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solidariedade

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    O Concerto pela Paz, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), no dia 24 de novembro, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, do Teatro Municipal Constantino Nery e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, esgotou a sala e foi um momento importante de proclamar a uma só voz “ Paz sim! Guerra Não!” e manifestar a solidariedade com povos em luta pelo seu direito soberano de escolher o seu caminho de progresso social e de paz.

    Pelo palco passaram e brilharam muitos agrupamentos de Matosinhos – o grupo Jimi & The Carpets do rock alternativo. A a Academia de Dança de Matosinhos com o seu bailado “De Lugar Nenhum” a alertar os jovens para a maior crise humanitária desde a 2ª Guerra Mundial – a crise dos refugiados. O Ensemble de Sopros e Percussão da Escola de Música Óscar da Silva" e o Órfeão de Matosinhos, todos a darem um importante contributo para a promoção da paz, e a Banda de Matosinhos-Leça a encerrar de modo brilhante este primeiro Concerto pela Paz em Matosinhos que foi apresentado pela jovem Luísa Pina.

    Na sua intervenção, Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, depois de agradecer a generosidade dos grupos e artistas que participaram e a colaboração e apoio da CM de Matosinhos, dos técnicos do Teatro Constantino Nery e de todos os amigos da paz que ali estavam presentes salientou a importância da defesa da paz, referiu-se ao apelo do Papa Francisco para a eliminação das armas nucleares e anunciou que o CPPC vai lançar nova petição para que Portugal assine e ratifique o Tratado de Proibição das Armas Nucleares (ver base da intervenção).

    Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal de Matosinhos também agradeceu a organização e participação de todos no Concerto pela Paz, referiu-se à sua importância na promoção da paz e mostrou a disponibilidade do município no apoio a atividades no âmbito da cultura da paz e da educação para a paz.

    No encerramento, Luisa Pina agradeceu e afirmou que pela Paz, todos não somos demais

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  • concerto pela paz porto 2019 7 20190110 1027713117

    Foi o magnifico Concerto pela Paz que decorreu no Teatro Rivoli, no Porto, na tarde do passado dia 5 de Janeiro, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Teatro Rivoli e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, em defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz.

    Cerca de 700 pessoas ouviram a música da Orquestra Juvenil de Bonjóia, o Bando dos Gambozinos, o Balleteatro, o quarteto de saxofones da Academia de Música de Costa Cabral e o quarteto “Room 204” da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. A apresentação incluindo a apresentação de poesia foi de Clara Godin e João Tarrafa.

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    O CPPC promoveu no dia 16 de Novembro nas instalações da Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, em Lisboa, uma conferência sobre a América Latina. Na mesa estiveram Ilda Figueiredo e Luís Carapinha, do CPPC, e os embaixadores da República Bolivariana da Venezuela e de Cuba, Lucas Rincón Romero e Mercedes Martínez. Intervieram também representantes dos Colombianos Pela Paz, dos Chilenos em Portugal e do núcleo do PT de Lisboa. A abrir, Joana Manuel e Rui Galveias interpretaram magistralmente canções latino-americanas, que remetem para a secular luta dos povos da região pelo progresso e a soberania, contra a ingerência.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação promove, no dia 16 de Dezembro às 18 horas, no Clube dos Fenianos Portuenses, uma conferência intitulada «Os novos desafios para a Paz na América Latina», onde estarão em debate os complexos obstáculos colocados aos povos da região que corajosamente se batem pelo progresso, a justiça social e a soberania.

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    39º EUCOCO – MADRID

    Conferência Europeia de Apoio e Solidariedade ao povo Sarauí.

    Madrid/Espanha/ 14 e 15 de Novembro/2014

                                                               

    RESOLUÇÃO FINAL

    DA 39ª EUCOCO

    Madrid, 14 e 15 de Novembro de 2014

     

    Reunidos na presença do Presidente da República Árabe Sarauí Democrática, Mohamed Abdelaziz, foram 435 os participantes procedentes de 25 países da Europa, América e África. A Conferência contou com uma ampla representação da Frente Polisário, para além de 18 activistas da resistência saharauí procedentes dos territórios ocupados, liderados por Aminatou Haidar, figura emblemática da luta do povo saharauí pela sua autodeterminação e independência.

    Participaram importantes delegações parlamentares, representantes de partidos democráticos do estado espanhol, do Intergrupo do Parlamento Europeu, para além de representantes de parlamentos nacionais e regionais. Do Parlamento da União Africana, dos Parlamentos da Argélia, da Africa do Sul, do México, do Brasil, do Chile, da RASD; de Fundações e Associações dos Direitos Humanos, de ONG´S e Comités de Apoio. Participaram nas sessões plenárias, nas comissões temáticas e na manifestação que teve lugar no coração de Madrid no dia 16 de Novembro de 2014. Esta manifestação teve como objetivo condenar os Acordos tripartitos de 14 de Novembro de 1975, que constituem ainda hoje, um obstáculo importante para o caminho da autodeterminação e da independência do povo saarauí. O Estado Espanhol é responsável pela tragédia que vive o povo saarauí. Devem denunciar-se estes Acordos, herança da Espanha franquista e reparar esta injustiça.

  • "A Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) realiza uma missão de solidariedade à Venezuela, com o apoio e a participação do Conselho Mundial da Paz (CMP), entre os dias 20 e 28 de fevereiro. A presidenta do CMP e do Cebrapaz Socorro Gomes está em Caracas, onde participou da Tribuna Anti-Imperialista, na quarta-feira (24), ao lado dos representantes de 27 países membros da FMJD. A delegação também foi recebida pelo Ministério das Relações Exteriores, pelo Ministério da Educação e pela Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados da Venezuela. Além disso, Socorro participou de um programa de rádio com o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

  • O Secretariado do Conselho Mundial da Paz (CMP) divulgou neste domingo (7) uma nota de solidariedade aos prisioneiros políticos palestinos em greve de fome desde 17 de abril. Já são mais de 1.500 palestinos e palestinas aderindo ao protesto desde as prisões israelitas e a manifestação tem mobilizado o apoio internacional.

    Declaração do Conselho Mundial da Paz exigindo a libertação de todos os prisioneiros políticos palestinos das prisões israelitass

    O CMP expressa sua séria preocupação sobre a ofensiva acelerada do regime de ocupação israelita na Palestina, com a continuação da colonização na Cisjordânia, as prisões e perseguição dos palestinos, até mesmo crianças, e a retórica e esforços pela judaização de Israel, assim como o impasse das negociações pela solução do problema palestino por causa do lado israelita, que recebe apoio completo dos EUA e da União Europeia.

  • O Conselho Mundial da Paz submeteu uma comunicação escrita elaborada por um grupo de organizações saaráuis para a 36ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, a realizar-se entre 11 e 29 de Setembro. No texto, o foco das denúncias é a situação das crianças saaráuis, desprotegidas e vítimas de diversos tipos de abuso e violações dos seus direitos, sob a ocupação militar marroquina. O apelo sublinha a responsabilidade das Nações Unidas na protecção dos direitos humanos dos saráuis. Leia o documento a seguir.

    Comunicação escrita submetida pelo Conselho Mundial da Paz para a 36ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (11 a 29 de Setembro de 2017), a pedido de um grupo de organizações saaráuis.
    Tradução: Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz)

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    O repúdio de todos os amantes da paz no Mundo pela presença de organizações ultra-nacionalistas de inspiração fascista e nazi no governo de Kiev, foi pedra de toque na sessão que no passado domingo, 11 de Maio, no Moinho de Maré da Mourisca, no Faralhão, o CPPC e a Junta de Freguesia do Sado realizaram conjuntamente, com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal. Ele é parte integrante da mensagem de Socorro Gomes, Presidente do Conselho Mundial da Paz, emitida logo após os massacres na Casa dos Sindicatos de Odessa, a 2 de Maio, inseridos no plano de desestabilizar a Ucrânia e nele instalar um regime fantoche que aceite alargar a NATO até às fronteiras da Rússia.
  • Divulgamos os temas que algumas organizações manifestaram a intenção de abordar:

    Solidariedade e ternura dos povos - Ana Maria Souto – Movimento Democrático de Mulheres
    A luta pela paz é indissociável da luta dos trabalhadores - Ana Pires- CGTP-IN
    Solidariedade com Cuba e criminoso bloqueio do EUA - Augusto Fidalgo – Associação Amizade Portugal-Cuba
    Paz e Desarmamento - Batista Alves - Presidente da Mesa da Assembleia da Paz Conselho Português para a Paz e Cooperação
    25 de abril e a paz - Comandante Marques Pinto - Associação Conquistas da Revolução
    Festa da Vitória e Paz - Domingos Mealha – Associação Iuri Gagarin
    Cooperação para o desenvolvimento - Eugénio Fonseca - Presidente da CÁRITAS
    Educação para a paz - Eurídice Rocha – FENPROF
    Inteligência artificial e a paz - Frederico Carvalho – Organização dos Trabalhadores Científicos
    Campanha “Desarma a bomba” - Gonçalo Costa - Associação Projeto Ruído
    Acampamento pela paz - Gonçalo Veiga - AE FCSH/Plataforma para a paz
    O desenvolvimento industrial,a soberania e a paz - Helder Pires – FIEQUIMETAL
    Conflitos armados, direitos humanos e pessoas com deficiência - Helena Rato – Associação Portuguesa de Deficientes
    Cooperação da CPCCRD na defesa da Paz - Isabel Graça – CPCCRD
    Guerra e paz no Médio Oriente - Jorge Cadima- MPPM
    Carta das Nações Unidas e direito internacional - Madalena Santos – Associação Portuguesa de Juristas Democratas
    Projecto com a CMSeixal nas escolas - Nuno Carvalho - Associação RATO
    Lutar pela Paz é lutar contra a pobreza - Rego Mendes - Movimento Erradicar a Pobreza
    Os militares e a paz - Sargento António Lima Coelho -Associação Nacional de Sargentos
    "Dádiva relacional - a capacidade humana de trazer o "Outro" para o campo do "NÓS" - Teresa Dennis – CIVITAS
    Paz e a juventude - Tiago Matos – INTERJOVEM

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    Manifestando a sua solidariedade para com o povo brasileiro e com a sua luta em defesa da democracia no Brasil, Ilda Figueiredo, presidente da Direcção Nacional do CPPC junta-se a cerca de 150 personalidades portuguesas, de diversas áreas de intervenção, que manifestam a sua solidariedade para com o povo brasileiro e a sua luta em defesa da democracia, contra o perigo do fascismo no Brasil.

    MANIFESTO INTERNACIONAL CONTRA O FASCISMO NO BRASIL

    «Nós, mulheres e homens de várias partes do mundo comprometidos com a Democracia e os Direitos Humanos, expressamos o mais profundo repúdio ao candidato de extrema-direita, Jair Bolsonaro, que disputa o segundo turno da eleição presidencial no Brasil no próximo 28 de Outubro», lê-se no documento.

    No texto é sublinhado que «as posições que o candidato tem sustentado ao longo de sua vida pública e nesta campanha eleitoral são calcadas em valores xenófobos, racistas, misóginos e homofóbicos», além de que Bolsonaro «defende abertamente os métodos violentos utilizados pelas ditaduras militares, inclusive torturas e assassinatos».

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    É com grande indignação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reage perante o atentado que foi levado a cabo contra a redacção do semanário francês Charlie Hebdo, em Paris.

    O CPPC manifesta o seu pesar e a sua solidariedade às famílias das vítimas e a todos os franceses que vivem com preocupação esta situação e estão empenhados na defesa das liberdades, dos direitos e da dignidade humana, do progresso social, da soberania, da democracia, da paz e da amizade entre os povos em França e em todo o mundo.

  • O CPPC manifesta o seu total repúdio pelos criminosos atentados terroristas perpetrados em Paris na noite de sexta-feira, dia 13 de Novembro, dos quais resultaram mais de uma centena de mortos e centenas de feridos, e manifesta a sua solidariedade com as vítimas, seus familiares, a todo o povo francês e ao Movimento da Paz de França.

    Estes atentados em França não podem ser desligados ou fazer esquecer os muitos actos de horror, de barbárie e de destruição perpetrados por organizações de cariz xenófobo e fascista que vitimam as populações da Síria, do Iraque e da Líbia e que estão na origem do drama de milhões de refugiados – mas também as populações do Líbano, onde, em Beirute, se deu mais um atentado na quinta-feira, matando mais de 40 pessoas, da Turquia, da Tunísia, da Nigéria, entre outros países.

    Por isso, neste momento, não é possível esquecer o papel dos EUA e outras potências militares, nomeadamente no Médio Oriente e em África que, pelas suas agressões, ingerências, promoção e apoio a grupos, como o “estado islâmico”, são responsáveis pela desestabilização de Estados soberanos e o derrube de governos legítimos – sendo, de facto, os principais responsáveis pela proliferação de grupos de cariz xenófobo e fascista e da sua acção de terror.

    Os atentados, como aquele que agora ocorreu em Paris, servem os interesses daqueles que, através da criação de uma atmosfera aterrorizante procuram levar os povos à aceitação da crescente utilização da violência nas relações internacionais e ao cerceamento de liberdades e direitos fundamentais.

    O CPPC, na sua intransigente acção em defesa da Paz e dos valores e conquistas civilizacionais da Humanidade que estiveram na base da sua criação, condenando com veemência tais actos de terror e morte, apela à afirmação da superioridade dos valores da Paz, da democracia, da liberdade e do respeito pela igualdade de direitos de todos os povos do Mundo, combatendo a xenofobia e o militarismo, na certeza de que será neste quadro de valores, inscritos na Carta das Nações Unidas e na Constituição da República Portuguesa, que o desanuviamento e a Paz nas relações internacionais terão lugar, conduzindo ao necessário e imperioso fim das ingerências, agressões e guerras, em particular no Médio Oriente.

    Pela Paz!

    Direcção Nacional do CPPC

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente os atentados perpetrados no Sri Lanka, no dia 21 de Abril, que já provocaram a morte de mais de 300 pessoas e feriram muitas outras.

    Manifestando o seu pesar ao povo do Sri Lanka e, em particular, às vítimas e seus familiares, o CPPC reafirma a sua frontal condenação das acções de grupos terroristas que têm provocado tantas vítimas em países do Médio Oriente, de África, da Ásia ou da Europa.

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu mais profundo pesar pelas vítimas dos recentes atentados terroristas perpetrados na Bélgica, que provocaram mais de 30 mortos e cerca de 270 feridos, e transmite às famílias das vítimas e ao povo belga a sua consternação e solidariedade.

    O CPPC reafirma a sua condenação de todos os actos de terrorismo, de todas as agressões aos povos, e chama a atenção para o desafio comum que está colocado a todos os amantes da Paz: a mobilização pela causa da Paz, pela denúncia e rejeição de todas as formas de terrorismo – incluindo o terrorismo de Estado –, da opressão, da agressão e da guerra.

    Mobilização pela causa da Paz que exige igualmente a rejeição da promoção da xenofobia e do racismo.

    O CPPC não pode deixar de denunciar as políticas de agressão e guerra contra Estados soberanos que os EUA, a União Europeia e a NATO continuam a praticar, inclusive, apoiando e usando grupos que espalham o terror e a destruição no Norte de África, no Médio Oriente ou na Ásia Central e, agora, em países da Europa.

    O CPPC considera que se coloca a exigência e a premência de parar as agressões e guerras, criar condições favoráveis ao desenvolvimento e progresso social, defendendo a liberdade e a democracia, respeitando os direitos e a soberania dos povos e a independência dos Estados, pugnando pela cooperação e diálogo para a resolução política dos conflitos internacionais de acordo com os princípios da Carta da ONU – objectivo que exige de todos os amantes da Paz um maior envolvimento em favor da causa da Paz e da solidariedade com os povos vítimas destas situações de agressão e guerra.

  • O CPPC e a Câmara Municipal de Almada homenagearam, no sábado, 17, as vítimas do atentado que, dias antes, vitimou dezenas de pessoas em Ancara, na Turquia, que participavam numa marcha pela paz. A homenagem teve lugar no Fórum Municipal Romeu Correia, onde está patente a exposição «Almada pela Paz», resultante da parceria existente entre ambas as estruturas e que até final do ano dará o mote à realização de diversas iniciativas sobre a paz.

    A sessão, apresentada por Fernando Fitas (que declamou diversos poemas relativos à paz e à guerra), contou com a presença solidária de um conjunto de artistas almadenses - De la Karta/Geração Kool, Manuel Loureiro, Nelson Paiva, Grupo Coral e Etnográfico «Amigos do Alentejo» e Sandra Costa e João Vieira - e ainda da classe de ginástica rítmica do Vitória Clube Quintinhas.

    Na sessão intervieram o membro da Direcção Nacional do CPPC Gustavo Carneiro e o presidente da Câmara Municipal de Almada Joaquim Judas, que sublinhou a importância de, hoje, defender a paz, questão essencial para construir um futuro de progresso, justiça social e soberania. O dirigente do CPPC inseriu o atentado de Ancara no processo de desestabilização do Médio Oriente, do qual o governo turco é um dos principais promotores, denunciou o carácter agressivo dos exercícios da NATO que por estes dias ocorrem no nosso País, envolvendo forças militares portuguesas e apelou à participação no desfile de sábado, 24, em Lisboa. A Constituição da República, lembrou, consagra a «dissolução dos blocos político-militares».

    A homenagem terminou com uma largada de balões brancos, onde estava impressa a célebre pomba pintada por Pablo Picasso para o movimento da Paz e inscrita a frase «Almada pela Paz».

     

  • cppc fala sobre 25 abril em escolas de setubal 1 20190518 1165832279

    A convite de escolas de Setúbal, o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, através da dirigente Zulmira Ramos, em palestras, muito participadas, sobre o “25 de Abril e a Paz”: na Escola Lima de Freitas, no dia 26 abril, e na Escola Sebastião da Gama, no dia 30 de abril.

    Nas palestras, Zulmira Ramos referiu-se à situação de Portugal antes do 25 Abril que se caracterizava, por exemplo, pela existência de miséria, trabalho infantil, ausência de direitos das mulheres, repressão, guerra colonial, analfabetismo, ensino reservado para uns poucos, dando conta também das lutas diversas do povo português e dos povos das ex-colónias contra o fascismo e contra o colonialismo, o que culminaria com a acção do Movimento das Forças Armadas (MFA), que, em conjunto com o povo, pôs fim ao fascismo, permitiu acabar com a guerra colonial, realizar eleições democráticas, melhorar as condições de vida, viver em liberdade e em paz.