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    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

  • CPPC homenageia Rui Namorado Rosa e 70 anos de luta pela paz 17-03-2019

    O CPPC homenageou Rui Namorado Rosa, membro da sua Presidência e que durante anos assumiu as funções de presidente e vice-presidente da direcção nacional. A...

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  • Homenagem a Rui Namorado Rosa 11-03-2019

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solidariedade

  • No Porto manifestou-se a confiança de que a Palestina vencerá!

    Ao final da tarde de dia 21 de Dezembro realizou-se no Porto uma acção de rua de solidariedade com a Palestina. Para além de uma boa participação e da presença nas ruas de muita população, fez-se a distribuição de centenas de documentos. As intervenções estiveram a cargo de Nuno Coelho, em nome da União dos Sindicatos do Porto, Olga Dias, pelo MDM, e Ilda Figueiredo, do CPPC - as três organizações que apoiaram e apelaram à participação neste acto público de repúdio pela posição de Trump/EUA quanto à Palestina. Relativamente ao que deu o mote à iniciativa, as três organizações consideram o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel um ultraje ao povo palestino e uma violação frontal do Direito Internacional.

  • Nos 10 anos da agressão israelita à Faixa de Gaza: solidariedade com o povo palestiniano

    nos 10 anos da agressao israelita a faixa de gaza solidariedade com o povo palestiniano 1 20190103 1332682662

    No momento em que passam 10 anos sobre a criminosa agressão cometida por Israel sobre a população palestiniana da Faixa de Gaza, designada pelo agressor como 'Operação Chumbo Fundido', o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reitera a sua solidariedade ao povo palestiniano e à sua corajosa luta pelo Estado soberano, independente e viável da Palestina, nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e pelo respeito do direito de retorno dos refugiados palestinianos, como consagrado em inúmeras resoluções das Nações Unidas.

    A brutal agressão israelita provocou cerca de 1300 mortos, dos quais 400 crianças, e mais de 5 mil feridos do lado palestiniano.

  • Nos 75 anos da Carta das Nações Unidas: Urge defender os princípios fundadores

    nos 75 anos da carta das nacoes unidas urge defender os principios fundadores 1 20200630 1724813544

    «Nós, os povos das Nações Unidos, decididos:
    A preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra que por duas vezes, no espaço de uma vida humana, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade;
    A reafirmar a nossa fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, assim como das nações, grandes e pequenas;
    A estabelecer as condições necessárias à manutenção da justiça e do respeito das obrigações decorrentes de tratados e de outras fontes do direito internacional;
    A promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de um conceito mais amplo de liberdade;

  • Nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz

    Divulgamos nota da Presidente do Conselho Mundial da Paz, em solidariedade com as manifestações populares nos EUA contra medidas tomadas pelo presidente norte-americano.

    "Solidariedade entre os povos contra o imperialismo e o retrocesso imposto por Trump!

    O Conselho Mundial da Paz soma-se ao povo estadunidense e de todo o mundo para expressar sua profunda preocupação com os planos e primeiras ações do novo presidente da maior potência imperialista do planeta, Donald Trump.

    Além de atingir diretamente direitos conquistados ou pelos quais o povo estadunidense ainda luta, Trump assinou uma ordem executiva barrando a entrada de refugiados vindos de países devastados pelas guerras que os próprios Estados Unidos e seus aliados fomentaram e sustentaram. Na contramão da história e dos direitos humanos, Trump fecha as portas a imigrantes e, através da ordem executiva assinada na última sexta-feira (27/01/2017), discrimina pessoas que buscam refúgio, tentando escapar da morte e da destruição no Oriente Médio e no Norte da África.

  • Nota de solidariedade com a Palestina divulgada pela FENPROF

    Por Mário Nogueira, Secretário geral da FENPROF

     

    SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA

     

    Há muito que não se via uma coisa assim, incluindo a passividade de alguns que são sempre tão céleres a declararem-se defensores dos direitos humanos.

     

    Não há nada que justifique ou explique o ataque que está a ser feito ao povo palestino por um agressor que revela dotes de assassino. Assassina crianças, centenas de crianças como os nossos filhos. Ataca escolas, incluindo as da ONU onde atinge centenas de refugiados, ataca hospitais, declara cessar-fogo para apanhar o povo na rua, desprevenido, a tratar dos seus feridos e, mais facilmente, o assassinar. Ataca ambulâncias, ataca creches, mata a eito e conta com a cumplicidade daqueles que se dizem, quando lhes interessa, grandes defensores dos direitos humanos, mas mesmo perante o que o todo o mundo tem visto, não se escusam em continuar a vender mais armas e não apenas por razões financeiras. Refiro-me, obviamente, aos norte-americanos.

     

    O problema é o Hamas, proclamam, mas esquecem de dizer que a vitória eleitoral do Hamas é obra dos próprios israelitas. Foram eles que decidiram desrespeitar os acordos de Oslo e agredir o povo da Palestina no seu próprio território. Foram eles que, insatisfeitos por apenas ocuparem 56% do território da Palestina histórica, decidiram invadir os territórios para onde foram empurrados os palestinos e assassinar sem dó, num processo que faz lembrar o tempo de outros extermínios e outros holocaustos. Dizia, há dias, um jovem da Palestina, confrontado com a revolta que se sente em muitos palestinos, que quando a esperança acaba tudo é possível. E acrescentava que, quando um jovem vê a sua casa destruída por um bombardeamento israelita ou a sua mãe e irmãs violadas pelos agressores, toda a esperança desaparece, ficando apenas a certeza que, a seguir, será ele a vítima. E quando assim é, tudo passa a valer… A grande diferença, continua a ser que aos bombardeamentos sobre as escolas, responde a maior parte do povo com pedras e lágrimas de revolta.

     

    Onde estão os franceses? Os aliados, como gostam de se afirmar, por onde andam? Por onde anda a NATO? E onde está o governo português cujos partidos que o integram ainda há dias votaram contra uma posição de solidariedade proposta pelo PCP no Parlamento? Diz o povo, na sua sabedoria, que tão ladrão é o que rouba a fruta como o que fica ao portão. Confirma-se a sabedoria do povo.

     

    Solidariedade para com o povo da Palestina e, em especial, as suas crianças e jovens, é tudo o que os professores, como todos os portugueses, podem manifestar, para além de deverem exigir uma posição firme de condenação da agressão, por parte do governo do seu país. Não nos escondamos atrás de preconceitos para deixar de o fazer.

     

    Mário Nogueira

  • Nova data para o Encontro pela Paz | 5 de junho de 2021

    nova data para o encontro pela paz 5 de junho de 2021 1 20200531 1004096958

    Estava previsto para 30 de maio de 2020 o Encontro pela Paz, em Setúbal, promovido por 12 organizações, incluindo o Conselho Português para a Paz e Cooperação, as Câmaras Municipais de Setúbal e de Loures, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, a Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, a Federação Nacional dos Professores, a Juventude Operária Católica, O Movimento Democrático de Mulheres, o Movimento dos Municípios pela Paz, o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, a Obra Católica Portuguesa de Migrações e a União de Resistentes Anti-Fascistas Portugueses.

    A crise sanitária provocada pelo coronavírus obrigou ao seu adiamento, o que acaba de ser anunciado numa conferência de imprensa realizada no salão nobre da Câmara Municipal de Setúbal. As 12 organizações promotoras acordaram em nova data - 5 de junho de 2021.

    O cartaz e o panfleto foram também já divulgados e vai iniciar-se a sua distribuição.

    Mantém-se o lema "Pela paz , todos não somos demais" e os temas centrais - Paz e Desarmamento, Cultura e Educação para a Paz e Solidariedade e Cooperação.

    Certos de que a causa da Paz sairá mais enriquecida e reforçada em resultado da reflexão e do amplo contributo de todos, apelamos à sua divulgação e ao empenhamento nas diversas iniciativas que, entretanto, se irão realizar por todo o país.

  • Novo Banco bloqueia ilegalmente 1500 milhões de euros do Estado venezuelano

    novo banco bloqueia ilegalmente 1500 milhoes de euros do estado venezuelano 1 20190510 2082912112

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) apoia o apelo entregue, no passado dia 2 de Maio, na Embaixada de Portugal, na Venezuela, subscrito por várias organizações não-governamentais venezuelanas, para que o Estado português, cumprindo a sua obrigação, intervenha junto do Novo Banco para que este liberte os mais 1500 milhões de euros do Estado Venezuelano ilegalmente retidos por este banco e que efectue as ordens de pagamento que, na sua generalidade, se destinam ao pagamento de medicamentos, serviços de saúde, alimentos e outros bens de primeira necessidade de que o povo venezuelano tanto necessita.

  • Núcleo de Almada pintou uma faixa com a inscrição «Palestina vencerá»

    O núcleo de Almada do CPPC pintou uma faixa com a inscrição «Palestina vencerá», que será colocada num local de grande visibilidade daquele concelho da Margem Sul do Tejo. Na sua concepção participaram aderentes e amigos do CPPC, entre os quais duas estudantes da Escola Secundária António Gedeão, que estão actualmente a participar no projecto de teatro «Sete Anos, Sete Escolas», da bailarina e coreógrafa Cláudia Dias, precisamente sobre o problema palestiniano.

  • O CPPC saúda a coragem do povo chileno | Nova Constituição para o Chile

    o cppc sauda a coragem do povo chileno nova constituicao para o chile 1 20201026 1761388077

    O resultado da votação do passado domingo no Chile, que se saldou numa retumbante vitória do «Sim» a uma nova Constituição, constitui uma importante vitória do povo chileno sobre a herança da ditadura fascista de Pinochet. Após mais de um ano de grandiosas mobilizações populares, marcadas por uma brutal repressão, a luta do povo chileno por uma vida melhor, contra a violência e as desigualdades e pelo direito a viver em paz (como cantava Victor Jara) alcançou um objectivo central. O CPPC saúda a coragem do povo chileno, que sempre contou com a sua ativa solidariedade - que se mantém e reforça!

  • O drama dos refugiados tem responsáveis

    CPPC exige medidas urgentes e adequadas

    Os dramas e sofrimentos diários de milhões de refugiados que fogem da guerra, da fome, da miséria, da ameaça de morte certa, do criminoso tráfico humano, têm causas e têm responsáveis.

    Na sua maioria são pessoas oriundas de países destruídos e vítimas de agressões, bombardeamentos, guerras que os governos dos EUA e seus aliados na NATO e na União Europeia promoveram e continuam a promover, utilizando os mais variados pretextos, como acontece no Afeganistão, no Iraque, na Líbia, na Síria e outros países do Médio Oriente e de África.

  • O povo venezuelano persiste no caminho do futuro

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) congratula-se e saúda o povo venezuelano pela forma como decorreram as recentes eleições regionais na República Bolivariana da Venezuela, que tiveram lugar no passado dia 15 de Outubro.

    Nesta eleições votaram mais de 60% dos eleitores, em mais de 40 mil mesas e centros eleitorais, tendo a coligação Grande Pólo Patriótico – constituída pelo Partido Socialista Unido da Venezuela e mais nove outras forças políticas – conquistado 18 dos 23 estados, tendo alcançado 54% dos votos.

    Trata-se de um resultado que – na continuidade da eleição da Assembleia Nacional Constituinte – reafirma a clara rejeição por parte da maioria do povo venezuelano da violência dos grupos armados golpistas, da descarada e inaceitável acção de ingerência e ameaças de intervenção dos EUA contra a Venezuela, e do constante boicote económico e bloqueio financeiro que promove. O povo venezuelano não quer voltar para trás.

  • Obama, a Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se à iniciativa "Pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela" e apela à subscrição do texto abaixo, através da ligação www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

    "OBAMA, A VENEZUELA NÃO É UMA AMEAÇA

    PELA RETIRADA IMEDIATA DA ORDEM EXECUTIVA CONTRA A VENEZUELA

    Nós, amantes da paz, dirigimos um apelo ao governo dos EUA para que assuma as suas obrigações internacionais, no respeito pela autodeterminação dos povos e ao direito destes decidirem livremente o seu caminho.

    No dia 9 de Março fomos surpreendidos pela Ordem Executiva emitida pelo presidente Obama através da qual “declara uma emergência nacional perante a ameaça inusual e extraordinária para a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos representada pela situação na Venezuela.”

    Esta declaração é ainda mais surpreendente ao ser feita dois dias após a União de Nações do Sul (UNASUR), órgão de integração regional, ter estado na Venezuela e reunido com todos os poderes públicos deste país, reunido com vários representantes dos diversos partidos da oposição, o que representou um apoio à democracia venezuelana e às eleições parlamentares previstas para o final do ano.

    Destacamos, ainda, que a presença do Secretário Geral da UNASUR e dos ministros dos negócios estrangeiros do Equador, da Colômbia, do Brasil e do Uruguai, aconteceu por iniciativa do próprio Presidente da República Bolivariana da Venezuela, que desde o início do ano pediu a participação deste organismo para que facilite o diálogo com o governo dos EUA.

    Nem as sanções, nem os bloqueios, nem as agressões armadas são caminhos para um diálogo verdadeiro. A história já demonstrou, como o admitiu o governo de Obama, no passado dia 17 de Dezembro em relação a Cuba, que essas são políticas ineficientes e que só prejudicam os povos.

    Nós, amantes da PAZ e acérrimos inimigos da GUERRA, opomo-nos a estas acções e apelamos a que o Presidente Barack Obama retire a Ordem Executiva contra a Venezuela e normalize as relações diplomáticas com o governo, legitimamente eleito, do Presidente Nicolás Maduro, com base no respeito mútuo e no princípio da não ingerência nos assuntos internos de outros países."

    ‪#‎ObamaDerogaElDecretoYa‬

  • Obama, a Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação que se associou à iniciativa internacional pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela, apelando à subscrição do texto "Obama, a Venezuela não é uma ameaça", divulga abaixo um conjunto de personalidades portuguesas, que apoiam esta iniciativa.

    O conjunto das assinaturas recolhidas em todo o mundo será apresentado durante a Cimeira das Américas que decorre na cidade do Panamá a 10 e 11 de Abril.

    Reafirmando a sua Solidariedade com a Revolução Bolivariana o CPPC recorda ainda a iniciativa que decorrerá hoje na Casa da Paz (Rua Rodrigo da Fonseca, 56 -2º - Lisboa), pelas 18h, com a projecção do documentário "Um Golpe e uma Carta".

  • Organizações portuguesas homenageiam as vítimas dos bombardeamentos nucleares

    Nunca Mais!

    70 anos dos bombardeamentos nucleares contra Hiroxima e Nagasáqui

    No momento em que decorrem 70 anos desde o bombardeamento nuclear pelos Estados Unidos da América contra as populações japonesas de Hiroxima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945 respectivamente, as organizações portuguesas abaixo subscritoras recordam este acto, cometido quando o Império Japonês estava já derrotado na frente terrestre no continente Asiático e na frente aéreo-naval no Oceano Pacífico, e já havia encetado o processo de capitulação face às Forças Aliadas na II Guerra Mundial, pelo que aquele bombardeamento foi e continua a ser entendido como afirmação de uma aterrorizante demonstração de poderio militar por parte dos Estados Unidos da América, potência mundial então ascendente, acto que perdura na memória dos povos como uma das maiores barbáries alguma vez cometidas.

  • Organizações venezuelanas pedem o desbloqueio de fundos ilegalmente retidos pelo Novo Banco

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    Solidário com os seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) divulga carta de 19 organizações de defesa dos Direitos Humanos e movimentos sociais venezuelanos, entregue no passado dia 2 de Maio na Embaixada de Portugal na Venezuela, com o pedido de que o Governo português actue para que sejam desbloqueados 1543 milhões de euros do Estado Venezuelano, ilegalmente bloqueados no Novo Banco.

  • Palestina

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  • Palestina livre e independente

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    Em mais um aniversário dos massivos protestos do povo palestino contra a confiscação das suas terras pelo Estado israelita, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua inquebrantável solidariedade e apoio à corajosa luta daquele povo por um Estado livre, independente e viável nas fronteiras anteriores a junho de 1967.

    Em 1976, o governo israelita confiscou milhares de hectares de terras de vilas palestinas na Galileia, a fim de proceder à expansão ilegal de colonatos, o que originou uma greve geral e o repúdio generalizado entre a população palestina. A 30 de março, as tropas israelitas reprimiram duramente um protesto pacífico, tendo assassinado seis palestinos e ferido e prendido centenas. Cidades e vilas árabes foram declaradas zonas militares fechadas pelas autoridades israelitas e em muitas foi declarado o recolher obrigatório. A data passou a ser designada por «Dia da Terra» e celebrada pelos palestinos como marco da sua história, luta e identidade como povo.

  • Palestina Livre! - Lisboa 2014

    Centenas de pessoas participaram hoje da acção "Palestina Livre! Fim à Agressão! Fim à Ocupação!", frente à embaixada de Israel em Lisboa.

    Nas intervenções ficou expressa a solidariedade com o povo palestino e a necessidade de não esquecer e exigir a responsabilização do governo israelita pelos crimes cometidos, não só na recente agressão a Gaza, mas também ao longo das quase 7 décadas de ocupação.

     

  • Palestina, 69 anos de resistência e luta

    No dia em que se assinala o 69º aniversário da Nakba («catástrofe», em árabe, que marca o início da ocupação da Palestina), o Conselho Português para a Paz e Cooperação apela a todos quantos defendem valores humanistas e o respeito pelos direitos dos povos a que reforcem a sua solidariedade ao povo palestiniano, e à sua luta por uma Palestina livre, independente e soberana.

    Este aniversário da Nakba assinala-se em plena greve da fome de cerca de 1500 presos palestinianos em cadeias israelitas, pela sua dignidade e liberdade. Dando expressão concreta a esta solidariedade, o CPPC promoveu uma moção de apoio a esta luta, já subscrita por organizações de 11 países e que continua aberta a novos apoiantes.

    A ocupação israelita, que priva os palestinianos dos seus mais elementares direitos, é marcada desde o início pela mais brutal violência: massacres, deportações forçadas, destruição de aldeias, imposição de um regime de apartheid, a prisão de muitos milhares de palestinianos, a generalização de colonatos, a construção do Muro de Separação e o cerco a Gaza.

  • Palestina: urge romper com o muro de silêncio!

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    É com preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha o caminho que a União Europeia (UE) tem vindo a trilhar no sentido de criar condições para criminalizar a solidariedade com a causa palestina, ao mesmo tempo que faz vista grossa sobre as ilegalidades e crimes do regime de Israel contra o povo palestino.

    São exemplos disso a assimilação, da denúncia e condenação da política de Israel, a antissemitismo (Conselho de Justiça e Assuntos Internos da UE, e decisões ulteriores de vários estados membros); a legislação contra o movimento internacional «Boicote, Desinvestimento, Sanções» (Alemanha e França); a interdição de participar em quaisquer atividades ou eventos políticos, decretada contra o escritor e ativista palestino Kahled Barakat (Alemanha); a ameaça de proibição de residência contra Charlotte Kates, coordenadora da Rede Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos (Alemanha); a acusação, contra Ángeles Maestro Martín e outras duas mulheres, de colaboração com organização terrorista por terem recolhido fundos para a reconstrução do que as forças israelitas haviam destruído na Faixa de Gaza em 2014 (Espanha).