Outras Notícias

solidariedade

  • O CPPC divulga e associa-se à posição divulgada pelo Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz a propósito do assassinato da activista e líder camponesa, hondurenha, Berta Cáceres.

    "Cebrapaz manifesta repúdio e lamenta o assassinato da líder camponesa Berta Cáceres em Honduras

    O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz expressa sua revolta, sua consternação e seu pesar pela morte de Berta Cáceres, coordenadora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), que foi assassinada nesta quarta-feira, 2 de março, em La Esperanza, no departamento hondurenho de Intibucá.

    Somamo-nos à condenação desse assassinato político e da reafirmação da memória de luta de Berta, que já esteve no Brasil e engajou-se em campanhas como o apelo pela eliminação das bases militares estrangeiras em que o Cebrapaz também se engaja. Bertha foi sempre uma voz altiva de denúncia das perseguições aos camponeses e militantes de movimentos sociais, uma liderança na defesa dos direitos humanos e da dignidade em Honduras.

    Expressamos nosso profundo pesar aos companheiros do COPINH, aos familiares e amigos de Berta e ao povo hondurenho pela perda de uma liderança tão engajada e determinada. Somamo-nos aos apelos pela responsabilização dos culpados por seu assassinato e pelo fim imediata da perseguição política contra lideranças dos movimentos sociais!

    Berta foi uma mulher resistente contra a exploração e a violência.
    O povo hondurenho não se curvará nem se atemorizará!

    Socorro Gomes
    Presidenta do Cebrapaz"

  • Solidário com a revolução bolivariana, o CPPC estará presente, no próximo dia 5 de Julho, pelas 11h30, na comemoração do 204º Aniversário da Independência Nacional, que a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela irá realizar com uma oferenda de flores junto ao monumento ao Libertador Simón Bolívar, no cruzamento da Avenida da Liberdade com a Rua das Pretas, em Lisboa.

     

  • Intervenção de Ilda Figueiredo:

    Estimados Companheiros e Companheiras,

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação dirijo uma saudação calorosa a todos os que vieram até aqui, a este Concerto pela Paz.

    Sabemos que o fizeram porque são amantes da Paz e estão preocupados com as ameaças à Paz em muitas regiões do mundo.

  • concerto pela paz porto 2019 7 20190110 1027713117

    Foi o magnifico Concerto pela Paz que decorreu no Teatro Rivoli, no Porto, na tarde do passado dia 5 de Janeiro, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Teatro Rivoli e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, em defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz.

    Cerca de 700 pessoas ouviram a música da Orquestra Juvenil de Bonjóia, o Bando dos Gambozinos, o Balleteatro, o quarteto de saxofones da Academia de Música de Costa Cabral e o quarteto “Room 204” da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. A apresentação incluindo a apresentação de poesia foi de Clara Godin e João Tarrafa.

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    39º EUCOCO – MADRID

    Conferência Europeia de Apoio e Solidariedade ao povo Sarauí.

    Madrid/Espanha/ 14 e 15 de Novembro/2014

                                                               

    RESOLUÇÃO FINAL

    DA 39ª EUCOCO

    Madrid, 14 e 15 de Novembro de 2014

     

    Reunidos na presença do Presidente da República Árabe Sarauí Democrática, Mohamed Abdelaziz, foram 435 os participantes procedentes de 25 países da Europa, América e África. A Conferência contou com uma ampla representação da Frente Polisário, para além de 18 activistas da resistência saharauí procedentes dos territórios ocupados, liderados por Aminatou Haidar, figura emblemática da luta do povo saharauí pela sua autodeterminação e independência.

    Participaram importantes delegações parlamentares, representantes de partidos democráticos do estado espanhol, do Intergrupo do Parlamento Europeu, para além de representantes de parlamentos nacionais e regionais. Do Parlamento da União Africana, dos Parlamentos da Argélia, da Africa do Sul, do México, do Brasil, do Chile, da RASD; de Fundações e Associações dos Direitos Humanos, de ONG´S e Comités de Apoio. Participaram nas sessões plenárias, nas comissões temáticas e na manifestação que teve lugar no coração de Madrid no dia 16 de Novembro de 2014. Esta manifestação teve como objetivo condenar os Acordos tripartitos de 14 de Novembro de 1975, que constituem ainda hoje, um obstáculo importante para o caminho da autodeterminação e da independência do povo saarauí. O Estado Espanhol é responsável pela tragédia que vive o povo saarauí. Devem denunciar-se estes Acordos, herança da Espanha franquista e reparar esta injustiça.

  • "A Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) realiza uma missão de solidariedade à Venezuela, com o apoio e a participação do Conselho Mundial da Paz (CMP), entre os dias 20 e 28 de fevereiro. A presidenta do CMP e do Cebrapaz Socorro Gomes está em Caracas, onde participou da Tribuna Anti-Imperialista, na quarta-feira (24), ao lado dos representantes de 27 países membros da FMJD. A delegação também foi recebida pelo Ministério das Relações Exteriores, pelo Ministério da Educação e pela Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados da Venezuela. Além disso, Socorro participou de um programa de rádio com o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

  • O Secretariado do Conselho Mundial da Paz (CMP) divulgou neste domingo (7) uma nota de solidariedade aos prisioneiros políticos palestinos em greve de fome desde 17 de abril. Já são mais de 1.500 palestinos e palestinas aderindo ao protesto desde as prisões israelitas e a manifestação tem mobilizado o apoio internacional.

    Declaração do Conselho Mundial da Paz exigindo a libertação de todos os prisioneiros políticos palestinos das prisões israelitass

    O CMP expressa sua séria preocupação sobre a ofensiva acelerada do regime de ocupação israelita na Palestina, com a continuação da colonização na Cisjordânia, as prisões e perseguição dos palestinos, até mesmo crianças, e a retórica e esforços pela judaização de Israel, assim como o impasse das negociações pela solução do problema palestino por causa do lado israelita, que recebe apoio completo dos EUA e da União Europeia.

  • O Conselho Mundial da Paz submeteu uma comunicação escrita elaborada por um grupo de organizações saaráuis para a 36ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, a realizar-se entre 11 e 29 de Setembro. No texto, o foco das denúncias é a situação das crianças saaráuis, desprotegidas e vítimas de diversos tipos de abuso e violações dos seus direitos, sob a ocupação militar marroquina. O apelo sublinha a responsabilidade das Nações Unidas na protecção dos direitos humanos dos saráuis. Leia o documento a seguir.

    Comunicação escrita submetida pelo Conselho Mundial da Paz para a 36ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (11 a 29 de Setembro de 2017), a pedido de um grupo de organizações saaráuis.
    Tradução: Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz)

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    O repúdio de todos os amantes da paz no Mundo pela presença de organizações ultra-nacionalistas de inspiração fascista e nazi no governo de Kiev, foi pedra de toque na sessão que no passado domingo, 11 de Maio, no Moinho de Maré da Mourisca, no Faralhão, o CPPC e a Junta de Freguesia do Sado realizaram conjuntamente, com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal. Ele é parte integrante da mensagem de Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, emitida logo após os massacres na Casa dos Sindicatos de Odessa, a 2 de Maio, inseridos no plano de desestabilizar a Ucrânia e nele instalar um regime fantoche que aceite alargar a NATO até às fronteiras da Rússia.
  • Divulgamos os temas que algumas organizações manifestaram a intenção de abordar:

    Solidariedade e ternura dos povos - Ana Maria Souto – Movimento Democrático de Mulheres
    A luta pela paz é indissociável da luta dos trabalhadores - Ana Pires- CGTP-IN
    Solidariedade com Cuba e criminoso bloqueio do EUA - Augusto Fidalgo – Associação Amizade Portugal-Cuba
    Paz e Desarmamento - Batista Alves - Presidente da Mesa da Assembleia da Paz Conselho Português para a Paz e Cooperação
    25 de abril e a paz - Comandante Marques Pinto - Associação Conquistas da Revolução
    Festa da Vitória e Paz - Domingos Mealha – Associação Iuri Gagarin
    Cooperação para o desenvolvimento - Eugénio Fonseca - Presidente da CÁRITAS
    Educação para a paz - Eurídice Rocha – FENPROF
    Inteligência artificial e a paz - Frederico Carvalho – Organização dos Trabalhadores Científicos
    Campanha “Desarma a bomba” - Gonçalo Costa - Associação Projeto Ruído
    Acampamento pela paz - Gonçalo Veiga - AE FCSH/Plataforma para a paz
    O desenvolvimento industrial,a soberania e a paz - Helder Pires – FIEQUIMETAL
    Conflitos armados, direitos humanos e pessoas com deficiência - Helena Rato – Associação Portuguesa de Deficientes
    Cooperação da CPCCRD na defesa da Paz - Isabel Graça – CPCCRD
    Guerra e paz no Médio Oriente - Jorge Cadima- MPPM
    Carta das Nações Unidas e direito internacional - Madalena Santos – Associação Portuguesa de Juristas Democratas
    Projecto com a CMSeixal nas escolas - Nuno Carvalho - Associação RATO
    Lutar pela Paz é lutar contra a pobreza - Rego Mendes - Movimento Erradicar a Pobreza
    Os militares e a paz - Sargento António Lima Coelho -Associação Nacional de Sargentos
    "Dádiva relacional - a capacidade humana de trazer o "Outro" para o campo do "NÓS" - Teresa Dennis – CIVITAS
    Paz e a juventude - Tiago Matos – INTERJOVEM

  • contra o fascismo no brasil 1 20181026 1098823527

    Manifestando a sua solidariedade para com o povo brasileiro e com a sua luta em defesa da democracia no Brasil, Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPC junta-se a cerca de 150 personalidades portuguesas, de diversas áreas de intervenção, que manifestam a sua solidariedade para com o povo brasileiro e a sua luta em defesa da democracia, contra o perigo do fascismo no Brasil.

    MANIFESTO INTERNACIONAL CONTRA O FASCISMO NO BRASIL

    «Nós, mulheres e homens de várias partes do mundo comprometidos com a Democracia e os Direitos Humanos, expressamos o mais profundo repúdio ao candidato de extrema-direita, Jair Bolsonaro, que disputa o segundo turno da eleição presidencial no Brasil no próximo 28 de Outubro», lê-se no documento.

    No texto é sublinhado que «as posições que o candidato tem sustentado ao longo de sua vida pública e nesta campanha eleitoral são calcadas em valores xenófobos, racistas, misóginos e homofóbicos», além de que Bolsonaro «defende abertamente os métodos violentos utilizados pelas ditaduras militares, inclusive torturas e assassinatos».

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    É com grande indignação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reage perante o atentado que foi levado a cabo contra a redacção do semanário francês Charlie Hebdo, em Paris.

    O CPPC manifesta o seu pesar e a sua solidariedade às famílias das vítimas e a todos os franceses que vivem com preocupação esta situação e estão empenhados na defesa das liberdades, dos direitos e da dignidade humana, do progresso social, da soberania, da democracia, da paz e da amizade entre os povos em França e em todo o mundo.

  • O CPPC manifesta o seu total repúdio pelos criminosos atentados terroristas perpetrados em Paris na noite de sexta-feira, dia 13 de Novembro, dos quais resultaram mais de uma centena de mortos e centenas de feridos, e manifesta a sua solidariedade com as vítimas, seus familiares, a todo o povo francês e ao Movimento da Paz de França.

    Estes atentados em França não podem ser desligados ou fazer esquecer os muitos actos de horror, de barbárie e de destruição perpetrados por organizações de cariz xenófobo e fascista que vitimam as populações da Síria, do Iraque e da Líbia e que estão na origem do drama de milhões de refugiados – mas também as populações do Líbano, onde, em Beirute, se deu mais um atentado na quinta-feira, matando mais de 40 pessoas, da Turquia, da Tunísia, da Nigéria, entre outros países.

    Por isso, neste momento, não é possível esquecer o papel dos EUA e outras potências militares, nomeadamente no Médio Oriente e em África que, pelas suas agressões, ingerências, promoção e apoio a grupos, como o “estado islâmico”, são responsáveis pela desestabilização de Estados soberanos e o derrube de governos legítimos – sendo, de facto, os principais responsáveis pela proliferação de grupos de cariz xenófobo e fascista e da sua acção de terror.

    Os atentados, como aquele que agora ocorreu em Paris, servem os interesses daqueles que, através da criação de uma atmosfera aterrorizante procuram levar os povos à aceitação da crescente utilização da violência nas relações internacionais e ao cerceamento de liberdades e direitos fundamentais.

    O CPPC, na sua intransigente acção em defesa da Paz e dos valores e conquistas civilizacionais da Humanidade que estiveram na base da sua criação, condenando com veemência tais actos de terror e morte, apela à afirmação da superioridade dos valores da Paz, da democracia, da liberdade e do respeito pela igualdade de direitos de todos os povos do Mundo, combatendo a xenofobia e o militarismo, na certeza de que será neste quadro de valores, inscritos na Carta das Nações Unidas e na Constituição da República Portuguesa, que o desanuviamento e a Paz nas relações internacionais terão lugar, conduzindo ao necessário e imperioso fim das ingerências, agressões e guerras, em particular no Médio Oriente.

    Pela Paz!

    Direcção Nacional do CPPC

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu mais profundo pesar pelas vítimas dos recentes atentados terroristas perpetrados na Bélgica, que provocaram mais de 30 mortos e cerca de 270 feridos, e transmite às famílias das vítimas e ao povo belga a sua consternação e solidariedade.

    O CPPC reafirma a sua condenação de todos os actos de terrorismo, de todas as agressões aos povos, e chama a atenção para o desafio comum que está colocado a todos os amantes da Paz: a mobilização pela causa da Paz, pela denúncia e rejeição de todas as formas de terrorismo – incluindo o terrorismo de Estado –, da opressão, da agressão e da guerra.

    Mobilização pela causa da Paz que exige igualmente a rejeição da promoção da xenofobia e do racismo.

    O CPPC não pode deixar de denunciar as políticas de agressão e guerra contra Estados soberanos que os EUA, a União Europeia e a NATO continuam a praticar, inclusive, apoiando e usando grupos que espalham o terror e a destruição no Norte de África, no Médio Oriente ou na Ásia Central e, agora, em países da Europa.

    O CPPC considera que se coloca a exigência e a premência de parar as agressões e guerras, criar condições favoráveis ao desenvolvimento e progresso social, defendendo a liberdade e a democracia, respeitando os direitos e a soberania dos povos e a independência dos Estados, pugnando pela cooperação e diálogo para a resolução política dos conflitos internacionais de acordo com os princípios da Carta da ONU – objectivo que exige de todos os amantes da Paz um maior envolvimento em favor da causa da Paz e da solidariedade com os povos vítimas destas situações de agressão e guerra.

  • O CPPC e a Câmara Municipal de Almada homenagearam, no sábado, 17, as vítimas do atentado que, dias antes, vitimou dezenas de pessoas em Ancara, na Turquia, que participavam numa marcha pela paz. A homenagem teve lugar no Fórum Municipal Romeu Correia, onde está patente a exposição «Almada pela Paz», resultante da parceria existente entre ambas as estruturas e que até final do ano dará o mote à realização de diversas iniciativas sobre a paz.

    A sessão, apresentada por Fernando Fitas (que declamou diversos poemas relativos à paz e à guerra), contou com a presença solidária de um conjunto de artistas almadenses - De la Karta/Geração Kool, Manuel Loureiro, Nelson Paiva, Grupo Coral e Etnográfico «Amigos do Alentejo» e Sandra Costa e João Vieira - e ainda da classe de ginástica rítmica do Vitória Clube Quintinhas.

    Na sessão intervieram o membro da Direcção Nacional do CPPC Gustavo Carneiro e o presidente da Câmara Municipal de Almada Joaquim Judas, que sublinhou a importância de, hoje, defender a paz, questão essencial para construir um futuro de progresso, justiça social e soberania. O dirigente do CPPC inseriu o atentado de Ancara no processo de desestabilização do Médio Oriente, do qual o governo turco é um dos principais promotores, denunciou o carácter agressivo dos exercícios da NATO que por estes dias ocorrem no nosso País, envolvendo forças militares portuguesas e apelou à participação no desfile de sábado, 24, em Lisboa. A Constituição da República, lembrou, consagra a «dissolução dos blocos político-militares».

    A homenagem terminou com uma largada de balões brancos, onde estava impressa a célebre pomba pintada por Pablo Picasso para o movimento da Paz e inscrita a frase «Almada pela Paz».

     

  • Face aos brutais actos terroristas que têm vitimado centenas de pessoas nos últimos tempos, de que são exemplo, o acto terrorista em Nice – cujos contornos continuam por apurar na sua totalidade – ou os atentados recentemente perpetrados em Bagdade, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) transmite, em particular, aos povos francês e iraquiano a sua solidariedade neste momento difícil, de dor e consternação.

    Compreendendo os naturais sentimentos de indignação dos povos vítimas do terrorismo, o CPPC reafirma que a forma mais eficaz de combater este fenómeno é pôr fim às causas que o geram e, em especial, às guerras de agressão que, nos últimos anos, as potências ocidentais têm perpetrado contra Estados soberanos, particularmente no Médio Oriente.

    A agressão dos EUA/NATO ao Iraque, ao Afeganistão, à Líbia e, de forma encapotada, à Síria, levou à promoção e multiplicação de actos terroristas – em primeiro lugar nestes países, mas também noutros locais do mundo, nomeadamente em países da Europa – pelo que a solução não poderá nunca passar pela intensificação desta política de agressão mas pela sua substituição por uma política de desanuviamento, cooperação e respeito pela soberania e independência dos Estados e pelos direitos dos povos, uma efectiva política de Paz.

    O CPPC alerta ainda para as tentativas, aliás já em curso, de instrumentalizar os legítimos sentimentos de dor e indignação, para implementar políticas securitárias e antidemocráticas, promover o racismo e a xenofobia e justificar novas agressões.

    O que se impõe é salvaguardar o legítimo direitos dos povos a viver em paz e a decidir soberanamente dos seus destinos, promovendo a solidariedade e a amizade entre os povos, promovendo o progresso e a Paz.

    Direcção Nacional do CPPC

  • cppc participa em reuniao do conselho mundial da paz e missao de solidariedade na republica arabe da siria 1 20181026 1648068446

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa na reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP) que se realiza nos dias 27 e 28 de Outubro em Damasco, capital da República Árabe da Síria.

    Em debate estará a avaliação das actuais ameaças à paz e à segurança internacionais, a luta dos povos pelo progresso social e a soberania nacional e as iniciativas e campanhas a levar a cabo pelo Conselho Mundial da Paz. A reunião será acolhida pelo Conselho Nacional da Paz Sírio, que integra não só o Comité Executivo como também o Secretariado do Conselho Mundial da Paz.

    Em seguida, entre 29 e 31 de Outubro tem lugar uma Missão Internacional de Solidariedade organizada conjuntamente pelo CMP e pela Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD). No âmbito desta missão, os participantes visitarão localidades, monumentos e instalações afectadas pela guerra, terão reuniões com organizações e instituições políticas e sociais e participarão na Conferência Internacional de Solidariedade com o povo e a juventude da Síria, no dia 30 de Outubro.

  • O CPPC realizou no dia 14 uma sessão pública intitulada «Pela salvaguarda dos direitos do povo sírio, da paz e da soberania. Fim à agressão à Síria!». Foram oradores os jornalistas José Goulão e Ribeiro Cardoso e o vice-presidente da direcção nacional do CPPC, Filipe Ferreira, que perante uma sala cheia e participativa denunciaram a agressão externa à Síria, que dura há já sete anos, e a forma truncada e manipulada como a generalidade da comunicação social aborda o assunto.

  • Ao tomar conhecimento da inadmissível atitude das autoridades da Turquia relativamente a organizações e movimentos sociais turcos, ordenando a sua suspensão por um período de três meses, como a Associação de Paz da Turquia, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua condenação da decisão das autoridades turcas.

    O CPPC denuncia este ataque aos direitos e liberdades de organizações e movimentos sociais turcos, a repressão de que está a ser vítima a Associação de Paz da Turquia, pelas forças policiais e expressamos a séria preocupação sobre os reais motivos e objetivos por detrás desta ação autoritária e anti-democrática, dado que não são aceitáveis os argumentos utilizados

    O CPPC expressa a sua solidariedade com o povo da Turquia, com as forças amantes da Paz e com os nossos amigos da Associação de Paz da Turquia, que é membro do Conselho Mundial da Paz e com quem partilhamos a luta pela paz na região e no mundo.

    O CPPC junta a sua voz a todos os que condenam esta atitude das autoridades turcas, exigindo o levantamento da suspensão de atividade da Associação de Paz da Turquia e o respeito pela sua actividade na defesa da paz.

    Direcção Nacional do CPPC