Outras Notícias

solidariedade

  • apresentacao do livro na presenca da ausencia de mahmoud darwich 1 20181222 1999500412

    No âmbito das iniciativas em prol da defesa dos direitos do povo palestino, o CPPC esteve presente, a convite do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, na apresentação do livro “Presença na Ausência”, do escritor e poeta palestino Mahmoud Darwich.

    Este evento ocorreu no dia 13 de Dezembro, na Biblioteca Passos Manuel, na Assembleia da República, e foi apresentado por Júlio Magalhães, investigador de cultura árabe e islâmica, que além de salientar aspectos importantes da obra e da biografia do autor, também leu alguns poemas conhecidos de Darwich, como “Bilhete de Identidade” e “A Minha Mãe”. A sua vasta obra está traduzida em mais de 20 línguas, sendo considerado o poeta nacional da Palestina. Falecido em 2008, ainda em criança viu a sua terra natal ser arrasada pelas tropas israelitas na guerra de 1948, sendo a família obrigada a procurar refúgio no Líbano. Regressando várias vezes à Palestina e várias vezes preso e expulso, parte da sua vida foi vivida como refugiado. Integrou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e é autor da Declaração de Independência da Palestina, lida pelo líder palestino Yasser Arafat quando foi declarada unilateralmente a criação do Estado da Palestina, em 1988.

  • artistas pela paz quarteira 1 20191001 1875698389

    No dia 21 de Setembro, Dia Internacional da Paz, inaugurou-se em Quarteira, Loulé, a última mostra da exposição "Artistas pela Paz".

    Esta exposição itinerante, teve o seu início no dia 21 de Setembro de 2018, em Silves, nos Paços do Concelho, percorreu vários locais no Algarve - Olhão, Vila Real de Santo António, Lagoa, Faro e Universidade do Algarve. Termina agora a sua mostra no dia 19 de Outubro, na Galeria da Praça do Mar, em Quarteira.

    A exposição "Artistas pela Paz", foi uma proposta do CPPC em parceria com a PAS - Peace and Art Society, envolveu mais de 20 artistas desta associação e integrou artistas convidados dos vários concelhos por onde foi passando.

    Foram várias centenas de visitantes que puderam apreciar os diferentes olhares para a Paz.

  • assembleia da paz 16 de novembro 1 20191018 1071444598

    assembleia da paz 16 de novembro 2 20191018 1879895166

  • assembleia da paz 16 marco lisboa 1 20190304 2023273414

  • assinalar a vitoria sobre o nazi fascismo defender a paz 1 20190510 1277994828

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala o 74º aniversário da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial reafirmando a sua determinação em prosseguir e intensificar a acção de esclarecimento e mobilização da opinião pública para a defesa da Paz, para a amizade e cooperação entre os povos do mundo, continuando a dar o seu contributo para que nunca se venha a repetir barbárie semelhante que causou cerca de 50 milhões de mortos.

    Neste 9 de Maio de 2019, em que se assinala o Dia da Vitória, o CPPC alerta para as ameaças e os perigos que a actual situação internacional comporta, em que se multiplicam focos de ingerência e conflito – do Médio Oriente à Ásia Central, da Europa de Leste ao Pacífico, de África à América Latina – e com a crescente tensão das potências ocidentais, designadamente, dos EUA, da União Europeia e da NATO, face à Federação Russa e à China, de consequências imprevisíveis.

  • ato politico cultural pela paz solidariedade com a revol 1 20190213 2026508677

    Colocando a defesa da paz como uma questão premente face à ameaça reiterada por Trump de agredir militarmente a Venezuela e o povo venezuelano, organizações portuguesas promovem um ato político-cultural no próximo dia 22 de Fevereiro, com inicio às 18h00, na Voz do Operário, em Lisboa.

    Participarão solidariamente neste ato artistas como, 'El Sur', 'Freddy Locks', Jorge Rivotti, Sebastião Antunes e ainda Tiago Santos e Sofia Lisboa.

    A defesa da paz, a solidariedade com a Revolução bolivariana é tão mais importante quando sobre a Venezuela se abate uma operação de ingerência e agressão, sustentada numa ampla campanha de desinformação que deliberadamente esconde que na raiz de dificuldades sentidas pelo povo venezuelano – que atingem também a comunidade portuguesa na Venezuela – está um feroz e desumano bloqueio económico e financeiro promovido pela Administração Trump.

  • Representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, do Movimento Democrático de Mulheres e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente entregaram esta tarde na Embaixada doe EUA em Lisboa, uma carta aberta onde expressam o seu repúdio pelo reconhecimento, pela Administração dos EUA, de Jerusalém como capital de Israel.

  • No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

    Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.

  • A 12 de abril, terça-feira, pelas 21h30, decorre na Biblioteca Municipal de Loulé a Conferência «Situação internacional, solidariedade com os refugiados e luta pela paz», que será apresentada por Ilda Figueiredo, presidente da direção nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e João Martins, vereador da Autarquia com o pelouro da Ação Social.

    Esta conferência, organizada em conjunto pela Câmara Municipal de Loulé e o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pretende dar particular atenção às causas dos refugiados, às guerras de agressão no Médio Oriente e em África, à situação na Europa e à necessidade do reforço da luta pela paz, para conseguir parar as guerras, aumentar a cooperação e conseguir a paz, o desenvolvimento e o progresso social.

     

  • Ex.mo Senhor Primeiro Ministro,

    Contam-se por muitas centenas as vítimas mortais, são milhares de feridos e dezenas de milhar de desalojados o resultado da criminosa agressão do governo israelita ao povo palestino da Faixa de Gaza, desde o dia 7 de Julho. De dia para dia, cresce a escalada de horror e os governos, a comunidade internacional, surda aos protestos que se levantam um pouco por todo o mundo, indiferente à dor e ao sofrimento de um povo martirizado por décadas de ocupação e repressão, assiste em silêncio ao massacre, um exercício de pura e genocida brutalidade praticado sobre uma população indefesa, por um dos mais poderosos exércitos do mundo.

    É tempo de dizer basta. Perante a dimensão da catástrofe, o silêncio é cumplicidade, e a neutralidade um acto de cobardia. Mais do que declarações piedosas, os homens e mulheres que, em Gaza, todos os dias, a todas as horas, a cada minuto que passa, enfrentam com uma insuperável coragem e uma inabalável dignidade a violência dos bombardeamentos israelitas merecem a solidariedade comprometida, consequente e eficaz de todo o mundo. É urgente impor um fim imediato ao massacre do povo palestino, à agressão a Gaza, à ocupação dos territórios palestinos, à impunidade, à atitude insolente de constante desafio pelo Estado de Israel do direito e da legalidade internacionais, à conivência, com a repressão israelita, das grandes potências, dos Estados Unidos da América aos estados da União Europeia.

    A Constituição da República Portuguesa estabelece como princípios ordenadores da sua política externa, a independência nacional, o respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, a igualdade entre os Estados e a solução pacífica dos conflitos internacionais. A Constituição da República Portuguesa reconhece “o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão”. O Governo Português, todos os órgãos de soberania, têm o dever de cumprir a Constituição da República.

    Perante mais esta criminosa ofensiva israelita contra o povo palestino, a brutal ofensiva militar contra a faixa de Gaza, a repressão institucionalizada e generalizada na Margem Ocidental, reclama-se do Governo Português, em obediência aos preceitos constitucionais, e no respeito dos princípios mais elementares do direito internacional, que:

    i) condene e denuncie a agressão militar de Israel contra o povo palestino na faixa de Gaza, exigindo a sua cessação imediata e incondicional;

    ii) suspenda, de imediato, as relações comerciais e diplomáticas de Portugal com o regime israelita;

    iii) reclame o levantamento imediato do brutal e criminoso bloqueio sobre a faixa de Gaza, e a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas;

    iv) desenvolva uma política consistente e determinada, orientada pela exigência do fim da ocupação israelita dos territórios palestinos e pela defesa do direito inalienável do povo palestino à constituição de um estado livre, soberano e independente, com Jerusalém leste como capital e pelo direito ao regresso dos refugiados palestinos.

    As organizações subscritoras:

    CGTP-IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
    CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

  • casa da paz acolhe iniciativa de solidariedade com a republica bolivariana da venezuela 1 20190129 1342138206

    A Casa da Paz, sede do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), acolheu hoje, 23 de Janeiro, uma iniciativa de solidariedade com a República Bolivariana da Venezuela, num momento em que esta enfrenta e resiste ao bloqueio económico e diplomático dos EUA, coordenado com a desestabilização interna promovida pela oligarquia, e a uma poderosa ofensiva mediática.

    Estiveram presentes o embaixador da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, general-em-chefe Lucas Rincón Romero, e outros diplomatas, dirigentes e activistas do CPPC (entre as quais a presidente da direcção nacional, Ilda Figueiredo) e representantes de dezenas de sindicatos, associações e entidades.

  • Divulgamos texto publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) sobre a escalada de agressão dos EUA e seus aliados na Síria.

    "Cebrapaz manifesta grave preocupação com ameaça de guerra generalizada e agressão imperialista contra a Síria

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) soma-se a outros movimentos da paz em todo o mundo em sua profunda preocupação e advertência diante da escalda da agressão imperialista na Síria. Sumamo-nos ao apelo e ao alerta à população mundial para o risco de uma guerra generalizada, de proporções imprevisíveis. Acreditamos ser cada vez mais urgente, sob pena de nos depararmos com uma situação irreversível, a mobilização mundial contra a iminência da guerra.

  • O CPPC divulga e associa-se à posição divulgada pelo Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz a propósito do assassinato da activista e líder camponesa, hondurenha, Berta Cáceres.

    "Cebrapaz manifesta repúdio e lamenta o assassinato da líder camponesa Berta Cáceres em Honduras

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz expressa sua revolta, sua consternação e seu pesar pela morte de Berta Cáceres, coordenadora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), que foi assassinada nesta quarta-feira, 2 de março, em La Esperanza, no departamento hondurenho de Intibucá.

    Somamo-nos à condenação desse assassinato político e da reafirmação da memória de luta de Berta, que já esteve no Brasil e engajou-se em campanhas como o apelo pela eliminação das bases militares estrangeiras em que o Cebrapaz também se engaja. Bertha foi sempre uma voz altiva de denúncia das perseguições aos camponeses e militantes de movimentos sociais, uma liderança na defesa dos direitos humanos e da dignidade em Honduras.

    Expressamos nosso profundo pesar aos companheiros do COPINH, aos familiares e amigos de Berta e ao povo hondurenho pela perda de uma liderança tão engajada e determinada. Somamo-nos aos apelos pela responsabilização dos culpados por seu assassinato e pelo fim imediata da perseguição política contra lideranças dos movimentos sociais!

    Berta foi uma mulher resistente contra a exploração e a violência.
    O povo hondurenho não se curvará nem se atemorizará!

    Socorro Gomes
    Presidenta do Cebrapaz"

  • cinema debate paz a oeste nada de novo porto 1 20190921 1242098354

  • Solidário com a revolução bolivariana, o CPPC estará presente, no próximo dia 5 de Julho, pelas 11h30, na comemoração do 204º Aniversário da Independência Nacional, que a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela irá realizar com uma oferenda de flores junto ao monumento ao Libertador Simón Bolívar, no cruzamento da Avenida da Liberdade com a Rua das Pretas, em Lisboa.

     

  • Intervenção de Ilda Figueiredo:

    Estimados Companheiros e Companheiras,

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação dirijo uma saudação calorosa a todos os que vieram até aqui, a este Concerto pela Paz.

    Sabemos que o fizeram porque são amantes da Paz e estão preocupados com as ameaças à Paz em muitas regiões do mundo.

  • concerto pela paz matosinhos 2019 1 20191019 1780559141

  • concerto pela paz matosinhos 2019 1 20191130 1221962617

    O Concerto pela Paz, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), no dia 24 de novembro, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, do Teatro Municipal Constantino Nery e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, esgotou a sala e foi um momento importante de proclamar a uma só voz “ Paz sim! Guerra Não!” e manifestar a solidariedade com povos em luta pelo seu direito soberano de escolher o seu caminho de progresso social e de paz.

    Pelo palco passaram e brilharam muitos agrupamentos de Matosinhos – o grupo Jimi & The Carpets do rock alternativo. A a Academia de Dança de Matosinhos com o seu bailado “De Lugar Nenhum” a alertar os jovens para a maior crise humanitária desde a 2ª Guerra Mundial – a crise dos refugiados. O Ensemble de Sopros e Percussão da Escola de Música Óscar da Silva" e o Órfeão de Matosinhos, todos a darem um importante contributo para a promoção da paz, e a Banda de Matosinhos-Leça a encerrar de modo brilhante este primeiro Concerto pela Paz em Matosinhos que foi apresentado pela jovem Luísa Pina.

    Na sua intervenção, Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, depois de agradecer a generosidade dos grupos e artistas que participaram e a colaboração e apoio da CM de Matosinhos, dos técnicos do Teatro Constantino Nery e de todos os amigos da paz que ali estavam presentes salientou a importância da defesa da paz, referiu-se ao apelo do Papa Francisco para a eliminação das armas nucleares e anunciou que o CPPC vai lançar nova petição para que Portugal assine e ratifique o Tratado de Proibição das Armas Nucleares (ver base da intervenção).

    Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal de Matosinhos também agradeceu a organização e participação de todos no Concerto pela Paz, referiu-se à sua importância na promoção da paz e mostrou a disponibilidade do município no apoio a atividades no âmbito da cultura da paz e da educação para a paz.

    No encerramento, Luisa Pina agradeceu e afirmou que pela Paz, todos não somos demais

  • concerto pela paz porto 2019 7 20190110 1027713117

    Foi o magnifico Concerto pela Paz que decorreu no Teatro Rivoli, no Porto, na tarde do passado dia 5 de Janeiro, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Teatro Rivoli e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, em defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz.

    Cerca de 700 pessoas ouviram a música da Orquestra Juvenil de Bonjóia, o Bando dos Gambozinos, o Balleteatro, o quarteto de saxofones da Academia de Música de Costa Cabral e o quarteto “Room 204” da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. A apresentação incluindo a apresentação de poesia foi de Clara Godin e João Tarrafa.