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Palestina

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  • cartaz solidariedade palestina - porto 1 20140828 1090481146

    Participa!

    28 de Agosto - 18H

    Concentração - Praceta da Palestina - Porto
    (Entre a Rua Sá da Bandeira e a Rua do Bolhão)

    CPPC

    Apoio:
    USP/CGTP-IN
    MDM
    UPP
    UNICEPE
    AEESEP

  • Realizou-se ontem, no Porto, uma acção de solidariedade com a Palestina e de denúncia da mais recente ofensiva militar desencadeada por Israel contra a população palestina da Faixa de Gaza, iniciada a 7 de Julho. Esta iniciativa teve o apoio de várias organizações: Movimento Democrático de Mulheres, União dos Sindicatos do Porto – CGTP-IN, UNICEPE, Universidade Popular do Porto e Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação do Porto. Apesar da chuva, mais de uma centena e meia de pessoas estiveram presentes e foram distribuídas centenas de panfletos. Para além das intervenções de representantes da USP e do CPPC, foram também lidos dois poemas do poeta palestiniano Mahmoud Darwich pelo escritor e poeta José António Gomes. Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPC, lembrou também a realização da Cimeira da NATO nos próximos dias 4 e 5 de Setembro no Reino Unido, e que representará mais um passo na escalada militarista e agressiva deste bloco político-militar. Foi também distribuído um panfleto com a tomada de posição subscrita por várias organizações, de condenação da NATO e da sua cimeira. Desta iniciativa resultou o contacto com centenas de pessoas e a adesão de algumas delas ao CPPC.
     
  • solidariedade palestina - coimbra 1 20140828 1979174480

    Coimbra
    Praça 8 de Maio
    28 de Agosto - 18h

    Concentração

  • A 5 de Junho assinalam-se 50 anos sobre a ilegal ocupação dos territórios palestinianos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, bem como dos Montes Golã da Síria, de parte do Sinai egípcio e das Quintas de Shebaa do Líbano, por parte de Israel, durante a «guerra dos seis dias» em 1967.

    Após 50 anos, o Estado de Israel continua a impor de forma violenta o seu domínio de toda a Palestina, em frontal desrespeito pelo Direito Internacional e em confronto com inúmeras resoluções das Nações Unidas.

    A ilegal ocupação dos territórios palestinianos por parte de Israel é marcada por sistemáticas agressões militares e hediondos crimes; pela prisão de milhares de palestinianos, incluindo crianças; pela demolição de milhares de lares palestinianos e pelo confisco de terras; pela expansão dos colonatos e postos de controlo; pela construção de um muro de separação; pela transformação da Faixa de Gaza na maior prisão do mundo; pela exploração, opressão, divisão e humilhação dos trabalhadores e do povo palestinianos, pela brutal e constante negação dos seus direitos.

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    O CPPC condena a contínua violência de Israel contra a população palestina, nomeadamente na Faixa de Gaza, onde as suas forças armadas bombardearam mais de uma centena de locais e voltaram a disparar contra manifestantes da Grande Marcha do Retorno – que se realiza há já 20 semanas consecutivas –, assassinando e ferindo centenas de palestinos em protesto pelo brutal e contínuo desrespeito dos seus direitos, incluindo através da imposição de um cruel bloqueio, por parte das autoridades israelitas.

    O CPPC não pode deixar de sublinhar que o comportamento criminoso de Israel, no completo desrespeito pelo direito internacional e os mais básicos direitos humanos, é perpetrado com o apoio dos EUA e a cumplicidade da UE.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena da forma mais veemente o hediondo massacre perpetrado ontem pelo exército israelita contra a manifestação pacífica da população palestina na Faixa de Gaza pelo fim da ilegal ocupação israelita de territórios palestinos e pelo direito de retorno dos refugiados.

    Aos já cerca de 60 mortos – o número de vítimas mortais não cessa de aumentar – e mais de 2700 feridos palestinos no massacre de ontem, somam-se os 58 mortos e os milhares de palestinos feridos pelo exército israelita nas manifestações da 'Grande Marcha do Retorno' realizadas desde o passado dia 30 de Março em Gaza – população que foi vítima de brutais agressões israelitas e que vive sob um cruel cerco imposto por Israel desde há 11 anos.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena o incremento da colonização dos territórios palestinianos ilegalmente ocupados por Israel, que tem o seu mais recente e revelador episódio na aprovação pelo governo israelita de um plano para construir mais 4000 colonatos nas colinas da Jerusalém ocupada.

    Para além do plano que agora foi aprovado, a expressão pública, por parte de deputados israelitas e membros da maioria governamental que é responsável pela política sionista de Israel, da intenção de promover a expulsão da população árabe de Jerusalém é também ela sintomática de uma mentalidade colonialista.

    A expansão dos colonatos, que não tem cessado de se incrementar, inscreve-se na tentativa de impor a ocupação como facto consumado.

    A construção de colonatos é ilegal à luz do direito internacional e viola abertamente sucessivas resoluções das Nações Unidas.

    O CPPC condena mais esta medida do Estado de Israel e lembra as responsabilidades dos EUA e da União Europeia que apoiam e são coniventes com a sua criminosa política sionista e colonialista contra o povo palestiniano.

    É através da unidade e da luta do povo palestiniano e das suas organizações representativas, da luta do movimento pela paz e das forças progressistas em Israel, com o apoio da solidariedade internacional, que se pode vencer a violência e a prepotência das autoridades israelitas, abrindo caminho à concretização do direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina, livre e independente, com as fronteiras de 1967 e capital em Jerúsalem Leste, e ao respeito do direito de regresso dos refugiados palestinianos – como impõe o espirito e a letra da Carta das Nações Unidas e exigem inúmeras resoluções da ONU.


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  • O Conselho Mundial da Paz (CMP), expressa o seu repúdio ao bombardeamento do território palestino da Faixa de Gaza, pelas forças de ocupação israelitas, que já provocou mais de cem mortos e centenas de feridos, na sua maioria civis, incluindo crianças.

    Condenamos o brutal ataque da força aéria israelita contra o povo palestino, que visa o castigo colectivo de um povo que luta pelo seu direito inalienável a um estado independente, e que tem por objectivo claro obstruir quaisquer negociações e soluções pacíficas, para uma ocupação que dura à décadas.

    Denunciamos, ainda, o recente incremento de todas as formas de intimidação e das detenções, no territórios da Cisjordânia e em Jerusalém Leste de cidadãos palestinos.

    A política agressiva do regime de ocupação israelita, o prosseguir da construção de colonatos Cisjordânia e em Jerusalém, a demolição de casas, o continuar da construção do “muro de separação” na Cisjordânia estão a receber todo o apoio dos EUA e da UE, que equiparam a vítima ao agressor, numa criminosa cumplicidade com o lento genocídio do povo palestino.

    Apoiamos o direito do povo palestino a resistir à ocupação do seu território e exigimos o fim de todas as formas de ataque por parte das forças israelitas.

    A Paz e a estabilidade na região apenas podem ser alcançadas pelo estabelecimento e reconhecimento de um Estado Palestino, independente, nas fronteiras de 1967 com capital em Jerusalém Este.

    O CMP condena todos os esforços para dividir o povo e territórios palestinos e exige a libertação de todos os presos políticos palestinos das prisões israelitas, como também o direito de regresso dos refugiados palestinos às suas terras de acordo com a resolução 194 da ONU.

    Apelamos a todos os membros e amigos do CMP, para que desenvolvam iniciativas de protesto con¨tra a agressão israelita e para que expressem solidariedade com o povo palestino e as forças amantes da paz em Israel.

    O massacre do povo palestino tem de acabar agora!

    O Secretariado do CMP

    11 de Julho de 2014

  • Que não se esqueça, para que nunca mais se repitam!

    O Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) recorda os 35 anos decorridos sobre o massacre de refugiados palestinianos – muitos dos quais crianças, mulheres e idosos – perpetrados de 12 a 18 de Setembro de 1982 pelos falangistas libaneses, com a cumplicidade e apoio de Israel, nos campos de refugiados de Sabra e Shatila, situados nos arredores de Beirute, no Líbano.

  • Com 58 votos a favor e 50 contra, o parlamento israelita aprovou no passado dia 17 de novembro um projeto de lei com o fito de “regularizar” retroativamente os colonatos israelitas ilegalmente construídos na margem ocidental do rio Jordão, em território palestino ocupado. O projeto terá ainda de passar por mais votações antes de se tornar lei.

    Com esta iniciativa o parlamento israelita procura fabricar uma pretensa legalidade para cobrir a contumaz usurpação de territórios palestinos por parte de colonos israelitas, processo que tem contado com a tolerância, quando não apoio oficial e instigação, do próprio estado israelita.

    Tal ocupação é ilegal à luz do direito internacional; e até mesmo da lei israelita – embora, neste caso, em termos meramente formais como tem sido notório.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena de forma veemente a lei aprovada esta semana no Parlamento israelita (Knesset) e que atribui ao Ministro do Interior israelita o poder de revogar o direito de residência em Jerusalém a cidadãos palestinianos acusados de “violação de lealdade”, obtenção do estatuto de residência “com base em informações falsas” ou por cometer um crime.

    Imoral, ilegítima e ilegal à luz do Direito internacional, esta medida, que procura impor o “dever de lealdade” a uma potência ocupante – como é Israel –, atinge 420 000 palestinianos portadores do cartão de residência e constitui mais uma tentativa de expulsar a população palestiniana dos territórios ilegalmente ocupados por Israel, substituindo-a por colonos israelitas para aprofundar essa mesma ocupação.

    Uma inaceitável medida que se enquadra na tentativa de anexar a totalidade de Jerusalém ao Estado de Israel de que fazem parte as recentes manobras provocatórias da Administração dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e de anunciar a tranferência para esta cidade da embaixada norte-americana, prevista para o próximo dia 14 de Maio.

    Direcção Nacional do CPPC

  • No momento em que decorre o julgamento, iniciado ontem num tribunal militar israelita, da jovem palestiniana Ahed Tamimi, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recorda a exigência da libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

    Neste momento, mais de 300 menores palestinianos encontram-se em prisões israelitas, sendo frequentes as detenções e interrogatórios de menores palestinianos pelas forças de ocupação israelita, onde são submetidos a agressões físicas, privação de sono, prisão solitária e outras formas de tortura, nomeadamente com o intuito de obterem confissões forçadas, o que é uma inadmissível violação de elementares direitos humanos.

    Reafirmando a sua solidariedade para com o povo palestiniano e a sua luta por um Estado da Palestina, viável, livre e independente, no respeito pelas resoluções pertinentes da ONU, o CPPC apela a todos os amantes da paz para que façam ouvir a sua exigência pela libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Solidário com o povo palestino e com as activistas que seguiam a bordo do “Barco de Mulheres para Gaza”, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), repudia o novo acto de violência de Israel ao interceptar, no passado 5 de Outubro, e sequestrar mais um barco e a sua tripulação, que se dirigiam à Faixa de Gaza para denunciar o inumano bloqueio de Israel aquele território palestino.

    A tripulação do barco agora aprisionado é constituída exclusivamente por mulheres, de diversas nacionalidades, vindas de Espanha, EUA, Suécia, Malásia, África do Sul, Austrália entre outros países.

    Este barco insere-se no movimento Flotilha da Liberdade iniciado em 2010 ano em que o navio turco Navi Marmara que se dirigia para Gaza foi tomado por forças especiais israelitas, num ataque que provocou a morte de 10 dos activistas a bordo.

    O apelo das tripulantes agora detidas é para que os governos de todo o mundo tomem uma posição contra o bloqueio ilegal de Gaza, inserido no apoio ao povo palestino e ao seu direito a resistir à ocupação, opressão e à injustiça.

    Transmitimos o apelo para que todos os que defendem a causa do povo palestino, expressem a sua veemente condenação à ocupação israelita da Palestina de que o bloqueio da Faixa de Gaza é parte, e que exijam a imediata libertação das activistas agora detidas.

    Liberdade para a Palestina!

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda de forma calorosa o Comité pela Paz e Solidariedade de Israel e os milhares de cidadãos israelitas que participaram na grande manifestação de dia 27, em Telavive, contra a ocupação dos territórios ilegalmente ocupados da Palestina e pela efectiva implementação da solução dos dois Estados, o que significa o reconhecimento e a criação do Estado da Palestina, nas fronteiras anteriores a Junho de 1967 e com capital em Jerusalém Leste.