Outras Notícias

paz e desenvolvimento

  • O CPPC e a Câmara Municipal de Almada homenagearam, no sábado, 17, as vítimas do atentado que, dias antes, vitimou dezenas de pessoas em Ancara, na Turquia, que participavam numa marcha pela paz. A homenagem teve lugar no Fórum Municipal Romeu Correia, onde está patente a exposição «Almada pela Paz», resultante da parceria existente entre ambas as estruturas e que até final do ano dará o mote à realização de diversas iniciativas sobre a paz.

    A sessão, apresentada por Fernando Fitas (que declamou diversos poemas relativos à paz e à guerra), contou com a presença solidária de um conjunto de artistas almadenses - De la Karta/Geração Kool, Manuel Loureiro, Nelson Paiva, Grupo Coral e Etnográfico «Amigos do Alentejo» e Sandra Costa e João Vieira - e ainda da classe de ginástica rítmica do Vitória Clube Quintinhas.

    Na sessão intervieram o membro da Direcção Nacional do CPPC Gustavo Carneiro e o presidente da Câmara Municipal de Almada Joaquim Judas, que sublinhou a importância de, hoje, defender a paz, questão essencial para construir um futuro de progresso, justiça social e soberania. O dirigente do CPPC inseriu o atentado de Ancara no processo de desestabilização do Médio Oriente, do qual o governo turco é um dos principais promotores, denunciou o carácter agressivo dos exercícios da NATO que por estes dias ocorrem no nosso País, envolvendo forças militares portuguesas e apelou à participação no desfile de sábado, 24, em Lisboa. A Constituição da República, lembrou, consagra a «dissolução dos blocos político-militares».

    A homenagem terminou com uma largada de balões brancos, onde estava impressa a célebre pomba pintada por Pablo Picasso para o movimento da Paz e inscrita a frase «Almada pela Paz».

     

  • Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC, em colaboração com activistas da PAZ, da região do Algarve, participou, no dia 10 de Novembro, numa distribuição de documentos, no centro de Faro, numa visita ao Clube Farense e em reuniões com o Sindicato dos Professores do Sul e com a Câmara Municipal de Loulé, visando aprofundar parcerias e programar actividades futuras, designadamente da educação para a Paz e da cultura para a Paz.

     

  • Nos dias 27 de Fevereiro e 14 de Março, o CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação, em parceria com a Universidade do Algarve, Associação Académica da UALg, o SPZS - Sindicato dos Professores da Zona Sul e o Cineclube de Faro levaram a cabo duas iniciativas inseridas na campanha, que está a decorrer por todo o país, Pelo Fim das Armas Nucleares, pela ratificação do acordo por parte do governo português.

    No dia 27 de Fevereiro no Campus das Gambelas procedeu-se a uma sessão de esclarecimento seguida de debate que contou com a presença de Frederico Carvalho, físico e presidente da Associação dos Trabalhadores Científicos, Saúl de Jesus, professor doutor e Vice-reitor da UALg, Isa Martins do SPZS e Sofia Magalhães Costa membro do CPPC.

  • Nos passados dias 22 e 23 de Fevereiro realizaram-se no Algarve diversas iniciativas, envolvendo cerca de 400 pessoas, na sua maioria jovens, de diversas escolas secundárias onde se realizaram debates sobre a actualidade da luta pela Paz.

    Em colaboração com o Sindicato dos Professores da Zona Sul e as direcções das Escolas Secundárias de Tavira e Pinheiro e Rosa de Faro, Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC participou em debates que abordaram diversas questões da actualidade e assinalaram o 40º aniversário da Constituição da República Portuguesa (CRP), abordando sobretudo o seu artigo 7º, onde se preconiza a defesa da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação aceitou o convite dos "Pioneiros de Portugal" para falar da Paz às crianças e jovens que participaram no seu acantonamento da Primavera, que decorreu em Alcochete.

     

  • A 2.ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2017, recebeu o primeiro debate ligado às causas da Bienal e o tema não podia ser mais sugestivo: os "Artistas Pela Paz", que também dá nome a uma das exposições da iniciativa cultural.
    Moderado por Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e uma das curadoras da exposição (juntamente com a artista plástica Mirene), o debate procurou responder à questão do papel da arte na procura da paz.

    Na mesa do debate estiveram, além de Ilda Figueiredo, os artistas Evelina Oliveira e Rui Ferro e os jornalistas Alfredo Maia e Vítor Pinto Basto e na intervenção de todos eles partiu-se do tema da guerra para clamar a paz, na procura de um mundo melhor.

  • A intervenção de Alfredo Maia.
    (segundo, a partir da esquerda, na foto)

    1. Introdução/ Reflexão
    Um dos monumentos mais impressionantes que já visitei é a basílica-cripta de Santa Cruz do Vale dos Caídos.
    Além da expressão da soberba faraónica de um caudilho fascista – Francisco Franco – e do expoente de uma estética do poder antidemocrático e opressor, é chocante o seu significado.

    Embora viesse a ser local de inumação – entre os 36 mil soldados que ali foram enterrados – de alguns combatentes republicanos mortos na guerra civil (1936-39), cujas famílias declararam por eles o seu «arrependimento», mas também como espécie de sinal de «conciliação nacional» imposto por países estrangeiros depois da II Grande Guerra (1939-45), o Vale dos Caídos foi concebido por Franco para sua própria glorificação como vencedor e em honra dos combatentes falangistas que o seguiram.

  • A intervenção de Vítor Pinto Basto.

    Mães vítimas da guerra e como a arte pode ajudar à Paz

    Tenho para mim que não há melhor guerreiro do que um defensor da paz. Este, estoico, transmite a mensagem que a beleza de uma flor ou de um gesto amoroso vale mais que todas as balas do mundo. O problema é que se fazem guerras por causa de saques absurdos ou de ódios lamentáveis e as vítimas contam-se não só em quem nas guerras morre mas também entre quem recebe soldados feridos e deles trata.

  • Duas dezenas de defensores da Paz animaram a sessão pública de que o Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) foi parte integrante na passada sexta-feira, na Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense-SIRB, “Os Penicheiros”.

    Hernâni Magalhães, da Direcção Nacional do CPPC, a propósito de rapina citou os recursos minerais em geral e o coltan (columbite-tantalite) em particular - como no Congo- o petróleo e a água como os produtos naturais de que a voracidade do capitalismo procura apropriar-se, na lógica do mercado, levando a guerra a todos os continentes. “Mas na luta pela paz nem todas as guerras são iguais”, sublinhou, evocando a guerra de libertação nacional dos povos das ex-colónias portuguesas que contribuíram para o derrube da ditadura em Portugal. Abordou exemplos da tentativa dos Estados Unidos erguer autênticas fronteiras comerciais ao desenvolvimento de várias zonas do planeta, como a Rússia e a China, a intromissão nos assuntos internos de países e a notória exploração de conflitos com o apoio à vertente neo-nazi que neles, cada vez em maior escala, ganha espaço, pelo que a situação na Ucrânia mereceu especial atenção.

    Hélder Madeira, natural do Bareiro, membro da presidência do CPPC, retomou as linhas de força do Plano de Acção e da Resolução que a Assembleia da Paz do CPPC, de 7 de Dezembro de 2013, aprovou, sublinhando os golpes a que tem sido sucessivamente submetida, por sucessivos governos, a Constituição da República no que concerne o seu artigo 7º, que pugna por uma “política externa independente norteada pelos valores da Paz, da solidariedade e cooperação entre países e povos”. Recordou ainda a criação antes do 25 de Abril do Conselho Nacional de Paz e Cooperação na qual esteve na linha da frente com Laura Lopes e Silas Cerqueira, homenageados em Lisboa pelo CPPC, a 31 de Maio deste ano.

    A iniciativa foi dirigida por Daniel Ventura, Presidente da Mesa da Assembleia-Geral dos “Penicheiros”, que vincou o apego da colectividade à luta pela paz, o que fez recordar as iniciativas que naquele espaço se realizaram, ao longo de muitos anos e tão diversas como as de solidariedade com os povos da Palestina, Saara Ocidental ou Cuba. E portanto não foi por acaso que a convocação da sessão fosse partilhada pelos "Penicheiros" e a Associação das Colectividades Barreirense.
     
  • debate em corroios pela paz da america latina ao medio oriente 1 20180621 2004539496

    O CPPC promove, em parceria com a Junta de Freguesia de Corroios, um debate no dia 28 de Junho, às 20h30, nas instalações daquela autarquia. O lema «Pela Paz! Da América Latina ao Médio Oriente» será lançado por Gustavo Carneiro, do CPPC, e pela activista brasileira Tânia Veiga.

  • debate em faro pela paz todos nao somos demais 1 20180924 1244673945

  • debate no porto pela paz todos nao somos demais 1 20180926 2022157942

  •  debate no porto pela paz todos nao somos demais 1 20181008 1445566132

  • Nos dias 10 e 11 de Fevereiro O CPPC participou em debates que decorreram em cinco Escolas Secundárias do Algarve: Silves, Messines, Vila Real de Santo António, Cacela e Tavira.

    No seu conjunto, participaram cerca de 350 jovens e diversos professores, com os quais foi possível debater os conflitos actuais, apelando à mobilização na defesa e promoção da Paz, para garantir o futuro com respeito pela democracia e pelo direito dos povos a viverem em paz, com progresso e desenvolvimento.

    Foi ainda inaugurada, na Escola Secundária de Vila Real de Santo António, a exposição sobre os "100 anos da Grande Guerra e a luta pela Paz".