Outras Notícias

solidariedade

  • Condenando o ataque dos EUA, do Reino Unido e da França contra a República Árabe Síria, na madrugada de 14 de Abril, e que contou com o expresso apoio da NATO, da União Europeia e de Israel, um conjunto de organizações promove um acto acto público pela paz e pelo fim da agressão à Síria, no próximo dia 23 de Abril, segunda-feira, pelas 18 h , na Praça da Palestina, no Porto.

    Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, e sob o pretexto de uma alegada utilização de armas químicas, até ao momento não comprovada, foi desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas – apoiados pelos EUA e diversos países seus aliados – e quando foram alcançados, pelo diálogo e esforços de vários países, importantes avanços no caminho da paz.

  • O núcleo do Porto do CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação convida-o a participar num acto público de solidariedade com o povo da Palestina.

    PALESTINA LIVRE! FIM À AGRESSÃO! FIM À OCUPAÇÃO!

    Sábado - 9 de Agosto - 11H

    Rua de Santa Catarina - perto do Via Catarina Porto

    Pela Paz, todos não somos demais!

    Participe!

    CPPC

    Apoios: USP/CGTP, MDM, UNICEPE, UPP, AEESE

     

  •  

    NÃO PODEMOS DEIXAR SILENCIAR OS CRIMES DE ISRAEL!

    Ainda que Israel venha a pôr termo à sua operação militar, não podemos deixar que um manto de silêncio cubra os crimes hediondos cometidos durante a agressão a Gaza.

    Não podemos esquecer os ataques a escolas e hospitais; os quase dois milhares de palestinos mortos e os dez mil feridos; a dezena de milhar de edifícios públicos destruídos ou danificados; as mais de 30.000 habitações danificadas; as escolas e hospitais danificados; os locais religiosos, muçulmanos e cristãos, danificados e profanados; o meio milhão de deslocados; as infra-estruturas destruídas.

    Sobretudo, não podemos deixar esquecer que tudo isto decorre de uma ocupação ilegal sem qualquer respeito pelos direitos da população sujeita a ocupação.

    NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, À 18 HORAS, FRENTE À EMBAIXADA DE ISRAEL!

    PALESTINA LIVRE!

    FIM À AGRESSÃO!

    FIM À OCUPAÇÃO!

  • Acção Mundial de Solidariedade com Venezuela, 29 de Agosto - 4 de Setembro de 2016

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) alerta para a acção de provocação montada por sectores da oposição venezuelana em torno da “Tomada de Caracas”, anunciada para o próximo 1º de Setembro.

    O CPPC denuncia a criminosa acção desestabilizadora e de carácter golpista de sectores e grupos da direita venezuelana que, concertadas com os EUA, têm vindo a praticar a violência – incluindo assassinatos – e a sabotagem económica, acompanhadas de operações mediáticas de manipulação da opinião pública, de modo a levar a cabo uma nova escalada de ingerência externa na Venezuela.

  • É com profunda preocupação e expressão pública de condenação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha a escalada de repressão perpetrada pelas autoridades israelitas contra a população palestiniana e suas organizações políticas e sociais que lutam pela concretização do legitimo direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina soberano e independente.

    A detenção da deputada do Conselho Legislativo Palestiniano, Khaleda Jarrar, e de outros activistas da Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), nos territórios ocupados da Cisjordânia, é mais um episódio revelador da total impunidade de que o Estado de Israel goza perante a chamada comunidade internacional.

  • Por iniciativa do Teatro Extremo, do CPPC, do MPPM, realizou-se no dia 1 de Agosto, uma sessão-debate integrada na campanha de solidariedade para com o povo palestino da Faixa de Gaza, vitima da violenta agressão levada a cabo, desde há quase um mês, pelo Estado de Israel.

    Antecedido pela projecção de um filme reportagem sobre a actividade do “Freedom Theatre” na Palestina, o debate, com cerca de 50 participantes foi moderado por Luísa Ramos, do núcleo de Almada do CPPC, com intervenções dos representantes do MPPM, do CPPC e do Teatro Extremo.

    Todas as intervenções condenaram veementemente a agressão israelita à população palestina residente na Faixa de Gaza e a cumplicidade e apoio a este genocídio por parte dos Estados Unidos da América e da União Europeia.

    No debate havido, para além da condenação dos massacres que Israel tem vindo a praticar sobre as populações indefesas da Faixa de Gaza, nomeadamente crianças, mulheres e idosos, foi unânime a convicção de que só com o cumprimento, por Israel, das inúmeras Resoluções aprovadas pela Organização das Nações Unidas, visando a criação de um Estado Palestino viável nas fronteiras de 1967, com a capital em Jerusalém Leste, com o fim dos colonatos israelitas, o regresso dos refugiados e a libertação, por Israel, dos presos políticos palestinos.

    Os participantes nesta sessão de solidariedade decidiram, ainda, manifestar às Autoridades do Estado Português – Presidente da República, Assembleia da República e Governo – o seu protesto pela forma como estes órgãos se tem posicionado face ao genocídio de milhares de palestinos e ao apoio implícito que isso representa ao Estado de Israel.

     

  • O núcleo do Porto do CPPC vai realizar o segundo Almoço da Paz, na Casa da Beira Alta, no próximo dia 21de Março, pelas 13 horas.

    Haverá música e poesia, uma palestra, convívio e ainda um sorteio de uma obra de arte.

    As inscrições estão abertas junto do núcleo do Porto do CPPC.

    Participe.

    Pela Paz, todos não somos demais.

     

  • almoco pela paz reune meia centena em almada 1 20190129 1590446138

    O CPPC realizou no dia 26, em Almada, um Almoço pela Paz no qual participaram cerca de 50 pessoas, entre activistas da paz e da solidariedade, autarcas, associativistas e muitos outros, empenhados em levar mais longe a acção em prol da paz, do desarmamento, da solidariedade com os povos.

    Nas intervenções, proferidas por Armando Farias, da direcção nacional do CPPC, e Frederico de Carvalho, da presidência, foram realçadas as principais ameaças à paz e segurança internacionais e reafirmada a solidariedade com os povos do mundo, com destaque para o palestino e o venezuelano, que por estes dias resiste a mais uma tentativa de golpe de Estado por parte dos EUA e seus aliados internos.

    Do almoço saiu a determinação em levar mais longe, no concelho de Almada, a acção do CPPC, em debates públicos ou em escolas como noutras iniciativas, próprias ou em colaboração com autarquias, associações e outras entidades.

  • Uma Delegação do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina (GPA) criada no quadro da Assembleia da República Portuguesa e integrando deputados de todos os Partidos com representação Parlamentar, terminou ontem uma visita de 3 dias – 25 a 27 de Julho - à Palestina, a convite do Parlamento desse País.

    Esta foi a primeira vez que uma delegação do Parlamento Português visitou a Palestina e segue-se à visita que o Grupo Parlamentar de Amizade Palestina-Portugal realizou ao nosso país.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, bem como outras organizações portuguesas de solidariedade para com o povo Palestino, foi convidado, pelo Grupo Parlamentar de Amizade, a participar no dia 21 de julho numa reunião que teve lugar na Assembleia da República, onde foram apresentados, pelo Deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade, o programa e objectivos da visita. Entre os temas referidos encontravam-se questões como a prisão de deputados palestinos, os direitos humanos, a responsabilidade de Israel enquanto potência ocupante, o acordo de Parceria UE-Israel entre outros.

    O CPPC e as demais organizações presentes tiveram oportunidade de transmitir ao Grupo Parlamentar que se deslocaria à Palestina as suas opiniões sobre o problema Palestino, a ocupação deste país que dura há mais de 67 anos, o não cumprimento por Israel das Resoluções das Nações Unidas, a questão dos colonatos e dos refugiados, os crimes de guerra cometidos sobre o povo de que é exemplo o recente massacre de Gaza, a prisão indiscriminada de civis e mesmo de deputados do Parlamento Palestino, pelos ocupantes israelitas.

    Reafirmamos o nosso apreço por esta iniciativa e os votos de que ela seja um marco nas relações entre estas duas Instituições dos respectivos Estados e venha a permitir avanços significativos do Estado Português no apoio à criação de facto de um Estado Palestino viável, de acordo com as resoluções das Nações Unidas.

    A Direcção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal- Palestina e espera que os contactos havidos tenham sido da maior utilidade para os objectivos que se propunha.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação informa e apela à participação de todos no acto de solidariedade com a Revolução Bolivariana e o governo do presidente Nicolás Maduro, que se realizará frente à estátua do Libertador Simón Bolívar, localizada no cruzamento da Avenida da Liberdade com a Rua das Pretas, em Lisboa, na próxima quinta-feira, dia 20, pelas 18h.

     

  • apresentacao do livro na presenca da ausencia de mahmoud darwich 1 20181222 1999500412

    No âmbito das iniciativas em prol da defesa dos direitos do povo palestino, o CPPC esteve presente, a convite do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, na apresentação do livro “Presença na Ausência”, do escritor e poeta palestino Mahmoud Darwich.

    Este evento ocorreu no dia 13 de Dezembro, na Biblioteca Passos Manuel, na Assembleia da República, e foi apresentado por Júlio Magalhães, investigador de cultura árabe e islâmica, que além de salientar aspectos importantes da obra e da biografia do autor, também leu alguns poemas conhecidos de Darwich, como “Bilhete de Identidade” e “A Minha Mãe”. A sua vasta obra está traduzida em mais de 20 línguas, sendo considerado o poeta nacional da Palestina. Falecido em 2008, ainda em criança viu a sua terra natal ser arrasada pelas tropas israelitas na guerra de 1948, sendo a família obrigada a procurar refúgio no Líbano. Regressando várias vezes à Palestina e várias vezes preso e expulso, parte da sua vida foi vivida como refugiado. Integrou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e é autor da Declaração de Independência da Palestina, lida pelo líder palestino Yasser Arafat quando foi declarada unilateralmente a criação do Estado da Palestina, em 1988.

  • ato politico cultural pela paz solidariedade com a revol 1 20190213 2026508677

    Colocando a defesa da paz como uma questão premente face à ameaça reiterada por Trump de agredir militarmente a Venezuela e o povo venezuelano, organizações portuguesas promovem um ato político-cultural no próximo dia 22 de Fevereiro, com inicio às 18h00, na Voz do Operário, em Lisboa.

    Participarão solidariamente neste ato artistas como, 'El Sur', 'Freddy Locks', Jorge Rivotti, Sebastião Antunes e ainda Tiago Santos e Sofia Lisboa.

    A defesa da paz, a solidariedade com a Revolução bolivariana é tão mais importante quando sobre a Venezuela se abate uma operação de ingerência e agressão, sustentada numa ampla campanha de desinformação que deliberadamente esconde que na raiz de dificuldades sentidas pelo povo venezuelano – que atingem também a comunidade portuguesa na Venezuela – está um feroz e desumano bloqueio económico e financeiro promovido pela Administração Trump.

  • Representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, do Movimento Democrático de Mulheres e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente entregaram esta tarde na Embaixada doe EUA em Lisboa, uma carta aberta onde expressam o seu repúdio pelo reconhecimento, pela Administração dos EUA, de Jerusalém como capital de Israel.

  • No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

    Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.

  • A 12 de abril, terça-feira, pelas 21h30, decorre na Biblioteca Municipal de Loulé a Conferência «Situação internacional, solidariedade com os refugiados e luta pela paz», que será apresentada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e João Martins, vereador da Autarquia com o pelouro da Ação Social.

    Esta conferência, organizada em conjunto pela Câmara Municipal de Loulé e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pretende dar particular atenção às causas dos refugiados, às guerras de agressão no Médio Oriente e em África, à situação na Europa e à necessidade do reforço da luta pela paz, para conseguir parar as guerras, aumentar a cooperação e conseguir a paz, o desenvolvimento e o progresso social.

     

  • Ex.mo Senhor Primeiro Ministro,

    Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho. De dia para dia, cresce a escalada de horror e os governos, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.

    É tempo de dizer basta. Perante a dimensão da catástrofe, o silêncio é cumplicidade, e a neutralidade um acto de cobardia. Mais do que declarações piedosas, os homens e mulheres que, em Gaza, todos os dias, a todas as horas, a cada minuto que passa, enfrentam com uma insuperável coragem e uma inabalável dignidade a violência dos bombardeamentos israelitas merecem a solidariedade comprometida, consequente e eficaz de todo o mundo. É urgente impor um fim imediato ao massacre do povo palestino, à agressão a Gaza, à ocupação dos territórios palestinos, à impunidade, à atitude insolente de constante desafio pelo Estado de Israel do direito e da legalidade internacionais, à conivência, com a repressão israelita, das grandes potências, dos Estados Unidos da América aos estados da União Europeia.

    A Constituição da República Portuguesa estabelece como princípios ordenadores da sua política externa, a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos internacionais. A Constituição da República Portuguesa reconhece “o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão”. O Governo Português, todos os órgãos de soberania, têm o dever de cumprir a Constituição da República.

    Perante mais esta criminosa ofensiva israelita contra o povo palestino, a brutal ofensiva militar contra a faixa de Gaza, a repressão institucionalizada e generalizada na Margem Ocidental, reclama-se do Governo Português, em obediência aos preceitos constitucionais, e no respeito dos princípios mais elementares do direito internacional, que:

    i) condene e denuncie a agressão militar de Israel contra o povo palestino na faixa de Gaza, exigindo a sua cessação imediata e incondicional;

    ii) suspenda, de imediato, as relações comerciais e diplomáticas de Portugal com o regime israelita;

    iii) reclame o levantamento imediato do brutal e criminoso bloqueio sobre a faixa de Gaza, e a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas;

    iv) desenvolva uma política consistente e determinada, orientada pela exigência do fim da ocupação israelita dos territórios palestinos e pela defesa do direito inalienável do povo palestino à constituição de um estado livre, soberano e independente, com Jerusalém leste como capital e pelo direito ao regresso dos refugiados palestinos.

    As organizações subscritoras:

    CGTP-IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
    CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

  • casa da paz acolhe iniciativa de solidariedade com a republica bolivariana da venezuela 1 20190129 1342138206

    A Casa da Paz, sede do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), acolheu hoje, 23 de Janeiro, uma iniciativa de solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela, num momento em que esta enfrenta e resiste ao bloqueio económico e diplomático dos EUA, coordenado com a desestabilização interna promovida pela oligarquia, e a uma poderosa ofensiva mediática.

    Estiveram presentes o embaixador da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, general-em-chefe Lucas Rincón Romero, e outros diplomatas, dirigentes e activistas do CPPC (entre as quais a presidente da direcção nacional, Ilda Figueiredo) e representantes de dezenas de sindicatos, associações e entidades.

  • Divulgamos texto publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) sobre a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria.

    "Cebrapaz manifesta grave preocupação com ameaça de guerra generalizada e agressão imperialista contra a Síria

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) soma-se a outros movimentos da paz em todo o mundo em sua profunda preocupação e advertência diante da escalda da agressão imperialista na Síria. Sumamo-nos ao apelo e ao alerta à população mundial para o risco de uma guerra generalizada, de proporções imprevisíveis. Acreditamos ser cada vez mais urgente, sob pena de nos depararmos com uma situação irreversível, a mobilização mundial contra a iminência da guerra.