Outras Notícias

paz e desenvolvimento

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    O livro «Décadas de Luta pela Paz» foi apresentado, segunda-feira, 5, no Porto, numa sessão realizada na Casa do Infante que contou com a participação do historiador e professor universitário Manuel Loff, o coordenador do grupo de trabalho que elaborou o livro, Gustavo Carneiro, e a presidente da direcção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, que assumiu a condução dos trabalhos.

    Nas intervenções proferidas sublinhou-se a importância da obra em trazer para a actualidade aquelas que são causas antigas e de inegável importância, como a paz, o desarmamento e a solidariedade aos povos que enfrentam a agressão, a ingerência ou a opressão. Salientada foi também a abrangência que o movimento da paz alcançou - em questões como a exigência do desarmamento nuclear ou a solidariedade com os povos da África Austral ou Timor, entre muitos outros - e os valores que desde sempre o nortearam, e que são hoje mais actuais do que nunca.

    Os oradores realçaram ainda o papel dos valores inscritos na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas para a salvaguarda da paz e da segurança internacionais e na garantia dos direitos nacionais dos povos.

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    Na próxima quarta-feira, 11 de Dezembro, pelas 12 horas, na Casa da Paz, rua Rodrigo da Fonseca, 56, 2º, em Lisboa, as organizações e instituições que prepararam o Encontro pela Paz, realizado em 20 de Outubro de 2018, em Loures, irão apresentar o livro que reúne materiais e intervenções dessa importante iniciativa que envolveu mais de 700 pessoas e de 50 organizações.

    Teremos o maior gosto que se juntem a nós nesta apresentação.

    Saudações de paz.

    Pela Paz, todos não somos demais.

  • Bando dos Gambozinos, Associação Cultural para a Educação pela Arte, que vai trazer temas que permitem a todo o grupo pensar a Paz num sentido muito amplo. Não apenas na sua dimensão bélica, mas também do sentir a paz e do sentirmo-nos em paz. Cantam a paz de resistir, a paz do combate e a paz de ouvir, a paz que só a educação dos homens é capaz de trazer, a paz da liberdade, a paz da política, sem excluir a paz que se faz pela guerra à guerra. Às vozes dos pequenos junta-se o Coro d’ Inverno, agrupamento de participação livre constituído por pais, familiares, amigos e vizinhos dos Gambozinos.

  • A celebrar o seu centenário, o Conservatório de Música do Porto continua a pautar-se como Escola de Referência Nacional do Ensino Artístico Especializado da Música e a promover uma abertura à Comunidade e à Cidade do Porto, através de inúmeras atividades realizadas em parceria com as principais Instituições Culturais da Cidade.

  • O Coral de Letras da Universidade do Porto é uma reconhecida instituição cultural de grande relevo não só no Porto, como em todo o País. É um coro premiado em vários festivais internacionais. O seu reportório percorre várias épocas da música, quer a capella, quer coral sinfónica, mantendo uma especial relação de proximidade com a música de Fernando Lopes-Graça.

    Tem colaborado com várias instituições, nomeadamente com a Casa da Música. O Coral de Letras comemorou recentemente 50 anos de actividade ininterrupta, sempre dirigido pelo seu fundador, maestro José Luís Borges Coelho.

  • Da parceria entre a Kale Companhia de Dança e o Ginasiano Escola de Dança nasceu em 2015 um novo projeto especialmente desenhado para os jovens bailarinos em formação na escola. A K2 é uma companhia de “pequenos” bailarinos com criação e adaptação de reportório próprio a esta faixa etária.

    A K2 é um projeto de aproximação e preparação de jovens para o trabalho pré-profissional desenvolvendo desta forma perspetivas e competências neste caminho. Tem um funcionamento próprio onde é especialmente fomentada e estimulada a dimensão performativa e vivência profissional da dança, através do desenvolvimento de repertório orientado para a faixa etária juvenil, aproximação e preparação de jovens para o trabalho pré-profissional desenvolvendo perspetivas e competências neste caminho.

  • Consagrado músico, cantor, compositor e letrista português nascido em Águas Santas, na Maia, mas já com grande expressão nacional e até internacional Miguel Araújo.

    É autor (música e letra) de alguns dos maiores sucessos portugueses do início do século XXI. Todos conhecemos: Anda comigo ver os Aviões, Os maridos das Outras, Quem és tu miúda, Pica do Sete.

    Além do seu reportório a solo e da banda Os azeitonas, da qual é fundador e na qual se manteve até final de 2016, tem escrito para alguns dos mais destacados interpretes portugueses, como é o caso de António Zambujo, Ana Moura, Carminho, Raquel Tavares e Ana Bacalhau.

    Em 2012 editou o seu primeiro disco a solo “5 Dias e Meio”. Em 2014, o seu segundo disco a solo “ Crónicas da cidade grande” e em 2017, editou o seu terceiro disco “Giesta” que foi considerado o segundo melhor disco do ano pela revista espanhola “No sólo Fado”.

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  • Inaugurou-se a 8 de Julho, em Vila Nova de Gaia, a exposição Artistas pela Paz, que integra a II Bienal Internacional de Arte Gaia 2017. Até 30 de Setembro, podem apreciar-se 31 obras de Artistas pela Paz, incluindo pintura, escultura e fotografia. Esta exposição, de que são curadoras Ilda Figueiredo e Mirene, surgiu no âmbito da promoção da Cultura pela Paz, e resultou de uma parceria que o CPPC desenvolveu com Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural.

    Os artistas participantes são: Agostinho Santos, Ana Maria, António Fernando, Celeste Ferreira, Céu Costa, Cipriano Oquiniame, Do Carmo Vieira, Egídio Santos, Evelina Oliveira, Fernanda Boas, Filipe Rodrigues, Gérard Morla, Helena Fortunato, Henrique do Vale, Humberto Nelson, Isabel Lhano, João Carqueijeiro, José Rosinhas, Júlia Pintão, Liseta Amaral, Mami Higuchi, Maria Rosas, Mirene, Otília Santos, Paulo Neves, Ricardo de Campos, Rosa Amaral, Rosa Bela Cruz, Rui da Graça, Rui Ferro e Susana Bravo.
    Entretanto, está previsto realizar no local da exposição um debate sobre a Paz no final da tarde de 7 de Setembro.

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    A exposição "Artistas pela Paz", que será inaugurada em Olhão, na Associação Cultural, Re-Criativa Republica 14, no próximo sábado pelas 18 horas.
    Esta exposição itinerante teve o seu inicio em Silves no dia 21 de Setembro, dia Internacional pela Paz (ONU), e terminará no dia 21 de Setembro de 2019 em Faro.
    A exposição é uma parceria do Conselho Português para a Paz e Cooperação e a PAS - Peace and Art Society, uma associação internacional de artistas plásticos e os municípios e associações que a acolhem, neste caso a Associação Re-Criativa Republica 14. Em Olhão temos também parceria com a ACASO - Associação Cultural e de Apoio Social de Olhão.

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    No dia 21 de Setembro, Dia Internacional da Paz, inaugurou-se em Quarteira, Loulé, a última mostra da exposição "Artistas pela Paz".

    Esta exposição itinerante, teve o seu início no dia 21 de Setembro de 2018, em Silves, nos Paços do Concelho, percorreu vários locais no Algarve - Olhão, Vila Real de Santo António, Lagoa, Faro e Universidade do Algarve. Termina agora a sua mostra no dia 19 de Outubro, na Galeria da Praça do Mar, em Quarteira.

    A exposição "Artistas pela Paz", foi uma proposta do CPPC em parceria com a PAS - Peace and Art Society, envolveu mais de 20 artistas desta associação e integrou artistas convidados dos vários concelhos por onde foi passando.

    Foram várias centenas de visitantes que puderam apreciar os diferentes olhares para a Paz.

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    Dando seguimento à sua itinerância a Exposição "Artistas pela Paz", organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em parceria com a Peace and Art Society (PAS), inaugurou na Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António, no passado dia 4, pelas 18 horas.

    Esta exposição, que já esteve patente ao público nos concelhos de Silves e Olhão, estará durante o mês de Janeiro em VRSA, após o que seguirá para Loulé e Aljezur e finalmente Faro.

    A exposição que tem como objectivo apelar à paz e ao desarmamento, envolve artistas e instituições do Algarve.

    Em VRSA a exposição tem como convidado o artista plástico António Vicente Cardoso, e obras de alunos de artes da Escola Secundária de VRSA.

  • O CPPC realizou no passado sábado, uma Assembleia da Paz onde foram aprovados o Relatório de actividades e a conta de gestão relativos ao ano de 2016.

    Após a Assembleia houve um momento de discussão e análise da actualidade internacional, com a intervenção de várias organizações e activistas presentes, onde ficou sublinhada a necessidade de fortalecer o movimento e a luta pela Paz, ao qual se seguiu um animado almoço convívio.

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  • Na passada quinta-feira, dia 11 de Setembro, foi celebrado um protocolo de cooperação entre o CPPC e Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, tendo este sido assinado, pelo Ex.mo Sr. Vereador da Cultura Dr. Ricardo Honório, em representação do Ex.mo Sr. presidente da Câmara, Dr. Fernando Freire, e pela Presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo.

    Este protocolo enquadra a cooperação, entre as duas entidades, em torno do projecto “Os 100 anos da Grande Guerra e a Luta pela Paz” tendo em conta que foi neste município que decorreu grande parte do treino militar do Contingente Expedicionário Português, que participou na I Guerra Mundial, e o seu interesse na defesa da Paz e em projectos de Educação para a Paz.

    Neste projecto estão envolvidos, ainda, outros dois municípios, o de Constância e o de Loures com os quais foram já assinados protocolos de cooperação semelhantes.

    No âmbito do projecto, estão previstas, a elaboração de painéis e outros materiais para uma exposição sobre o tema acima referido, a participação em conferências e debates, outras acções e iniciativas na defesa da Paz e da Cooperação entre os povos e a promoção de acções de “Educação para a Paz”.

    Nesta ocasião o CPPC entregou, também, um exemplar da exposição "Construir a Paz com os Valores de Abril" ao município.

  • No passado Sábado, dia 28 de Março em Aveiro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto assinaram um protocolo de cooperação mútua no desenvolvimento de actividades ligadas à sensibilização, defesa e promoção do Associativismo e da Paz.

     

  • Com a presença de duas dezenas de ativistas da paz do núcleo de Beja do CPPC, teve lugar nesta cidade no passado sábado dia 2 de março um jantar debate sobre a luta pelo desarmamento nuclear, e a divulgação da petição “Pela assinatura por parte de Portugal do tratado de proibição de armas nucleares.

    Na sua intervenção, Armando Farias, membro da Direcção Nacional do CPPC, sublinhou quanto é importante o envolvimento de todos nesta importante batalha de luta pela paz, falou dos perigos que atual situação mundial comporta, mas que com mobilização e determinação conseguiremos os objetivos porque lutamos.

    Durante a sessão foram também divulgados o último boletim noticias da paz e o livro recentemente editado pelo CPPC “Décadas de lutas pela Paz”.