Outras Notícias

Paz Sim! NATO Não! Contra a cimeira da NATO em Varsóvia em 2016

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior e mais perigosa organização militar no mundo. Instrumento das políticas económica e externa norte-americana, tem na União Europeia o seu pilar europeu.

O seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias estratégicas», a partir da última década do século passado, reforçaram a presença militar dos EUA e da NATO na Europa e projectaram a acção deste bloco político-militar a, praticamente, todos os continentes e regiões do mundo.

A vasta rede de bases militares estrangeiras, as esquadras navais, os sistemas anti-míssil e de vigilância global que os EUA e os seus aliados da NATO têm espalhados na Europa e por todo o mundo, são instrumentos da sua estratégia de dominação imperialista – os seus objectivos são hoje abertamente ofensivos e todo o planeta a sua área de intervenção.

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Conselho Mundial da Paz condena os exercícios militares dos EUA e da Coreia do Sul

 

O Conselho Mundial da Paz (CMP) expressa sua condenação veemente sobre os pesados exercícios militares recentes e em curso dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, denominados “Key Resolve” e “Eagle 16” em torno da Península Coreana, que colocam novos perigos à paz e à estabilidade na região, com o objetivo de aumentar a tensão através da pressão sobre a República Popular Democrática da Coreia (RPDC).

Os exercícios militares mencionados, com mais de 300 mil soldados da Coreia do Sul e 27 mil soldados do norte-americanos, um porta-aviões e navios de guerra com armamentos pesados, são dos exercícios militares de maior envergadura da história da região e acontecem no mesmo momento em que sanções são impostas pelo Conselho de Segurança da ONU (Resolução 2270) contra a RPD da Coreia.

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Nos 65 anos do Conselho Mundial da Paz

 

Há 65 anos, mais precisamente em 1949-50, surgiu uma estrutura mundial empenhado na defesa da Paz, da solidariedade e da cooperação entre os povos: o Conselho Mundial da Paz. Emanando de organizações de resistência ao nazi-fascismo, partidos políticos, sindicatos e movimentos sociais e da acção concertada de personalidades de várias nacionalidades e profissões, convicções políticas e crenças religiosas, o movimento mundial da Paz teve expressão em dezenas de países de todos os continentes. Pela primeira vez na história foi possível erguer uma vasta frente de luta pela Paz, o desarmamento e a soberania, contra a guerra, o fascismo, o colonialismo e qualquer outra forma de opressão dos povos.

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CMP reúne em Guantanamo

O CPPC participa neste momento na reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz, que decorre de 20 a 21 de Novembro, em Guantanamo, Cuba e onde participam 14 organizações de diversas partes do mundo, entre outros assuntos deverá ser tomada a decisão sobre a data e o local da realização da próxima Assembleia Mundial da Paz, a realizar em 2016.

A reunião do executivo será seguida do IV Seminário Internacional pela Paz e pela Abolição das Bases Militares Estrangeiras, de 22 a 25 de Novembro, organizado em conjunto pelo CMP e pelo Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos e que reunirá centenas de delegados de todo o mundo, na cidade que tem parte do seu território ocupado pela Base Naval dos EUA na baía de Guantanamo.

Na abertura da reunião do comité executivo foi inaugurada uma exposição de cartazes pela Paz.

Reunião do Conselho Mundial da Paz - Região Europa

Realizou-se nos dias 19 e 20 de Junho, em Istambul, uma reunião das organizações europeias que são membros do Conselho Mundial da Paz (CMP). Na reunião, presidida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coordenador do CMP para a Europa, estiveram presentes representantes de organizações de paz da Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Grécia, Itália, Sérvia, Suíça e Turquia.

Na reunião foi abordada a necessidade do reforço da luta pela Paz, o desenvolvimento das actividades de denúncia das agressões, violências e guerra, e, em solidariedade com os povos vítimas dessas agressões, foram também debatidas as crescentes ameaças da NATO, seja no Leste da Europa, seja nas manobras de grande escala previstas para o sul da Europa, entre o final de Setembro e o início de Novembro, com especial envolvimento de Portugal, Espanha e Itália, os 65 anos do Conselho Mundial da Paz, os 65 anos do Apelo de Estocolmo e a necessidade da abolição das armas nucleares, os 40 anos da Acta Final de Helsínquia, entre outros.

Após a reunião da região Europa realizou-se, no mesmo local, uma reunião do Secretariado do CMP, de que o CPPC também é membro.

Participaram nestas reuniões Ilda Figueiredo e Filipe Ferreira, membros da direcção do CPPC.