Outras Notícias

Julgamento ilegítimo como ilegítima é a ocupação

CPPC rejeita condenação de cidadãos saarauís
 
A propósito da conclusão do julgamento, em tribunal militar marroquino, dos 23 prisioneiros saarauís que participaram no acampamento de «Gdeim Izik» – a maioria dos quais foram condenados a pesadas penas de prisão, incluindo pena perpétua – o Conselho Português para a Paz e Cooperação começa por reafirmar que tal processo é ilegítimo, pois o Reino de Marrocos ocupa ilegalmente o território da República Árabe Saarauí Democrática (reconhecida pelas Nações Unidas e por dezenas de países do mundo), não tendo pois qualquer legitimidade para intervir e acusar cidadãos saarauís nos próprios territórios ocupados.
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Solidariedade com os activistas saarauis presos nas prisões marroquinas

Está marcada para o próximo sábado, dia 26 de Janeiro, uma acção internacional de apoio aos presos políticos saarauis que serão julgados no Tribunal Militar marroquino no dia 1 de Fevereiro.
 
Estes 23 prisioneiros encontram-se encarcerados desde finais de 2010 na prisão marroquina de Salé Rabat em condições degradantes e sujeitos a torturas, apenas por terem participado em Novembro desse ano no «acampamento de Gdeim Izik» – uma grande manifestação pacífica em que mais de 20 mil pessoas montaram um acampamento no meio do deserto, a 15 quilómetros da cidade ocupada de El Aaiún, capital da República Árabe Saaraui Democrática, exigindo o fim da ocupação marroquina.
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Crónica del Juicio Contra el Grupo de los 24 de Gdeim Izik

A Associação Internacional de Juristas pelo Saara Ocidental tornou pública uma "Crónica del Juicio Contra el Grupo de los 24 de Gdeim Izik", grupo de presos políticos saarauis, que se encontram encarcerados desde finais de 2010 na prisão marroquina de Salé Rabat em condições degradantes e sujeitos a torturas, por terem ousado participar em Novembro desse ano no «acampamento de Gdeim Izik» – uma grande manifestação pacífica em que mais de 20 mil pessoas montaram um acampamento no meio do deserto, a 15 quilómetros da cidade ocupada de El Aaiún, capital da República Árabe Saaraui Democrática, exigindo o fim da ocupação marroquina.
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