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Sessão de Solidariedade com o Sahara Ocidental - Comemoração dos 37 anos da proclamação da República Árabe Saarui Democrática

O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no dia 27 de Fevereiro no auditório da CGTP-IN, numa sessão de solidariedade com o Sahara Ocidental, a propósito da comemoração dos 37 anos da proclamação da República Árabe Saarui Democrática. Nesta iniciativa, promovida pelo CPPC, CGTP-IN, MDM e AAPSO e outras organizações,que contou com cerca de meia centena de pessoas, estiveram presentes, além do representante da Frente Polisário, representantes das embaixadas da Venezuela e da Argelia.

A sessão deu espaço à realização de um debate, em que intervieram diversas das organizações presentes.

O CPPC e as diversas organizações reafirmaram a sua solidariedade para com a justa causa do povo saharaui a quem cabe decidir do seu futuro, sem ingerências de quaisquer tipo e condenaram veemente a repressão e a ocupação, do Saara Ocidental, levada perpetrada pelo Reino de Marrocos.
— em Rua Victor Cordon, 1 - Lisboa.


CPPC protesta contra morte do prisioneiro palestino Arafat Jaradat

Liberdade para os presos políticos palestinos em prisões israelitas

O Conselho Português para a Paz e Cooperação protesta pela morte do prisioneiro palestino Arafat Jaradat, no sábado, na prisão israelita de Megido e, uma vez mais, condena a prisão em condições desumanas e de constantes humilhações a que estão sujeitos cerca de 5 000 prisioneiros políticos palestinos nas prisões israelitas. Na ocasião, importa não esquecer que a ocupação israelita dos territórios palestinos é ilegal e ilegítima pelo que as prisões de palestinos, muitos dos quais mulheres e crianças, por se oporem a esta ocupação são totalmente imorais. Criminosa é a ocupação e não quem se lhe opõe!

Esta morte surge no contexto da luta, designadamente através da greve de fome, que milhares de prisioneiros estão a realizar, sendo que alguns estão em greve há vários meses correndo graves riscos de vida. Israel não cumpriu o que se comprometeu nos acordos de Oslo e não libertou todos os prisioneiros previstos, sendo que mesmo alguns dos libertados já foram novamente presos.

Manifestando toda a solidariedade à luta destes prisioneiros palestinos, o CPPC exige a sua imediata libertação e denuncia as condições em que Israel os mantém nas suas prisões, apelando também à solidariedade de outras organizações e do movimento da paz para acções conjuntas que sensibilizem a opinião pública e exijam do governo português a condenação da actuação do governo de Israel.