Outras Notícias

  • CPPC expressa condolências pelo falecimento de Roland Weyl 30-04-2021

      O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) lamenta profundamente o falecimento de Roland Weyl, no passado dia 20 de abril. Advogado, anti-fascista,...

  • Faleceu Carlos do Carmo 04-01-2021

    Ao tomar conhecimento do falecimento de Carlos do Carmo, personalidade ímpar da cultura portuguesa, da música, um dos maiores intérpretes do fado, democrata e...

  • CPPC homenageia Rui Namorado Rosa e 70 anos de luta pela paz 17-03-2019

    O CPPC homenageou Rui Namorado Rosa, membro da sua Presidência e que durante anos assumiu as funções de presidente e vice-presidente da direcção nacional. A...

  • Faleceu Armando Caldas 13-03-2019

    Hoje, 13 de Março de 2019, o encenador e actor, membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), Armando Caldas, deixou-nos. Com um...

  • Homenagem a Rui Namorado Rosa 11-03-2019

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação tem o privilégio de contar com a participação, nos seus órgãos sociais, de Rui Namorado Rosa, que foi seu...

Debate "Mali, o que faz correr a França?"

No passado dia 13 de Março, o CPPC participou num debate realizado sobre a agressão ao Mali, iniciativa dinamizada pelo Clube Estefânia, que contou com a presença de cerca de 25 pessoas. Foram debatidas as razões desta ofensiva contra o Mali por parte das grandes potências lideradas pela França e EUA, assim como o futuro para aquela região de África.


Julgamento ilegítimo como ilegítima é a ocupação

CPPC rejeita condenação de cidadãos saarauís
 
A propósito da conclusão do julgamento, em tribunal militar marroquino, dos 23 prisioneiros saarauís que participaram no acampamento de «Gdeim Izik» – a maioria dos quais foram condenados a pesadas penas de prisão, incluindo pena perpétua – o Conselho Português para a Paz e Cooperação começa por reafirmar que tal processo é ilegítimo, pois o Reino de Marrocos ocupa ilegalmente o território da República Árabe Saarauí Democrática (reconhecida pelas Nações Unidas e por dezenas de países do mundo), não tendo pois qualquer legitimidade para intervir e acusar cidadãos saarauís nos próprios territórios ocupados.
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