Outras Notícias

solidariedade

  • Por ocasião da visita do presidente dos EUA a Cuba, de 20 a 22 de Março, as organizações abaixo indicadas decidem:

    - Manifestar a sua solidariedade com Cuba e o seu heroico povo que há mais de 50 anos resistem ao inadmissível bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA, que se mantém, incluindo com o seu alcance extra-territorial, exigindo o seu fim imediato.
    - Expressar o seu apoio à luta de Cuba pelo fim da base naval dos EUA instalada em Guantánamo, que aí está instalada contra a vontade do povo cubano há mais de 100 anos, e reafirmar a exigência de que seja respeitada a jurisdição de Cuba sobre este território, devolvendo-o a Cuba.
    - Reafirmar a exigência que a vontade soberana do povo cubano e a soberania e independência de Cuba sejam respeitadas e cessem todas as pressões e formas de ingerência dos Estados Unidos contra Cuba, pondo fim à política de “mudança de regime”.
    - Saudar a solidariedade de Cuba com povos e países ameaçados pelas ingerências e agressões imperialistas, como a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que defende a sua soberania face à desestabilização dos EUA.
    - Saudar, uma vez mais, o papel persistente de Cuba na defesa da Paz, de que é exemplo recente o seu empenho na Proclamação da América Latina e do Caribe como zona de Paz efectuada pelos países da CELAC reunidos em Havana, Cuba, a 28 e 29 de Janeiro de 2014, que inclui o respeito absoluto da independência e soberania, do direito inalienável de qualquer Estado a decidir do seu sistema político, económico, social e cultural sem quaisquer ingerências; à igualdade e à reciprocidade.
    - Saudar a resistência, coragem e coerência de Cuba e do seu povo em defesa da sua causa patriótica e internacionalista, da sua Revolução, elemento de esperança para a luta dos povos pela liberdade, pelos direitos humanos, pela soberania, pela justiça e o progresso social, pela Paz.

    Acção Internacional pela Libertação – Bélgica
    Aliança pela Paz e Neutralidade - Irlanda
    Associação Cívica Soldados Contra a Guerra – República Checa
    Associação de Paz da Turquia
    Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz
    Comité de Paz da Finlândia
    Comité Grego para o Desanuviamento Internacional e a Paz
    Conselho da Paz Alemão
    Conselho de Paz do Chipre
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimento pela Paz – França

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação ( CPPC) condena com veemência as recentes decisões do presidente dos EUA de agravar o bloqueio a Cuba, nomeadamente revertendo algumas das medidas, ainda que insuficientes, assumidas pela anterior administração norte-americana. A partir de agora, volta a ser mais difícil aos cidadãos dos EUA viajarem para Cuba e há novas restrições às relações comerciais com a ilha.

    Reafirmando a sua solidariedade de sempre com Cuba e o seu povo, o CPPC insiste que só o respeito pela soberania dos estados e a convivência pacífica entre países servem a estabilidade e o progresso social. E recorda que o bloqueio norte-americano a Cuba – que já dura há mais de meio século – é ilegal e repudiado por praticamente todos os países do mundo, como o demonstram as sucessivas votações realizadas na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    Para além da exigência do fim do bloqueio económico, financeiro e comercial, o CPPC reafirma também a solidariedade ao Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos e ao povo de Cuba na exigência de devolução do território ocupado pela base militar norte-americana em Guantánamo e no respeito pela sua decisão soberana de escolher o seu caminho, saudando a sua luta de décadas pela soberania, pelo progresso social e pela paz.
  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua solidariedade aos povos das Caraíbas e à população do Sul dos EUA, dramática e profundamente afectados pela passagem dos furacões Irma e Harvey.

    Estes violentos fenómenos atmosféricos extremos provocaram a perda de vidas humanas, a destruição de importantes infra-estruturas económicas e sociais, e uma imensa devastação, embora com grau diferenciado, na Antígua, Bahamas, Barbuda, Cuba, Haiti e República Dominicana, Nevis, Saint Kitts e Santa Lucia e ainda no Sul dos Estados Unidos.

  • Organizações entregaram na Embaixada do Brasil tomada de posição de protesto

    Uma delegação de representantes das organizações subscritoras, acompanhados de activistas portugueses e brasileiros entregaram, hoje, 6 de Abril, pelas 19h00, na Embaixada do Brasil, em Lisboa, uma tomada de posição de protesto subscrita por dezenas de organizações.

    No local foi lida a posição e anunciado um acto público de protesto para a próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18h00, junto à Embaixada do Brasil.

  • Reunidas em Almada, Portugal, nos dias 19 e 20 de Março de 2016, as organizações da Região Europa do Conselho Mundial da Paz afirmam a sua solidariedade ao Povo Brasileiro, que tem sido o alvo de ataques contra a democracia, a liberdade e o Estado de direito, organizados por sectores anti-democráticos e profundamente retrógrados.
    A actualidade tem sido marcada por graves acções que procuram a desestabilização e a subversão da ordem constitucional brasileira, fomentada pelas forças do capital financeiro, que procuram o que não conseguiram pela via eleitoral: remover a Presidente legitimamente eleita e reverter conquistas progressistas do povo brasileiro.
    As forças reaccionárias contam com sectores do poder judiciário que, afastando-se do dever de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição, e garantir o Estado de direito, transformam algumas instituições jurídicas em trincheiras das forças agressoras da liberdade e da democracia.
    A Reunião Regional da Europa do Conselho Mundial da Paz expressa a sua confiança de que o povo brasileiro defenderá um caminho que assegure seus direitos, a democracia, a liberdade e a paz.

    Almada, 20 de Março de 2016

  • Ontem, dia 8 de maio, prosseguiu , no Porto , a iniciativa "PAZ em ciclo: um filme e um debate"

    No Centro Católico de Operários do Porto, a sessão começou com um debate sobre a situação actual no Brasil, em que intervieram, na abertura, a dirigente do CEBRAPAZ, Moara Crivelete, e Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPCC. No debate que se seguiu com algumas dezenas de pessoas presentes, foi salientada a solidariedade do CPPC com o CEBRAPAZ e a confiança de que o povo brasileiro e as forças progressistas do Brasil consigam impedir um golpe e o retrocesso da política brasileira de combate às injustiças sociais, na defesa da democracia e da paz.

    Seguiu-se o visionamento do Filme "A oeste nada de novo", um notável testemunho contra a guerra.

     

  • solidariedade com o povo brasileiro 1 20180906 1179064388

    Pela defesa dos direitos democráticos de Lula da Silva

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) considera a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em negar o registo do candidato Lula da Silva como mais um grave passo no golpe de estado em curso no Brasil, iniciado com a destituição da presidente Dilma Rousseff e que continua com a perseguição contra Lula da Silva, na sua arbitrária prisão e na procura de impedir que possa concorrer às próximas eleições presidenciais no Brasil, marcadas para 7 de Outubro – um processo onde tem sido amplamente denunciada a instrumentalização do sistema judicial, que tem desrespeitado normas processuais e criado “jurisprudência” à medida do objectivo político de afastamento de Lula da Silva da participação nestas eleições.

    Denunciando este grave processo antidemocrático, o golpe institucional, as medidas arbitrárias e as acções de violência contra responsáveis e activistas políticos e sociais brasileiros e contra manifestações em defesa da democracia e pelo respeito dos direitos de Lula da Silva, assim como a campanha de desinformação e manipulação mediática que lhe dá cobertura, o CPPC reafirma a sua mais viva solidariedade ao povo irmão brasileiro e à sua luta para salvaguardar a soberania, os direitos e garantias democráticas no Brasil e resistir a um poder crescentemente repressivo e autoritário.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Acto público de protesto
    11 de Abril, 18h00
    Junto à Embaixada do Brasil
    (Estrada das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a ordem de prisão contra Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18.00 horas, junto à Embaixada do Brasil.

  • Acto público de protesto
    13 de Abril, 18h00
    Junto ao Consulado Geral do Brasil
    (Avenida de França, 20 - junto à Rotunda da Boavista)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a prisão de Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Sexta-feira, dia 13 de Abril, pelas 18.00 horas, junto Consulado Geral do Brasil no Porto.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União de Resistentes Anti-fascistas Portugueses (URAP) realizaram, no Clube Estefânia, no passado dia 27 uma sessão sobre a situação na Ucrânia.
    Nesta sessão, que contou com dezenas de participantes, ambas as organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, assim como a sua preocupação com a escalada de violência desencadeada sobre as populações do Leste da Ucrânia que se recusam a reconhecer a legitimidade do poder exercido pelas forças golpistas de Kiev que, para defender os interesses dos grandes oligarcas, não hesitam em utilizar a força militar, recorrendo inclusive a grupos paramilitares que se reivindicam da herança nazi-fascista.

     

  • Realizou-se ontem, dia 6 de Agosto, em Aveiro uma acção de solidariedade com a Palestina.

    Marcada ao final da tarde num dos sítios com mais circulação do concelho - a estação de comboio - esta foi uma iniciativa com grande impacto, quer pela participação de várias dezenas de pessoas, quer pela chamada de atenção a algumas centenas que por lá passaram, havendo mesmo algumas que se juntaram à acção e assinaram a petição do CPPC.

    Esta iniciativa, promovida pelo CPPC em conjunto com a União de Sindicatos de Aveiro, contou com a presença e intervenção de Joaquim Mesquita, da Direcção Nacional do CPPC, que sublinhou a solidariedade do povo português e, particularmente, dos habitantes do distrito de Aveiro, com a Palestina e a sua justa luta pela paz, liberdade e independência - contra o fim da ocupação e do genocídio!

     

  • Solidariedade com o povo saarauí

    Aquando da visita ao Saara Ocidental do enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas, Christopher Ross, as forças marroquinas reprimiram brutalmente as concentrações pacíficas, promovidas nos dias 19 e 20 de Outubro por activistas saarauís.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação vem, mais uma vez, denunciar as torturas e assassinatos de cidadãos sarauís detidos nas prisões marroquinas.

    Nos últimos dias soube-se da degradação das condições de saúde do preso político sarauí, Mbarek Daoudi, detido na prisão de Salé (Rabat), desde setembro de 2013, e em greve de fome desde o passado dia 1 de Novembro.

    Recordamos ainda que, em Setembro passado, o preso político sarauí, Hassana El Wali, detido na prisão de Dahkla, faleceu devido a negligência médica.

    Após quase quatro décadas desde a violenta e perversa operação militar intitulada de “Marcha Verde”, da qual resultou a ocupaçãoefectiva do território do Saara Ocidental, o povo sarauí ainda sofre as consequências desta colonização.

    É tempo de dizer basta!

  • Solidariedade com o povo turco

    Solidárias com o povo turco e as suas aspirações de liberdade, democracia e justiça social, um conjunto de organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção promovem na sexta-feira, dia 7, às 18 horas, um acto público de solidariedade junto à embaixada da Turquia em Lisboa (Avenida das Descobertas, 22), onde entregarão uma tomada de posição.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda calorosamente o povo saaraui, assim como o movimento de solidariedade com a justa causa do Saara Ocidental, pela realização da 41.ª edição da Conferência Europeia de Coordenação e Apoio ao Povo Saaraui (EUCOCO), nos próximos dias 18 e 19 de Novembro em Vilanova, Catalunha.

    O CPPC reafirma o seu empenho no reforço do movimento da Paz, da cooperação e de solidariedade, particularmente com os povos vítimas de agressão, e contra o colonialismo e todas as formas de opressão, incluindo de opressão nacional, contra o militarismo e a guerra.

    Os povos têm o direito inalienável de resistir à ocupação e a decidir do seu próprio futuro, como o povo saaraui e a Frente Polisário, a sua legítima representante, que há 41 anos lutam pela liberdade, soberania e independência da sua pátria.

    Reiterando o nosso empenho no respeito e cumprimento do direito à autodeterminação do povo saaraui, desejamos os melhores sucessos para os trabalhos dessa conferência.

    A Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação

  • O CPPC, a CGTP-IN e o MDM promoveram no dia 21 de Junho, em Lisboa, uma «Sessão Pública de Solidariedade com o Saara Ocidental», na qual participaram dezenas de pessoas. Na base da sessão esteve um documento subscrito por 22 organizações, na qual se exigia uma vez mais o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e se reafirmava o apoio à luta do povo saarauí pela independência do seu país.

    Na sessão participou o advogado francês Gilles Devers, que colocou uma queixa no Tribunal Europeu de Justiça sustentada nas resoluções da ONU, que consideram o Saara Ocidental um território ocupado ilegalmente pelo reino de Marrocos. Participaram ainda João Ferreira, deputado europeu e membro do Intergrupo de solidariedade com o povo saarauí no Parlamento Europeu, e Ahmed Fal, delegado da Frente Polisário em Portugal.

    Antes da sessão, na qual os representantes das organizações promotoras reafirmaram as suas posições face à questão saarauí, realizou-se uma audiência na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, em que participaram representantes das organizações portuguesas (entre as quais o CPPC), Gilles Devers e Ahmed Fal.

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    Realizou-se na sede da UPP, no Porto, no passado sábado, dia 4 de Março, uma ação de solidariedade com o Saara Ocidental por ocasião 41 aniversário da RASD. Foi promovida pelo CPPC e FENPROF com participação do Representante da Frente Polisário em Portugal.

    Na sessão que incluiu a exibição de um pequeno filme sobre a repressão marroquina e a luta do povo saaraui pela autonomia e independência, intervieram, entre outros, Ilda Figueiredo pelo CPPC, Henrique Borges pela FENPROF, Ahamed Fal representante da Frente Polisário em Portugal, Moara Crivelente do Cebrapaz, que visitou recentemente os acampamentos saarauis na Argélia.

    Ali se afirmou a determinação de prosseguir ações de solidariedade, designadamente exigindo a libertação dos ativistas saarauis presos nas cadeias marroquinas.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia o assassinato, no passado dia 15 de Abril, do activista político e sindicalista sarauí, Brahim Saika, pelas autoridades do Reino de Marrocos.

    Detido pelas forças policiais marroquinas em 1 de Abril - pouco antes da realização de uma manifestação de protesto contra as politicas de discriminação e segregação nos territórios ocupados do Sara Ocidental responsáveis pelo elevadíssimo nível de desemprego entre a população sarauí -, Brahim Saika foi torturado durante várias horas. Como protesto contra as arbitrariedades da polícia e os maus tratos e tortura a que estava a ser submetido, Brahim Saika iniciou uma greve de fome.