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paz e desenvolvimento

  • a paz e a situacao internacional 1 20190208 1052825398

  • A intervenção de Alfredo Maia.
    (segundo, a partir da esquerda, na foto)

    1. Introdução/ Reflexão
    Um dos monumentos mais impressionantes que já visitei é a basílica-cripta de Santa Cruz do Vale dos Caídos.
    Além da expressão da soberba faraónica de um caudilho fascista – Francisco Franco – e do expoente de uma estética do poder antidemocrático e opressor, é chocante o seu significado.

    Embora viesse a ser local de inumação – entre os 36 mil soldados que ali foram enterrados – de alguns combatentes republicanos mortos na guerra civil (1936-39), cujas famílias declararam por eles o seu «arrependimento», mas também como espécie de sinal de «conciliação nacional» imposto por países estrangeiros depois da II Grande Guerra (1939-45), o Vale dos Caídos foi concebido por Franco para sua própria glorificação como vencedor e em honra dos combatentes falangistas que o seguiram.

  • A intervenção de Vítor Pinto Basto.

    Mães vítimas da guerra e como a arte pode ajudar à Paz

    Tenho para mim que não há melhor guerreiro do que um defensor da paz. Este, estoico, transmite a mensagem que a beleza de uma flor ou de um gesto amoroso vale mais que todas as balas do mundo. O problema é que se fazem guerras por causa de saques absurdos ou de ódios lamentáveis e as vítimas contam-se não só em quem nas guerras morre mas também entre quem recebe soldados feridos e deles trata.

  • Duas dezenas de defensores da Paz animaram a sessão pública de que o Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) foi parte integrante na passada sexta-feira, na Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense-SIRB, “Os Penicheiros”.

    Hernâni Magalhães, da Direcção Nacional do CPPC, a propósito de rapina citou os recursos minerais em geral e o coltan (columbite-tantalite) em particular - como no Congo- o petróleo e a água como os produtos naturais de que a voracidade do capitalismo procura apropriar-se, na lógica do mercado, levando a guerra a todos os continentes. “Mas na luta pela paz nem todas as guerras são iguais”, sublinhou, evocando a guerra de libertação nacional dos povos das ex-colónias portuguesas que contribuíram para o derrube da ditadura em Portugal. Abordou exemplos da tentativa dos Estados Unidos erguer autênticas fronteiras comerciais ao desenvolvimento de várias zonas do planeta, como a Rússia e a China, a intromissão nos assuntos internos de países e a notória exploração de conflitos com o apoio à vertente neo-nazi que neles, cada vez em maior escala, ganha espaço, pelo que a situação na Ucrânia mereceu especial atenção.

    Hélder Madeira, natural do Bareiro, membro da presidência do CPPC, retomou as linhas de força do Plano de Acção e da Resolução que a Assembleia da Paz do CPPC, de 7 de Dezembro de 2013, aprovou, sublinhando os golpes a que tem sido sucessivamente submetida, por sucessivos governos, a Constituição da República no que concerne o seu artigo 7º, que pugna por uma “política externa independente norteada pelos valores da Paz, da solidariedade e cooperação entre países e povos”. Recordou ainda a criação antes do 25 de Abril do Conselho Nacional de Paz e Cooperação na qual esteve na linha da frente com Laura Lopes e Silas Cerqueira, homenageados em Lisboa pelo CPPC, a 31 de Maio deste ano.

    A iniciativa foi dirigida por Daniel Ventura, Presidente da Mesa da Assembleia-Geral dos “Penicheiros”, que vincou o apego da colectividade à luta pela paz, o que fez recordar as iniciativas que naquele espaço se realizaram, ao longo de muitos anos e tão diversas como as de solidariedade com os povos da Palestina, Saara Ocidental ou Cuba. E portanto não foi por acaso que a convocação da sessão fosse partilhada pelos "Penicheiros" e a Associação das Colectividades Barreirense.
     
  • debate em corroios pela paz da america latina ao medio oriente 1 20180621 2004539496

    O CPPC promove, em parceria com a Junta de Freguesia de Corroios, um debate no dia 28 de Junho, às 20h30, nas instalações daquela autarquia. O lema «Pela Paz! Da América Latina ao Médio Oriente» será lançado por Gustavo Carneiro, do CPPC, e pela activista brasileira Tânia Veiga.

  • debate em faro pela paz todos nao somos demais 1 20180924 1244673945

  • debate em marco de canaveses 1 20190201 1121953731

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou num debate sobre o Dia Escolar da Não Violência e da Paz ( 30 de Janeiro), com professores e alunos da Escola Secundária do Marco de Canaveses, a convite da Biblioteca da Escola, onde também estava presente uma exposição do CPPC sobre a II Guerra Mundial.

    Na iniciativa abordaram-se as causas e consequências das guerras e a importância de defender a paz, dando exemplos também da situação portuguesa e internacional.
    Foi distribuído aos alunos o Apelo à defesa da Paz, do Encontro pela Paz realizado no passado dia 20 de Outubro, em Loures.

  • debate no porto pela paz todos nao somos demais 1 20180926 2022157942

  •  debate no porto pela paz todos nao somos demais 1 20181008 1445566132

  • Nos dias 10 e 11 de Fevereiro O CPPC participou em debates que decorreram em cinco Escolas Secundárias do Algarve: Silves, Messines, Vila Real de Santo António, Cacela e Tavira.

    No seu conjunto, participaram cerca de 350 jovens e diversos professores, com os quais foi possível debater os conflitos actuais, apelando à mobilização na defesa e promoção da Paz, para garantir o futuro com respeito pela democracia e pelo direito dos povos a viverem em paz, com progresso e desenvolvimento.

    Foi ainda inaugurada, na Escola Secundária de Vila Real de Santo António, a exposição sobre os "100 anos da Grande Guerra e a luta pela Paz".

     

  • defesa e promocao da paz no algarve 1 20180516 1353736307

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promoveu, em parceria com diversas entidades, um diversificado programa de ações de educação para a paz e de cultura da paz, no Algarve, durante os dias 9 e 10 de Maio, envolvendo centenas de pessoas, em que participaram Ilda Figueiredo, presidente da direcção do CPPC, Sofia Costa do núcleo local do CPPC e Isa Martins do SPZS.

    As iniciativas incluíram, na área da educação para a paz, debates com jovens e professores da Escola Secundária Dr.ª Laura Ayres, em Quarteira, da Escola Secundária de Loulé e da Escola Secundária Tomás Cabreira, em Faro e com pais e encarregados de educação, na Casa da 1.ª Infância, em Loulé.


  • 30 de Março de 1976 deixa na memória do povo palestino um dia marcado por uma greve geral e grandes manifestações de protesto, resultado da repressão provocada pelas forças armadas de Israel, nas quais foram assassinados 6 jovens palestinos e centenas foram presos ou feridos por militares israelitas que ilegalmente pretendiam expropriar a população para construírem colonatos.

    É um dia que representa a resistência e luta do povo palestino contra a ocupação de Israel, pelo direito a uma Palestina livre e independente.

  • Desporto pela Paz é uma iniciativa que se vai realizar em Gondomar, a partir das 14 horas do próximo dia 6 de Abril - que a ONU declarou como Dia Internacional do Desporto ao serviço do Desenvolvimento e da Paz - no âmbito do Movimento Municípios pela Paz em colaboração com o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Câmara Municipal de Gondomar.

    Com um programa que inclui jogos diversificados e a participação de vários municípios, coletividades e escolas, haverá também uma caminhada pela Paz e no encerramento, pelas 17 horas, atuará a Orquestra Geração D´Ouro.

     

  • Celebra-se hoje, 30 de Janeiro, o Dia Escolar da Não-Violência e da Paz, criado por iniciativa do poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal. Desde 1964 que a celebração deste dia pretende sensibilizar políticos, governantes, pais, educadores, professores e jovens para a necessidade de uma educação permanente pela não-violência e pela paz.

    A comemoração deste dia vai de encontro ao espírito do Preâmbulo da Constituição da UNESCO, que consagra a necessidade de educar para a solidariedade e para o respeito pelos outros, porque «uma vez que as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens que deve edificar-se a paz». A escolha do dia, longe de ser um acaso, recaiu na data do assassinato de Mahatma Ghandi, dirigente político indiano, intransigente defensor da paz, da não violência, da justiça e da tolerância entre os povos.