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solidariedade

  • Fim à desestabilização e a bloqueio - Solidariedade com ao Revolução bolivariana e o povo venezuelano

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, a pressão, a chantagem, o bloqueio e a interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.

    O não reconhecimento do Presidente democraticamente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, é mais um episódio do longo processo de ingerência e desestabilização promovido e levado a cabo pelos Estados Unidos da América e pela oligarquia venezuelana e que dura há 20 anos, tantos quantos tem a Revolução Bolivariana – o golpe de Estado contra o Presidente Hugo Chávez em 2002, a sabotagem da empresa estatal de petróleo PDVSA, o terrorismo, o bloqueio e as sanções económicas e diplomáticas foram e são métodos utilizados para dificultar a acção e, se possível, derrubar o poder bolivariano, as instituições legítimas do país, sufragadas democraticamente ao longo de 20 anos.

  • Fim à guerra de agressão contra a Síria! Defender a Paz e a soberania!

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    O CPPC repudia e condena com veemência a nova agressão contra a Síria perpetrada pela Turquia, a pretexto da criação duma denominada 'zona tampão de segurança' e do denominado 'combate contra o ISIS'.

    Trata-se de uma nova agressão que contou com a cumplicidade dos EUA – que, sublinhe-se, continua a ocupar ilegalmente e militarmente territórios da Síria – e a complacência da NATO, pelas palavras do Secretário-geral deste bloco político-militar.

    Esta nova agressão, que tem lugar na parte nordeste da Síria, inscreve-se num longo processo de ingerência, desestabilização e agressão contra a República Árabe Síria, que se desenrola desde há oito anos. Um processo de agressão pelo qual a Turquia, assim como os EUA, as potências da NATO, Israel e países do Golfo são responsáveis, nomeadamente pelo seu imenso rol de morte, sofrimento e destruição, incluindo milhões de deslocados e de refugiados.

  • Fim à ocupação da Palestina e aos crimes de Israel!

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    No momento em que o actual governo israelita anunciou planos para, já no dia 1 de Julho, proceder a uma nova anexação de territórios palestinos na Cisjordânia, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) mais uma vez denuncia e condena tais planos de anexação, recordando que a grave situação dos palestinos se deve à ilegal ocupação sionista do seu território e ao apoio internacional dos Estados Unidos da América, que suportam militar e economicamente Israel e dão cobertura política e diplomática aos seus crimes. O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e o plano Trump, dito ‘Acordo do Século’, que na prática impossibilita a criação do Estado da Palestina, são episódios mais recentes de uma longa cumplicidade.
  • Fim à ocupação! Palestina livre!

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    Assinalam-se a 15 de Maio 72 anos da Nakba, termo árabe para designar a expulsão massiva da população palestina aquando da criação do Estado de Israel, a 15 de Maio de 1948. Este termo, cuja tradução para português será Catástrofe, contém o sofrimento de um povo expulso da sua terra, privado do seu país e sujeito a todo o tipo de violência – de prisões arbitrárias a assassinatos, de massacres à humilhante segregação.

    Assinalar esta data é particularmente importante quando o atual governo israelita anunciou planos para, já no dia 1 de Julho, proceder a uma nova anexação de territórios palestinos.

    Nesta ocasião, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) renova a sua solidariedade de sempre ao povo palestino e à sua heróica luta pelos seus legítimos direitos nacionais, nomeadamente a criação do seu Estado independente, soberano e viável nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e o direito ao regresso dos refugiados.

  • FIM À OPERAÇÃO GOLPISTA! NÃO À AGRESSÃO CONTRA A VENEZUELA!

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  • Fim à repressão! Paz, democracia e justiça social na Colômbia

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação manifesta a sua fraterna solidariedade à corajosa luta do povo colombiano pela paz, a democracia e a justiça social, expressa nas grandiosas greves e manifestações que desde há vários dias se realizam em todo o país.
    Os protestos, iniciados contra a imposição de uma nova lei tributária – que deu origem à convocação de uma greve nacional a 28 de Abril – rapidamente evoluíram para a contestação de todo o regime que vigora na Colômbia, extremamente injusto, violento, repressivo e fascizante.
    A brutal repressão exercida pelo governo Iván Duque que sobre eles se abateu provocou centenas de mortos, feridos e detidos, que se somam às centenas de antigos guerrilheiros, dirigentes sindicais e do movimento camponês, militantes e activistas de forças de esquerda assassinados pelos grupos paramilitares fascistas, com conhecidas ligações ao Estado colombiano e ao narcotráfico.
    Esta violência estrutural e sistémica do regime colombiano, não suscitou qualquer reacção dos que se autodenominam de ‘comunidade internacional’, sempre tão lestos a impor sanções e bloqueios ilegais e injustos em nome da ‘democracia’ e dos ‘direitos humanos’.
    A Colômbia é o principal aliado dos Estados Unidos da América na região, acolhendo bases, instalações e forças militares norte-americanas e constituindo-se como um instrumento central para os objectivos do imperialismo na região: as constantes tensões contra a República Bolivariana da Venezuela, expressas nas provocações junto à fronteira e na própria tentativa de invasão mercenária do início de 2020 são apenas dois exemplos.
    O CPPC reclama:
    • O fim da repressão, dos assassinatos e dos massacres;
    • O cumprimento, pelo governo colombiano, dos Acordos de Paz de Havana;
    • O fim da política de ingerência e desestabilização por parte do governo de Iván Duque contra a República Bolivariana da Venezuela
  • Fim ao bloqueio dos EUA contra Cuba!

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    O bloqueio económico, comercial e financeiro imposto há mais de 60 anos pelos EUA a Cuba constitui um inaceitável acto unilateral, com carácter extraterritorial, que desrespeita e afronta a Carta das Nações Unidas e o Direito Internacional, e que visa atingir a soberania e os direitos de Cuba e do povo cubano.
    O bloqueio é um instrumento de agressão, através do qual consecutivas Administrações dos EUA, procuram, desde há décadas, impedir o povo cubano de prosseguir livremente o caminho que soberanamente escolheu para o seu país. Um criminoso bloqueio que a Administração Trump agravou e que a actual Administração Biden mantém.
  • Fim ao bloqueio! Cuba Vencerá!

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    A solidariedade com a Revolução e o povo cubanos fez-se ouvir bem alto no dia 15, junto à Embaixada daquele país em Lisboa. Na concentração, promovida pelo CPPC em parceria com a CGTP-IN e a Associação de Amizade Portugal-Cuba (a que se juntaram outras organizações), denunciou-se o bloqueio e a instrumentalização dos problemas por este causados para desestabilizar Cuba e abrir caminho a novas e mais graves ofensivas contra a sua soberania e as condições de vida do seu povo.
    Nas intervenções de Gustavo Carneiro (CPPC), Libério Domingues (CGTP-IN), Eduardo Fonseca (AAPC) e Simão Bento (da Associação Projeto Ruído) valorizou-se a solidariedade que Cuba presta aos povos de todo o mundo, nomeadamente mas não só no plano da assistência médica, e rebateu-se as mentiras veiculadas pela generalidade da comunicação social, que chega ao ponto de mostrar imagens de outros países como se fossem de Cuba ou de propositadamente confundir manifestações massivas em defesa da Revolução como se se tratassem de protestos.
    «Cuba Sim! Bloqueio Não» e «Cuba Vencerá» foram algumas das palavras de ordem entoadas.
  • Fim ao golpe na Bolívia! Solidariedade com o povo boliviano!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia veementemente a consumação do golpe de Estado na Bolívia contra o Presidente Evo Morales, o seu governo, a constitucionalidade democrática e o povo boliviano.

    Trata-se, como o CPPC anteriormente denunciou, de mais um passo na concretização da agenda de desestabilização dirigida a partir de Washington contra os povos e países que, na América Latina e Caraíbas, têm protagonizado processos de afirmação de soberania, de progresso social e de cooperação.

    Campanha desestabilizadora dos EUA que visa agora, a partir de uma operação golpista e em conluio com as forças anti-democráticas bolivianas, a reversão dos importantes avanços alcançados nos últimos anos pelo povo boliviano, sob a presidência de Evo Morales e o seu governo, como o crescimento económico ao serviço do povo, a redução da pobreza e das desigualdades sociais, a garantia de direitos sociais, como a saúde e a educação, e dos direitos dos povos indígenas, a nacionalização de recursos energéticos, o fortalecimento do papel das empresas públicas ou uma relação de paz e de cooperação entre os povos deste subcontinente.

  • Fim ao massacre do povo palestino por Israel!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena da forma mais veemente o hediondo massacre perpetrado ontem pelo exército israelita contra a manifestação pacífica da população palestina na Faixa de Gaza pelo fim da ilegal ocupação israelita de territórios palestinos e pelo direito de retorno dos refugiados.

    Aos já cerca de 60 mortos – o número de vítimas mortais não cessa de aumentar – e mais de 2700 feridos palestinos no massacre de ontem, somam-se os 58 mortos e os milhares de palestinos feridos pelo exército israelita nas manifestações da 'Grande Marcha do Retorno' realizadas desde o passado dia 30 de Março em Gaza – população que foi vítima de brutais agressões israelitas e que vive sob um cruel cerco imposto por Israel desde há 11 anos.

  • Fim da ocupação! Liberdade! Palestina Vencerá!


    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74233

     

  • Fim imediato da agressão militar de Marrocos Pela autodeterminação do povo saarauí

    fim imediato da agressao militar de marrocos pela autodeterminacao do povo saaraui 1 20201113 2021126342
     
    As organizações portuguesas abaixo assinadas expressam o seu veemente repúdio pela agressão militar do Reino de Marrocos contra o Saara Ocidental, que se iniciou nas primeiras horas da manhã de hoje, 13 de Novembro.
    Esta agressão e o acumular de forças militares junto à fronteira com a Mauritânia, na zona de Guerguerat, constituem uma flagrante violação do acordo de cessar fogo em vigor entre o Reino de Marrocos e a Frente Polisário, sob a égide da ONU, desde 1991, e um atentado ao direito internacional e aos princípios da Carta das Nações Unidas.
    As organizações subscritoras, apelam à solidariedade de todos tendo por base a exigência:
    -do fim imediato da agressão do Reino de Marrocos e da retirada das suas forças militares da região;
    -do fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental;
    -da instalação de um mecanismo permanente da ONU para o acompanhamento do respeito dos direitos humanos do povo saarauí nos territórios ocupados;
    -da libertação dos presos políticos saarauís nas prisões marroquinas;
    -do respeito pelo inalienável direito à auto-determinação do povo saarauí;
  • Governo português com Trump contra a Venezuela

    governo portugues com trump contra a venezuela 1 20200414 1352478882

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia da forma mais veemente o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, datado de 31 de Março, que constitui uma nova e inaceitável ingerência nos assuntos internos da República Bolivariana da Venezuela, uma afronta à soberania do povo venezuelano e, consequentemente, um desrespeito pelos princípios da Constituição da República Portuguesa, da Carta da ONU, do direito internacional.

    No comunicado do MNE português é saudada a inadmissível e vergonhosa manobra de chantagem da Administração Trump contra a Venezuela que – a partir da utilização da situação criada com a pandemia da COVID-19 –, faz depender o levantamento gradual das suas ilegais e criminosas sanções e bloqueio económico e financeiro contra o povo venezuelano, da aceitação da imposição de um dito “governo de transição” tutelado pelos EUA e à margem da Constituição da Venezuela.

  • Há 45 anos, o povo do Vietname venceu a agressão e conquistou a paz

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    A libertação de Saigão (como então se chamava a atual Cidade de Ho Chi Mihn) com a entrada das forças da Frente de Libertação do Vietname, a 30 de abril de 1975, marca o fim da longa luta do povo vietnamita pela sua libertação nacional e fim da agressão estrangeira.

    Desde a década de 40 do século XX, o povo vietnamita enfrentou a ocupação japonesa, o colonialismo francês e a agressão norte-americana, ou seja, a intervenção de poderosas potências económicas e militares, incluindo a mais poderosa do mundo. A todas venceu!

    A tenacidade, abnegação, unidade e patriotismo do povo do Vietname revelaram-se mais fortes do que as mais avançadas armas e os mais bem equipados soldados. A vitória consumada em abril de 1975 mostrou que nenhuma força, por mais poderosa e brutal que seja, pode travar um povo que luta pelo seu direito a ser livre e a escolher soberanamente o seu próprio rumo de desenvolvimento.

  • HELDER MOUTINHO participa no CONCERTO PELA PAZ

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    Helder Moutinho é um dos mais carismáticos e genuínos fadistas da atualidade.

    Intérprete, compositor e poeta, profundo conhecedor dos segredos, códigos e mistérios deste género musical, tem mais de vinte anos de carreira consagrada à herança que recebeu dos seus familiares e dos grandes mestres que se cruzaram na sua vida, tornando-o assim num Fadista de culto. Uma herança que acarinha, preserva e amplifica para um fado cada vez mais contemporâneo.

    Depois de alguns discos em que se dedicou na sua esmagadora maioria à interpretação de fados tradicionais com os seus poemas fundadores ou com novos poemas (alguns da sua autoria), aos quais sempre se juntaram algumas composições originais – Helder Moutinho edita em 2013 o álbum “1987” e afirma-se perante a critica como um dos mais importantes intérpretes do novo século. Em 2016 lança “O Manual do Coração”, em que todos os poemas são assinados por João Monge – um dos mais consagrados poetas portugueses - e a música está igualmente a cargo de alguns dos mais importantes compositores portugueses: Mário Laginha, Vitorino, João Gil, Zeca Medeiros, Manuel Paulo, Marco Oliveira, Pedro da Silva Martins ou Ricardo Parreira. Um álbum unanimemente louvado pelos amantes de fado e pela crítica, que adivinha em muitos destes novos fados... futuros fados tradicionais. Que é outra maneira de dizer: herança recebida, herança (re)transmitida.

    O que diz a Imprensa:

    “Helder dá-nos a prova maior do seu talento. A forma como dá cor às palavras, como estila, como remata as frases, tudo nele cresceu assombrosamente...”. Nuno Pacheco in Ípsilon

    “A sua voz atinge aqui momentos sublimes. Fados novos que, um dia, serão de certeza grandes fados...tradicionais”. António Pires in Time Out

    “Do primeiro ao último arrepiante segundo, é um álbum de absoluta mestria no desenho de uma sonoridade fadista que não se esforça por soar a fado (...) É o álbum de um intérprete admirável”. Gonçalo Frota in Público

  • HOJE – 19h00 Entrega na Embaixada do Brasil de tomada de posição de protesto

    Dada a grave evolução da situação no Brasil, será hoje, 6 de Abril, pelas 19h00 entregue na Embaixada do Brasil (Rua das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios) uma tomada de posição de protesto subscrita por várias organizações.

    No próxima Quarta-feira, dia 11 de Abril, pelas 18h00 será igualmente realizado um acto público de protesto junto à Embaixada do Brasil.

  • Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder

    Solidariedade com a Revolução Bolivariana
    Hugo Chávez - Memória e Legado de um Líder
    Exposição "Hugo Chávez Percursor de um Mundo Multipolar"
    5 de Março de 2014 - 18h30
    Casa do Alentejo - Lisboa

    https://www.facebook.com/events/1399256280334774/

     

  • III Edição | Sons, Cores e Palavras pela Paz

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  • Inauguração do Espaço da Paz em Gaia

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    A inauguração do Espaço da Paz em Gaia, no passado dia 6 de novembro, em instalações cedidas pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia para sede local do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), foi um momento importante partilhado com muitos artistas que participaram na exposição de obras de arte " Paz e refugiados" que o CPPC organizou em colaboração com a 3ª Bienal Internacional de Arte Gaia 2019.
    No novo espaço, em que também se apresentou a exposição do CPPC sobre "A Paz e os valores de Abril", que ficou exposta no local, a presidente da DN do CPPC recordou alguns momentos da luta pela paz, incluindo da história do CPPC e dos seus objetivos, e anunciou algumas das atividades já previstas. Conjuntamente com Agostinho Santos, diretor da Bienal Internacional de Arte de Gaia, foi apresentado o livro " Artistas pela Paz e refugiados", uma lindíssima publicação, com design de Humberto Nelson, que, além do tema da paz, inclui imagens de obras de 49 artistas que integraram a já referida exposição "Paz e refugiados". Foi um grande momento, que contou com Paula Carvalhal, vereadora da Cultura da CM de Gaia e imensos artistas plásticos, incluindo o escultor Zulmiro de Carvalho, artista homenageado naquela Bienal.

  • Iniciativa de Solidariedade com a Palestina | Plataforma pela Paz e o Desarmamento | Lisboa

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    O CPPC apela à participação na Iniciativa de Solidariedade com a Palestina, organizada pela Plataforma pela Paz e o Desarmamento, a relizar-se na próxima segunda feira, dia 31 de Maio, pelas 18:30, junto à fundação José Saramago em Lisboa
    Palestina Vencerá!