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solidariedade

  • Organizações entregaram na Embaixada do Brasil tomada de posição de protesto

    Uma delegação de representantes das organizações subscritoras, acompanhados de activistas portugueses e brasileiros entregaram, hoje, 6 de Abril, pelas 19h00, na Embaixada do Brasil, em Lisboa, uma tomada de posição de protesto subscrita por dezenas de organizações.

    No local foi lida a posição e anunciado um acto público de protesto para a próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18h00, junto à Embaixada do Brasil.

  • Reunidas em Almada, Portugal, nos dias 19 e 20 de Março de 2016, as organizações da Região Europa do Conselho Mundial da Paz afirmam a sua solidariedade ao Povo Brasileiro, que tem sido o alvo de ataques contra a democracia, a liberdade e o Estado de direito, organizados por sectores anti-democráticos e profundamente retrógrados.
    A actualidade tem sido marcada por graves acções que procuram a desestabilização e a subversão da ordem constitucional brasileira, fomentada pelas forças do capital financeiro, que procuram o que não conseguiram pela via eleitoral: remover a Presidente legitimamente eleita e reverter conquistas progressistas do povo brasileiro.
    As forças reaccionárias contam com sectores do poder judiciário que, afastando-se do dever de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição, e garantir o Estado de direito, transformam algumas instituições jurídicas em trincheiras das forças agressoras da liberdade e da democracia.
    A Reunião Regional da Europa do Conselho Mundial da Paz expressa a sua confiança de que o povo brasileiro defenderá um caminho que assegure seus direitos, a democracia, a liberdade e a paz.

    Almada, 20 de Março de 2016

  • Ontem, dia 8 de maio, prosseguiu , no Porto , a iniciativa "PAZ em ciclo: um filme e um debate"

    No Centro Católico de Operários do Porto, a sessão começou com um debate sobre a situação actual no Brasil, em que intervieram, na abertura, a dirigente do CEBRAPAZ, Moara Crivelete, e Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPCC. No debate que se seguiu com algumas dezenas de pessoas presentes, foi salientada a solidariedade do CPPC com o CEBRAPAZ e a confiança de que o povo brasileiro e as forças progressistas do Brasil consigam impedir um golpe e o retrocesso da política brasileira de combate às injustiças sociais, na defesa da democracia e da paz.

    Seguiu-se o visionamento do Filme "A oeste nada de novo", um notável testemunho contra a guerra.

     

  • Acto público de protesto
    11 de Abril, 18h00
    Junto à Embaixada do Brasil
    (Estrada das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a ordem de prisão contra Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18.00 horas, junto à Embaixada do Brasil.

  • Acto público de protesto
    13 de Abril, 18h00
    Junto ao Consulado Geral do Brasil
    (Avenida de França, 20 - junto à Rotunda da Boavista)

    Face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a prisão de Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff, um conjunto de organizações decidiu promover um acto público de protesto na próxima Sexta-feira, dia 13 de Abril, pelas 18.00 horas, junto Consulado Geral do Brasil no Porto.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a União de Resistentes Anti-fascistas Portugueses (URAP) realizaram, no Clube Estefânia, no passado dia 27 uma sessão sobre a situação na Ucrânia.
    Nesta sessão, que contou com dezenas de participantes, ambas as organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo da Ucrânia, assim como a sua preocupação com a escalada de violência desencadeada sobre as populações do Leste da Ucrânia que se recusam a reconhecer a legitimidade do poder exercido pelas forças golpistas de Kiev que, para defender os interesses dos grandes oligarcas, não hesitam em utilizar a força militar, recorrendo inclusive a grupos paramilitares que se reivindicam da herança nazi-fascista.

     

  • Realizou-se ontem, dia 6 de Agosto, em Aveiro uma acção de solidariedade com a Palestina.

    Marcada ao final da tarde num dos sítios com mais circulação do concelho - a estação de comboio - esta foi uma iniciativa com grande impacto, quer pela participação de várias dezenas de pessoas, quer pela chamada de atenção a algumas centenas que por lá passaram, havendo mesmo algumas que se juntaram à acção e assinaram a petição do CPPC.

    Esta iniciativa, promovida pelo CPPC em conjunto com a União de Sindicatos de Aveiro, contou com a presença e intervenção de Joaquim Mesquita, da Direcção Nacional do CPPC, que sublinhou a solidariedade do povo português e, particularmente, dos habitantes do distrito de Aveiro, com a Palestina e a sua justa luta pela paz, liberdade e independência - contra o fim da ocupação e do genocídio!

     

  • Solidariedade com o povo saarauí

    Aquando da visita ao Saara Ocidental do enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas, Christopher Ross, as forças marroquinas reprimiram brutalmente as concentrações pacíficas, promovidas nos dias 19 e 20 de Outubro por activistas saarauís.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação vem, mais uma vez, denunciar as torturas e assassinatos de cidadãos sarauís detidos nas prisões marroquinas.

    Nos últimos dias soube-se da degradação das condições de saúde do preso político sarauí, Mbarek Daoudi, detido na prisão de Salé (Rabat), desde setembro de 2013, e em greve de fome desde o passado dia 1 de Novembro.

    Recordamos ainda que, em Setembro passado, o preso político sarauí, Hassana El Wali, detido na prisão de Dahkla, faleceu devido a negligência médica.

    Após quase quatro décadas desde a violenta e perversa operação militar intitulada de “Marcha Verde”, da qual resultou a ocupaçãoefectiva do território do Saara Ocidental, o povo sarauí ainda sofre as consequências desta colonização.

    É tempo de dizer basta!

  • Solidariedade com o povo turco

    Solidárias com o povo turco e as suas aspirações de liberdade, democracia e justiça social, um conjunto de organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção promovem na sexta-feira, dia 7, às 18 horas, um acto público de solidariedade junto à embaixada da Turquia em Lisboa (Avenida das Descobertas, 22), onde entregarão uma tomada de posição.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda calorosamente o povo saaraui, assim como o movimento de solidariedade com a justa causa do Saara Ocidental, pela realização da 41.ª edição da Conferência Europeia de Coordenação e Apoio ao Povo Saaraui (EUCOCO), nos próximos dias 18 e 19 de Novembro em Vilanova, Catalunha.

    O CPPC reafirma o seu empenho no reforço do movimento da Paz, da cooperação e de solidariedade, particularmente com os povos vítimas de agressão, e contra o colonialismo e todas as formas de opressão, incluindo de opressão nacional, contra o militarismo e a guerra.

    Os povos têm o direito inalienável de resistir à ocupação e a decidir do seu próprio futuro, como o povo saaraui e a Frente Polisário, a sua legítima representante, que há 41 anos lutam pela liberdade, soberania e independência da sua pátria.

    Reiterando o nosso empenho no respeito e cumprimento do direito à autodeterminação do povo saaraui, desejamos os melhores sucessos para os trabalhos dessa conferência.

    A Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação

  • O CPPC, a CGTP-IN e o MDM promoveram no dia 21 de Junho, em Lisboa, uma «Sessão Pública de Solidariedade com o Saara Ocidental», na qual participaram dezenas de pessoas. Na base da sessão esteve um documento subscrito por 22 organizações, na qual se exigia uma vez mais o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e se reafirmava o apoio à luta do povo saarauí pela independência do seu país.

    Na sessão participou o advogado francês Gilles Devers, que colocou uma queixa no Tribunal Europeu de Justiça sustentada nas resoluções da ONU, que consideram o Saara Ocidental um território ocupado ilegalmente pelo reino de Marrocos. Participaram ainda João Ferreira, deputado europeu e membro do Intergrupo de solidariedade com o povo saarauí no Parlamento Europeu, e Ahmed Fal, delegado da Frente Polisário em Portugal.

    Antes da sessão, na qual os representantes das organizações promotoras reafirmaram as suas posições face à questão saarauí, realizou-se uma audiência na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, em que participaram representantes das organizações portuguesas (entre as quais o CPPC), Gilles Devers e Ahmed Fal.

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    Realizou-se na sede da UPP, no Porto, no passado sábado, dia 4 de Março, uma ação de solidariedade com o Saara Ocidental por ocasião 41 aniversário da RASD. Foi promovida pelo CPPC e FENPROF com participação do Representante da Frente Polisário em Portugal.

    Na sessão que incluiu a exibição de um pequeno filme sobre a repressão marroquina e a luta do povo saaraui pela autonomia e independência, intervieram, entre outros, Ilda Figueiredo pelo CPPC, Henrique Borges pela FENPROF, Ahamed Fal representante da Frente Polisário em Portugal, Moara Crivelente do Cebrapaz, que visitou recentemente os acampamentos saarauis na Argélia.

    Ali se afirmou a determinação de prosseguir ações de solidariedade, designadamente exigindo a libertação dos ativistas saarauis presos nas cadeias marroquinas.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia o assassinato, no passado dia 15 de Abril, do activista político e sindicalista sarauí, Brahim Saika, pelas autoridades do Reino de Marrocos.

    Detido pelas forças policiais marroquinas em 1 de Abril - pouco antes da realização de uma manifestação de protesto contra as politicas de discriminação e segregação nos territórios ocupados do Sara Ocidental responsáveis pelo elevadíssimo nível de desemprego entre a população sarauí -, Brahim Saika foi torturado durante várias horas. Como protesto contra as arbitrariedades da polícia e os maus tratos e tortura a que estava a ser submetido, Brahim Saika iniciou uma greve de fome.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua preocupação com a evolução muito complexa e de grande incerteza da situação que se vive na Europa e no mundo, com a guerra e as ocupações, com os ataques aos direitos dos povos, designadamente dos refugiados e dos imigrantes de que a ordem de restrição a imigrantes de sete países pelo presidente Donald Trump é um exemplo mais recente.

    Tal como o CPPC denunciou aquando da última Cimeira da NATO, em Varsóvia, no passado mês de Julho de 2016, continua em marcha a corrida aos armamentos, de que é exemplo, na Europa, o reforço das unidades militares integradas na NATO, tendo chegado à Polónia e países nórdicos, como a Noruega, poucos dias antes da saída de Barack Obama da presidência dos EUA, um grande contingente de tropas e equipamentos bélicos norte-americanos, considerado por analistas militares como uma das maiores mobilizações de forças dos EUA na Europa desde o fim da Segunda Guerra. Estes milhares de soldados e material de guerra, designadamente tanques de última geração e mísseis de cruzeiro de longo alcance preparados para transportar ogivas nucleares, vêm reforçar o que já existe noutros países vizinhos da Federação Russa, incluindo, designadamente, Lituânia, Letónia, Estónia, Hungria Roménia e Bulgária, o que está a ser acompanhado do reforço do chamado escudo antimíssil.

  • Conjunto de 25 organizações portuguesas subscreve documento em solidariedade com presos palestinos em greve de fome nas prisões israelitas.

    SOLIDARIEDADE COM OS PRESOS PALESTINOS EM GREVE DA FOME NOS CÁRCERES DE ISRAEL

    Cerca de 1500 palestinos encarcerados nas prisões de Israel por resistirem à ocupação e à repressão lançaram no dia 17 de Abril uma greve da fome designada «greve da liberdade e dignidade».

    A greve da fome é uma medida extrema: privados de outros meios de protesto, os presos usam o seu próprio corpo, põem em risco a sua própria vida para reclamar a melhoria das suas condições e a sua libertação.

    Os presos em greve da fome, de todas as tendências políticas, reivindicam direitos básicos como o direito de telefonar às suas famílias, visitas familiares, o acesso ao ensino superior à distância, cuidados médicos e tratamento adequados e o fim dos regimes de isolamento e de detenção sem acusação nem julgamento.

  • Tendo em conta que, no próximo dia 26 de Dezembro, se irá realizar o julgamento no tribunal civil de Sale, em Rabat, Reino de Marrocos, do grupo de presos políticos saarauís, conhecidos como Grupo de Gdeim Izik, activistas de defesa de direitos humanos e do legítimo direito do povo saarauí à sua auto-determinação, que já tinham sido ilegalmente julgados num tribunal militar marroquino em Fevereiro de 2013, tendo-lhes sido atribuído penas que vão de 20 anos a prisão perpétua, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), na sequência de posições anteriores, reitera a sua solidariedade com os presos políticos saarauís em prisões marroquinas, reivindicando o seu direito à liberdade e chamando a atenção para uma prisão que a Organização das Nações Unidas considera arbitrária (Relatório 2014 do Relator Especial para a detenção arbitrária).

    Recorde-se que estes activistas foram sequestrados, detidos e torturados nos dias e semanas após o brutal desmantelamento, por parte das autoridades marroquinas, do acampamento de protesto Gdeim Izik, nos territórios ocupados do Saara Ocidental, que durante um mês, em 2010, reuniu dezenas de milhares de saarauís, homens, mulheres e crianças num protesto pacifico, para exigirem os seus direitos sociais, económicos e políticos, nomeadamente o direito à auto-determinação.

    O CPPC exige a libertação de todos os presos políticos saarauís das prisões marroquinas e apela às autoridades portuguesas que façam ouvir a sua voz, designadamente junto do governo de Marrocos, na defesa da libertação imediata destes saarauís presos há seis longos anos, na exigência do cumprimento da lei internacional e no reconhecimento efectivo do inalienável direito do povo saarauí a ter o seu próprio Estado, independente e soberano, sem ingerências externas. Esta é a única garantia para a Paz e a estabilidade naquela sensível região do mundo.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Parem a desestabilização, fim imediato das guerras e da pilhagem dos recursos.

    O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!