Outras Notícias

solidariedade

  • Não à violência golpista! Defender a democracia e a paz na Venezuela!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia mais uma tentativa de golpe de Estado na República Bolivariana da Venezuela perpetrada pela extrema-direita golpista, em coordenação e às ordens dos Estados Unidos da América, contra a soberania, a democracia e a paz na Venezuela.

    Este é mais um negro episódio de um longo processo de desestabilização e violento bloqueio que, através da imposição da degradação das condições de vida dos venezuelanos, visa derrubar as legítimas instituições deste país e a reversão das conquistas alcançadas nas últimas duas décadas pelas forças bolivarianas, que puseram fim a décadas de domínio e saque das riquezas do povo venezuelano – como o petróleo – por parte dos EUA.

    O CPPC, solidário com o processo soberano, democrático e emancipador iniciado com a vitória de Hugo Chávez nas eleições presidenciais de 1998 – e sufragado pelo povo venezuelano mais de duas dezenas de vezes ao longo dos últimos vinte anos –, expressa ao povo venezuelano, ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI), e demais organizações e movimentos patrióticos, democráticos e progressistas venezuelanos a sua solidariedade e a confiança de que, uma vez mais, vencerão a ingerência e o golpismo, e continuarão o seu caminho na defesa de um futuro melhor, mais justo e de paz.

    Direção Nacional do CPPC

    #TiremAsMaosDaVenezuela #VenezuelaNoEstaSola #HandsOffVenezuela #ARevoluçãoBolivarianaNaoEstaSo #LaRevolucionBolivarianaNoEstaSola #TheBolivarianRevolutionIsNotAlone

  • Não ao Bloqueio! Respeito pela soberania da Venezuela!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia o agravamento do ilegal bloqueio dos EUA contra o povo da Venezuela e a sua Revolução Bolivariana, anunciado pela Administração de EUA/Donald Trump.

    O CPPC defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, com pressão, chantagem, bloqueio e interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.

  • Não ao fascismo! Solidariedade com os povos da Ucrânia!

  • Não ao Terrorismo Golpista! Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    La Carlota (base militar)

    Grupos da "oposição" Venezuelana já por várias vezes atacaram com extrema violência a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda “La Carlota” em Caracas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista! Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Armazém de alimentos

    27 de Junho de 2017 - Anzoátegui

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos da "oposição" incendeiam armazéns de alimentos e cadeias de distribuição, na imagem armazém no Estado de Anzoátegui, onde foram destruídas 50 toneladas de alimentos. O armazém servia 278 escolas, 31 centros de diagnóstico médico, 3 prisões, 1 lar de terceira idade entre outras instituições.

  • Não ao Terrorismo Golpista! Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Numa clara acção de sabotagem e desestabilização grupos da “oposição” atacam e destroem transportes e outros serviços públicos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Comércio

    Numa clara acção de sabotagem para criar desabastecimento e desestabilização grupos terroristas da “oposição” atacam e destroem mercados e estabelecimentos comerciais.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao terrorismo golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Armas

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem cada vez mais a armas, incluindo armas improvisadas, como morteiros e artefactos explosivos. Estas armas têm sido responsáveis por muitos feridos e várias mortes, incluindo entre os próprios membros dos grupos terroristas, nomeadamente os que manejam esses artefactos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Bombas incendiárias

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem frequentemente a "coktails molotov" nos ataques. Causando destruição de infraestruturas e equipamentos e provocando graves ferimentos em inúmeras pessoas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não ao Terrorismo Golpista. Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    Conhecidas figuras da denominada oposição instigam, provocam e são responsáveis pela acção dos grupos terroristas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Não às ingerências e ameaças contra a Venezuela

    nao as ingerencias e ameacas contra a venezuela 1 20190116 1310220283

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia frontalmente as ingerências e ameaças que estão a ser desencadeadas contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano a propósito da tomada de posse do Presidente Nicolás Maduro, hoje realizada.

    Às severas sanções e bloqueio económico, financeiro e comercial dos EUA, somam-se agora as inaceitáveis declarações e medidas de países do denominado 'Grupo de Lima', acompanhadas pela União Europeia, que afirmam não reconhecer a legitimidade do resultado eleitoral de 20 Maio de 2018, que deu um amplo apoio à reeleição do Presidente Maduro, face a uma parte da oposição totalmente submetida já não só aos interesses como às ordens vindas dos Estados Unidos da América.

  • Não às Provocações de Trump / EUA! dar voz à SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA - Lisboa

  • Não às Provocações de Trump / EUA! dar voz à SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA - Porto

  • Não podemos respirar por Carlos de Oliveira Garcia*

    nao podemos respirar por carlos de oliveira garcia 1 20200608 1872963068

    Subitamente, neste mês de junho de desconfinamento cauteloso face a um vírus perigoso, eis que um outro tão ou mais virulento fez soar o alarme nas consciências de mulheres e homens, jovens ou menos jovens, inquietando-os e levando muitos a tomar partido pela justiça, decência e humanidade. Até quando esse desconforto visível e audível irá durar não se sabe. Mas enquanto durar é bom para o ambiente.

    «I can’t breathe», o apelo aflitivo de George Floyd antes de morrer, percorre o mundo à velocidade da indignação e revolta contra a brutalidade racista nos EUA. Este crime é mais um de uma longa série de crimes idênticos perpetrados por forças policiais, contra os seus concidadãos afro-americanos mas não só.

    A brutalidade policial, discriminação racial e violência contra as minorias estão enraizadas e impregnadas na história dos EUA desde a sua fundação.

  • No dia internacional da Paz o CPPC esteve presente na abertura da Seixalíada/2019

    no dia internacional da paz o cppc esteve presente na abertura da seixaliada 2019 1 20190928 1389145924

    A Seixalíada associou-se às comemorações do Dia Internacional da Paz, comemorado na mesma data. Perante milhares de atletas, organizações do movimento associativo, órgãos autárquicos do concelho e população convidada, o Presidente da autarquia seixalense, Joaquim Santos, referiu o significado deste acontecimento desportivo que movimenta cerca de 20.000 atletas e que já faz parte da tradição do concelho.

    O CPPC fez-se representar por 3 dirigentes na Festa de Abertura da 36.ª edição da Seixalíada, que teve lugar no dia 21 de Setembro, no Pavilhão do Clube de Pessoal da Siderurgia Nacional, em Aldeia de Paio Pires, Seixal.

    Em nome do CPPC, Armando Farias, membro da direção nacional, saudou os presentes referindo que este evento reforça, em particular entre os jovens, os valores da solidariedade, da cooperação, da igualdade e da inclusão, pilares fundamentais para a construção e vivência de um mundo em Paz, tendo na ocasião, recebido das mãos de uma atleta a bandeira dos “Municípios para a Paz” que colocou ao lado de todas as que representavam as organizações associativas participantes.

    Durante 15 dias a Festa do Desporto no Seixal dará um contributo importante para a difusão dos valores da PAZ!

  • No Porto manifestou-se a confiança de que a Palestina vencerá!

    Ao final da tarde de dia 21 de Dezembro realizou-se no Porto uma acção de rua de solidariedade com a Palestina. Para além de uma boa participação e da presença nas ruas de muita população, fez-se a distribuição de centenas de documentos. As intervenções estiveram a cargo de Nuno Coelho, em nome da União dos Sindicatos do Porto, Olga Dias, pelo MDM, e Ilda Figueiredo, do CPPC - as três organizações que apoiaram e apelaram à participação neste acto público de repúdio pela posição de Trump/EUA quanto à Palestina. Relativamente ao que deu o mote à iniciativa, as três organizações consideram o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel um ultraje ao povo palestino e uma violação frontal do Direito Internacional.

  • Nos 10 anos da agressão israelita à Faixa de Gaza: solidariedade com o povo palestiniano

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    No momento em que passam 10 anos sobre a criminosa agressão cometida por Israel sobre a população palestiniana da Faixa de Gaza, designada pelo agressor como 'Operação Chumbo Fundido', o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reitera a sua solidariedade ao povo palestiniano e à sua corajosa luta pelo Estado soberano, independente e viável da Palestina, nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e pelo respeito do direito de retorno dos refugiados palestinianos, como consagrado em inúmeras resoluções das Nações Unidas.

    A brutal agressão israelita provocou cerca de 1300 mortos, dos quais 400 crianças, e mais de 5 mil feridos do lado palestiniano.

  • Nos 75 anos da Carta das Nações Unidas: Urge defender os princípios fundadores

    nos 75 anos da carta das nacoes unidas urge defender os principios fundadores 1 20200630 1724813544

    «Nós, os povos das Nações Unidos, decididos:
    A preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra que por duas vezes, no espaço de uma vida humana, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade;
    A reafirmar a nossa fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, assim como das nações, grandes e pequenas;
    A estabelecer as condições necessárias à manutenção da justiça e do respeito das obrigações decorrentes de tratados e de outras fontes do direito internacional;
    A promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de um conceito mais amplo de liberdade;

  • Nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz

    Divulgamos nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz, em solidariedade com as manifestações populares nos EUA contra medidas tomadas pelo presidente norte-americano.

    "Solidariedade entre os povos contra o imperialismo e o retrocesso imposto por Trump!

    O Conselho Mundial da Paz soma-se ao povo estadunidense e de todo o mundo para expressar sua profunda preocupação com os planos e primeiras ações do novo presidente da maior potência imperialista do planeta, Donald Trump.

    Além de atingir diretamente direitos conquistados ou pelos quais o povo estadunidense ainda luta, Trump assinou uma ordem executiva barrando a entrada de refugiados vindos de países devastados pelas guerras que os próprios Estados Unidos e seus aliados fomentaram e sustentaram. Na contramão da história e dos direitos humanos, Trump fecha as portas a imigrantes e, através da ordem executiva assinada na última sexta-feira (27/01/2017), discrimina pessoas que buscam refúgio, tentando escapar da morte e da destruição no Oriente Médio e no Norte da África.

  • Nota de solidariedade com a Palestina divulgada pela FENPROF

    Por Mário Nogueira, Secretário geral da FENPROF

     

    SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA

     

    Há muito que não se via uma coisa assim, incluindo a passividade de alguns que são sempre tão céleres a declararem-se defensores dos direitos humanos.

     

    Não há nada que justifique ou explique o ataque que está a ser feito ao povo palestino por um agressor que revela dotes de assassino. Assassina crianças, centenas de crianças como os nossos filhos. Ataca escolas, incluindo as da ONU onde atinge centenas de refugiados, ataca hospitais, declara cessar-fogo para apanhar o povo na rua, desprevenido, a tratar dos seus feridos e, mais facilmente, o assassinar. Ataca ambulâncias, ataca creches, mata a eito e conta com a cumplicidade daqueles que se dizem, quando lhes interessa, grandes defensores dos direitos humanos, mas mesmo perante o que o todo o mundo tem visto, não se escusam em continuar a vender mais armas e não apenas por razões financeiras. Refiro-me, obviamente, aos norte-americanos.

     

    O problema é o Hamas, proclamam, mas esquecem de dizer que a vitória eleitoral do Hamas é obra dos próprios israelitas. Foram eles que decidiram desrespeitar os acordos de Oslo e agredir o povo da Palestina no seu próprio território. Foram eles que, insatisfeitos por apenas ocuparem 56% do território da Palestina histórica, decidiram invadir os territórios para onde foram empurrados os palestinos e assassinar sem dó, num processo que faz lembrar o tempo de outros extermínios e outros holocaustos. Dizia, há dias, um jovem da Palestina, confrontado com a revolta que se sente em muitos palestinos, que quando a esperança acaba tudo é possível. E acrescentava que, quando um jovem vê a sua casa destruída por um bombardeamento israelita ou a sua mãe e irmãs violadas pelos agressores, toda a esperança desaparece, ficando apenas a certeza que, a seguir, será ele a vítima. E quando assim é, tudo passa a valer… A grande diferença, continua a ser que aos bombardeamentos sobre as escolas, responde a maior parte do povo com pedras e lágrimas de revolta.

     

    Onde estão os franceses? Os aliados, como gostam de se afirmar, por onde andam? Por onde anda a NATO? E onde está o governo português cujos partidos que o integram ainda há dias votaram contra uma posição de solidariedade proposta pelo PCP no Parlamento? Diz o povo, na sua sabedoria, que tão ladrão é o que rouba a fruta como o que fica ao portão. Confirma-se a sabedoria do povo.

     

    Solidariedade para com o povo da Palestina e, em especial, as suas crianças e jovens, é tudo o que os professores, como todos os portugueses, podem manifestar, para além de deverem exigir uma posição firme de condenação da agressão, por parte do governo do seu país. Não nos escondamos atrás de preconceitos para deixar de o fazer.

     

    Mário Nogueira