Outras Notícias

Palestina

  • Realizou no final da tarde de 15 de Maio uma iniciativa na Praça da Palestina, no Porto, de solidariedade com a Palestina e de denúncia dos massacres que causaram mais de 60 mortos e feriram mais de 2700 pessoas no mesmo dia em que os EUA abriram a sua embaixada em Jerusalém contra as resoluções da ONU e o direito internacional e quando se assinalam os 70 anos da Nakba, a grande tragédia.

    Ali se gritou Palestina Vencerá!Não à provocação, fim à ocupação! Ali estavam presentes cerca de duas centenas de pessoas a apoiar os protestos legítimos e vigorosos do povo palestino, a denunciar a violenta e criminosa repressão contra os que na Palestina estão neste momento também nas ruas a lutar pelos seus direitos e pela paz.

  • Realizou-se ontem, dia 6 de Agosto, em Aveiro uma acção de solidariedade com a Palestina.

    Marcada ao final da tarde num dos sítios com mais circulação do concelho - a estação de comboio - esta foi uma iniciativa com grande impacto, quer pela participação de várias dezenas de pessoas, quer pela chamada de atenção a algumas centenas que por lá passaram, havendo mesmo algumas que se juntaram à acção e assinaram a petição do CPPC.

    Esta iniciativa, promovida pelo CPPC em conjunto com a União de Sindicatos de Aveiro, contou com a presença e intervenção de Joaquim Mesquita, da Direcção Nacional do CPPC, que sublinhou a solidariedade do povo português e, particularmente, dos habitantes do distrito de Aveiro, com a Palestina e a sua justa luta pela paz, liberdade e independência - contra o fim da ocupação e do genocídio!

     

  • Conjunto de 25 organizações portuguesas subscreve documento em solidariedade com presos palestinos em greve de fome nas prisões israelitas.

    SOLIDARIEDADE COM OS PRESOS PALESTINOS EM GREVE DA FOME NOS CÁRCERES DE ISRAEL

    Cerca de 1500 palestinos encarcerados nas prisões de Israel por resistirem à ocupação e à repressão lançaram no dia 17 de Abril uma greve da fome designada «greve da liberdade e dignidade».

    A greve da fome é uma medida extrema: privados de outros meios de protesto, os presos usam o seu próprio corpo, põem em risco a sua própria vida para reclamar a melhoria das suas condições e a sua libertação.

    Os presos em greve da fome, de todas as tendências políticas, reivindicam direitos básicos como o direito de telefonar às suas famílias, visitas familiares, o acesso ao ensino superior à distância, cuidados médicos e tratamento adequados e o fim dos regimes de isolamento e de detenção sem acusação nem julgamento.

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    Completa-se, hoje, um mês desde que cerca de mil e quinhentos presos políticos palestinianos em prisões israelitas iniciaram uma greve de fome, como forma de protesto pela negação por parte das autoridades de Israel de direitos básicos, consagrados no direito internacional, como o acesso à assistência médica, contra a tortura e outras formas de violência a que são sujeitos, pelo direito a receber visitas de familiares, entre outras exigências.

     

    No momento em que, dada a duração do protesto, perante a inflexibilidade das autoridades israelitas, se agrava, ainda mais, o estado de saúde dos presos, divulgamos a posição de Solidariedade para com os presos políticos palestinianos em greve de fome nas prisões israelitas” subscrita por organizações do movimento da paz de vários países, exigindo o respeito dos direitos e a libertação destes presos políticos.

     

    17 de Maio de 2017

     

    A posição:

     

    Solidariedade com os presos políticos palestinianos em greve de fome nas prisões Israelitas

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua solidariedade para com a activista da Paz Moara Crivelente, membro do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CEBRAPAZ), com quem tem trabalhado há já vários anos no âmbito do Conselho Mundial da Paz, pelo injusto tratamento e expulsão de Israel de que foi vítima no dia 24 de Julho.

    O CPPC lembra ainda todos os muitos activistas que já passaram por situações semelhantes e condena as contínuas arbitrariedades e crimes cometidos pelo Estado Israelita, de que o povo palestino continua a ser a principal vítima.

    Afirmamos que as tentativas de Israel intimidar o movimento de solidariedade não só não demoverão os que defendem a causa palestina como lhes dão, ainda mais, a força da razão.

    Palestina vencerá!

    Leia o artigo de Moara Crivelente

  • um ano da grande marcha de retorno a luta do povo palestino pelos seus direitos 1 20190408 1293581218

    No momento em que se completa um ano do início das manifestações da população palestina na Faixa de Gaza, conhecidas como a Grande Marcha de Retorno – iniciadas a 30 de Março de 2018 –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a resistência do povo palestino contra a ocupação e a opressão israelita e reafirma a sua solidariedade para com a sua justa causa pelo respeito e cumprimento dos seus direitos nacionais.

    O dia 30 de Março marca o dia da Terra Palestina, data que recorda a greve geral e as grandes manifestações de 1976 contra a ocupação por Israel de mais terra do povo palestino, sobre as quais se abateu uma violenta repressão pelas forças militares israelitas que provocou a morte a seis jovens palestinos e centenas de feridos e presos.

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    Vigília de Solidariedade com a Palestina
    Fim ao Massacre!
    Fim à Ocupação!

    21h | 13 de Agosto (4ª Feira )

    Av. Central (Arcada) - Braga

    www.facebook.com/events/1443004579313630/

     

  • O núcleo de Coimbra, do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), com o apoio da União dos Sindicatos de Coimbra (USC), realizou ontem, dia 28, uma vigília de solidariedade com o povo da Palestina.

    A iniciativa contou com a presença de mais de uma centena de pessoas.

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda a vitória da corajosa luta dos presos políticos palestinianos, em prisões israelitas, com a cedência das autoridades israelitas a justas exigências destes presos, na sequência do protesto “Liberdade e Dignidade”, em que mais de mil presos políticos palestinos se encontravam em greve de fome há já 40 dias.

    Os presos políticos palestinianos suspenderam o seu protesto, após mais de vinte horas consecutivas de negociações, quando as autoridades israelitas acederam a várias das suas exigências como o direito a duas visitas mensais da família ou a receberem assistência médica condigna.