Outras Notícias

paz e desenvolvimento

  • O CPPC participará e apela à participação de todos, nas comemorações populares do 25 de Abril no Porto.
    Para os amigos que queiram participar com o CPPC, o ponto de encontro é no Largo Soares dos Reis (junto a estátua de Virgínia de Moura, frente ao Museu Militar), pelas 14h30.

     

  • Intervenção de Ilda Figueiredo:

    Estimados Companheiros e Companheiras,

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação dirijo uma saudação calorosa a todos os que vieram até aqui, a este Concerto pela Paz.

    Sabemos que o fizeram porque são amantes da Paz e estão preocupados com as ameaças à Paz em muitas regiões do mundo.

  • Ana Sousa - Viola da Gamba, flauta de bisel e voz
    Joana Guiné - Clarinete, flauta de bisel e voz
    Stela Silva - Guitarra, cavaquinho e voz

    A mais recente girls band trad!

    Unem-se numa noite fria de Dezembro, e de uma partilha quente de histórias culmina um grande B'rbicacho. B'rbicacho para aqui, B'rbicacho para acolá, e nasce a cumplicidade e a amizade que se transparece na música. Como juntar uma viola da gamba, um clarinete, uma guitarra e três vozes femininas?

    Partindo da época medieval e viajando até ao presente, passando sobretudo pela música de raiz lusófona, as B'rbicacho propõem-vos um repertório para baile, que inclui desde danças medievais, repasseados transmontanos, até chorinho brasileiro.

    www.facebook.com/brbicacho

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    Clave de Lua

    Diz-se que a guitarra portuguesa é um instrumento solista, não no sentido de dispensar acompanhamento, mas sim no de estar vocacionado para "cantar" a melodia ; mas também tem capacidades como instrumento acompanhador.

    A guitarra steel-string é mais versátil pois, além das possibilidades que tem como acompanhadora, foi pensada para solar (nos dois sentidos do termo); além disso, é um belo instrumento rítmico.

    Por tradição, os baixos, de sopro ou de cordas, são instrumentos de suporte e marcação; mas o baixo eléctrico, surgido em meados do século passado, é outra coisa: afina como um contrabaixo mas é mais ágil, pode solar e, mesmo, fazer acordes.

  • Na bela sala da antiga igreja do Convento S. Francisco, em Coimbra, realizou-se o magnífico Concerto pela Paz, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) com apoio da Câmara Municipal de Coimbra.

    Com a abertura musical da pianista Catarina Peixinho a que se seguiu o dueto Duo Cordis, o encanto da música repercutiu-se por toda a sala onde centenas de pessoas assistiam ao Concerto pela Paz, que teve a apresentação do também músico Manuel Rocha.

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    O belo Concerto pela Paz – Coimbra 2017, organizado pelo Núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e apoiado pela Câmara Municipal de Coimbra, decorreu na bela e Antiga Igreja do Convento S. Francisco, e contou com sala cheia.

    O concerto contou com as actuações da Cooperativa Bonifrates, do coro "Segue-me à Capela", de João Queirós, de Ferreira Mendes à viola e voz e Fernando Monteiro, guitarra e Luísa Santos, voz, do grupo "Música com paredes de vidro", constituído por Fausto Neves no piano, Manuel Rocha ao violino e Hugo Brito também ao violino.
    O inesquecível concerto finalizou com todos artistas participantes a entoar à capela a conhecida a "Pedra Filosofal" e com a certeza da vontade de todos em repetirem, para o ano, novo Concerto pela Paz.

    As intervenções da noite ficaram a cargo do vice-presidente da Direcção Nacional do CPPC, Batista Alves, que sensibilizou os presentes para a necessidade de fortalecer a luta pela Paz, tendo agradecido ao
    público, artistas, Câmara Municipal de Coimbra e a todos os que tornaram possível este fantástico concerto. Isabel Melo em nome do Núcleo de Coimbra do CPPC, falou sobre o trabalho do núcleo e agradeceu individualmente a todos os artistas.

     
     
     
     
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  • Conservatório D'Artes de Loures

    Escola de Música do Concelho de Loures com uma vasta oferta educativa em vários instrumentos e alargando horizontes para outras áreas artísticas como o Teatro e a Dança.

    www.conservatoriodartesdeloures.net

    www.facebook.com/ConservatorioDArtesDeLoures



  • Pensou ser pop rock mas os fados eram histórias de palavras e melodias, uma arte com gente dentro – com os seus amores, tristezas, angústias, incertezas e devaneios – e este era um universo onde poderia estar consigo próprio.

    Parte, assim, sem preocupações em seguir rituais, para um trabalho de pesquisa de letras e músicas do fado tradicional, um começar do princípio para poder dar continuidade e prolongar esta paixão com qualquer coisa de novo. Nascia, assim, “Fados Meus”, editado em 2004.

    Um empenho e uma entrega que levaram ao seu reconhecimento enquanto fadista, poeta, compositor, “cantautor” – através do prémio de Fadista Revelação; do convite de Maria da Fé para ser residente na mítica casa de fados “Senhor Vinho”, onde continua; das solicitações frequentes para concertos, programas de televisão e rádio; do lancamento do segundo disco de originais – “Aquelas Coisas da Gente” - ou ainda dos convites internacionais que já levaram as suas histórias a Espanha, Grécia, Suiça, Holanda, Finlândia, Macau, Itália, Rússia ou Guiné-Bissau.

    De “Évora Doce” a “Mistérios de Lisboa”, tem sido seu o privilégio de trabalhar com nomes como Janita Salomé, Vitorino, José Fonseca e Costa, entre tantos outros sem os quais não seria possível continuar a ser tão autêntico naquilo que faz.

    www.facebook.com/pages/Duarte

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada pelas potências ocidentais dominantes para impor os seus interesses.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

    Portugal deve realizar uma política externa em defesa da paz, consentânea com os valores de Abril consagrados na Constituição da República Portuguesa, no respeito dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

    Para defender a Paz, todos não somos demais!

     

  • Grupo de Cantares Tradicionais do Clube TAP Portugal

    O Grupo de Cantares Tradicionais do Clube TAP Portugal faz parte integrante do Grupo de Danças e Cantares do Clube TAP Portugal.

    Criado apenas como Grupo de Folclore em outubro de 1977, tem participado em conjunto ou separado em inúmeros espetáculos dentro e fora do País contribuindo assim para a divulgação da nossa cultura tradicional através das danças e cantares, promovendo também a TAP Portugal e o País.

    Foi este Grupo galardoado com a Medalha e Diploma de Mérito atribuido respectivamente, pela Secretaria de Estado da emigração e das Comunidades Portuguesas.

    O Grupo de Cantares Tradicionais tem um CD editado, estando previsto brevemente a gravação de outro CD assinalando o 40º Aniversário.

  • LUÍSA ORTIGOSO

    Iniciou a sua actividade no Grupo de Teatro de Amadores da Sociedade Guilherme Cossul.

    Estreia-se como profissional na Companhia de Teatro de Almada - Grupo de Campolide, no espectáculo “A Queda de um Anjo”, adaptação da obra homónima de Camilo Castelo Branco.

    Desenvolve uma intensa carreira que já passou, além do teatro, pela televisão, vídeo, rádio, música e o ensino.

    #concertopelapaz #CPPC #Lisboa

  • CUADRO FLAMENCO

    Cuadro Flamenco nasceu, com a formação que ainda hoje se mantém, no ano de 2000. Mulheres e o Flamenco é o mote na criação.

    Cuadro Flamenco, tem-se apresentado nas várias localidades do país, quer seja em Teatros, ou Auditórios, quer em espetáculos ao ar livre. De salientar as apresentações nos Casinos da Figueira da Foz, do Estoril, 1ª parte do Espetáculo de Cesária Évora (por ocasião da abertura da Feira de Artes e Cultura de Monsaraz), na FIL, Expo 98, no âmbito do 1º 2º Encontros Nacionais de Dança, em Tomar e Beja, respetivamente, e em Outubro de 2000, apresenta-se na FNAC, naquele que foi o primeiro espetáculo de Dança da Fnac em Portugal.

  • TIM

    Nestes tempos em que a desvalorização da paz e da amizade entre povos é constante torna-se ainda mais necessário ter uma posição forte na defesa de valores que permitiram concretizar muitas coisas boas na educação, na saúde e na tomada de consciência de um mundo global onde só com ajuda e cooperação podemos resolver os problemas de sermos humanos.

    A minha e vossa participação neste Concerto pela Paz é por si só uma tomada de posição!

    #concertopelapaz #CPPC #Lisboa TIM

  • RITA & O REVÓLVER

    Banda que se estreou em 2014 na Festa do Avante., tendo já actuado no Vodafone MEXEFEST 2015, Casa Independente, Teatro do Bairro, Clube Ferroviário, OutJazz, entre outros locais.

    Actuamente a preparar um EP que antecede o CD de estreia, a banda reune a voz soul de Rita Cruz, atriz de formação, Rui Alves na bateria, na guitarra Tiago Santos, José Moz Carrapa no baixo, nos teclados João Cardoso e Hugo Menezes nas percussões – músicos veteranos da música portuguesa, tendo colaborado com “Cais Sodré Funk Connection”, “Cool Hipnoise”, Salada de Frutas, Sérgio Godinho, Tim, Vitorino, Ala Dos Namorados entre outros.

    RITA & O REVÓLVER assume a tradição revolucionária do cancioneiro negro. Dos blues de Leadbelly à soul de Marvin Gaye, Curtis Mayfield ao ritmo hipnótico do afro-funk, a banda junta versões e originais em português cujos temas abordam a luta pelos direitos dos povos e das minorias. A mistura é explosiva e a cantiga é uma arma, mas com a RITA & O REVÓLVER também se dança.

    #concertopelapaz #CPPC #Lisboa

  • concerto pela paz lisboa 2018 2 20180523 1137530424

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, realizou no passado sábado, dia 19 de Maio mais um Concerto pela Paz.

    Este concerto, realizado com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, contou com a participação solidária de:
    B'rbicacho, Coro Infantil da Universidade de Lisboa, Peste & Sida Oficial e o convidado João Afonso, Luisa Amaro ( Músico ), Luísa Ortigoso, Maria Alice e Humberto Ramos e os El Sur.

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    A guitarrista Luisa Amaro, sobe aos palcos para mostrar que a guitarra portuguesa está mais viva que nunca. Dona de uma sonoridade ao mesmo tempo supreendente e reconfortante, Luisa Amaro, com a paixão que a caracteriza, conquistou novas paisagens para o instrumento consagrado por Carlos Paredes. Num cruzamento de culturas, resgatando a portugalidade mourisca, Luisa Amaro oferece-nos uma arte que enleva e exalta, tranquila e entusiasta da vida.

    www.facebook.com/LuisaAmaro.Oficial