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refugiados

  • Que não se esqueça, para que nunca mais se repitam!

    O Conselho Português para Paz e Cooperação (CPPC) recorda os 35 anos decorridos sobre o massacre de refugiados palestinianos – muitos dos quais crianças, mulheres e idosos – perpetrados de 12 a 18 de Setembro de 1982 pelos falangistas libaneses, com a cumplicidade e apoio de Israel, nos campos de refugiados de Sabra e Shatila, situados nos arredores de Beirute, no Líbano.

  • As contínuas e prolongadas ingerências e guerras de agressão levadas a cabo pelos EUA, a NATO e seus aliados, no Médio Oriente, em África, na Ásia Central e na Europa, provocaram uma crise humanitária sem precedentes, que também se expressa em dezenas de milhões de deslocados e refugiados, centenas de milhares dos quais procuram refugio em países da União Europeia.

    A actuação da União Europeia e de Estados que a integram relativamente aos refugiados atenta gravemente contra os direitos humanos e representa um inaceitável retrocesso: com a construção de autênticos “muros” nas fronteiras; com o confisco de bens aos refugiados; com a criação de campos sem as mínimas condições de acolhimento; com a recusa da prestação dos mais elementares cuidados, sem respeito pela dignidade de centenas de milhares de crianças, mulheres e homens, muitos dos quais vitimas de redes criminosas.

  • CPPC exige medidas urgentes e adequadas

    Os dramas e sofrimentos diários de milhões de refugiados que fogem da guerra, da fome, da miséria, da ameaça de morte certa, do criminoso tráfico humano, têm causas e têm responsáveis.

    Na sua maioria são pessoas oriundas de países destruídos e vítimas de agressões, bombardeamentos, guerras que os governos dos EUA e seus aliados na NATO e na União Europeia promoveram e continuam a promover, utilizando os mais variados pretextos, como acontece no Afeganistão, no Iraque, na Líbia, na Síria e outros países do Médio Oriente e de África.

  • Divulgamos folheto recentemente editado pelo CPPC e recordamos a iniciativa que decorrerá hoje no Porto às 18h.

    Parem a desestabilização, a guerra e a pilhagem dos recursos.

    Solidariedade com os Refugiados

    O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!

    14 de Setembro 18h - Praça da Liberdade (Porto) - junto à estátua do ardina

    Conselho Português para a Paz e Cooperação

    União dos Sindicatos do Porto

  • O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!

    14 de Setembro 18h - Praça da Liberdade (Porto) - junto à estátua do ardina

    Conselho Português para a Paz e Cooperação

    União dos Sindicatos do Porto

     

  • No passado fim de semana, a presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, em representação, participou numa Mesa redonda das Jornadas de Medicina Interna promovidas pela Sociedade de Médicos de Medicina Interna, que decorreram em Viseu.

    Ilda Figueiredo abordou as causas e os responsáveis da situação dos refugiados e defendeu o cumprimento do Direito Internacional, da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, para pôr fim às guerras, defender a negociação política para a resolução dos conflitos, a solidariedade com os refugiados , a paz e o progresso da humanidade.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua preocupação com a evolução muito complexa e de grande incerteza da situação que se vive na Europa e no mundo, com a guerra e as ocupações, com os ataques aos direitos dos povos, designadamente dos refugiados e dos imigrantes de que a ordem de restrição a imigrantes de sete países pelo presidente Donald Trump é um exemplo mais recente.

    Tal como o CPPC denunciou aquando da última Cimeira da NATO, em Varsóvia, no passado mês de Julho de 2016, continua em marcha a corrida aos armamentos, de que é exemplo, na Europa, o reforço das unidades militares integradas na NATO, tendo chegado à Polónia e países nórdicos, como a Noruega, poucos dias antes da saída de Barack Obama da presidência dos EUA, um grande contingente de tropas e equipamentos bélicos norte-americanos, considerado por analistas militares como uma das maiores mobilizações de forças dos EUA na Europa desde o fim da Segunda Guerra. Estes milhares de soldados e material de guerra, designadamente tanques de última geração e mísseis de cruzeiro de longo alcance preparados para transportar ogivas nucleares, vêm reforçar o que já existe noutros países vizinhos da Federação Russa, incluindo, designadamente, Lituânia, Letónia, Estónia, Hungria Roménia e Bulgária, o que está a ser acompanhado do reforço do chamado escudo antimíssil.

  • Parem a desestabilização, fim imediato das guerras e da pilhagem dos recursos.

    O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!

  • Realizou-se, no Porto, uma importante iniciativa de solidariedade com os refugiados vítimas das guerras, ingerências e bombardeamentos que provocam o caos nos seus países. No acto público na baixa do Porto, onde se distribuíram centenas de documentos, foram denunciadas causas e responsáveis por esta tragédia, exigindo-se medidas urgentes e adequadas, tendo por base o direito internacional, os princípios da Carta da ONU e a Constituição da República Portuguesa.

    A iniciativa foi convocada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e pela União dos Sindicatos do Porto (USP), cujos representantes intervieram perante as muitas pessoas que ali se concentraram.

    A presidente do CPPC, Ilda Figueiredo, sublinhou que é necessário "parar a guerra" que destrói as condições básicas de vida dos povos atingidos e está na origem dos mais de 50 milhões de refugiados, segundo números da ONU.

    Ilda Figueiredo denunciou as políticas de agressão e a orientação militarista dos Estados Unidos, da União Europeia, da NATO e de Israel desenvolvidas, por exemplo, na Síria, na Palestina, no Iémen, no Afeganistão e no Iraque.

    Tratam-se de políticas que contam com a cumplicidade e a participação de Portugal, recordou o dirigente da USP, Tiago Oliveira, destacando a cimeira bélica das Lajes (16/3/2003), na qual George W. Bush, Tony Blair, Jose Maria Aznar e Durão Barroso "decidiram" a invasão do Iraque, desencadeada quatro dias depois, por causa de "armas de destruição maciça" que não existiam.

    No final, os presentes gritaram: PAZ sim, guerra Não.

     

  • Decorreu em Lisboa, no passado dia 23 de Setembro, na Casa do Alentejo, uma participada sessão intitulada “Solidariedade com os Refugiados”.

    Na sessão em que para além da exigência da ajuda imediata foram denunciadas as causas e os responsáveis pela tragédia humanitária que vivem os mais de 50 milhões de refugiados a nível mundial. As intervenções da mesa, composta por Deolinda Machado (Movimento Erradicar a Pobreza), Lisandra Rodrigues (Juventude Operária Católica) Carlos Carvalho (Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio-Oriente), José Goulão (Jornalista) e Sérgio Ribeiro (Conselho Português para a Paz e Cooperação) seguiram-se as intervenções da CGTP-IN e de vários participantes na sessão.