Outras Notícias

paz e desenvolvimento

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto membro do Comité Nacional Preparatório do 19º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, apela à participação no Acampamento pela Paz!

  •  

    O CPPC participou em mais um acampamento pela Paz!

    Realizou-se nos dias 25, 26 e 27 de Julho mais um Acampamento pela Paz, desta vez em Évora.

    Três dias intensos, onde se comemoraram as conquistas do 25 de Abril, onde se afirmaram e defenderam direitos essenciais e indispensáveis para o desenvolvimento do país e plena realização dos jovens.

    Contámos com muitas actividades, muita cultura, muito desporto, muito convívio, muita solidariedade entre todos os participantes. Solidariedade entre os que defendem o mesmo, entre os que lutam por um futuro de Abril. Solidariedade para com povos que exigem a mesma liberdade e paz por nós conquistada a pulso nas ruas. Assinalámos em especial o debate sob o tema "25 de Abril: passado de resistência e futuro de luta" onde se falou do que foi a Revolução dos Cravos e do que queremos para o nosso futuro, e também das questões que hoje ameaçam o mundo, como por exemplo as dramáticas situações na Palestina e na Ucrânia.

    O futuro aos jovens pertence, pois aos jovens pertence a responsabilidade de continuar a lutar por um mundo mais justo e fraterno. Acabou o acampamento mas não a nossa luta. Todas as associações que hoje pertencem à Plataforma 40x25 e todas aquelas que ainda vão a tempo de aderir comprometem-se a continuar nas ruas, junto dos jovens a garantir Abril de novo.

    Porque Abril é o sonho que se alcança!

    #acampamentopelapaz

  • A Plataforma "40x25", que o CPPC integra, está a organizar novamente este ano o Acampamento da Paz, na cidade de Évora (no parque das piscinas municipais).

    O Acampamento pela Paz junta todos os anos centenas jovens de todo o país num ambiente de alegria, com cultura, desporto e debate à mistura, com os valores da paz e da amizade entre os povos sempre presentes.

    Junta-te a nós na sua preparação e participa!

     

  • A presidente da Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Ilda Figueiredo, participou, ontem, numa acção de sensibilização para a importância da luta pela paz dirigida aos participantes da reunião do Conselho Regional de Delegados da Direcção Regional de Lisboa do STAL.

     

  • A Sessão Cultural pela Paz e o Desarmamento promovida pelo CPPC no sábado, 27, no cineteatro da Academia Almadense, constituiu um emocionante momento de afirmação da campanha em curso pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Pelo renovado palco da centenária colectividade almadense passaram criadores e artistas, educadores e activistas, que no seu quotidiano se batem por justos valores, como são a paz, a solidariedade e a cooperação.

    O programa da sessão, apresentada por Sílvia Cunha, começou na rua, com o grupo Almada Street Band, composto por jovens músicos, animou a população encaminhando-a para o interior do espaço, onde prosseguiu no palco a sua actuação. Seguiu-se os Rumores d’ Além Tejo, com a música tradicional portuguesa a lembrar que é no povo e nas suas aspirações, tradições e cultura que reside a identidade de um povo, pilar da sua soberania. A juventude voltou a estar no centro das atenções com os The Future IZ US e a contagiante alegria e energia da sua dança.

  • Durante os dias 24 e 25 de Janeiro, uma delegação do CPPC incluindo Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional, e Sofia Costa, do núcleo do CPPC no Algarve, acompanhadas de Isa Martins, representante do Sindicato dos Professores da Zona Sul, reuniram com diversas instituições de Loulé, Faro, Olhão e Vila Real de Santo António, para programar actividades e parcerias no âmbito da educação para a paz, da cultura da paz e da campanha pela assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição das Armas Nucleares.

  • No Fórum Romeu Correia, em Almada, iniciou-se o ciclo " Almada pela Paz", com uma exposição sobre a Segunda Guerra Mundial e a luta pela Paz, produzida pela Câmara de Almada em colaboração com o Conselho Português para a Paz e Cooperação, e uma exposição sobre a Palestina da artista plástica Joana Villaverde.

    Este ciclo pela Paz terá um programa diversificado até ao final do ano.

    Na sua abertura, que contou também com trabalhos de crianças sobre a Paz, participou e interveio a presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, o presidente da CM de Almada, Joaquim Judas, e a artista plástica Joana Villaverde.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação realiza um almoço convívio no próximo dia 18 de Março pelas 13h na Rua Víctor Cordon, nº1.

    Refeição completa (10 CPPCs)

    Ementa

    • Creme de Legumes
    • Bacalhau Cremoso ou Strogonoff de Peru ou Lasanha Vegetariana
    • Fruta, Gelatina, Mousse de Chocolate ou Mousse de Manga
    • Café

    Inscrições e informações pelo email Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar. ou pelo telefone 213 863 575 até o dia 16 de Março.

    Participa, divulga traz um amigo!

  • O núcleo do Porto do CPPC vai realizar o segundo Almoço da Paz, na Casa da Beira Alta, no próximo dia 21de Março, pelas 13 horas.

    Haverá música e poesia, uma palestra, convívio e ainda um sorteio de uma obra de arte.

    As inscrições estão abertas junto do núcleo do Porto do CPPC.

    Participe.

    Pela Paz, todos não somos demais.

     

  • O CPPC convida todos os seus aderentes e amigos e todos quantos sinceramente defendem os valores da paz, da cooperação e da solidariedade para participaram na apresentação do livro «Décadas de Luta pela Paz», que se realiza no dia 22 de Abril às 12 horas no Fórum Lisboa (Av. Roma 14-L, 1000-265 Lisboa).

    Elaborado no âmbito da comemoração dos 40 anos da formalização jurídica do Conselho Português para a Paz e Cooperação, o livro recorre sobretudo a documentação própria do CPPC ou de plataformas mais vastas em que este participou para traçar o exaltante percurso do movimento da paz português desde o seu surgimento, na década de 40 do século XX, até aos nossos dias. A obra, profusamente ilustrada, é em grande medida uma homenagem a todos os que deram o melhor de si à ampliação da luta pela paz.

  •  

    O livro «Décadas de Luta pela Paz» foi apresentado, segunda-feira, 5, no Porto, numa sessão realizada na Casa do Infante que contou com a participação do historiador e professor universitário Manuel Loff, o coordenador do grupo de trabalho que elaborou o livro, Gustavo Carneiro, e a presidente da direcção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, que assumiu a condução dos trabalhos.

    Nas intervenções proferidas sublinhou-se a importância da obra em trazer para a actualidade aquelas que são causas antigas e de inegável importância, como a paz, o desarmamento e a solidariedade aos povos que enfrentam a agressão, a ingerência ou a opressão. Salientada foi também a abrangência que o movimento da paz alcançou - em questões como a exigência do desarmamento nuclear ou a solidariedade com os povos da África Austral ou Timor, entre muitos outros - e os valores que desde sempre o nortearam, e que são hoje mais actuais do que nunca.

    Os oradores realçaram ainda o papel dos valores inscritos na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas para a salvaguarda da paz e da segurança internacionais e na garantia dos direitos nacionais dos povos.

  • Bando dos Gambozinos, Associação Cultural para a Educação pela Arte, que vai trazer temas que permitem a todo o grupo pensar a Paz num sentido muito amplo. Não apenas na sua dimensão bélica, mas também do sentir a paz e do sentirmo-nos em paz. Cantam a paz de resistir, a paz do combate e a paz de ouvir, a paz que só a educação dos homens é capaz de trazer, a paz da liberdade, a paz da política, sem excluir a paz que se faz pela guerra à guerra. Às vozes dos pequenos junta-se o Coro d’ Inverno, agrupamento de participação livre constituído por pais, familiares, amigos e vizinhos dos Gambozinos.

  • A celebrar o seu centenário, o Conservatório de Música do Porto continua a pautar-se como Escola de Referência Nacional do Ensino Artístico Especializado da Música e a promover uma abertura à Comunidade e à Cidade do Porto, através de inúmeras atividades realizadas em parceria com as principais Instituições Culturais da Cidade.

  • O Coral de Letras da Universidade do Porto é uma reconhecida instituição cultural de grande relevo não só no Porto, como em todo o País. É um coro premiado em vários festivais internacionais. O seu reportório percorre várias épocas da música, quer a capella, quer coral sinfónica, mantendo uma especial relação de proximidade com a música de Fernando Lopes-Graça.

    Tem colaborado com várias instituições, nomeadamente com a Casa da Música. O Coral de Letras comemorou recentemente 50 anos de actividade ininterrupta, sempre dirigido pelo seu fundador, maestro José Luís Borges Coelho.

  • Da parceria entre a Kale Companhia de Dança e o Ginasiano Escola de Dança nasceu em 2015 um novo projeto especialmente desenhado para os jovens bailarinos em formação na escola. A K2 é uma companhia de “pequenos” bailarinos com criação e adaptação de reportório próprio a esta faixa etária.

    A K2 é um projeto de aproximação e preparação de jovens para o trabalho pré-profissional desenvolvendo desta forma perspetivas e competências neste caminho. Tem um funcionamento próprio onde é especialmente fomentada e estimulada a dimensão performativa e vivência profissional da dança, através do desenvolvimento de repertório orientado para a faixa etária juvenil, aproximação e preparação de jovens para o trabalho pré-profissional desenvolvendo perspetivas e competências neste caminho.

  • Consagrado músico, cantor, compositor e letrista português nascido em Águas Santas, na Maia, mas já com grande expressão nacional e até internacional Miguel Araújo.

    É autor (música e letra) de alguns dos maiores sucessos portugueses do início do século XXI. Todos conhecemos: Anda comigo ver os Aviões, Os maridos das Outras, Quem és tu miúda, Pica do Sete.

    Além do seu reportório a solo e da banda Os azeitonas, da qual é fundador e na qual se manteve até final de 2016, tem escrito para alguns dos mais destacados interpretes portugueses, como é o caso de António Zambujo, Ana Moura, Carminho, Raquel Tavares e Ana Bacalhau.

    Em 2012 editou o seu primeiro disco a solo “5 Dias e Meio”. Em 2014, o seu segundo disco a solo “ Crónicas da cidade grande” e em 2017, editou o seu terceiro disco “Giesta” que foi considerado o segundo melhor disco do ano pela revista espanhola “No sólo Fado”.