Outras Notícias

solidariedade

  • contra o fascismo no brasil 1 20181026 1098823527

    Manifestando a sua solidariedade para com o povo brasileiro e com a sua luta em defesa da democracia no Brasil, Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPC junta-se a cerca de 150 personalidades portuguesas, de diversas áreas de intervenção, que manifestam a sua solidariedade para com o povo brasileiro e a sua luta em defesa da democracia, contra o perigo do fascismo no Brasil.

    MANIFESTO INTERNACIONAL CONTRA O FASCISMO NO BRASIL

    «Nós, mulheres e homens de várias partes do mundo comprometidos com a Democracia e os Direitos Humanos, expressamos o mais profundo repúdio ao candidato de extrema-direita, Jair Bolsonaro, que disputa o segundo turno da eleição presidencial no Brasil no próximo 28 de Outubro», lê-se no documento.

    No texto é sublinhado que «as posições que o candidato tem sustentado ao longo de sua vida pública e nesta campanha eleitoral são calcadas em valores xenófobos, racistas, misóginos e homofóbicos», além de que Bolsonaro «defende abertamente os métodos violentos utilizados pelas ditaduras militares, inclusive torturas e assassinatos».

  •  

    É com grande indignação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reage perante o atentado que foi levado a cabo contra a redacção do semanário francês Charlie Hebdo, em Paris.

    O CPPC manifesta o seu pesar e a sua solidariedade às famílias das vítimas e a todos os franceses que vivem com preocupação esta situação e estão empenhados na defesa das liberdades, dos direitos e da dignidade humana, do progresso social, da soberania, da democracia, da paz e da amizade entre os povos em França e em todo o mundo.

  • O CPPC manifesta o seu total repúdio pelos criminosos atentados terroristas perpetrados em Paris na noite de sexta-feira, dia 13 de Novembro, dos quais resultaram mais de uma centena de mortos e centenas de feridos, e manifesta a sua solidariedade com as vítimas, seus familiares, a todo o povo francês e ao Movimento da Paz de França.

    Estes atentados em França não podem ser desligados ou fazer esquecer os muitos actos de horror, de barbárie e de destruição perpetrados por organizações de cariz xenófobo e fascista que vitimam as populações da Síria, do Iraque e da Líbia e que estão na origem do drama de milhões de refugiados – mas também as populações do Líbano, onde, em Beirute, se deu mais um atentado na quinta-feira, matando mais de 40 pessoas, da Turquia, da Tunísia, da Nigéria, entre outros países.

    Por isso, neste momento, não é possível esquecer o papel dos EUA e outras potências militares, nomeadamente no Médio Oriente e em África que, pelas suas agressões, ingerências, promoção e apoio a grupos, como o “estado islâmico”, são responsáveis pela desestabilização de Estados soberanos e o derrube de governos legítimos – sendo, de facto, os principais responsáveis pela proliferação de grupos de cariz xenófobo e fascista e da sua acção de terror.

    Os atentados, como aquele que agora ocorreu em Paris, servem os interesses daqueles que, através da criação de uma atmosfera aterrorizante procuram levar os povos à aceitação da crescente utilização da violência nas relações internacionais e ao cerceamento de liberdades e direitos fundamentais.

    O CPPC, na sua intransigente acção em defesa da Paz e dos valores e conquistas civilizacionais da Humanidade que estiveram na base da sua criação, condenando com veemência tais actos de terror e morte, apela à afirmação da superioridade dos valores da Paz, da democracia, da liberdade e do respeito pela igualdade de direitos de todos os povos do Mundo, combatendo a xenofobia e o militarismo, na certeza de que será neste quadro de valores, inscritos na Carta das Nações Unidas e na Constituição da República Portuguesa, que o desanuviamento e a Paz nas relações internacionais terão lugar, conduzindo ao necessário e imperioso fim das ingerências, agressões e guerras, em particular no Médio Oriente.

    Pela Paz!

    Direcção Nacional do CPPC

  • cppc condena atentados no sri lanka 1 20190426 1929781863

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente os atentados perpetrados no Sri Lanka, no dia 21 de Abril, que já provocaram a morte de mais de 300 pessoas e feriram muitas outras.

    Manifestando o seu pesar ao povo do Sri Lanka e, em particular, às vítimas e seus familiares, o CPPC reafirma a sua frontal condenação das acções de grupos terroristas que têm provocado tantas vítimas em países do Médio Oriente, de África, da Ásia ou da Europa.

  •  

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu mais profundo pesar pelas vítimas dos recentes atentados terroristas perpetrados na Bélgica, que provocaram mais de 30 mortos e cerca de 270 feridos, e transmite às famílias das vítimas e ao povo belga a sua consternação e solidariedade.

    O CPPC reafirma a sua condenação de todos os actos de terrorismo, de todas as agressões aos povos, e chama a atenção para o desafio comum que está colocado a todos os amantes da Paz: a mobilização pela causa da Paz, pela denúncia e rejeição de todas as formas de terrorismo – incluindo o terrorismo de Estado –, da opressão, da agressão e da guerra.

    Mobilização pela causa da Paz que exige igualmente a rejeição da promoção da xenofobia e do racismo.

    O CPPC não pode deixar de denunciar as políticas de agressão e guerra contra Estados soberanos que os EUA, a União Europeia e a NATO continuam a praticar, inclusive, apoiando e usando grupos que espalham o terror e a destruição no Norte de África, no Médio Oriente ou na Ásia Central e, agora, em países da Europa.

    O CPPC considera que se coloca a exigência e a premência de parar as agressões e guerras, criar condições favoráveis ao desenvolvimento e progresso social, defendendo a liberdade e a democracia, respeitando os direitos e a soberania dos povos e a independência dos Estados, pugnando pela cooperação e diálogo para a resolução política dos conflitos internacionais de acordo com os princípios da Carta da ONU – objectivo que exige de todos os amantes da Paz um maior envolvimento em favor da causa da Paz e da solidariedade com os povos vítimas destas situações de agressão e guerra.

  • O CPPC e a Câmara Municipal de Almada homenagearam, no sábado, 17, as vítimas do atentado que, dias antes, vitimou dezenas de pessoas em Ancara, na Turquia, que participavam numa marcha pela paz. A homenagem teve lugar no Fórum Municipal Romeu Correia, onde está patente a exposição «Almada pela Paz», resultante da parceria existente entre ambas as estruturas e que até final do ano dará o mote à realização de diversas iniciativas sobre a paz.

    A sessão, apresentada por Fernando Fitas (que declamou diversos poemas relativos à paz e à guerra), contou com a presença solidária de um conjunto de artistas almadenses - De la Karta/Geração Kool, Manuel Loureiro, Nelson Paiva, Grupo Coral e Etnográfico «Amigos do Alentejo» e Sandra Costa e João Vieira - e ainda da classe de ginástica rítmica do Vitória Clube Quintinhas.

    Na sessão intervieram o membro da Direcção Nacional do CPPC Gustavo Carneiro e o presidente da Câmara Municipal de Almada Joaquim Judas, que sublinhou a importância de, hoje, defender a paz, questão essencial para construir um futuro de progresso, justiça social e soberania. O dirigente do CPPC inseriu o atentado de Ancara no processo de desestabilização do Médio Oriente, do qual o governo turco é um dos principais promotores, denunciou o carácter agressivo dos exercícios da NATO que por estes dias ocorrem no nosso País, envolvendo forças militares portuguesas e apelou à participação no desfile de sábado, 24, em Lisboa. A Constituição da República, lembrou, consagra a «dissolução dos blocos político-militares».

    A homenagem terminou com uma largada de balões brancos, onde estava impressa a célebre pomba pintada por Pablo Picasso para o movimento da Paz e inscrita a frase «Almada pela Paz».

     

  • cppc fala sobre 25 abril em escolas de setubal 1 20190518 1165832279

    A convite de escolas de Setúbal, o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, através da dirigente Zulmira Ramos, em palestras, muito participadas, sobre o “25 de Abril e a Paz”: na Escola Lima de Freitas, no dia 26 abril, e na Escola Sebastião da Gama, no dia 30 de abril.

    Nas palestras, Zulmira Ramos referiu-se à situação de Portugal antes do 25 Abril que se caracterizava, por exemplo, pela existência de miséria, trabalho infantil, ausência de direitos das mulheres, repressão, guerra colonial, analfabetismo, ensino reservado para uns poucos, dando conta também das lutas diversas do povo português e dos povos das ex-colónias contra o fascismo e contra o colonialismo, o que culminaria com a acção do Movimento das Forças Armadas (MFA), que, em conjunto com o povo, pôs fim ao fascismo, permitiu acabar com a guerra colonial, realizar eleições democráticas, melhorar as condições de vida, viver em liberdade e em paz.

  • Face aos brutais actos terroristas que têm vitimado centenas de pessoas nos últimos tempos, de que são exemplo, o acto terrorista em Nice – cujos contornos continuam por apurar na sua totalidade – ou os atentados recentemente perpetrados em Bagdade, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) transmite, em particular, aos povos francês e iraquiano a sua solidariedade neste momento difícil, de dor e consternação.

    Compreendendo os naturais sentimentos de indignação dos povos vítimas do terrorismo, o CPPC reafirma que a forma mais eficaz de combater este fenómeno é pôr fim às causas que o geram e, em especial, às guerras de agressão que, nos últimos anos, as potências ocidentais têm perpetrado contra Estados soberanos, particularmente no Médio Oriente.

    A agressão dos EUA/NATO ao Iraque, ao Afeganistão, à Líbia e, de forma encapotada, à Síria, levou à promoção e multiplicação de actos terroristas – em primeiro lugar nestes países, mas também noutros locais do mundo, nomeadamente em países da Europa – pelo que a solução não poderá nunca passar pela intensificação desta política de agressão mas pela sua substituição por uma política de desanuviamento, cooperação e respeito pela soberania e independência dos Estados e pelos direitos dos povos, uma efectiva política de Paz.

    O CPPC alerta ainda para as tentativas, aliás já em curso, de instrumentalizar os legítimos sentimentos de dor e indignação, para implementar políticas securitárias e antidemocráticas, promover o racismo e a xenofobia e justificar novas agressões.

    O que se impõe é salvaguardar o legítimo direitos dos povos a viver em paz e a decidir soberanamente dos seus destinos, promovendo a solidariedade e a amizade entre os povos, promovendo o progresso e a Paz.

    Direcção Nacional do CPPC

  • cppc participa em reuniao do conselho mundial da paz e missao de solidariedade na republica arabe da siria 1 20181026 1648068446

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa na reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP) que se realiza nos dias 27 e 28 de Outubro em Damasco, capital da República Árabe da Síria.

    Em debate estará a avaliação das actuais ameaças à paz e à segurança internacionais, a luta dos povos pelo progresso social e a soberania nacional e as iniciativas e campanhas a levar a cabo pelo Conselho Mundial da Paz. A reunião será acolhida pelo Conselho Nacional da Paz Sírio, que integra não só o Comité Executivo como também o Secretariado do Conselho Mundial da Paz.

    Em seguida, entre 29 e 31 de Outubro tem lugar uma Missão Internacional de Solidariedade organizada conjuntamente pelo CMP e pela Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD). No âmbito desta missão, os participantes visitarão localidades, monumentos e instalações afectadas pela guerra, terão reuniões com organizações e instituições políticas e sociais e participarão na Conferência Internacional de Solidariedade com o povo e a juventude da Síria, no dia 30 de Outubro.

  • cppc participou em seminario em lisboa 1 20190426 1051875892

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 18 de Abril, no “Seminário sobre a Promoção do Entendimento entre os Povos e a Construção conjunta da Iniciativa de Uma Faixa e Uma Rota”, organizado pela Associação do Povo Chinês para a Paz e o Desarmamento.

    Leia a intervenção do CPPC, por Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional:

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação agradeço o convite para participar neste colóquio, o que nos possibilita dar a conhecer os objectivos e a acção em defesa da paz, pelo desarmamento, pela cooperação e a amizade entre os povos que temos vindo a desenvolver em Portugal, mas também no quadro do Conselho Mundial da Paz, o qual integramos.

  • cppc participou nas comemoracoes do 1 de maio 2 20190510 1549159358

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou nas comemorações do 1.º de Maio promovidas pela CGTP-IN em vários pontos do País.

    Em Lisboa, para além da presença com uma banca, onde foram distribuídos milhares de documentos, os activistas da paz e da solidariedade participaram no desfile empunhando uma faixa de solidariedade com o povo venezuelano e a Revolução Bolivariana, que na véspera derrotaram uma nova tentativa de golpe de Estado perpetrada pela extrema-direita golpista, em coordenação e às ordens dos Estados Unidos da América, contra a soberania, a democracia e a paz na Venezuela. Entre as palavras de ordem entoadas, soaram com particular vigor «Venezuela soberana é bolivariana» e «Golpe e agressão não passarão».

    No Porto os activistas participaram no desfile empunhando uma faixa da campanha pela Assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Em Coimbra o CPPC marcou presença com uma faixa de solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

  • O CPPC realizou no dia 14 uma sessão pública intitulada «Pela salvaguarda dos direitos do povo sírio, da paz e da soberania. Fim à agressão à Síria!». Foram oradores os jornalistas José Goulão e Ribeiro Cardoso e o vice-presidente da direcção nacional do CPPC, Filipe Ferreira, que perante uma sala cheia e participativa denunciaram a agressão externa à Síria, que dura há já sete anos, e a forma truncada e manipulada como a generalidade da comunicação social aborda o assunto.

  • cppc sauda a frente polisario pelo seu 46 aniversario 1 20190518 1675844067

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a Frente Polisário, legítima representante do povo saraui, por ocasião do seu 46.º aniversário, que se assinala dia 10 de Maio, reconhecendo o seu papel determinante na luta contra o colonialismo e pelo reconhecimento do direito inalienável do povo saraui a uma pátria livre e soberana, nos territórios do Sara Ocidental, em que se inscreve a proclamação da República Árabe Sarauí Democrática (RASD), em 1976.

    Nesta ocasião, o CPPC reafirma a sua condenação da ilegal ocupação dos territórios do Sara Ocidental por parte do Reino de Marrocos e da sua brutal política de repressão contra o povo saraui e dos seus direitos nacionais, com a vergonhosa conivência dos EUA e da União Europeia.

  • Ao tomar conhecimento da inadmissível atitude das autoridades da Turquia relativamente a organizações e movimentos sociais turcos, ordenando a sua suspensão por um período de três meses, como a Associação de Paz da Turquia, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua condenação da decisão das autoridades turcas.

    O CPPC denuncia este ataque aos direitos e liberdades de organizações e movimentos sociais turcos, a repressão de que está a ser vítima a Associação de Paz da Turquia, pelas forças policiais e expressamos a séria preocupação sobre os reais motivos e objetivos por detrás desta ação autoritária e anti-democrática, dado que não são aceitáveis os argumentos utilizados

    O CPPC expressa a sua solidariedade com o povo da Turquia, com as forças amantes da Paz e com os nossos amigos da Associação de Paz da Turquia, que é membro do Conselho Mundial da Paz e com quem partilhamos a luta pela paz na região e no mundo.

    O CPPC junta a sua voz a todos os que condenam esta atitude das autoridades turcas, exigindo o levantamento da suspensão de atividade da Associação de Paz da Turquia e o respeito pela sua actividade na defesa da paz.

    Direcção Nacional do CPPC

  • cppc solidario com o povo brasileiro na defesa da democracia e do progresso social 1 20181008 1944990845

    No próximo domingo, 7 de Outubro, vão decorrer eleições no Brasil para a presidência da República, Senado, Congresso e Assembleias Estaduais. Estas eleições, e particularmente as presidenciais, decorrem numa situação marcada ainda pelos efeitos da destituição da presidente eleita Dilma Rousseff, que configurou um verdadeiro golpe de Estado institucional, e que continuou com a perseguição contra Lula da Silva e da sua arbitrária prisão, através da instrumentalização do sistema judicial, que tem desrespeitado normas processuais e criado “jurisprudência” à medida do objectivo político de afastamento e impedimento da participação de Lula da Silva nestas eleições.

  • cppc solidario com venezuela bolivariana 1 20180523 1079343863

    No próximo domingo, dia 20 de Maio, realizam-se eleições para a presidência da República Bolivariana da Venezuela, culminando um processo eleitoral que tem decorrido com normalidade, apesar da acção desestabilizadora que EUA e seus aliados continuam a protagonizar, seja através da aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções e do bloqueio económico e financeiro, seja da ameaça de intervenção militar e do apoio a acções golpistas naquele país, criando acrescidas dificuldades ao povo venezuelano, e procurando desmobilizar a participação, criar medo e desconfiança no futuro, desacreditar ou mesmo impedir o processo eleitoral.

    As constantes declarações de responsáveis dos EUA e seus aliados contra o Governo de Nicolas Maduro e a permanente tentativa do seu isolamento político visam dificultar a evolução da situação democrática no país e influenciar resultados eleitorais para facilitar a ingerência externa ao serviço da oligarquia venezuelana.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena veementemente a acção terrorista praticada por grupos para-militares de extrema-direita e fascistas contra as forças progressistas e revolucionárias venezuelanas, de que é exemplo recente o hediondo assassinato do dirigente e deputado do Partido Socialista Unificado da Venezuela (PSUV), Robert Serra, assim como da sua companheira e activista, María Herrera.

  •   cppc visitou a palestina de 28 marco a 3 de abril de 2019 2 20190410 1011004817

    O CPPC deslocou-se à Palestina a convite do Sr. Embaixador da Palestina em Portugal de 28 de março a 3 de abril de 2019, integrado numa delegação do Movimento dos Municípios pela Paz composta por representantes das Câmaras do Fundão, Soure, Seixal, Moita, Cuba, Évora, Lagoa e Loulé, tendo tido reuniões com Governadores e Presidentes de Câmara de diversas cidades e com representantes da Universidade e de agricultores.

    Nesta visita constatou-se as dificuldades que o povo palestino enfrenta no seu dia a dia devido à ocupação ilegal que Israel exerce sobre o seu território, à revelia de várias resoluções da ONU, nomeadamente devido ao controlo de centenas de check points, existência dos colonatos que limitam a utilização da terra, limitação do fornecimento de água e eletricidade, de construção de casas e escolas, destruição de colheitas, provocações e prisões de milhares de homens, mulheres e crianças que não se resignam a esta violência e humilhação.

  • solidariedade com a revolucao bolivariana 1 20190422 1215474582

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou na 2ª Missão Internacional de Solidariedade com o povo venezuelano, que teve lugar em Caracas nos dias 12 a 14 de Abril. Na missão participaram dezenas de organizações menbro do Conselho Mundial da Paz e da Federação Mundial das Juventudes Democráticas, oriundas de todo o mundo.

    As organizações expressaram a sua solidariedade para com o povo venezuelano e a sua luta em defesa da soberania, da independência, da autodeterminação e da paz, tendo também repudiado as tentativas por parte dos EUA e seus aliados para promover um golpe de Estado na Venezuela.

  • O parlamento israelita aprovou recentemente a lei que visa dar cobertura “legal” retroactiva a cerca de 4000 casas já construídas por israelitas nos territórios palestinianos ocupados, em colonatos que sempre foram e são ilegais à luz do Direito Internacional e que também o eram pela lei israelita antes daquela aprovação.

    Ao colocar sob jurisdição civil a construção de colonatos nos territórios palestinianos ocupados a lei aprovada consubstancia igualmente a política de anexação que o Estado de Israel tem prosseguido na região e da qual nunca desistiu.

    Como se isso não bastasse, o governo de Israel, usando da impunidade com que a comunidade internacional lhe tem permitido actuar, anunciou já projectos de construção de novos colonatos – cerca de mais 6000 casas – nos territórios palestinianos da Cisjordânia e Jerusalém Oriental.