Outras Notícias

Sobre o ataque de Israel à Síria

O CPPC não pode deixar de qualificar como absolutamente condenável o bombardeamento levado a cabo dia 30 de Janeiro pela força aérea israelita contra a Síria.
 
Mais uma vez, Israel viola e mostra profundo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e actua criminosamente em desrespeito pelo direito internacional.
 
Esta actuação de Israel agrava e alarga ainda mais o conflito sírio, com todos os riscos que este representa para toda a região, em primeiro lugar para o já martirizado povo sírio.
 
Este ataque demonstra, uma vez mais, que este conflito é gerado e alimentado por interesses e potências exteriores – à revelia do governo legítimo e das forças sociais e políticas sírias – que com financiamento, equipamento, e orquestrada cobertura diplomática e mediática, são responsáveis pela actuação quotidiana das denominadas “forças da oposição”, sobre as quais todos os dias surgem evidências de responsabilidade de massacres de civis e inúmeros outros crimes inumanos.
 
Cabe ainda denunciar que Israel ocupa ilegalmente, e em flagrante violação da Carta da ONU e do direito internacional, território da Síria, designadamente os Montes Golã.
 
O Conselho Português para a Paz e Cooperação:
 
- Exige o fim da agressão externa à Síria;
 
- Condena as acções de intromissão e boicote de potências estrangeiras para desestabilizar esse país;
 
- Exige o fim das sanções contra a Síria, cujas primeiras vítimas são as populações de todas as etnias e credos;
 
- Apela, no espírito e respeito da Carta das Nações Unidas, ao diálogo, à negociação e à diplomacia para a resolução pacífica dos conflitos na região;
 
- Considera que todos os povos, incluindo o da Síria, têm o direito a viver em paz e em democracia, de acordo com as suas decisões soberanas.
 
O Conselho Português para a Paz e Cooperação:
31 de Janeiro de 2013

 

TRINTA ANOS DO MASSACRE DE SABRA E SHATILA

Face a este hediondo crime e perante a indigna impunidade dos seus responsáveis, que a memória não esqueça.

No momento em que se assinala o trigésimo aniversário do massacre de Sabra e Shatila, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma a sua firme solidariedade para com a luta do povo palestino contra a ocupação israelita e pela construção do seu Estado independente e soberano.

Durante três dias, entre 16 e 18 de Setembro de 1982, o Exército israelita lançou a barbárie dos falangistas libaneses sobre os campos de refugiados palestinianos de Sabra e Shatila – nos arredores de Beirute – onde assassinaram centenas de homens, mulheres e crianças, sendo este um dos mais brutais massacres contra o povo palestiniano. Perpetrado durante a invasão israelita do Líbano, o massacre ocorreu numa área directamente controlada pelo exército sionista, valendo ao então ministro da Defesa Ariel Sharon a demissão do cargo ao ter sido pessoalmente responsabilizado pelo sucedido, face à sua cumplicidade e colaboração – Sharon que mais tarde viria a ser primeiro-ministro de Israel.

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Presidente Mahmoud Abbas agradece saudação

O Presidente Mahmoud Abbas enviou uma carta de agradecimento à CGTP-IN, ao CPPC, ao MDM e ao MPPM, que lhe dirigiram uma mensagem de boas-vindas aquando da sua recente visita a Portugal.
 
Dirigindo-se às organizações, o Presidente Mahmoud Abbas deseja «a ascensão e o sucesso nos vossos esforços e ansiamos pela persistência da vossa postura e pelo levantamento da vossa voz, expondo as práticas do poder ocupante e a da construção viciosa dos colonatos violentos que, no caso de persistirem, irão eliminar a solução dos dois estados e minarão todo o processo de paz».
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Debate em Letras

 

 

No quadro da Campanha "Pela Paz! Não à guerra no Médio Oriente", o CPPC em colaboração com a Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), organiza no dia 8 de Março um debate com a participação de Gustavo Carneiro, membro da Direcção Nacional do CPPC.

 

 

 

 
 

 

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