrer à arma nuclear num primeiro ataque contra qualquer país, algo que nenhum outro país detentor desta arma de destruição massiva faz. Recorde-se que os EUA, que foi o primeiro país a possuir armas nucleares e o único a utilizá-las (em 1945, sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui), gasta mais com os seus arsenais e já realizou mais ensaios nucleares do que todos os restantes países detentores deste tipo de armamento juntos.

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    Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

    Face à crescente e perigosa tensão belicista que actualmente se verifica no mundo, diversas organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção uniram-se para contestar os objectivos da Cimeira que a NATO realiza dias 11 e 12 de Julho, em Bruxelas, na Bélgica, e reafirmar a exigência da dissolução deste bloco político-militar, desenvolvendo um conjunto de acções em Portugal, como os actos públicos que se realizam dia 9 de Junho, às 18h00, no Largo Camões, em Lisboa, e dia 12 de Julho, às 18h00, na Rua de Santa Catarina, no Porto, sob o lema «Sim à Paz! Não à NATO!».

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    Portugal é membro da NATO desde a sua fundação, em 1949, e participa regularmente nas suas missões. Actualmente militares portugueses integram contingentes da NATO no Afeganistão, Kosovo e Mali e no Mediterrâneo e Báltico. No País encontram-se instalações da NATO – como o Quartel-general das forças navais de ataque e apoio da NATO ou o Centro de Análise Conjunta e de Lições Aprendidas da NATO.

    Os sucessivos governos portugueses têm estado sempre comprometidos com o alargamento geográfico e o reforço do carácter belicista da chamada 'aliança atlântica'.

  • Activistas do Conselho Português para a Paz e Cooperação e de outras organizações promotoras da "Sim à Paz! Não à NATO!" campanha pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO na Polónia, estiveram no passado dia 8 nas ruas de Faro em contacto com a população.