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Saara Ocidental

  • Solidariedade com o povo saarauí

    Aquando da visita ao Saara Ocidental do enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas, Christopher Ross, as forças marroquinas reprimiram brutalmente as concentrações pacíficas, promovidas nos dias 19 e 20 de Outubro por activistas saarauís.

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    A cidade de Dakhla, ocupada por Marrocos, viu declarado o estado de sítio após o anúncio da morte do preso político saarauí e activista dos direitos humanos, Hasena Elwali Aleya.

    Hasena Elwali Aleya faleceu, no domingo à noite, num hospital militar marroquino na cidade de Dakhla. De acordo com a sua família, o seu estado de saúde era crítico em resultado de ausência de tratamento médico adequado.

    Após a notícia do seu falecimento, manifestantes saíram à rua em protesto contra mais um crime hediondo perpetrado pelo regime marroquino.

    Segundo a agência noticiosa Sahara Press Agency, as forças de ocupação marroquinas usaram gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes, deixando pelo menos 16 pessoas feridas.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia os actos criminosos perpretados pelas forças marroquinas, que, sucessivamente, contrariam e desrespeitam o direito internacional e as resoluções das Nações Unidas relativas ao direito à livre autodeterminação do povo saarauí.

  • representante da frente polisario reune com o cppc 1 20180328 1155146194

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação recebeu, na Casa da Paz, em Lisboa, o senhor Mohamed Fadel, Delegado da Frente Polisário em Portugal, que informou da difícil situação de ocupação e repressão que se vive nos territórios ocupados do Sara Ocidental e da situação grave dos presos políticos sarauis nas cadeias marroquinas. Informou também da esperança criada com a recente decisão do Tribunal de Justiça Europeu, a qual, na prática, reconhece os direitos do povo saraui ao seu território do Sara Ocidental, posição importante que a União Europeia deve ter em conta no momento em que prepara a revisão do acordo com Marrocos. Igualmente há esperança no relatório que o novo enviado especial da ONU está a preparar para entregar em finais de Abril.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação vem, mais uma vez, denunciar as torturas e assassinatos de cidadãos sarauís detidos nas prisões marroquinas.

    Nos últimos dias soube-se da degradação das condições de saúde do preso político sarauí, Mbarek Daoudi, detido na prisão de Salé (Rabat), desde setembro de 2013, e em greve de fome desde o passado dia 1 de Novembro.

    Recordamos ainda que, em Setembro passado, o preso político sarauí, Hassana El Wali, detido na prisão de Dahkla, faleceu devido a negligência médica.

    Após quase quatro décadas desde a violenta e perversa operação militar intitulada de “Marcha Verde”, da qual resultou a ocupaçãoefectiva do território do Saara Ocidental, o povo sarauí ainda sofre as consequências desta colonização.

    É tempo de dizer basta!

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda calorosamente o povo saaraui, assim como o movimento de solidariedade com a justa causa do Saara Ocidental, pela realização da 41.ª edição da Conferência Europeia de Coordenação e Apoio ao Povo Saaraui (EUCOCO), nos próximos dias 18 e 19 de Novembro em Vilanova, Catalunha.

    O CPPC reafirma o seu empenho no reforço do movimento da Paz, da cooperação e de solidariedade, particularmente com os povos vítimas de agressão, e contra o colonialismo e todas as formas de opressão, incluindo de opressão nacional, contra o militarismo e a guerra.

    Os povos têm o direito inalienável de resistir à ocupação e a decidir do seu próprio futuro, como o povo saaraui e a Frente Polisário, a sua legítima representante, que há 41 anos lutam pela liberdade, soberania e independência da sua pátria.

    Reiterando o nosso empenho no respeito e cumprimento do direito à autodeterminação do povo saaraui, desejamos os melhores sucessos para os trabalhos dessa conferência.

    A Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação

  • O CPPC, a CGTP-IN e o MDM promoveram no dia 21 de Junho, em Lisboa, uma «Sessão Pública de Solidariedade com o Saara Ocidental», na qual participaram dezenas de pessoas. Na base da sessão esteve um documento subscrito por 22 organizações, na qual se exigia uma vez mais o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e se reafirmava o apoio à luta do povo saarauí pela independência do seu país.

    Na sessão participou o advogado francês Gilles Devers, que colocou uma queixa no Tribunal Europeu de Justiça sustentada nas resoluções da ONU, que consideram o Saara Ocidental um território ocupado ilegalmente pelo reino de Marrocos. Participaram ainda João Ferreira, deputado europeu e membro do Intergrupo de solidariedade com o povo saarauí no Parlamento Europeu, e Ahmed Fal, delegado da Frente Polisário em Portugal.

    Antes da sessão, na qual os representantes das organizações promotoras reafirmaram as suas posições face à questão saarauí, realizou-se uma audiência na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, em que participaram representantes das organizações portuguesas (entre as quais o CPPC), Gilles Devers e Ahmed Fal.

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    Realizou-se na sede da UPP, no Porto, no passado sábado, dia 4 de Março, uma ação de solidariedade com o Saara Ocidental por ocasião 41 aniversário da RASD. Foi promovida pelo CPPC e FENPROF com participação do Representante da Frente Polisário em Portugal.

    Na sessão que incluiu a exibição de um pequeno filme sobre a repressão marroquina e a luta do povo saaraui pela autonomia e independência, intervieram, entre outros, Ilda Figueiredo pelo CPPC, Henrique Borges pela FENPROF, Ahamed Fal representante da Frente Polisário em Portugal, Moara Crivelente do Cebrapaz, que visitou recentemente os acampamentos saarauis na Argélia.

    Ali se afirmou a determinação de prosseguir ações de solidariedade, designadamente exigindo a libertação dos ativistas saarauis presos nas cadeias marroquinas.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou em 16 e 17 de Novembro, em Madrid, na Conferência Europeia de Solidariedade com o povo do Saara Ocidental

    Nesta conferência, a 43ª desde que em 1975 o Saara Ocidental foi ocupado ilegalmente por Marrocos, participaram representantes de governos e embaixadores de países que reconhecem a República Árabe Saarauí Democrática (RASD), deputados de parlamentos nacionais e do parlamento europeu, organizações políticas e sociais, associações sindicais, juristas e outras entidades e personalidades vindas da Europa, África e América Latina que se assumem comprometidas com a aplicação da justiça e do direito internacional, com a solidariedade e apoio à luta do povo saarauí pela sua autodeterminação e contra a ocupação do seu território.
    O Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) representado por Armando Farias, membro da Direcção Nacional, também participou na manifestação de solidariedade que percorreu as ruas de Madrid na tarde do último dia dos trabalhos. Na intervenção que teve oportunidade de fazer na conferência, Armando Farias transmitiu a mensagem do CPPC: de amizade com o povo saarauí e de solidariedade e apoio à luta dirigida pela Frente Polisário contra a ilegal ocupação do Governo de Marrocos; pela libertação dos presos políticos saarauís das prisões marroquinas; para que seja dado cumprimento às sentenças proferidas pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) que determinam que são ilegais os acordos entre a União Europeia e Marrocos para exploração dos recursos do Saara Ocidental e para que sejam estabelecidas negociações conducentes à libertação do território e ao reconhecimento da soberania e independência da RASD.

  • Decorreu esta sexta-feira, 26 de junho, no Porto, um Encontro de Solidariedade com o Saara Ocidental, promovido pelo núcleo do Porto do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) em que participou o Representante da Frente Polisário em Portugal, Ahamed Fal, e a presidente da Direcção do CPPC, Ilda Figueiredo.

    Houve apresentação de um vídeo sobre as agressões das autoridades marroquinas nos territórios ocupados pelo Reino de Marrocos, a luta do povo saaraui, a denúncia das prisões políticas de mais de 50 patriotas saarauis e a situação grave que se vive na região, transformada num autêntico gueto, com o muro da vergonha que Marrocos construiu em torno do Saara Ocidental.

    Ilda Figueiredo salientou a actividade que o CPPC tem desenvolvido na denúncia destas situações, dando conta da reunião realizada na Assembleia da República com o Presidente e outros membros da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesa, o recente abaixo-assinado já subscrito por muitas organizações e a petição que se encontra na página do CPPC, apelando à subscrição de todos.

    A campanha vai prosseguir.

  • solidariedade com o saara ocidental participacao na manifestacao da cgtp in 1 20190726 1415471360

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 10, na manifestação convocada pela CGTP-IN.

    Com o CPPC participou na manifestação a delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), de visita ao nosso país.

    Ao longo do percurso foram várias as manifestações de apoio dos trabalhadores portugueses à causa do povo saarauí.

  • solidariedade com o saara ocidental reuniao com a interjovem 1 20190726 1152524573

    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 8 de Julho uma reunião com a INTERJOVEM.

    Na reunião, onde a UJSARIO abordou a situação que se vive atualmente tanto nos acampamentos de refugiados como nos territórios ocupados, da parte da organização portuguesa foi sublinhada a solidariedade ativa da INTERJOVEM e da CGTP-IN que quer em Portugal quer nas organizações e iniciativas internacionais em que participa, nunca esquece a causa saarauí. No trabalho em Portugal foi lembrada a importante cooperação entre a INTERJOVEM e o CPPC.

    #SaaraOcidentalLivre #FreeWesternSahara

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    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 8 de Julho uma reunião com a Juventude Operária Católica (JOC), na sede desta organização.

    Na reunião, em que a JOC e a UJSARIO trocaram informações e experiências, foi manifestado a vontade de ambas organizações aprofundarem o conhecimento e trabalho mútuos.

    #SaaraOcidentalLivre #FreeWesternSahara

  • solidariedade com o saara ocidental reuniao na faculdade de letras da universidade do porto 1 20190726 1281409347

    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 9 de Julho uma reunião no Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto.

    Nesta reunião foi conhecido o importante trabalho que este centro tem desenvolvido, nomeadamente sobre o Saara Ocidental, estando a ser preparada uma publicação e existindo um protocolo de cooperação com a Universidade de Tifariti, situada nos territórios libertados do Saara Ocidental. O Centro apresentou ainda os projectos em curso, no âmbito do referido protocolo e a vontade de aprofundar a cooperação, nomeadamente com jovens investigadores saarauís.

    #SaaraOcidentalLivre #FreeWesternSahara

  • solidariedade com o saara ocidental sessao publica na unicepe porto 1 20190726 1421572124

    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 9 de Julho uma Sessão Pública na Unicepe - Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, CRL.

    Na sessão, promovida pelo CPPC com o apoio da UNICEPE e do Sindicato dos Professores do Norte, estiveram na mesa Ilda Figueiredo e Filipe Ferreira, do CPPC, Henrique Borges, do Sindicato dos Professores do Norte, e dois representantes da UJSARIO, Hamdi Taubali e Dakar Abdelfatah.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia o assassinato, no passado dia 15 de Abril, do activista político e sindicalista sarauí, Brahim Saika, pelas autoridades do Reino de Marrocos.

    Detido pelas forças policiais marroquinas em 1 de Abril - pouco antes da realização de uma manifestação de protesto contra as politicas de discriminação e segregação nos territórios ocupados do Sara Ocidental responsáveis pelo elevadíssimo nível de desemprego entre a população sarauí -, Brahim Saika foi torturado durante várias horas. Como protesto contra as arbitrariedades da polícia e os maus tratos e tortura a que estava a ser submetido, Brahim Saika iniciou uma greve de fome.

  • Tendo em conta que, no próximo dia 26 de Dezembro, se irá realizar o julgamento no tribunal civil de Sale, em Rabat, Reino de Marrocos, do grupo de presos políticos saarauís, conhecidos como Grupo de Gdeim Izik, activistas de defesa de direitos humanos e do legítimo direito do povo saarauí à sua auto-determinação, que já tinham sido ilegalmente julgados num tribunal militar marroquino em Fevereiro de 2013, tendo-lhes sido atribuído penas que vão de 20 anos a prisão perpétua, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), na sequência de posições anteriores, reitera a sua solidariedade com os presos políticos saarauís em prisões marroquinas, reivindicando o seu direito à liberdade e chamando a atenção para uma prisão que a Organização das Nações Unidas considera arbitrária (Relatório 2014 do Relator Especial para a detenção arbitrária).

    Recorde-se que estes activistas foram sequestrados, detidos e torturados nos dias e semanas após o brutal desmantelamento, por parte das autoridades marroquinas, do acampamento de protesto Gdeim Izik, nos territórios ocupados do Saara Ocidental, que durante um mês, em 2010, reuniu dezenas de milhares de saarauís, homens, mulheres e crianças num protesto pacifico, para exigirem os seus direitos sociais, económicos e políticos, nomeadamente o direito à auto-determinação.

    O CPPC exige a libertação de todos os presos políticos saarauís das prisões marroquinas e apela às autoridades portuguesas que façam ouvir a sua voz, designadamente junto do governo de Marrocos, na defesa da libertação imediata destes saarauís presos há seis longos anos, na exigência do cumprimento da lei internacional e no reconhecimento efectivo do inalienável direito do povo saarauí a ter o seu próprio Estado, independente e soberano, sem ingerências externas. Esta é a única garantia para a Paz e a estabilidade naquela sensível região do mundo.

    Direcção Nacional do CPPC

  • No dia 1 de março,13 presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome, por tempo indeterminado, reivindicando o direito à sua liberdade e chamando a atenção da comunidade internacional para uma detenção que a Organização das Nações Unidas considera arbitrária (Relatório 2014 do Relator Especial para a detenção arbitrária).

  • No dia 18 de Agosto, concentraram-se na zona de separação de Guergarat, a Sul da República Árabe Saarauí Democrática, centenas de militares e civis marroquinos, acto que a Frente Polisário, legítima representante do povo saarauí, considera ser uma clara violação do acordo de cessar-fogo estabelecido em 1991.

    A Frente Polisário exige a retirada dos militares e civis marroquinos da zona de separação, assim como a tomada das medidas necessárias por parte das Nações Unidas para terminar esta violação do acordo de cessar-fogo.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação considera perigosa e provocatória esta acção por parte do Reino de Marrocos.

    O CPPC reafirma a sua consideração que a resolução justa do conflito passa necessariamente pelo fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e pelo respeito do direito à auto-determinação do povo saarauí.

    O CPPC exorta o Governo português à adoptar uma posição de exigência do cumprimento das deliberações da ONU quanto ao Saara Ocidental no respeito dos inalienáveis direitos do povo saarauí.

    Direcção Nacional do CPPC