Outras Notícias

solidariedade

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação ( CPPC) denuncia o agravamento da situação nos territórios ocupados do Saara Ocidental pelo Reino de Marrocos, a manutenção em prisões marroquinas de mais de 50 activistas saarauís, vítimas de perseguição e julgamentos ilegais e na sua maioria extraterritoriais, o atropelo a direitos humanos fundamentais de que é exemplo a recusa da entrega do corpo do filho de Tekbar Haddi assassinado nos territórios ocupados e a perseguição a que a família está a ser sujeita.

    O CPPC manifesta a solidariedade a Tekbar Haddi e a todo o povo saarauí que sofre as arbitrariedades da ocupação do Saara Ocidental, exige a libertação dos presos políticos saarauís nas cadeias marroquinas e apela à solidariedade do povo português com esta causa, nos termos da Constituição da República Portuguesa e do Direito Internacional, exigindo o respeito pelo direito à autodeterminação do povo saarauí.

    Entretanto, no seguimento de um pedido de reunião que o CPPC fez à Comissão de Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesa da Assembleia da República sobre a situação dos presos políticos saarauís, informa-se que esta reunião se realizará na próxima terça-feira, dia 9 de Junho, no Palácio de S.Bento, em Lisboa.

  • Dia da Dignidade Nacional - 4 de Fevereiro de 1992 Comemoração do 23º aniversário do Movimento Civico-Militar


  • 30 de Março de 1976 deixa na memória do povo palestino um dia marcado por uma greve geral e grandes manifestações de protesto, resultado da repressão provocada pelas forças armadas de Israel, nas quais foram assassinados 6 jovens palestinos e centenas foram presos ou feridos por militares israelitas que ilegalmente pretendiam expropriar a população para construírem colonatos.

    É um dia que representa a resistência e luta do povo palestino contra a ocupação de Israel, pelo direito a uma Palestina livre e independente.

  • 19 DE ABRIL - 15H AUDITÓRIO DA J.F. AMORA - SEIXAL

    No âmbito do apelo para um dia internacional de solidariedade com a Revolução Bolivariana - promovido pelo Comité de Solidariedade Internacional (COSI) venezuelano, organização membro do Conselho Mundial da Paz - e no aniversário da revolução em Caracas em 1810, que marca o início da luta pela independência, o Conselho Português para a Paz e Cooperação e a Associação de Amizade Portugal-Cuba promovem uma sessão de solidariedade com a Revolução Bolivariana.

     

     

  • Realizou-se no dia 19 de Abril, no auditório da Junta de Freguesia da Amora, no Seixal, uma sessão de solidariedade com a Revolução Bolivariana, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC), no âmbito do apelo para o assinalar de um dia de acção mundial de solidariedade com a Venezuela.

    Na mesa da sessão estiveram o Presidente da Câmara Municipal do Seixal, Sr. Engº Joaquim Santos, O Embaixador da Venezuela, Sr. General Lúcas Ríncon, a Embaixadora de Cuba Sra. Johana Tablada, o presidente da AAPC, Sr. Augusto Fidalgo e o vice-presidente do CPPC, Sr. Coronel Baptista Alves, que presidiu à sessão.

    A sessão, que iniciou com a leitura de alguns poemas, por Jorge Feliciano, contou ainda com a participação do Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Manuel Araújo e de dezenas de pessoas, entre as quais, cidadãos venezuelanos que se encontram em Portugal.

    A 19 de Abril comemora-sa o aniversário do início da luta pela indepedencia da Venezuela, em 1810, e também o aniversário da vitória cubana contra a tentativa de invasão de Playa Giron em 1961.

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) associa-se às iniciativas que, a nível mundial, assinalam o dia 29 de Novembro proclamado pela Organização das Nações Unidas – resolução nº 32/40 de 1977 – como Dia Internacional de Solidariedade para com o Povo Palestino.

    Esta data está relacionada com distintos acontecimentos da História mais recente da Palestina: a resolução nº 181 de 1947 que determinou a divisão da Palestina em dois Estados: Palestina e Israel. Na partilha do território, 57% do território caberia aos israelitas e só 43% aos palestinos ainda que a própria ONU tenha reconhecido que em 1946 a população total da Palestina, perfazia um total de 1.972.000 habitantes, sendo 1.203.000 muçulmanos, 145.000 cristãos, 608.000 judeus.

    Antes, durante e depois da criação do Estado de Israel, em 15 de maio de 1948, o plano sionista de colonização da Palestina, elaborado e posto em marcha pelo Movimento Sionista Mundial não previa apenas os 57% do território oferecido a Israel, assim como não previa nenhuma convivência pacífica com a população palestina, nem o respeito pelas resoluções da ONU sobre a questão palestina.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinalou hoje o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino com distribuições de documentos em Lisboa e no Porto.

    Os documentos distribuídos foram a posição “Pelo Cumprimento dos Direitos do Povo Palestiniano” subscrita por dezenas de organizações portuguesas e um folheto informativo sobre a ocupação da Palestina editado pelo CPPC.

  • dia internacional de solidariedade com o povo palestino 1 20181202 1547012624

    Pelo seus inalienáveis direitos nacionais

    Assinala-se, a 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, instituído em 1977, pela Organização das Nações Unidas, para relembrar a aprovação, em 1947, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que preconizou a divisão da Palestina em dois Estados - um árabe e um judeu - sendo que as cidades de Jerusalém e Belém permaneceriam 'zonas internacionais'.

    Mais de sete décadas depois só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio ou conivência dos EUA e da UE.

  • 19 de Abril 2016 - 17h30 - Almada

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação associando-se ao Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela, assinalado na data em que se comemoram 206 anos do início da luta pela independência daquele país, em 19 de Abril de 1810, promove uma sessão pública no Átrio do Fórum Municipal Romeu Correia em Almada.

    Participa!

  • direitos humanos e a paz 1 20190116 1505807167

    Tendo em conta o Apelo na defesa da Paz, as organizações e entidades promotoras do Encontro pela Paz que se realizou a 20 de Outubro, em Loures, convidam à participação e divulgação da sessão que vai decorrer no próximo dia 23 de Janeiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, sobre a Paz e os Direitos Humanos, no quadro do 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

    Num momento particularmente complexo como o que estamos a viver, a sua participação é particularmente importante para juntarmos as nossas vozes na defesa da paz e na denúncia das ameaças aos direitos e à dignidade humana, das ingerências e atropelos ao direito soberano e à independência dos povos pondo em causa a paz.

    Pela Paz, todos não somos demais.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) esteve na rua, em Lisboa e noutras cidades do país, no passado dia 16 de Maio, a distribuir um documento de solidariedade com os refugiados.

    O assinalar de um dia de acção contra a guerra e em solidariedade com os refugiados a 16 de Maio, em vários países europeus, surge na sequência de uma decisão de organizações membro do Conselho Mundial da Paz na Europa, reunidas em Almada no passado mês de Março.

    Esta iniciativa insere-se num conjunto mais vasto de outras actividades, designadamente colóquios e debates, em torno das causas e responsáveis por esta situação, considerando que a solidariedade aos refugiados é um imperativo de respeito pelos mais elementares direitos humanos. É necessário denunciar as causas e os responsáveis que levam tantos homens, mulheres e crianças a arriscar a vida à procura de refúgio. E essas causas estão nos inúmeros conflitos, ingerências e guerras de agressão a Estados soberanos, levadas a cabo por EUA, Nato e seus aliados.

    Com estas iniciativas, o CPPC apela à Paz e à solidariedade.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação denuncia a operação de ingerência que está a ser levada a cabo neste fim-de-semana contra a República Bolivariana da Venezuela, promovida de forma coordenada por diversos países, sob a orientação dos Estados Unidos, em conluio com sectores da oligarquia interna.

    Esta campanha – económica, política, diplomática e mediática – é dirigída contra as instituições democráticas venezuelanas, incluindo os seus legítimos Presidente e Governo, e procurando degradar as condições sociais naquele país, prejudicando seriamente amplos sectores sociedade venezuelana - que integra uma vasta comunidade portuguesa.

  • Muitas foram as pessoas que,no passado dia 19 de Abril, de forma convicta e enérgica encheram a Praça Luís de Camões em Lisboa, em defesa da paz contra a agressão à Síria.

    O acto público subscrito por 30 organizações, contou com intervenções as intervenções de representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN), do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).

  • encontro com delegacao de parlamentares palestinos 2 20181222 1017313515

    A convite da do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, visitou esta semana o nosso país uma delegação de quatro parlamentares palestinos, chefiada pelo Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Palestina- Portugal, Senhor Azzam Al-Ahmed.

    Esta visita teve por objectivo o estreitamento dos laços de amizade entre os parlamentares e os intervenientes da vida política, económica, social e cultural de ambos os países. A delegação foi recebida na Assembleia da República e teve diversos contactos com organizações e diversas personalidades, incluindo um encontro com organizações sociais que em Portugal têm promovido iniciativas de solidariedade e apoio á luta do povo palestino pelos seus direitos. Neste encontro, realizado no dia 12 de Dezembro, no Teatro “A Barraca”, e no qual também estiveram presentes o senhor Embaixador da Missão Diplomática da Palestina em Portugal e o Sr. deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, os parlamentares palestinos relataram a situação, de extrema gravidade, que actualmente se está a viver no seu país, decorrente das provocações e políticas que têm vindo a ser tomadas pelo governo israelita com o apoio da administração estado-unidense e do seu Presidente, Donald Trump, que fomentam o agravamento da tensão e instabilidade em todo o Médio Oriente. A par da intensificação das acções contra o povo palestino, visando destruir a solução de dois Estados, que desde há décadas é proclamada pela comunidade internacional.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente, na passada terça-feira, no encontro entre activistas e organizações solidárias com o povo brasileiro e a presidente Dilma Roussref deposta num golpe de Estado realizado pelos sectores mais conservadores e retrógados da sociedade brasileira, ligados aos grandes interesses financeiros e económicos deste pais.

    No encontro a presidente deposta abordou o processo golpista no Brasil e desmontou a campanha de desinformação que ecoa a nível global. Foram denunciadas as políticas seguidas pelo governo golpista brasileiro que representam um retrocesso nas conquistas de anos anteriores em termos de justiça e igualdade sociais, de democracia e afirmação soberana do Brasil. Foi reafirmada a resistência do povo brasileiro perante estas políticas anti-sociais e assumida a necessidade de reforçar e alargar a luta popular por um país mais justo e democrático.

  • O CPPC estará, mais uma vez, presente no Encontro Intercultural Saberes e Sabores, que se realizará este ano de 11 a 15 de Abril no Pavilhão Municipal do Alto dos Moinhos, no Seixal.

    Vem nos visitar!

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    Divulgamos o "Apelo à defesa da paz" lido no final do grande Encontro pela Paz que decorreu hoje no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, com a participação de mais de 700 pessoas de norte a sul do país e representantes de mais de 50 organizações e entidades.

    Apelo à defesa da paz

    No encerramento deste Encontro pela Paz, que consideramos de grande oportunidade e importância, e em nome das organizações que o promoveram, saudamos todos quantos participaram e contribuíram para a sua realização e afirmamos o nosso empenho para que prossiga e se alargue ainda mais a convergência de vontades e a acção em defesa da paz, considerando-a essencial à vida humana e uma condição indispensável para a liberdade, a soberania, a democracia, o progresso social, o bem-estar dos povos – para a construção de um mundo melhor para toda a Humanidade.

  • No Pavilhão Paz e Amizade já se dão os últimos retoques para te receber!

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