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Venezuela

  • O Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade para com o povo venezuelano e as forças patrióticas e democráticas bolivarianas.

    O CPPC afirma, uma vez mais, a sua condenação da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos e os seus aliados contra a República Bolivariana da Venezuela, promovendo o seu isolamento político, a aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções, o bloqueio económico e financeiro e mesmo a ameaça de intervenção militar e o apoio a acções golpistas e terroristas neste país.

  • Na sequência de posições anteriores, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a recente decisão dos EUA de prolongar a infundada e injusta ordem executiva de Março de 2015, chamada "Emergência Nacional" e as respectivas sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, o governo de Nicolas Maduro e o seu povo, o que foi já condenado por inúmeros países e organizações da América Latina e do Caribe. O CPPC considera tal decisão uma intromissão e ingerência inaceitáveis nos assuntos internos da Venezuela e na sua soberania e exige a sua imediata abolição.

  • Divulgamos 1º video de depoimentos internacionais em solidariedade com a Revolução Bolivariana, que conta com a participação da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo

    https://youtu.be/k0qY_MMhahk

  • Divulgamos 2º video de depoimentos internacionais em solidariedade com a Revolução Bolivariana, que conta com a participação da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo.

    https://youtu.be/10OwGnygUp4

     

  • No passado dia 11, em Lisboa, decorreu mais uma edição da Taça Hugo Cháves em Portugal, o jogo de futebol promovido pela representação diplomática da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, juntou duas equipas que incluíram, activistas do CPPC, cidadãos venezuelanos e outros amigos da Revolução Bolivariana.

    O encontro, que mais uma vez ficou marcado pelo clima festivo e de amizade, celebra a figura de Hugo Chávez e o ideal por si defendido da prática do desporto como um direito e parte fundamental do desenvolvimento do ser humano como um todo.

     

     

  • venezuela a verdade por tras das mentiras 1 20190220 1334235913

    A convite da Fábrica de Alternativas, na sua Sede Social em Algés / Oeiras, o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 16, numa Sessão subordinada ao tema: “Venezuela – a verdade por trás das mentiras”.

    Esta iniciativa, realizada no âmbito da atividade daquela Associação, contou com a participação de Amílcar Silva Campos, em representação do CPPC, e com uma significativa afluência de associados que participaram ativamente e com muito interesse no debate que se desenrolou ao longo de aproximadamente 2 horas.

    Neste esclarecedor debate, perpassou o sentimento generalizado de condenação do golpe de estado em curso na Venezuela, de condenação dos seus promotores e da posição assumida pelo Governo Português, ao mesmo tempo que se manifestou um forte apego aos princípios e valores consignados na Carta das Nações, no Direito Internacional e na Constituição da República Portuguesa de não intervenção nos assuntos internos de outros países, de igualdade jurídica dos Estados, da resolução pacífica dos conflitos, do respeito pelos direitos humanos e pela autodeterminação dos povos.

  • venezuela governo portugues desrespeita principios constitucionais e direito internacional 1 20190208 2083609172

    É com profunda indignação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) constata que, tal como vinha anunciando, o Governo português, em frontal desrespeito pela Constituição da República Portuguesa e pelo Direito Internacional avançou com o reconhecimento da auto-proclamação do autêntico capataz dos EUA, Juan Guaidó, como “presidente” da Venezuela.

    A condenável postura subserviente aos interesses dos EUA assumida pelo Governo português torna-o, não só cúmplice, como activo promotor, da manobra golpista em curso contra o legítimo Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro e o regime constitucional venezuelano, que dá continuidade a duas décadas de desestabilização e ameaças contra a Republica Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que atingem igualmente a comunidade portuguesa que vive naquele país.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu repúdio pela intensificação da campanha e manobras de ingerência contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano que ocorrem na sequência da marcação de eleições presidenciais naquele país, anunciadas para o dia 22 de Abril.

    São exemplo deste novo incremento da ingerência: as graves declarações do Secretário de Estado norte-americano quando defendeu, recentemente, que os militares poderiam derrubar através de um golpe de Estado o Presidente democraticamente eleito Nicolás Maduro; a resolução aprovada no passado dia 8, no Parlamento Europeu, onde, uma vez mais e de forma inaceitável, este se imiscui nos assuntos internos da Venezuela, apelando a mais sanções contra a Venezuela e o seu povo, tomando como suas as posições das forças golpistas e apoiando abertamente forças e personalidades responsáveis por atos de violência terrorista na Venezuela; ou ainda, a anunciada análise preliminar sobre a possibilidade de investigar acontecimentos ocorridos na Venezuela em 2017 pelo denominado Tribunal Penal Internacional.

    Condenando mais estas campanhas e manobras externas que visam agravar o bloqueio económico e financeiro e o isolamento político imposto pelos EUA à Venezuela – caminho que muito tem prejudicado o povo venezuelano e a numerosa comunidade portuguesa que ali vive –, o CPPC saúda o povo venezuelano e a sua vontade em prosseguir o caminho da paz, da soberania nacional, da democracia, do desenvolvimento e progresso social.

    Direcção Nacional do CPPC