Outras Notícias

solidariedade

  • Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder

    Solidariedade com a Revolução Bolivariana
    Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder
    Exposição "Hugo Chávez Percursor de um Mundo Multipolar"
    5 de Março de 2014 - 18h30
    Casa do Alentejo - Lisboa

    https://www.facebook.com/events/1399256280334774/

     

  • Início do Processo de Independência da Venezuela. Comemoração do 204º aniversário

    No próximo dia 22 de Abril, pelas 18h30, na Casa do Alentejo em Lisboa a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela assinala o 204º aniversário do início do processo de independência da Venezuela, com uma exposição de fotografia e litografia. O Conselho Português para a Paz e Cooperação, que colabora na realização da iniciativa, apela à participação de todos os amigos e amigas neste momento de solidariedade com a revolução bolivariana.

  • Liberdade para os 5 Patriotas Cubanos - Albufeira

    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Quinta-feira, dia 13 de Março, às 14h30, no Centro de Trabalho do PCP (Quinta da Bela Vista lote A - 19 Loja G).

     

     

  • Liberdade para os 5 Patriotas Cubanos - Faro

    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar no próximo dia 13, Quinta-feira, pelas 18h00 no Centro de Trabalho do PCP de Faro.

     

  • Liberdade para os 5 Patriotas Cubanos - Lisboa

    Hoje, Sessão Pública às 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.
    Dovulgue e participe!
     

    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Terça-feira, dia 11 de Março, às 18 horas, na Casa do Alentejo em Lisboa.

  • Liberdade para os 5 Patriotas Cubanos - Porto

    PORTO - Hoje! Participa e divulga!
     
    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar no próximo dia 12, Quarta-feira, pelas 18h00 no Universidade Popular do Porto.
     
  • Liberdade para os 5 Patriotas Cubanos - Vila Real de Santo António

    De 10 a 14 de Março iremos receber no nosso país Elisabeth Palmeiro, mulher de Ramón Labañino, um dos cinco heróis da República de Cuba, vítimas de um julgamento arbitrário e sujeitos a penas injustas nos EUA, devido à sua acção patriótica de combate ao terrorismo e defesa do povo cubano.

    Neste sentido, integrado no programa da visita da companheira cubana, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, enquanto uma das organizações promotoras, convida-os a estarem presentes na Sessão Pública a realizar na próxima Quinta-feira, dia 13 de Março, às 21h, na Junta de Freguesia de Vila Real de Stº António.

     

  • Liberdade para Óscar Rivera

    O CPPC congratula-se com a anunciada libertação do patriota porto-riquenho Óscar Lopez Rivera, preso há 36 anos pela sua luta em prol da independência do seu país, Porto Rico, anexado desde há um século pelos EUA.

    Neste momento, importa recordar que, em 2012, o Comité de Descolonização das Nações Unidas aprovou uma resolução solicitando o reconhecimento do direito à autodeterminação e independência de Porto Rico e apelando à libertação dos patriotas porto-riquenhos que se encontravam presos nos Estados Unidos.

    Nascido em Porto Rico, em 1943, Óscar Lopez Rivera – que combateu na guerra do Vietname e foi condecorado pelo seu valor em combate – integrou-se na década de 70 do século XX na luta pelos direitos do povo porto-riquenho, participando em acções de desobediência civil. Em 1976, juntou-se à luta clandestina em favor da independência de Porto Rico nas fileiras das Forças Armadas de Libertação Nacional, nas quais militava aquando da sua prisão pelo FBI em 1981. No momento da sua captura, reclamou a condição de «prisioneiro de guerra» prevista na Convenção de Genebra de 1949, algo que sempre lhe negaram.

    Condenado a 55 anos de prisão, aumentada para 70 por suposta tentativa de fuga, Óscar Lopes Rivera passou cerca de 12 anos em total isolamento.

    A libertação de Óscar Lopes Rivera é consequência da sua persistência e tenacidade e também da solidariedade que sempre recebeu. É também uma fonte de inspiração para prosseguir a luta pela libertação de todos os presos políticos porto-riquenhos encarcerados nos EUA e pelo legítimo direito do povo de Porto Rico a decidir do seu destino.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Liberdade para todas as crianças palestinianas em prisões israelitas

    No momento em que decorre o julgamento, iniciado ontem num tribunal militar israelita, da jovem palestiniana Ahed Tamimi, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) recorda a exigência da libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

    Neste momento, mais de 300 menores palestinianos encontram-se em prisões israelitas, sendo frequentes as detenções e interrogatórios de menores palestinianos pelas forças de ocupação israelita, onde são submetidos a agressões físicas, privação de sono, prisão solitária e outras formas de tortura, nomeadamente com o intuito de obterem confissões forçadas, o que é uma inadmissível violação de elementares direitos humanos.

    Reafirmando a sua solidariedade para com o povo palestiniano e a sua luta por um Estado da Palestina, viável, livre e independente, no respeito pelas resoluções pertinentes da ONU, o CPPC apela a todos os amantes da paz para que façam ouvir a sua exigência pela libertação de todos os presos políticos palestinianos, em particular de todas as crianças e jovens, das prisões israelitas.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Mais um barco de solidariedade impedido de chegar a Gaza

    Solidário com o povo palestino e com as activistas que seguiam a bordo do “Barco de Mulheres para Gaza”, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), repudia o novo acto de violência de Israel ao interceptar, no passado 5 de Outubro, e sequestrar mais um barco e a sua tripulação, que se dirigiam à Faixa de Gaza para denunciar o inumano bloqueio de Israel aquele território palestino.

    A tripulação do barco agora aprisionado é constituída exclusivamente por mulheres, de diversas nacionalidades, vindas de Espanha, EUA, Suécia, Malásia, África do Sul, Austrália entre outros países.

    Este barco insere-se no movimento Flotilha da Liberdade iniciado em 2010 ano em que o navio turco Navi Marmara que se dirigia para Gaza foi tomado por forças especiais israelitas, num ataque que provocou a morte de 10 dos activistas a bordo.

    O apelo das tripulantes agora detidas é para que os governos de todo o mundo tomem uma posição contra o bloqueio ilegal de Gaza, inserido no apoio ao povo palestino e ao seu direito a resistir à ocupação, opressão e à injustiça.

    Transmitimos o apelo para que todos os que defendem a causa do povo palestino, expressem a sua veemente condenação à ocupação israelita da Palestina de que o bloqueio da Faixa de Gaza é parte, e que exijam a imediata libertação das activistas agora detidas.

    Liberdade para a Palestina!

  • Manifestação Nacional de Mulheres de 10 de Março

    Saudando a Manifestação Nacional de Mulheres de 10 de Março, em Lisboa, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres e reconhecendo-se nos seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação estará presente nesta jornada de luta e convida todos os amantes da paz a participarem na manifestação e a se juntarem à faixa com que o CPPC desfilará.

    Concentração Praça dos Restauradores, do lado do Marquês de Pombal, 14h30

    O CPPC saúda calorosamente as Mulheres na luta contra a discriminação e violência, contra as desigualdades, na luta pelos seus direitos, pela afirmação da sua força fundamental para que no país haja uma verdadeira política de igualdade e justiça social.

    As Mulheres estiveram e estão na luta pela paz e contra a guerra, que está profundamente ligada à luta pelo progresso social. Estiveram e estão na luta por um Mundo livre de Armas Nucleares, em defesa do seu futuro, do futuro da Humanidade. A perigosa situação que se vive hoje no mundo exige a participação de todos - Mulheres e Homens - na intervenção e luta para alcançar estes objectivos.

    Pela Paz, todos não somos de mais.
    CPPC

  • Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos manifesta apoio aos brasileiros na luta contra o golpe

     

    Declaração do Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos

    O Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos (MovPaz) une sua voz à denúncia regional e mundial contra a grave tentativa de subverter a ordem democrática no Brasil com o golpe em gestação contra a Presidenta Dilma Rousseff, orquestrada pelas forças reacionárias e retrógradas da oligarquia e do capital financeiro brasileiro.

    A situação que hoje afronta o povo, o governo e o Partido dos Trabalhadores do Brasil, com esta tentativa golpista, deve ser vista também no contexto da contraofensiva imperialista que pretende reverter os processos políticos progressistas na região e, particularmente, no Cone Sul latino-americano, e voltar a colocar esses países dentro de sua esfera de influência.

    A grosseira e ilegal manipulação política da direita, que busca tirar a mandatária do poder mediante um juízo político, é uma manobra espúria que pretende que o Brasil saia da trilha do desenvolvimento e da justiça social iniciada há mais de 10 anos com os governos do Partido dos Trabalhadores, encabeçados por Luiz Inácio Lula da Silva e pela presidenta Dilma Rousseff. É também uma amostra de que a burguesia, a oligarquia e o império não cessam seus empenhos antidemocráticos e antipopulares, e que são capazes de recorrer aos métodos mais sujos para impor seus ditames.

    O MovPaz chama todas as organizações e forças progressistas amantes da paz a se solidarizarem com a luta que hoje desempenha o povo do Brasil, que se mobiliza nas cidades, ruas e praças do país, contra o golpe. É hora de deter a rapacidade imperialista impondo a mais ampla solidariedade e denúncia populares.

    Que a reação e o imperialismo saibam que são milhões de pessoas no mundo e em nossa América Latina em particular os que se erguem hoje junto ao nobre e corajoso povo brasileiro e junto à sua Presidenta, na defesa dos mais genuínos interesses e princípios de sua Pátria e da Paz, que hoje se vê ameaçada.

    Em momentos tão perigosos para a estabilidade e o futuro político do Brasil e da região, o Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos reitera sua irrestrita solidariedade com o povo trabalhador brasileiro e seus representantes genuínos e expressa um rotundo “Não ao Golpe”.

    Havana, 4 de abril de 2016.

    (Tadução a partir do texto em espanhol efectuada pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz))

  • Movimentos pela Paz marcam 75 anos da ocupação nazista de Praga

     

    Marcando os 75 anos desde o início da 2ª Guerra Mundial, o Conselho Mundial da Paz (CMP) e organizações amigas reuniram-se em Praga, República Tcheca, neste sábado (15) e domingo (16), lembrando a data da ocupação nazista do país.

    Socorro Gomes, presidenta do CMP, reafirmou a necessidade de união entre os movimentos de paz mundiais na luta anti-imperialista e no esforço para fortalecer as lições da história contra a repetição da guerra.

  • MPPM condena escalada de violência punitiva de Israel contra a Palestina ocupada

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    O MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente – manifesta a sua profunda preocupação pela escalada de violência por parte das forças armadas e de civis israelitas contra a população da Palestina ocupada, alegadamente como resposta à morte de três jovens colonos israelitas ocorrida em circunstâncias por esclarecer, numa zona C da Margem Ocidental, sob controlo do exército de ocupação de Israel. Estas acções não são mais que o intensificar de um clima de violência omnipresente no quotidiano dos palestinos.

    O MPPM condena vivamente o assassinato dos três jovens israelitas por agressores não identificados. Como condena todas as mortes de civis inocentes, quaisquer que sejam as nacionalidades das vítimas e dos agressores. Condena, por isso, o bárbaro assassinato de Mohamad Abu Khaderis, no passado dia 2, por elementos das milícias de colonos judaicos de Jerusalém, que o raptaram, torturaram e queimaram. Como condena a agressão e tentativa de rapto, na véspera, de Musa Zaloum, de 8 anos, e o acto criminoso que deixou Sanabel Al-Tous, de 9 anos, às portas da morte. Como condena, ainda, a morte a sangue frio, pelo exército israelita, de Nadim Nwarah, de 17 anos, de Mohmmad Odeh, de 16 anos, Mohammad Dudeen, de 15 anos, e de Yousef Abu Zagha, de 16 anos. O MPPM denuncia, por isso, o silêncio, ou a cumplicidade dúplice dos que lamentam compungidamente a morte dos jovens colonos israelitas, e se mostram insensíveis e assistem em silêncio à brutalidade a que a população palestina é sujeita por parte do aparelho militar de Israel.

    Todos estes actos de violência são fruto de campanhas de ódio aos palestinos, alimentadas pelas forças de ocupação e o governo de Israel e perante o silêncio cúmplice dos seus aliados, a começar pelos Estados Unidos da América. Os incitamentos à violência são constantes. Em Haifa, membros do Likud exigiram a morte de Hanin Zoabi, uma deputada árabe-israelita do Knesset. O antigo ministro da Defesa de Israel, Benjamin Ben-Eliezer, pediu ao governo o assassinato dos líderes do Hamas. Soldados israelitas publicam impunemente selfies com mensagens de “morte aos árabes”.

    À luz do direito internacional, designadamente da Quarta Convenção de Genebra, Israel, enquanto potência ocupante da Palestina, tem a obrigação de garantir a segurança da população ocupada e está impedida de transferir pessoas do seu território para o território ocupado. Ao invés, Israel intensifica, a cada dia que passa, a sua política ilegal de construção de novos colonatos e de expansão dos existentes, incluindo nos seus habitantes grupos que abertamente advogam o racismo e a violência contra os palestinos. Os actos criminosos cometidos por colonos contra os habitantes da Palestina ocupada ficam, sistematicamente, impunes. Como têm ficado impunes a vandalização de lugares sagrados de cristãos e muçulmanos, como tem ficado impune a destruição de património de palestinos.

    De par com estes actos de violência, Israel iniciou operações militares de grande envergadura contra a Faixa de Gaza e a Margem Ocidental.

    Na que é considerada a maior operação militar contra a Margem Ocidental na última década, Israel invadiu campos de refugiados, aldeias e cidades. De acordo com a Autoridade Palestina, quase 600 palestinos foram presos na operação, incluindo 24 deputados do Conselho Legislativo. Pelo menos quinze palestinos, incluindo crianças, foram mortos.

    Também na Faixa de Gaza a população civil tem sido alvo de ataques de mísseis e bombardeamentos de artilharia. Há notícia de civis mortos e feridos em Al-Qarara, Al-Shatei e Khuzaa’ . Estes ataques acarretam, também, a destruição de propriedades e infra-estruturas, afundando ainda mais a debilitada economia da região, vítima de um bloqueio ilegal e desumano, e agudizando as condições dramáticas em que vive a população palestina, encarcerada na sua própria terra.

    É urgente e inadiável que a opinião pública portuguesa se insurja contra este estado de coisas e exija, nomeadamente do Governo de Portugal:

    - O fim imediato da espiral de violência punitiva contra civis, das prisões e detenções em massa, dos ataques e das incursões militares israelitas;

    - A libertação das centenas de presos dos últimos dias, bem como dos milhares de presos políticos palestinos;

    - Uma investigação isenta e levada às últimas consequências dos crimes de guerra cometidos por Israel enquanto potência ocupante da Palestina;

    - O fim da expansão ou construção de novos colonatos, e o desmantelamento de todos os existentes que são, à luz do direito internacional, ilegais e ilegítimos

    - Boicote activo às relações com os colonatos judaicos ilegais e com as entidades que com eles compactuam

    - Apoio humanitário ao povo palestino vítima dos ataques criminosos de civis e militares israelitas

    - Fim do bloqueio ilegal à Faixa de Gaza e retirada das forças de ocupação da Margem Ocidental;

    - O fim da ocupação sionista e a constituição de um Estado Palestino dentro das fronteiras anteriores a 1967, com Jerusalém Leste como capital, e uma solução justa para o problema dos refugiados palestinos, de harmonia com o direito internacional, e desde logo as resoluções pertinentes das Nações Unidas.

    Lisboa, 5 de Julho de 2014

    A Direcção Nacional do MPPM

    MPPM – MOVIMENTO PELOS DIREITOS DO POVO PALESTINO E PELA PAZ NO MÉDIO ORIENTE

    Presidente da Assembleia Geral | Carlos Araújo Sequeira

    Presidente da Direcção Nacional | Maria do Céu Guerra

    Vice-Presidentes | Carlos Almeida, Carlos Carvalho, Frei Bento Domingues

    Secretário para as Relações Internacionais | Silas Cerqueira

    Presidente do Conselho Fiscal | Frederico da Gama Carvalho

    Rua Silva Carvalho, 184 – 1º Dtº | 1250-258 Lisboa | Portugal | Tel. 213 889 076 | NIPC: 508267030

    Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar. | www.mppm-palestina.org | www.facebook.com/MPPM.Movimento.Palestina

    O MPPM é uma Organização Não Governamental acreditada pelo Comité das Nações Unidas para o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino (Deliberação de 17 de Setembro de 2009)

  • Mundo exige que se ponha fim ao bloqueio a Cuba

    O CPPC regozija-se pela recente votação da Assembleia-Geral das Nações Unidas pelo fim do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, a mais expressiva de sempre, com 191 votos a favor e apenas duas abstenções, a dos próprios EUA e a de Israel. Esta manifestação de repúdio por um bloqueio criminoso, ilegal e imoral, que dura desde o início dos anos 60 do século passado e que constitui um atentado aos direitos humanos e um considerável obstáculo ao desenvolvimento económico e social deste país das Caraíbas, torna ainda mais urgente o seu imediato levantamento.

    Independentemente das razões diferenciadas que terão levado muitos países a votar pelo fim do bloqueio – ou até da inusitada abstenção do país que tem na sua mão a capacidade de lhe pôr cobro por ser o país que o impõe –, é de sublinhar a quase unanimidade existente em torno desta questão, o que é indissociável da persistência e tenacidade do povo cubano, que, ano após ano, levantou o tema na Assembleia-Geral da ONU e recolheu apoios maioritários e sempre crescentes.

    Para que a esta rejeição generalizada corresponda efectivamente o fim do bloqueio será decisivo que o povo cubano continue, como até aqui, a resistir às pressões e ingerências externas, e particularmente dos EUA, e prossiga o rumo que livremente escolheu e que, apesar do bloqueio, garante a toda a população serviços públicos essenciais, habitação e segurança.

    Imprescindível também é que as organizações, movimentos e pessoas solidárias com Cuba e o seu povo prossigam a denúncia da iniquidade do bloqueio e das suas consequências e que continuemos a lutar pelo seu fim.

    Direcção Nacional do CPPC

  • NAKBA: 66 anos de sofrimento e luta do Povo Palestino



    15 de Maio de 1948, data fatídica, para o Povo Palestino e para a Humanidade, quando foi decidida a constituição do Estado de Israel nos territórios da Palestina. A expulsão de centenas de milhares de cidadãos das suas casas, cidades e aldeias, muitas delas destruídas pelas milícias sionistas, fica na História como um dos actos mais bárbaros e violentos cometidos sobre um povo pacífico, que apenas pretendia viver em paz, nas terras que eram suas e tinham sido dos seus antepassados, desde há milhares de anos.

  • Não à escalada de repressão e de guerra na Ucrânia

     

    É com redobrada preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação vê o anúncio, por parte do poder de Kiev, de pôr fim ao cessar-fogo no Leste daquele País, o que, de imediato, foi seguido por notícias que confirmam o reinício dos bombardeamentos, os quais atingem igualmente, e de forma indiscriminada, zonas residenciais e populações ucranianas.

    O CPPC reafirma a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, em particular para com aqueles que, como acontece no Leste deste País, lutam em defesa dos seus legítimos direitos e enfrentam difíceis situações – incluindo de escassez de comida e de água –, e que estão, uma vez mais, sob a agressão do exército e dos paramilitares ligados a oligarcas ou a forças nazifascistas, a mando da junta de Kiev, apoiada pelos EUA, a NATO e a União Europeia.

    O CPPC apela à denúncia e à condenação da escalada de intimidação, de agressão e de guerra e considera da maior importância que os democratas expressem solidariedade com o povo ucraniano, na defesa da liberdade, da democracia e da paz.

    Direcção Nacional do CPPC
    2 de Julho de 2014

  • Não à guerra! Solidariedade com os refugiados!

    As contínuas e prolongadas ingerências e guerras de agressão levadas a cabo pelos EUA, a NATO e seus aliados, no Médio Oriente, em África, na Ásia Central e na Europa, provocaram uma crise humanitária sem precedentes, que também se expressa em dezenas de milhões de deslocados e refugiados, centenas de milhares dos quais procuram refugio em países da União Europeia.

    A actuação da União Europeia e de Estados que a integram relativamente aos refugiados atenta gravemente contra os direitos humanos e representa um inaceitável retrocesso: com a construção de autênticos “muros” nas fronteiras; com o confisco de bens aos refugiados; com a criação de campos sem as mínimas condições de acolhimento; com a recusa da prestação dos mais elementares cuidados, sem respeito pela dignidade de centenas de milhares de crianças, mulheres e homens, muitos dos quais vitimas de redes criminosas.

  • Não ao fascismo! Solidariedade com os povos da Ucrânia!

  • Não ao Terrorismo Golpista! Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    La Carlota (base militar)

    Grupos da "oposição" Venezuelana já por várias vezes atacaram com extrema violência a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda “La Carlota” em Caracas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.