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solidariedade

  • O núcleo do Porto do CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação convida-o a participar num acto público de solidariedade com o povo da Palestina.

    PALESTINA LIVRE! FIM À AGRESSÃO! FIM À OCUPAÇÃO!

    Sábado - 9 de Agosto - 11H

    Rua de Santa Catarina - perto do Via Catarina Porto

    Pela Paz, todos não somos demais!

    Participe!

    CPPC

    Apoios: USP/CGTP, MDM, UNICEPE, UPP, AEESE

     

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    NÃO PODEMOS DEIXAR SILENCIAR OS CRIMES DE ISRAEL!

    Ainda que Israel venha a pôr termo à sua operação militar, não podemos deixar que um manto de silêncio cubra os crimes hediondos cometidos durante a agressão a Gaza.

    Não podemos esquecer os ataques a escolas e hospitais; os quase dois milhares de palestinos mortos e os dez mil feridos; a dezena de milhar de edifícios públicos destruídos ou danificados; as mais de 30.000 habitações danificadas; as escolas e hospitais danificados; os locais religiosos, muçulmanos e cristãos, danificados e profanados; o meio milhão de deslocados; as infra-estruturas destruídas.

    Sobretudo, não podemos deixar esquecer que tudo isto decorre de uma ocupação ilegal sem qualquer respeito pelos direitos da população sujeita a ocupação.

    NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, À 18 HORAS, FRENTE À EMBAIXADA DE ISRAEL!

    PALESTINA LIVRE!

    FIM À AGRESSÃO!

    FIM À OCUPAÇÃO!

  • Acção Mundial de Solidariedade com Venezuela, 29 de Agosto - 4 de Setembro de 2016

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) alerta para a acção de provocação montada por sectores da oposição venezuelana em torno da “Tomada de Caracas”, anunciada para o próximo 1º de Setembro.

    O CPPC denuncia a criminosa acção desestabilizadora e de carácter golpista de sectores e grupos da direita venezuelana que, concertadas com os EUA, têm vindo a praticar a violência – incluindo assassinatos – e a sabotagem económica, acompanhadas de operações mediáticas de manipulação da opinião pública, de modo a levar a cabo uma nova escalada de ingerência externa na Venezuela.

  • É com profunda preocupação e expressão pública de condenação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha a escalada de repressão perpetrada pelas autoridades israelitas contra a população palestiniana e suas organizações políticas e sociais que lutam pela concretização do legitimo direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina soberano e independente.

    A detenção da deputada do Conselho Legislativo Palestiniano, Khaleda Jarrar, e de outros activistas da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), nos territórios ocupados da Cisjordânia, é mais um episódio revelador da total impunidade de que o Estado de Israel goza perante a chamada comunidade internacional.

  • Por iniciativa do Teatro Extremo, do CPPC, do MPPM, realizou-se no dia 1 de Agosto, uma sessão-debate integrada na campanha de solidariedade para com o povo palestino da Faixa de Gaza, vitima da violenta agressão levada a cabo, desde há quase um mês, pelo Estado de Israel.

    Antecedido pela projecção de um filme reportagem sobre a actividade do “Freedom Theatre” na Palestina, o debate, com cerca de 50 participantes foi moderado por Luísa Ramos, do núcleo de Almada do CPPC, com intervenções dos representantes do MPPM, do CPPC e do Teatro Extremo.

    Todas as intervenções condenaram veementemente a agressão israelita à população palestina residente na Faixa de Gaza e a cumplicidade e apoio a este genocídio por parte dos Estados Unidos da América e da União Europeia.

    No debate havido, para além da condenação dos massacres que Israel tem vindo a praticar sobre as populações indefesas da Faixa de Gaza, nomeadamente crianças, mulheres e idosos, foi unânime a convicção de que só com o cumprimento, por Israel, das inúmeras Resoluções aprovadas pela Organização das Nações Unidas, visando a criação de um Estado Palestino viável nas fronteiras de 1967, com a capital em Jerusalém Leste, com o fim dos colonatos israelitas, o regresso dos refugiados e a libertação, por Israel, dos presos políticos palestinos.

    Os participantes nesta sessão de solidariedade decidiram, ainda, manifestar às Autoridades do Estado Português – Presidente da República, Assembleia da República e Governo – o seu protesto pela forma como estes órgãos se tem posicionado face ao genocídio de milhares de palestinos e ao apoio implícito que isso representa ao Estado de Israel.

     

  • O núcleo do Porto do CPPC vai realizar o segundo Almoço da Paz, na Casa da Beira Alta, no próximo dia 21de Março, pelas 13 horas.

    Haverá música e poesia, uma palestra, convívio e ainda um sorteio de uma obra de arte.

    As inscrições estão abertas junto do núcleo do Porto do CPPC.

    Participe.

    Pela Paz, todos não somos demais.

     

  • Uma Delegação do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina (GPA) criada no quadro da Assembleia da República Portuguesa e integrando deputados de todos os Partidos com representação Parlamentar, terminou ontem uma visita de 3 dias – 25 a 27 de Julho - à Palestina, a convite do Parlamento desse País.

    Esta foi a primeira vez que uma delegação do Parlamento Português visitou a Palestina e segue-se à visita que o Grupo Parlamentar de Amizade Palestina-Portugal realizou ao nosso país.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, bem como outras organizações portuguesas de solidariedade para com o povo Palestino, foi convidado, pelo Grupo Parlamentar de Amizade, a participar no dia 21 de julho numa reunião que teve lugar na Assembleia da República, onde foram apresentados, pelo Deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade, o programa e objectivos da visita. Entre os temas referidos encontravam-se questões como a prisão de deputados palestinos, os direitos humanos, a responsabilidade de Israel enquanto potência ocupante, o acordo de Parceria UE-Israel entre outros.

    O CPPC e as demais organizações presentes tiveram oportunidade de transmitir ao Grupo Parlamentar que se deslocaria à Palestina as suas opiniões sobre o problema Palestino, a ocupação deste país que dura há mais de 67 anos, o não cumprimento por Israel das Resoluções das Nações Unidas, a questão dos colonatos e dos refugiados, os crimes de guerra cometidos sobre o povo de que é exemplo o recente massacre de Gaza, a prisão indiscriminada de civis e mesmo de deputados do Parlamento Palestino, pelos ocupantes israelitas.

    Reafirmamos o nosso apreço por esta iniciativa e os votos de que ela seja um marco nas relações entre estas duas Instituições dos respectivos Estados e venha a permitir avanços significativos do Estado Português no apoio à criação de facto de um Estado Palestino viável, de acordo com as resoluções das Nações Unidas.

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal- Palestina e espera que os contactos havidos tenham sido da maior utilidade para os objectivos que se propunha.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação informa e apela à participação de todos no acto de solidariedade com a Revolução Bolivariana e o governo do presidente Nicolás Maduro, que se realizará frente à estátua do Libertador Simón Bolívar, localizada no cruzamento da Avenida da Liberdade com a Rua das Pretas, em Lisboa, na próxima quinta-feira, dia 20, pelas 18h.

     

  • Representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, do Movimento Democrático de Mulheres e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente entregaram esta tarde na Embaixada doe EUA em Lisboa, uma carta aberta onde expressam o seu repúdio pelo reconhecimento, pela Administração dos EUA, de Jerusalém como capital de Israel.

  • No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

    Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.

  • A 12 de abril, terça-feira, pelas 21h30, decorre na Biblioteca Municipal de Loulé a Conferência «Situação internacional, solidariedade com os refugiados e luta pela paz», que será apresentada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e João Martins, vereador da Autarquia com o pelouro da Ação Social.

    Esta conferência, organizada em conjunto pela Câmara Municipal de Loulé e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pretende dar particular atenção às causas dos refugiados, às guerras de agressão no Médio Oriente e em África, à situação na Europa e à necessidade do reforço da luta pela paz, para conseguir parar as guerras, aumentar a cooperação e conseguir a paz, o desenvolvimento e o progresso social.

     

  • Ex.mo Senhor Primeiro Ministro,

    Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho. De dia para dia, cresce a escalada de horror e os governos, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.

    É tempo de dizer basta. Perante a dimensão da catástrofe, o silêncio é cumplicidade, e a neutralidade um acto de cobardia. Mais do que declarações piedosas, os homens e mulheres que, em Gaza, todos os dias, a todas as horas, a cada minuto que passa, enfrentam com uma insuperável coragem e uma inabalável dignidade a violência dos bombardeamentos israelitas merecem a solidariedade comprometida, consequente e eficaz de todo o mundo. É urgente impor um fim imediato ao massacre do povo palestino, à agressão a Gaza, à ocupação dos territórios palestinos, à impunidade, à atitude insolente de constante desafio pelo Estado de Israel do direito e da legalidade internacionais, à conivência, com a repressão israelita, das grandes potências, dos Estados Unidos da América aos estados da União Europeia.

    A Constituição da República Portuguesa estabelece como princípios ordenadores da sua política externa, a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos internacionais. A Constituição da República Portuguesa reconhece “o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão”. O Governo Português, todos os órgãos de soberania, têm o dever de cumprir a Constituição da República.

    Perante mais esta criminosa ofensiva israelita contra o povo palestino, a brutal ofensiva militar contra a faixa de Gaza, a repressão institucionalizada e generalizada na Margem Ocidental, reclama-se do Governo Português, em obediência aos preceitos constitucionais, e no respeito dos princípios mais elementares do direito internacional, que:

    i) condene e denuncie a agressão militar de Israel contra o povo palestino na faixa de Gaza, exigindo a sua cessação imediata e incondicional;

    ii) suspenda, de imediato, as relações comerciais e diplomáticas de Portugal com o regime israelita;

    iii) reclame o levantamento imediato do brutal e criminoso bloqueio sobre a faixa de Gaza, e a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas;

    iv) desenvolva uma política consistente e determinada, orientada pela exigência do fim da ocupação israelita dos territórios palestinos e pela defesa do direito inalienável do povo palestino à constituição de um estado livre, soberano e independente, com Jerusalém leste como capital e pelo direito ao regresso dos refugiados palestinos.

    As organizações subscritoras:

    CGTP-IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
    CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

  • Divulgamos texto publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) sobre a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria.

    "Cebrapaz manifesta grave preocupação com ameaça de guerra generalizada e agressão imperialista contra a Síria

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) soma-se a outros movimentos da paz em todo o mundo em sua profunda preocupação e advertência diante da escalda da agressão imperialista na Síria. Sumamo-nos ao apelo e ao alerta à população mundial para o risco de uma guerra generalizada, de proporções imprevisíveis. Acreditamos ser cada vez mais urgente, sob pena de nos depararmos com uma situação irreversível, a mobilização mundial contra a iminência da guerra.

  • O CPPC divulga e associa-se à posição divulgada pelo Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz a propósito do assassinato da activista e líder camponesa, hondurenha, Berta Cáceres.

    "Cebrapaz manifesta repúdio e lamenta o assassinato da líder camponesa Berta Cáceres em Honduras

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz expressa sua revolta, sua consternação e seu pesar pela morte de Berta Cáceres, coordenadora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), que foi assassinada nesta quarta-feira, 2 de março, em La Esperanza, no departamento hondurenho de Intibucá.

    Somamo-nos à condenação desse assassinato político e da reafirmação da memória de luta de Berta, que já esteve no Brasil e engajou-se em campanhas como o apelo pela eliminação das bases militares estrangeiras em que o Cebrapaz também se engaja. Bertha foi sempre uma voz altiva de denúncia das perseguições aos camponeses e militantes de movimentos sociais, uma liderança na defesa dos direitos humanos e da dignidade em Honduras.

    Expressamos nosso profundo pesar aos companheiros do COPINH, aos familiares e amigos de Berta e ao povo hondurenho pela perda de uma liderança tão engajada e determinada. Somamo-nos aos apelos pela responsabilização dos culpados por seu assassinato e pelo fim imediata da perseguição política contra lideranças dos movimentos sociais!

    Berta foi uma mulher resistente contra a exploração e a violência.
    O povo hondurenho não se curvará nem se atemorizará!

    Socorro Gomes
    Presidenta do Cebrapaz"

  • Solidário com a revolução bolivariana, o CPPC estará presente, no próximo dia 5 de Julho, pelas 11h30, na comemoração do 204º Aniversário da Independência Nacional, que a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela irá realizar com uma oferenda de flores junto ao monumento ao Libertador Simón Bolívar, no cruzamento da Avenida da Liberdade com a Rua das Pretas, em Lisboa.

     

  • Intervenção de Ilda Figueiredo:

    Estimados Companheiros e Companheiras,

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação dirijo uma saudação calorosa a todos os que vieram até aqui, a este Concerto pela Paz.

    Sabemos que o fizeram porque são amantes da Paz e estão preocupados com as ameaças à Paz em muitas regiões do mundo.

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    39º EUCOCO – MADRID

    Conferência Europeia de Apoio e Solidariedade ao povo Sarauí.

    Madrid/Espanha/ 14 e 15 de Novembro/2014

                                                               

    RESOLUÇÃO FINAL

    DA 39ª EUCOCO

    Madrid, 14 e 15 de Novembro de 2014

     

    Reunidos na presença do Presidente da República Árabe Sarauí Democrática, Mohamed Abdelaziz, foram 435 os participantes procedentes de 25 países da Europa, América e África. A Conferência contou com uma ampla representação da Frente Polisário, para além de 18 activistas da resistência saharauí procedentes dos territórios ocupados, liderados por Aminatou Haidar, figura emblemática da luta do povo saharauí pela sua autodeterminação e independência.

    Participaram importantes delegações parlamentares, representantes de partidos democráticos do estado espanhol, do Intergrupo do Parlamento Europeu, para além de representantes de parlamentos nacionais e regionais. Do Parlamento da União Africana, dos Parlamentos da Argélia, da Africa do Sul, do México, do Brasil, do Chile, da RASD; de Fundações e Associações dos Direitos Humanos, de ONG´S e Comités de Apoio. Participaram nas sessões plenárias, nas comissões temáticas e na manifestação que teve lugar no coração de Madrid no dia 16 de Novembro de 2014. Esta manifestação teve como objetivo condenar os Acordos tripartitos de 14 de Novembro de 1975, que constituem ainda hoje, um obstáculo importante para o caminho da autodeterminação e da independência do povo saarauí. O Estado Espanhol é responsável pela tragédia que vive o povo saarauí. Devem denunciar-se estes Acordos, herança da Espanha franquista e reparar esta injustiça.