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paz e desenvolvimento

  • Activistas do CPPC participaram nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa, desfilando com uma faixa e pancartas "Pela paz, fim à agressão à Síria" e outra alusiva à "Campanha Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!", os activistas da paz distribuíram documentos do CPPC e recolheram assinaturas para a petição que faz parte dessa campanha.

  • Activistas do CPPC participaram nas comemorações populares do 25 de Abril na cidade do Porto, desfilando com uma faixa alusiva à "Campanha Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!", distribuindo documentos do CPPC e recolhendo assinaturas para a petição que faz parte desta campanha.

  • Dezenas de pessoas participaram no dia 26 num debate que, em torno do 38.º aniversário da República Árabe Saarauí Democrática (RASD), se realizou na Casa da Cultura de Beja, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação e pela Câmara Municipal de Beja.

    O debate, inserido numa exposição fotográfica, “Filhos das Nuvens – A última colónia” da autoria de José Baguinho, relata uma visita de solidariedade aos acampamentos de refugiados saarauís, organizada pelo CPPC, em 2009.

    Na iniciativa usaram da palavra a Sra. Vereadora da Câmara de Beja, Dr.ª Sónia Calvário, o representante da Frente Polisário em portugal, Sr Ahmed Fal, o responsável pela exposição e membro do núcleo do CPPC em Beja, José Baguinho e Inês Seixas, da direcção do CPPC.

    No debate, bastante participado, os cerca de quarenta visitantes manifestaram um grande interesse pela situação vivida nos acampamentos Saarauis e pela luta levada a cabo pelo povo Saaraui pelo direito à autodeterminação, a uma pátria livre e independente.

    A Exposição está patente na casa da cultura de Beja até o dia 27 de Março, planeando-se que após essa data seja exibida em diversos espaços do concelho de Beja.

     

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    CPPC participará e apela à participação de todos, nas comemorações populares do 25 de Abril em Coimbra, Lisboa e Porto. Para os amigos que queiram participar com o CPPC, os pontos de encontro são:

    Coimbra
    14h30
    Praça da República, 28 (junto ao Sind. Professores)

    Lisboa
    14h30
    Marquês de Pombal / Duque de Loulé (frente ao Banco do Brasil)

    Porto
    14h30
    Largo Soares dos Reis (junto a estatua de Virgínia de Moura, frente ao Museu Militar)
    40º Aniversário da Revolução de Abril

    40 anos nos separam do fim da ditadura fascista de Salazar e Caetano, da opressão, da exploração e do fim da Guerra Colonial que durante 13 anos ceifou, sem dó nem piedade, a juventude portuguesa e a juventude dos povos colonizados, numa guerra fraticida que deixou marcas de grande dor e sofrimento em toda a população, dum e do outro lado do conflito.

    É, por isso, que afirmamos que o 25 de Abril de 1974 foi um acto de PAZ. Desde logo, pelo reconhecimento expresso no Programa do Movimento das Forças Armadas de que a solução do conflito colonial era política e não militar e, posteriormente, já em pleno processo revolucionário, pelo reconhecimento do direito à independência das colónias, culminando com a introdução no Art.º 7º da Constituição da República Portuguesa (CRP), do qual se transcreve:

    Artigo 7º
    (Relações internacionais)

    1. Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do direito dos povos à autodeterminação e à independência, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nas assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os ou tros povos para a emancipação e o progresso da Humanidade.

    2. Portugal preconiza a abolição de todas as formas de imperialismo, colonialismo e agressão, o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.

    3. Portugal reconhece o direito dos povos à insurreição contra todas as formas de opressão, nomeadamente contra o colonialismo e o imperialismo, e manterá laços especiais de amizade e cooperação com os países de língua portuguesa
    Portugal entrou assim numa nova Era, assumindo em pleno, na ordem interna e externa, todos os avanços civilizacionais que o final do século XX registava, projectando um Futuro de paz, de progresso e de cooperação e amizade com todos os povos do mundo.

    A CRP, apesar das 7 revisões constitucionais a que foi sujeita, todas para a limitarem na sua índole libertadora e progressista, continua a ser uma plataforma fundamental, na defesa dos valores de Abril, em torno da qual se impõe mobilizar os portugueses.

    Num quadro internacional caracterizado por redobrada agressividade do imperialismo, tanto mais quanto a crise económica mundial se revela inultrapassável, sob o domínio das teses neoliberais, Portugal intensifica a sua participação na NATO - fora-da-Lei Fundamental - e militares portugueses são envolvidos em acções de agressão contra outros povos.

    Na ordem interna, uma prática política de sistemático desrespeito da CRP e de afronta às principais Conquistas da Revolução de Abril, levada a cabo ao longo dos últimos 37 anos, conduziu o nosso país a uma situação de pré-desastre económico-financeiro com consequências dramáticas para a vida dos portugueses, fazendo mesmo perigar a própria independência nacional.

    O CPPC, na passagem do 40º Aniversário do glorioso 25 de Abril de 1974 e do início do processo revolucionário ímpar que devolveu a Portugal a dignidade perdida sob a ditadura fascista, impondo-o ao convívio da comunidade das nações como um país democrático e progressista, reafirma:

    Urge reconduzir Portugal aos valores de Abril!

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação

    Abril de 2014

  • O CPPC assinala os 65 anos do Conselho Mundial da Paz no próximo dia 17 de Junho, quarta-feira, pelas 18 horas, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça (Rua Victor Cordon, 1, Lisboa). A iniciativa, intitulada «65 anos de luta pela Paz – Desafios actuais», conta com a participação da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, a presidente da Direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e do jornalista José Goulão.

     

     

  • O CPPC assinala os 65 anos do Conselho Mundial da Paz no próximo dia 17 de Junho, quarta-feira, pelas 18 horas, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça (Rua Victor Cordon, 1, Lisboa). A iniciativa, intitulada «65 anos de luta pela Paz – Desafios actuais», conta com a participação da presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, a presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e do jornalista José Goulão.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena a posição dos EUA de abandonar a UNESCO enquanto membro efetivo e passar ao estatuto de observador, com efeitos a partir de 31 de dezembro de 2018. A decisão foi formalizada no passado dia 12 pretextando a necessidade de reforma e alegada inclinação anti-israelita daquela organização. O primeiro ministro de Israel considerou a posição americana “corajosa e moral” e dispõe-se a também retirar o país da organização.

    Na realidade os EUA devem as respetivas anuidades à UNESCO desde 2011 – ano em que a administração de Barack Obama decidiu interromper o respetivo pagamento em represália pela aceitação da Palestina como membro efetivo da organização – causando com isso severas restrições financeiras.

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    Realizou-se em Serpa, nos dias 27, 28 e 29 de Julho, o Acampamento pela Paz organizado pela Plataforma pela Paz e o Desarmamento.

    O Acampamento contou com a presença de centenas de jovens de todo o país que mais uma vez se juntaram pelos valores da Paz, da solidariedade entre os povos, pelos direitos da juventude à fruição cultural, ao desporto, ao emprego com direitos, contra o armamento e as armas nucleares e a escalada de agressões a povos soberanos.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto membro do Comité Nacional Preparatório do 19º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, apela à participação no Acampamento pela Paz!

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    O CPPC participou em mais um acampamento pela Paz!

    Realizou-se nos dias 25, 26 e 27 de Julho mais um Acampamento pela Paz, desta vez em Évora.

    Três dias intensos, onde se comemoraram as conquistas do 25 de Abril, onde se afirmaram e defenderam direitos essenciais e indispensáveis para o desenvolvimento do país e plena realização dos jovens.

    Contámos com muitas actividades, muita cultura, muito desporto, muito convívio, muita solidariedade entre todos os participantes. Solidariedade entre os que defendem o mesmo, entre os que lutam por um futuro de Abril. Solidariedade para com povos que exigem a mesma liberdade e paz por nós conquistada a pulso nas ruas. Assinalámos em especial o debate sob o tema "25 de Abril: passado de resistência e futuro de luta" onde se falou do que foi a Revolução dos Cravos e do que queremos para o nosso futuro, e também das questões que hoje ameaçam o mundo, como por exemplo as dramáticas situações na Palestina e na Ucrânia.

    O futuro aos jovens pertence, pois aos jovens pertence a responsabilidade de continuar a lutar por um mundo mais justo e fraterno. Acabou o acampamento mas não a nossa luta. Todas as associações que hoje pertencem à Plataforma 40x25 e todas aquelas que ainda vão a tempo de aderir comprometem-se a continuar nas ruas, junto dos jovens a garantir Abril de novo.

    Porque Abril é o sonho que se alcança!

    #acampamentopelapaz

  • A Plataforma "40x25", que o CPPC integra, está a organizar novamente este ano o Acampamento da Paz, na cidade de Évora (no parque das piscinas municipais).

    O Acampamento pela Paz junta todos os anos centenas jovens de todo o país num ambiente de alegria, com cultura, desporto e debate à mistura, com os valores da paz e da amizade entre os povos sempre presentes.

    Junta-te a nós na sua preparação e participa!

     

  • A presidente da Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Ilda Figueiredo, participou, ontem, numa acção de sensibilização para a importância da luta pela paz dirigida aos participantes da reunião do Conselho Regional de Delegados da Direcção Regional de Lisboa do STAL.

     

  • A Sessão Cultural pela Paz e o Desarmamento promovida pelo CPPC no sábado, 27, no cineteatro da Academia Almadense, constituiu um emocionante momento de afirmação da campanha em curso pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Pelo renovado palco da centenária colectividade almadense passaram criadores e artistas, educadores e activistas, que no seu quotidiano se batem por justos valores, como são a paz, a solidariedade e a cooperação.

    O programa da sessão, apresentada por Sílvia Cunha, começou na rua, com o grupo Almada Street Band, composto por jovens músicos, animou a população encaminhando-a para o interior do espaço, onde prosseguiu no palco a sua actuação. Seguiu-se os Rumores d’ Além Tejo, com a música tradicional portuguesa a lembrar que é no povo e nas suas aspirações, tradições e cultura que reside a identidade de um povo, pilar da sua soberania. A juventude voltou a estar no centro das atenções com os The Future IZ US e a contagiante alegria e energia da sua dança.

  • Durante os dias 24 e 25 de Janeiro, uma delegação do CPPC incluindo Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional, e Sofia Costa, do núcleo do CPPC no Algarve, acompanhadas de Isa Martins, representante do Sindicato dos Professores da Zona Sul, reuniram com diversas instituições de Loulé, Faro, Olhão e Vila Real de Santo António, para programar actividades e parcerias no âmbito da educação para a paz, da cultura da paz e da campanha pela assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição das Armas Nucleares.

  • No Fórum Romeu Correia, em Almada, iniciou-se o ciclo " Almada pela Paz", com uma exposição sobre a Segunda Guerra Mundial e a luta pela Paz, produzida pela Câmara de Almada em colaboração com o Conselho Português para a Paz e Cooperação, e uma exposição sobre a Palestina da artista plástica Joana Villaverde.

    Este ciclo pela Paz terá um programa diversificado até ao final do ano.

    Na sua abertura, que contou também com trabalhos de crianças sobre a Paz, participou e interveio a presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, o presidente da CM de Almada, Joaquim Judas, e a artista plástica Joana Villaverde.