Outras Notícias

Conselho Mundial da Paz – Europa. CPPC participa em iniciativas em Bruxelas

Decorreu em Bruxelas, nos passados dias 29 e 30 de Outubro, uma Conferência sobre a “Crise Económica Global e a Crescente Militarização das Relações Internacionais” e uma reunião do Conselho Mundial da Paz (CMP) - Região Europa, onde o CPPC participou enquanto coordenador regional.
 
O CPPC fez-se representar nestas duas iniciativas por Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção, e Filipe Ferreira, membro da Direcção.
 
Na conferência e na reunião participaram 16 organizações oriundas da Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Irlanda, Portugal, Roménia, Sérvia, Turquia, contando ainda com a participação de Socorro Gomes, presidente do CMP, e de Thanassis Pafilis, Secretário-Geral do CMP.

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Conferência Internacional de ONG da UNESCO

Decorreu em Paris, entre os dias 12 e 14 de Dezembro, a Conferência Internacional de Organizações Não Governamentais da UNESCO.

O Conselho Mundial da Paz (CMP), organização com estatuto consultivo da UNESCO, esteve presente, sendo representado pelo CPPC e pelo Movimento da Paz, de França.

Neste encontro, para além de contactar com diversas organizações internacionais, o CMP partilhou as suas preocupações relativamente à situação mundial e aos perigos de novas ameaças à paz mundial.

Numa altura em que cada vez mais são maiores as pressões para que a ONU se afaste do espírito e da letra da sua Carta, a voz do CMP e de todos aqueles que defendem um mundo de paz e cooperação entre os povos é de grande importância.

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A OTAN se arma para atacar os povos do mundo

por:
Socorro Gomes
Presidente do Conselho Mundial da Paz

Nos últimos dias 20 e 21 de maio, a OTAN, Organização do Tratado do Atlântico Norte, realizou sua reunião de cúpula de chefes de Estados. Esses dias foram acompanhados de manifestações em varias partes do mundo. Milhares de pessoas saíram às ruas em Chicago, Lisboa e Atenas exigindo o desmantelamento do que é a principal máquina de guerra do imperialismo, e repudiando sua escalada belicista no Oriente Médio. Nos pronunciamentos, as organizações membros do Conselho Mundial da Paz (CMP) reafirmaram a exigência do fim de todas as bases militares estrangeiras e das instalações da OTAN mundo afora.  

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Comunicado do Conselho Mundial da Paz à imprensa sobre a situação na Síria

O Conselho Mundial da Paz (CMP) visitou a Síria entre os dias 21 e 25 de abril, com 15 organizações-membros, de respectivo número de países oriundos de todos os continentes, a convite da União Nacional dos Estudantes Sírios e em coordenação com o Conselho Nacional da Paz sírio. A missão averiguadora de solidariedade internacional realizou-se em cooperação com a Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) e um total de 36 organizações de 23 diferentes países que dela participaram.

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Declaração do Secretariado do CMP sobre a situação na Líbia

O Conselho Mundial da Paz manifesta a sua profunda preocupação e indignação relativamente aos recentes e contínuos desenvolvimentos na Líbia. Ao condenar o massacre de centenas de manifestantes civis inocentes por parte do exército armado da Líbia, bem como o sofrimento dos inúmeros trabalhadores migrantes, forçados a abandonar o país devido à instabilidade política e à pressão agressiva exercida pela comunicação social e pelas forças externas, manifestamos a nossa rejeição categórica de qualquer intervenção militar externa por parte dos EUA, da NATO ou da UE, sob qualquer pretexto.
Salientamos o direito do povo da Líbia a expressar a sua revolta e sofrimento, bem como as suas reivindicações de mudança social e económica e o seu direito soberano de determinar os desenvolvimentos políticos no seu próprio país, e que a interferência externa está a reforçar o risco da violência que se agrava para uma guerra civil.
Os Imperialistas que servem os interesses das Empresas Multinacionais e do capital internacional, sob o pretexto de "intervenção humanitária", procuram uma oportunidade de controlar mais e abertamente os recursos de petróleo e gás da Líbia e expandir as suas esferas de influência.
Denunciamos a presença militar de navios de guerra de vários estados da NATO e da 6ª Esquadra dos EUA em águas internacionais, em frente à Líbia, o que prova que os preparativos para um possível ataque, e exigimos a retirada total dos mesmos.
Independentemente da opinião que possamos ter sobre o regime na Líbia e dos respectivos compromissos e prioridades relativamente à sua política externa, especialmente nos últimos anos, a formulação e imposição de mudanças consideradas necessárias é do total e exclusivo direito do povo da Líbia, sem qualquer imposição política ou militar externa.
O CMP manifesta a sua total solidariedade para com o povo da Líbia e trabalhadores estrangeiros e exige o fim do derramamento de sangue e da acção militar.
Manifestamos o nosso desacordo relativamente às sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, o qual prejudicará muitas pessoas da Líbia e reiteramos que não pode ser aceite qualquer agressão militar externa!

O Secretariado do CMP