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paz e desenvolvimento


  • Samuel Quedas, nascido em 1952. Os primeiros vinte anos de vida são uma sucessão de “mal entendidos”, envolvendo uma Igreja à qual não quer pertencer e um curso apontado para a economia, que não quer seguir. Quando finalmente escolhe a História, descobre que a História já tinha outros planos: apresentar-lhe pessoalmente José Afonso.

  • Sebastião Antunes, mentor do grupo Quadrilha, já com oito álbuns editados e centenas de concertos em Portugal e no Estrangeiro.

    O músico inicia a sua carreira em 1993, com um primeiro álbum de nome “Contos de Fragas e Pragas”, onde começa um percurso apoiado nas raízes da tradição portuguesa, com incursões à música pop, e muitas influências vindas da então chamada Música Celta proveniente da Galiza, Irlanda, Escócia e Bretanha.

  • Minhas Senhoras e Meus Senhores, Estimadas Amigas e Amigos da Paz
    Em nome da Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúdo todas as pessoas presentes neste magnífico Concerto pela Paz, no Teatro Rivoli, só possível com o empenhamento de muitos artistas e grupos que aqui intervêm hoje, envolvendo cerca de 200 pessoas, e para quem vai o nosso caloroso agradecimento.

    Agradecimento que é também extensivo à Câmara Municipal do Porto, com quem o CPPC tem um protocolo de colaboração, em especial ao Presidente e à Vice-presidente, ao Pelouro da Educação, ao Teatro Rivoli e aos seus técnicos que, em conjunto connosco e com Guilhermino Monteiro, montaram este espectáculo que esperamos vos agrade a todos. Como sabem, é o segundo Concerto pela Paz que organizamos no Rivoli com apoio da Câmara Municipal do Porto. Esperamos que para o ano haja mais.

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    Foi um êxito o quarto Concerto pela Paz que o Conselho para a Paz e Cooperação (CPPC) organizou no Auditório Municipal de Gaia, no passado dia 22 de Março, com apoio da Câmara Municipal e da Federação das Colectividades de Vila Nova de Gaia.

    Pelo palco, passou o canto das crianças e jovens do Coro da Orquestra Juvenil de Gaia, dirigido por Luisa Castro; ouviu-se a música da Orquestra Ligeira de Avintes e os solistas Vera Mesquita (soprano) e João Robalinho (barítono), dirigidos pelo professor e maestro Rufino Moura; o Ginasiano, que encantou com a dança, em três variações, do clássico Deus dourado, de D.Quixote e o Dueto do Festival das Flores, interpretados por alunos do Curso Artístico de Dança; os poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, poeta comprometida com o mundo, que, no contexto do centenário do seu nascimento, foram lidos pelas actrizes Alzira Santos, Dina Fonseca e Andreia Rocha, da associação Ilha Mágica. Seguiu-se uma intervenção da Classe de Percussão da Escola de Música de Perosinho, do Professor Hugo Vieira, usando o papel, e a terminar, o grupo de Danças Andinas, INTICHASKI, encantou a assistência numerosa, onde não faltou a encenação de um belo texto lido pelo ator David Cardoso.

    A atriz Rebeca Cunha apresentou o Concerto pela Paz e leu o poema Ode à Paz, de Natália Correia, e Ilda Figueiredo, presidente da direção do CPPC agradeceu a generosidade dos artistas, escolas e associações que participaram, da CM de Gaia e da Federação das coletividades que apoiaram, explicou algumas atividades do CPPC em Gaia, reafirmou a importância da defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz e proclamou com o público, em uníssono, " Sim à Paz ! Não à guerra!

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    B'rbicacho

    Unem-se numa noite fria de Dezembro, e de uma partilha quente de histórias culmina um grande B'rbicacho. B'rbicacho para aqui, B'rbicacho para acolá, e nasce a cumplicidade e a amizade que se transparece na música. Como juntar uma viola da gamba, um clarinete, uma guitarra e três vozes femininas?

    Partindo da época medieval e viajando até ao presente, passando sobretudo pela música de raiz lusófona, as B'rbicacho propõem um baile, onde é possível saborear desde o malhão mais incôndito à mais doce das mazurkas.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Coro Infanto-Juvenil da Universidade de Lisboa dirigido por Erica Mandillo e acompanhados ao piano por João Lucena.

    O CIUL fez a sua primeira apresentação pública em Junho de 2005, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa. Desde então tem vindo a desenvolver uma nova linguagem, que associa a expressão corporal e teatral ao canto. Realizou mais de 100 concertos e espetáculos no país e no estrangeiro, destacando-se os seguintes: Paixão segundo São Mateus de J. S. Bach, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), sob a direção de Enrico Onofre (2009); participação na cantata Jeanne d'Arc au Bucher de Honneger, na Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), sob direcção de Simone Young (2010); concerto com o coro finlandês Tapiola Choir, no CCB (2010); dois concertos sob o título União Musical, a convite do Parlamento Europeu, em Bruxelas (2011); estreia da ópera Menina Gotinha de Água do compositor Miguel Azguime (2011); participação num dos mais prestigiados festivais de coros juvenis do mundo, em Basileia, para o qual foi selecionado por um júri internacional (2012); concertos a convite do coro canadiano Shallaway, na Sé de Lisboa (2013), e do Coro Juveníl do Palau, em Barcelona (2014); e a Paixão segundo São Mateus, no Grande Auditório da FCG, sob a direção de Michel Corboz (2014).

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    El Sur

    A América Latina será a suprema contradição?

    Recolhe de todos os cantos do mundo pedaços de identidade: o mediterrâneo, o negro, o azul e o vermelho. Retoma sempre que pode a sua própria génese, as suas cores terra e os seus sabores intensos, o seu afã de liberdade e esperança.

    É aqui que mergulha "el Sur". Na força de um continente e no génio dos seus autores, na fronteira entre o Pacífico e o Atlântico.

    O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima, para o urgente tempo que se aproxima e que nos mudará para sempre.

    O grupo é actualmente formado por Rui Galveias na guitarra, Rui Alves na bateria, Francesco Fry di Carlo no acordeão e Tiago Neo no baixo.

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    Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    João Afonso

    Participação especial de João Afonso, como convidado dos Peste & Sida.

    Com uma voz ímpar na música da lusofonia, João Afonso possui um estilo distintivo, marcado pela inovação e pela riqueza das suas composições.

    O primeiro trabalho em nome próprio surgiu em 1997 (“Missangas”) e desde então construiu um coral de canções que leva para palco sempre na companhia de excelentes músicos. Nas suas propostas integram-se concertos mais intimistas e cheios de cumplicidades e espectáculos mais festivos, com histórias musicais de múltiplas sonoridades.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Luisa Ortigoso

    Estreia-se como profissional, em teatro, no ano de 1980, tendo trabalhado ao longo destes 38 anos com encenadores como Joaquim Benite, Fernando Gusmão, Peter Shrot e Peter Kleinert , Luzia Maria Martins e Fernando Mora Ramos. Estreou este ano de 2018 o monólogo “Testamento”, do autor irlandês Colm Tóibín e dirigido por Beto Coville onde interpreta Maria.

    Trabalha também para televisão, tendo integrado elencos de várias novelas, (“Anjo Selvagem”, “Tu e Eu”, “A Outra”, “O Sábio”, “Paixão”, só para referir algumas), séries (sendo a mais recente “Bem-Vindos a Beirais”) e telefilmes (“Pelas Próprias Mãos” e “Divino Pecado”). Em cinema fez parte do elenco de “Bad Investigate” (estreado em Janeiro deste ano) e “Portugal não está à Venda” (a estrear em Agosto próximo). Fez regularmente teatro radiofónico, desde a sua estreia como actriz até às últimas produções da RDP. Como actividade paralela, privilegiou o trabalho musical, interpretando (em diferentes espectáculos) temas populares portugueses, Gershwin, Brecht/Weil e Brecht/Eisler, Zeca Afonso e Carlos Azevedo. Dá aulas de oficina teatral desde 1999. Faz ainda, regularmente, workshops de interpretação e coaching.

    Luísa Ortigoso - actriz

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    PESTE & SIDA

    Composto por João Pedro Almendra (voz), João San Payo (baixo), Luis Varatojo (guitarra) e Fernando Raposo (bateria), o quarteto fundador dos Peste & Sida começou a ensaiar na Galeria Monumental no Verão de 1986. A eles juntou-se Orlando Cohen (guitarra) sendo esta a formação que em quinteto grava os dois primeiros álbuns da banda: o emblemático “Veneno” em 1987 e o muito aclamado “Portem-se Bem!” em 1989 que viria a consagrar a banda levando os Peste & Sida em tournee de norte a sul do país.

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    Foi o magnifico Concerto pela Paz que decorreu no Teatro Rivoli, no Porto, na tarde do passado dia 5 de Janeiro, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Teatro Rivoli e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, em defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz.

    Cerca de 700 pessoas ouviram a música da Orquestra Juvenil de Bonjóia, o Bando dos Gambozinos, o Balleteatro, o quarteto de saxofones da Academia de Música de Costa Cabral e o quarteto “Room 204” da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. A apresentação incluindo a apresentação de poesia foi de Clara Godin e João Tarrafa.

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  • Musico fundador, guitarrista, compositor e letrista dos Cool Hipnoise, vem desde os anos 90 a desenvolver o seu percurso naquilo que é conhecido genericamente como "Música Negra". Criou e tem trabalhado ainda com as bandas Spaceboys, Cais Sodré Funk Connection, Marfa, Combo Nuevo Los Malditos, Rita & O Revólver, assim como colaborou com revistas como a Op, Luso Beat ou a Dif.

    Disc-Jockey desde 1997, tem corrido diversas cabines de salas e festivais por todo o país.

    Faz parte da equipa da rádio Oxigénio 102.6 fm desde o seu início no ano 2000.

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

    Portugal deve realizar uma política externa em defesa da paz, consentânea com os valores de Abril consagrados na Constituição da República Portuguesa, no respeito dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

    Para defender a Paz, todos não somos demais!