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Não aos exercícios militares da NATO na Europa

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) considera inaceitável que a NATO, indiferente à situação da pandemia da Covid-19 e às suas consequências para os povos na Europa e no mundo, insista na realização das manobras militares NATO BALTOPS, de 7 a 16 de junho, no mar Báltico, envolvendo milhares de soldados e um vasto conjunto de navios e aeronaves militares.

De acordo com a informação disponibilizada pelo quartel-general das forças navais de ataque e apoio da NATO (STRIKFORNATO), com sede em Oeiras, este exercício “envolve a participação de 19 países”, “29 navios, 29 aeronaves e cerca de 3.000 militares” desenvolvendo “operações de defesa aérea, guerra antissubmarina, interdição marítima e de contramedidas de minas”.

Participam no BALTOPS militares e meios bélicos do Canadá, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Lituânia, Holanda, Noruega, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. No caso de Portugal, serão 15 os militares que vão participar.

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EUA continuam a ameaçar a paz

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Não à corrida armamentista! Não à guerra!

Foi com grande preocupação que o Conselho Português para a Paz e Cooperação registou as notícias de que os EUA pretendem abandonar mais dois importantes tratados internacionais destinados a limitar a proliferação de armamentos, incluindo nucleares, nomeadamente o Tratado sobre o Regime de Céu Aberto, em vigor desde 2002, que permite a fiscalização recíproca do território entre os 35 países signatários, e do Tratado de Redução de Armas Estratégicas Ofensivas (New START) que expira no início de 2021, esta última uma hipótese já diversas vezes referida por Donald Trump.

Recorde-se que os EUA se retiraram, por exemplo, do Tratado sobre Misseis Anti-balísticos (ABM), em 2002, e do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermédio, em 2019.

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Basta de Guerra e de Agressão! Fim imediato de sanções e bloqueios

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À Organização das Nações Unidas

Sr. António Guterres
Secretario-geral da Organização das Nações Unidas

A pandemia da COVID-19 e o seu impacto na situação económica e social exige a convergência de vontades e esforços ao nível internacional, para que estes sejam superados, no respeito dos direitos e da soberania dos
povos de todo o mundo.

Assume, pois, particular significado o importante exemplo de países, como a China, Cuba ou a Rússia, que escolheram, deste o primeiro momento, o caminho da solidariedade e da cooperação, enviando profissionais de saúde e equipamentos médicos para alguns dos países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus.

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75º Aniversário da Vitória sobre o Nazi-Fascismo

75 aniversario da vitoria sobre o nazi fascismo 1 20200512 2049978719

Há 75 anos o Alto Comando Alemão assinava, no que restava de Berlim, o ato de rendição aos aliados (França, EUA, Reino Unido e União Soviética). Terminava formalmente a Segunda Guerra Mundial na Europa, a de maior amplitude e intensidade, a mais mortífera e destrutiva de todas as guerras até hoje. Mais de 75 milhões de mortos na Europa e Ásia, mais de 20 milhões dos quais soviéticos; dezenas de milhões de feridos e mutilados; incontáveis danos materiais. Uma guerra que conheceria ainda o horror do bombardeamento atómico dos EUA contra Hiroxima e Nagásaqui.

O Dia da Vitória, que os povos passaram justamente a celebrar, marca a vitória das forças democráticas sobre o poder terrorista do imperialismo alemão corporizado no Estado e regime nazi-fascista do III Reich.

Foi uma vitória sofrida, da resistência e luta antifascista dos povos pela liberdade e democracia. Contra o extermínio em massa de populações e de prisioneiros em campos de concentração; o trabalho forçado; o racismo e a destruição sistemática de infraestruturas económicas, sociais e culturais.

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75º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo

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Pela liberdade, a paz e a verdade
Não ao fascismo e à guerra

No dia 2 de Maio de 1945, o Exército Soviético tomou o Reichstag, em Berlim. Poucos dias depois, a 8 de Maio, a Alemanha nazi assinava a sua rendição incondicional. No dia seguinte, 9 de Maio, milhões de pessoas comemoraram o dia que passou à História como o dia da Vitória.

A 6 e 9 de Agosto de 1945, os EUA lançavam o horror atómico sobre Hiroxima e Nagasáqui, cidades de um Japão já derrotado. No dia 2 de Setembro o militarismo japonês capitulava.

Para trás ficava a maior tragédia humana que a História conheceu. Cerca de 75 milhões de pessoas morreram na Segunda Guerra Mundial. Auschwitz e os muitos outros campos de concentração e extermínio nazis figuram entre os mais hediondos crimes do nazi-fascismo.

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