Outras Notícias

Venezuela

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promove uma Sessão de Solidariedade com a Venezuela na próxima Terça-feira, dia 10 de Abril, pelas 18.00 horas, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça, em Lisboa (Rua Victor Córdon, nº1 – Metro Chiado), que contará com a presença do Ex.mo Sr. Ministro do Poder Popular para as Relações Externas da República Bolivariana da Venezuela, Jorge Arreaza, e da Presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo.

    Esta será uma oportunidade para conhecer melhor a situação que se vive neste país, alvo de uma intensa operação de desestabilização e agressão externa – com o bloqueio e boicote económico, a tentativa de isolamento político e diplomático, e uma violenta campanha mediática – dirigida contra as instituições democráticas venezuelanas, incluindo os seus legítimos Presidente e Governo. Operação que procura degradar as condições económicas e sociais naquele país, prejudicando seriamente amplos sectores da sociedade venezuelana, que integra uma numerosa comunidade portuguesa.

    Direcção Nacional do CPPC

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    O CPPC promoveu no dia 6 de Junho uma vibrante sessão de solidariedade com os povos da América Latina. Realizada na Casa do Alentejo, em Lisboa, na sessão intervieram a presidente da direcção nacional do CPPC Ilda Figueiredo, os embaixadores de Cuba e da Venezuela, Mercedez Martinez e Lucas Rincón Romero, Rafael Reis, do núcleo do PT em Lisboa, e o refugiado colombiano Hector Mondragon. Falaram ainda Eduardo Fonseca, da Comissão Venezuela Soberana, e Augusto Fidalgo, da Associação de Amizade Portugal-Cuba.

    Nas várias intervenções foi denunciada a poderosa ofensiva dos EUA e das oligarquias na região, a intensificação dos bloqueios a Cuba e à Venezuela, ao mesmo tempo que foi reafirmada a determinação daqueles povos em prosseguirem a luta pelo progresso social e a soberania nacional. Nestes combates decisivos, a solidariedade que uma vez mais se fez sentir, assume a maior importância.

  • Face às acções de provocação e desestabilização e aos actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores mais reaccionários da oposição, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos.

    Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias da oposição, demonstram que aqueles que perderam sucessivas eleições continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais. O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.

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    • Considerando as enormes mudanças, concretizadas nos últimos 14 anos, na República Bolivariana da Venezuela, após a vitória do Presidente Hugo Chávez Frias, e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999;
    • Considerando que continuam os ataques à Revolução Bolivariana, como o demonstra a actual guerra económica de grupos nacionais e estrangeiros, que o povo venezuelano está a enfrentar, demonstrado que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos;

     

    A Assembleia da Paz, reunida no dia 7 de Dezembro, em Lisboa, na sequência das acções que o Conselho Português para a Paz e Cooperação tem promovido ou em que tem participado ao longo dos últimos anos, de solidariedade com a revolução Bolivariana e o povo venezuelano, na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas, decide:

     

    • Manifestar toda a solidariedade com o povo venezuelano na luta corajosa que enfrenta na defesa da sua Revolução Bolivariana e do importante desenvolvimento económico, social e cultural já conseguido;
    • Sublinhar as importantes conquistas do povo venezuelano na afirmação da sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações revolucionárias e de afirmação da sua soberania e independência nacionais perante a ameaça de ingerências externas;
    • Expressar a vontade de continuar a desenvolver acções de apoio e divulgação do importante contributo dado pela República Bolivariana da Venezuela para a evolução progressista da América Latina e para a sua afirmação soberana, (dando igualmente sequência à decisão da recente reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz, realizada em Caracas.)

     

     Lisboa, 7 de Dezembro de 2013

     

     

     

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma o seu apoio ao povo venezuelano e à Revolução Bolivariana, a exemplo do que tem feito ao longo dos anos, designadamente quando as forças reaccionárias pretendem, através de uma violenta campanha anti-democrática, pôr em causa as escolhas do povo venezuelano e os seus dirigentes democraticamente eleitos.

    Assim, além de estar empenhado, em conjunto com outras organizações, na realização de acções de solidariedade com a Revolução Bolivariana, o CPPC torna clara a sua firme condenação da recente tentativa de golpe de Estado contra o Governo da Venezuela e o seu legítimo Presidente, Nicolás Maduro, bem como das manobras de desestabilização política, económica e mediática levadas a cabo pelas forças reaccionárias venezuelanas com apoios estrangeiros.

  • 5 Março , quinta-feira, 21h30 no ATENEU
    (rua do Cabido- Coimbra)

    Na sessão promovida pelo CPPC e a AAPC será exibido o documentário "A revolução não será televisionada" de Kim Bartley e Donnacha O'Briain seguido de debate sobre a situação na Venezuela.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou hoje na acção de solidariedade com a Revolução Bolivariana, que reuniu um alargado conjunto de organizações e cidadãos progressistas. As organizações presentes entregaram ao Exmo. Sr. Embaixador da República Bolivariana da Venezuela várias tomadas de posição expressando o seu apoio ao povo venezuelano.

     

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação convida todos os amigos e amigas a participarem na Sessão de Solidariedade com a Revolução Bolivariana a realizar no próximo dia 5 de Março na Casa do Alentejo em Lisboa pelas 18h30.

    A iniciativa promovida pelo CPPC a CGTP-IN e a AAPC contará com a participação da embaixada da República Bolivariana da Venezuela.

    Participa!

     

  • No âmbito do aniversário do golpe, ocorrido em 2002, contra o então presidente da Venezuela Hugo Chávez, decorreu na Casa da Paz, no passado dia 9 uma sessão com a participação do Ex.mo Senhor Embaixador da República Bolivariana, General Lúcas Rincon.

    Nesta iniciativa foi possível assistir ao documentário "Um Golpe e uma Carta".

     

     

     

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    O Conselho Português Para a Paz e Cooperação, promoveu, em colaboração com o Movimento Democrático de Mulheres e a Associação de Amizade Portugal Cuba, na sede desta última, no dia 11 de Outubro, uma Sessão Pública de Solidariedade com a Revolução Bolivariana.

    Na sessão participou o Presidente do Comité de Solidariedade Internacional e Defesa da Paz (COSI), Carolus Wimmer, que deu a conhecer todo o trabalho que é desenvolvido por este comité em colaboração com várias instituições venezuelanas em defesa da paz, da soberania e da Revolução Bolivariana.
    Realçou a importância da solidariedade internacional para com o povo da Venezuela e a Revolução Bolivariana, nomeadamente a que tem sido desenvolvida pelo CPPC, em colaboração com outras organizações.

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    Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela
    Caros Amigos

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúdo todos os presentes nesta acção de Solidariedade com a Revolução Bolivariana da Venezuela e de homenagem à memória do Presidente Hugo Chavez e ao seu legado de líder que o povo amava porque ele amava o povo. Foram enormes as mudanças concretizadas nos 14 anos da sua presidência da República Bolivariana da Venezuela e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999.


    O Presidente Hugo Chávez Frías faleceu em Caracas a 5 de março de 2013, cinco meses depois de ter sido reeleito para mais um mandato como Presidente da República Bolivariana da Venezuela, cargo que ocupava desde 1998, período durante o qual não faltaram tentativas das forças reacionárias com apoio exterior, sobretudo dos EUA, de pôr em causa as profundas transformações políticas, económicas e sociais da Revolução Bolivariana.


    Novamente registam-se acções de provocação e desestabilização, actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores dos mais reaccionários da oposição, tentando pôr em causa o Presidente Nicolás Maduro, democraticamente eleito o ano passado.


    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) já condenou firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos, além dos importantes contributos que estão a dar para a construção de alternativas progressistas em diversos países da América Latina, de que são exemplos ALBA, UNASUR, CELAC e Mercosul.
    As reformas políticas e sociais levadas a cabo pela Revolução Bolivariana, com a efectiva participação da população, combinando justiça social com respeito pelas liberdades cívicas e direitos humanos, e vontade política de usar a riqueza do país, designadamente o petróleo, para o bem-estar de todos os venezuelanos, visando construir um mundo mais pacífico, baseado em relações mais igualitárias entre países, foram a razão de sucessivas vitórias eleitorais de Hugo Chavez e, agora, de Nicolás Maduro.


     As escolhas políticas progressistas feitas pelo Projecto Bolivariano, na construção de alternativas ao neoliberalismo e na construção de pontes entre instituições e participação popular, estão a provocar violentos ataques da oposição. Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias, demonstram que, aqueles que perderam sucessivas eleições, continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais.


    O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e o contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.


    O CPPC tem alertado para a gravidade da situação e apelado à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com povo venezuelano e as suas importantes conquistas - alcançadas por sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações sociais e de afirmação da soberania e independência nacionais - perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas.


    Em nome do CPPC renovo aqui a nossa solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas e o nosso apelo para que se denuncie a actual violência e destabilização que o povo venezuelano está a enfrentar, dando provas de que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, mantendo e prosseguindo o legado do comandante Hugo Chavez.

    Viva a Revolução Bolivariana da Venezuela!

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  • Organizações membro do CMP convergiram numa expressão de solidariedade com a Venezuela bolivariana.

    O presente texto esteve aberto a subscrição desde o dia 24 de Julho, tendo sido tornado público no dia 27 de Julho, dia em que foi enviado ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI) e ao Presidente e Governo da República Bolivariana da Venezuela.

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    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

  • Conjunto de organizações portuguesas subscrevem texto em solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

    As imensas riquezas naturais da Venezuela, nomeadamente as suas reservas de petróleo, são alvo da cobiça das grandes corporações multinacionais, nomeadamente das norte-americanas, que nunca aceitaram o processo de mudanças e transformações iniciado pelo Presidente Hugo Chávez há 18 anos.

  • O Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade para com o povo venezuelano e as forças patrióticas e democráticas bolivarianas.

    O CPPC afirma, uma vez mais, a sua condenação da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos e os seus aliados contra a República Bolivariana da Venezuela, promovendo o seu isolamento político, a aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções, o bloqueio económico e financeiro e mesmo a ameaça de intervenção militar e o apoio a acções golpistas e terroristas neste país.

  • Na sequência de posições anteriores, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a recente decisão dos EUA de prolongar a infundada e injusta ordem executiva de Março de 2015, chamada "Emergência Nacional" e as respectivas sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, o governo de Nicolas Maduro e o seu povo, o que foi já condenado por inúmeros países e organizações da América Latina e do Caribe. O CPPC considera tal decisão uma intromissão e ingerência inaceitáveis nos assuntos internos da Venezuela e na sua soberania e exige a sua imediata abolição.