Outras Notícias

Resolução de solidariedade com Cuba socialista aprovada na Assembleia Mundial da Paz.

A Assembleia do CMP, ocorrida em Katmandu, Nepal, reafirma a sua profunda solidariedade com Cuba Socialista, com o seu povo e a sua revolução.

Os delegados à Assembleia condenam o criminoso embargo económico imposto pelos EUA contra Cuba, cujo objectivo é punir o povo cubano por defender as suas conquistas e o direito a decidirem de forma soberana o seu futuro.

O CMP expressa o seu apoio e exige a libertação dos cinco prisioneiros políticos cubanos das prisões norte-americanas, encarcerados injustamente. Denunciamos, também, a “Posição Comum” da União Europeia, cujo objectivo é a ingerência nos assuntos internos de Cuba.

A Assembleia do CMP condena, uma vez mais, os EUA pela manutenção da base militar de Guantánamo, em solo cubano e exige o encerramento do campo de concentração aí existente e o desmantelamento de toda a base militar.

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz
22 de Julho de 2012, Katmandu, Nepal

Resolução da Assembleia Mundial da Paz sobre o Irão

O CMP expressa a sua veemente rejeição dos planos imperialistas dos EUA, UE e NATO para atacar o Irão, seja a que pretexto for, e em particular no que diz respeito ao seu programa nuclear.

O povo iraniano é o único responsável por decidir o seu futuro e a sua liderança, livre de qualquer ingerência política ou militar.

O CMP expressa a sua solidariedade para com os trabalhadores iranianos na sua complexa luta pela paz, pelo progresso social e por uma vida melhor, e ainda pela sua luta pelos seus direitos democráticos.

Rejeitamos as severas sanções económicas contra o Irão, que vitimam o seu povo.

Pedimos aos povos do mundo que permaneçam vigilantes quanto aos planos de guerra do imperialismo no futuro próximo.

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz
22 de Julho de 2012, Katmandu, Nepal

Resolução da Assembleia Mundial da Paz sobre as vítimas do agente laranja no Vietnam

Considerando a resolução aprovada a 24 de Outubro de 2009 pelo Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz, declarando o dia 10 de Agosto, como dia de solidariedade para com as vítimas vietnamitas da dioxina “agente laranja”. E apelando a todos os membros do CMP e a todo o movimento da paz mundial para que levem a cabo iniciativas de apoio à luta das vítimas do agente laranja por justiça;

Lembrando o forte apelo e comprometimento da Segunda Conferência Internacional de Vítimas do Agente Laranja, que teve lugar em Hanói, nos dias 8 e 9 de Agosto de 2012, subscrita pela Presidente do CMP, para intensificar os esforços internacionais edificando uma maior solidariedade e apoio para com as vítimas do agente laranja no Vietname;

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Resolução da Assembleia Mundial da Paz sobre Munições não Deflagradas (MnD) que ainda causam vítimas no Laos

Paralelamente à Guerra do Vietname, a guerra não declarada, levada a cabo nos anos 60 e 70, contra o Laos, atacou este território com 3 milhões de toneladas de bombas. A população era então 3 milhões de pessoas, isto torna este país o mais intensivamente bombardeado per capita da história. Sediadas em duas bases aéreas, esquadrilhas de B52 descolavam diariamente para missões de bombardeamento. Levaram a cabo um total de cerca de 580 000 missões. No regresso das suas missões e porque não lhes era autorizado aterrar com bombas a bordo, simplesmente bombardeavam aleatoriamente o território do Laos. Cerca de 30% das bombas de fragmentação, localmente chamadas de “bombinhas”, não deflagraram. Assim dos cerca de 270 milhões de “bombinhas” lançadas, subsistem 80 milhões por deflagrar depois da guerra.
Mais de 50 000 pessoas foram mortas ou feridas por estas munições entre 1964 e 2008.
Os especialistas calculam que seriam necessários séculos para livrar o Laos das MnDs.
O Conselho Mundial da Paz expressa a sua solidariedade para com as vítimas das Munições não deflagradas no Laos, e exige o reconhecimento da responsabilidade e compensações por parte dos Estados Unidos.

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz
22 de Julho de 2012, Katmandu, Nepal

Resolução da Assembleia Mundial da Paz pelo estabelecimento de uma Zona Livre de Armas Nucleares (ZLAN) no Médio Oriente

Considerando que o Tratado Internacional de Não Proliferação de armas nucleares (TNP) advoga o fim das armas nucleares pelos estados detentores dessas armas e o desencorajamento de que estados não nucleares as obtenham ou desenvolvam;

Considerando que a Assembleia Geral das Nações Unidas, convocou uma Conferência para Helsínquia, Finlândia, a ter lugar em Dezembro de 2012, com o objectivo de estabelecer uma ZLAN no Médio Oriente (M.O.).

Considerando que outras regiões do mundo, incluindo a América Latina e África, foram já reconhecidas como ZLAN.

Tendo ainda em conta que o aumento da presença militar norte-americana na região tem aumentado as tensões no M.O., ameaçando assim a paz e a segurança de todas as nações da região e do mundo;

Considerando que o estabelecimento de um ZLAN, sob a supervisão da Agência Internacional de Energia Atómica, eliminaria o processamento, refinação, fabrico e posse de todas as armas nucleares no M.O.;

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz, exige a abolição de todas as armas nucleares existentes na região, e o reconhecimento desta como ZLAN, ao mesmo tempo que condenamos os planos de guerra imperialistas para esta região seja utilizando armas nucleares ou convencionais, empregues a partir de terra do mar ou do ar.

A Assembleia do Conselho Mundial da Paz
22 de Julho de 2012, Katmandu, Nepal