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Venezuela

  • solidariedade com a revolucao bolivariana 2 20140306 1479396234

    Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela
    Caros Amigos

    Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação saúdo todos os presentes nesta acção de Solidariedade com a Revolução Bolivariana da Venezuela e de homenagem à memória do Presidente Hugo Chavez e ao seu legado de líder que o povo amava porque ele amava o povo. Foram enormes as mudanças concretizadas nos 14 anos da sua presidência da República Bolivariana da Venezuela e da corajosa acção do povo venezuelano na defesa do seu País, da sua revolução e da Constituição Bolivariana, aprovada em 1999.


    O Presidente Hugo Chávez Frías faleceu em Caracas a 5 de março de 2013, cinco meses depois de ter sido reeleito para mais um mandato como Presidente da República Bolivariana da Venezuela, cargo que ocupava desde 1998, período durante o qual não faltaram tentativas das forças reacionárias com apoio exterior, sobretudo dos EUA, de pôr em causa as profundas transformações políticas, económicas e sociais da Revolução Bolivariana.


    Novamente registam-se acções de provocação e desestabilização, actos de violência e destruição perpetrados na República Bolivariana da Venezuela por sectores dos mais reaccionários da oposição, tentando pôr em causa o Presidente Nicolás Maduro, democraticamente eleito o ano passado.


    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) já condenou firmemente tais acções e actos e expressa toda a solidariedade com o povo venezuelano na sua luta corajosa na defesa da Revolução Bolivariana e dos importantes desenvolvimentos económico, social e cultural já conseguidos, além dos importantes contributos que estão a dar para a construção de alternativas progressistas em diversos países da América Latina, de que são exemplos ALBA, UNASUR, CELAC e Mercosul.
    As reformas políticas e sociais levadas a cabo pela Revolução Bolivariana, com a efectiva participação da população, combinando justiça social com respeito pelas liberdades cívicas e direitos humanos, e vontade política de usar a riqueza do país, designadamente o petróleo, para o bem-estar de todos os venezuelanos, visando construir um mundo mais pacífico, baseado em relações mais igualitárias entre países, foram a razão de sucessivas vitórias eleitorais de Hugo Chavez e, agora, de Nicolás Maduro.


     As escolhas políticas progressistas feitas pelo Projecto Bolivariano, na construção de alternativas ao neoliberalismo e na construção de pontes entre instituições e participação popular, estão a provocar violentos ataques da oposição. Tais ataques violentos, da parte de forças reacionárias, demonstram que, aqueles que perderam sucessivas eleições, continuam a recorrer a todos os meios, incluindo a violência, para tentar alterar a ordem constitucional e anular a vontade do povo venezuelano, livremente expressa em sucessivas eleições presidenciais, nacionais, regionais e locais.


    O que se passa demonstra que não olham a meios para pôr em causa os importantes passos e o contributo dado pela República Bolivariana na consolidação da soberania da Venezuela e para a evolução solidária e progressista da América Latina.


    O CPPC tem alertado para a gravidade da situação e apelado à solidariedade de todos os democratas e organizações progressistas para com povo venezuelano e as suas importantes conquistas - alcançadas por sua vontade, expressa nas urnas e nas ruas, de prosseguir o caminho das transformações sociais e de afirmação da soberania e independência nacionais - perante as ameaças de recrudescimento de renovadas ingerências externas.


    Em nome do CPPC renovo aqui a nossa solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano na sua afirmação soberana e na defesa das suas instituições democráticas e o nosso apelo para que se denuncie a actual violência e destabilização que o povo venezuelano está a enfrentar, dando provas de que quer continuar o desenvolvimento económico, social e cultural e uma política de paz e cooperação entre os povos, mantendo e prosseguindo o legado do comandante Hugo Chavez.

    Viva a Revolução Bolivariana da Venezuela!

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  • Organizações membro do CMP convergiram numa expressão de solidariedade com a Venezuela bolivariana.

    O presente texto esteve aberto a subscrição desde o dia 24 de Julho, tendo sido tornado público no dia 27 de Julho, dia em que foi enviado ao Comité de Solidariedade Internacional (COSI) e ao Presidente e Governo da República Bolivariana da Venezuela.

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    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

  • Conjunto de organizações portuguesas subscrevem texto em solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

    Solidariedade com a Venezuela bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela é vítima de uma violenta campanha desestabilizadora e golpista promovida pelos EUA e a oligarquia venezuelana, parte de uma ofensiva contra os povos e os processos de afirmação soberana e de sentido progressista e anti-imperialista na América Latina e as Caraíbas, que tem como objectivo impor o domínio económico e político norte-americano nesta região.

    As imensas riquezas naturais da Venezuela, nomeadamente as suas reservas de petróleo, são alvo da cobiça das grandes corporações multinacionais, nomeadamente das norte-americanas, que nunca aceitaram o processo de mudanças e transformações iniciado pelo Presidente Hugo Chávez há 18 anos.

  • O Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC) reafirma a sua solidariedade para com o povo venezuelano e as forças patrióticas e democráticas bolivarianas.

    O CPPC afirma, uma vez mais, a sua condenação da acção desestabilizadora levada a cabo pelos Estados Unidos e os seus aliados contra a República Bolivariana da Venezuela, promovendo o seu isolamento político, a aplicação de ilegais e inaceitáveis sanções, o bloqueio económico e financeiro e mesmo a ameaça de intervenção militar e o apoio a acções golpistas e terroristas neste país.

  • Na sequência de posições anteriores, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a recente decisão dos EUA de prolongar a infundada e injusta ordem executiva de Março de 2015, chamada "Emergência Nacional" e as respectivas sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, o governo de Nicolas Maduro e o seu povo, o que foi já condenado por inúmeros países e organizações da América Latina e do Caribe. O CPPC considera tal decisão uma intromissão e ingerência inaceitáveis nos assuntos internos da Venezuela e na sua soberania e exige a sua imediata abolição.

  • Divulgamos 1º video de depoimentos internacionais em solidariedade com a Revolução Bolivariana, que conta com a participação da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo

    https://youtu.be/k0qY_MMhahk

  • Divulgamos 2º video de depoimentos internacionais em solidariedade com a Revolução Bolivariana, que conta com a participação da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo.

    https://youtu.be/10OwGnygUp4

     

  • No passado dia 11, em Lisboa, decorreu mais uma edição da Taça Hugo Cháves em Portugal, o jogo de futebol promovido pela representação diplomática da República Bolivariana da Venezuela em Portugal, juntou duas equipas que incluíram, activistas do CPPC, cidadãos venezuelanos e outros amigos da Revolução Bolivariana.

    O encontro, que mais uma vez ficou marcado pelo clima festivo e de amizade, celebra a figura de Hugo Chávez e o ideal por si defendido da prática do desporto como um direito e parte fundamental do desenvolvimento do ser humano como um todo.

     

     

  • venezuela governo portugues desrespeita principios constitucionais e direito internacional 1 20190208 2083609172

    É com profunda indignação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) constata que, tal como vinha anunciando, o Governo português, em frontal desrespeito pela Constituição da República Portuguesa e pelo Direito Internacional avançou com o reconhecimento da auto-proclamação do autêntico capataz dos EUA, Juan Guaidó, como “presidente” da Venezuela.

    A condenável postura subserviente aos interesses dos EUA assumida pelo Governo português torna-o, não só cúmplice, como activo promotor, da manobra golpista em curso contra o legítimo Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro e o regime constitucional venezuelano, que dá continuidade a duas décadas de desestabilização e ameaças contra a Republica Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano, que atingem igualmente a comunidade portuguesa que vive naquele país.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa o seu repúdio pela intensificação da campanha e manobras de ingerência contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano que ocorrem na sequência da marcação de eleições presidenciais naquele país, anunciadas para o dia 22 de Abril.

    São exemplo deste novo incremento da ingerência: as graves declarações do Secretário de Estado norte-americano quando defendeu, recentemente, que os militares poderiam derrubar através de um golpe de Estado o Presidente democraticamente eleito Nicolás Maduro; a resolução aprovada no passado dia 8, no Parlamento Europeu, onde, uma vez mais e de forma inaceitável, este se imiscui nos assuntos internos da Venezuela, apelando a mais sanções contra a Venezuela e o seu povo, tomando como suas as posições das forças golpistas e apoiando abertamente forças e personalidades responsáveis por atos de violência terrorista na Venezuela; ou ainda, a anunciada análise preliminar sobre a possibilidade de investigar acontecimentos ocorridos na Venezuela em 2017 pelo denominado Tribunal Penal Internacional.

    Condenando mais estas campanhas e manobras externas que visam agravar o bloqueio económico e financeiro e o isolamento político imposto pelos EUA à Venezuela – caminho que muito tem prejudicado o povo venezuelano e a numerosa comunidade portuguesa que ali vive –, o CPPC saúda o povo venezuelano e a sua vontade em prosseguir o caminho da paz, da soberania nacional, da democracia, do desenvolvimento e progresso social.

    Direcção Nacional do CPPC