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Pela dissolução da NATO, condição indispensável à PAZ no Mundo

Por ocasião dos 63 anos de existência da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), criada, a 4 de Abril de 1949, por 12 Estados – EUA, Canadá, Reino Unido, França, Itália, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Dinamarca, Islândia e Portugal –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação sublinha que este bloco político-militar foi projectado como um instrumento ao serviço dos interesses do imperialismo.

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Paz Sim! NATO Não! (06)


*Intervenção CPPC
Iniciativa de 21.05.2012 em Lisboa

Boa tarde amigos,
 
 
Agradecemos sincera e fraternalmente a participação de todos nesta iniciativa que procura expressar, de forma simbólica, mas firme e resoluta, a nossa repulsa pela NATO, pelos seus objectivos e acção, que constituem uma permanente ameaça à paz e segurança internacionais.
Estamos hoje reunidos nesta iniciativa para denunciar a Cimeira da NATO, que ontem e hoje se realizou em Chicago, onde se confirmaram e aprofundaram os objectivos militaristas e bélicos desta organização, que é responsável por guerras injustas e ilegítimas, incontáveis crimes e por graves violações dos direitos humanos e dos povos.

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Paz Sim! NATO Não! (08)

Hoje assinalam-se dois anos sobre a realização da Cimeira da NATO em Lisboa, a 19 e 20 de Novembro de 2010.
 
Na sua Cimeira de Lisboa, a NATO aprovou um «novo» conceito estratégico, onde se assumiu como organização ainda mais agressiva e «auto-mandatada» para intervir em todo o mundo sob qualquer pretexto, em defesa dos interesses das suas grandes potências, nomeadamente dos EUA. A Líbia foi a primeira vítima deste «novo» conceito estratégico - a agressão da NATO foi responsável por brutais e desastrosas consequências para o povo líbio.
 
Foi ainda em Lisboa que a NATO adoptou como seu o plano norte-americano de implementar o escudo anti-míssil, com o qual os EUA persistem em adquirir a possibilidade de desencadear um primeiro ataque surpresa, que permitiria anular a capacidade dissuasora de outras potências alvo - o que agrava o risco de guerra nuclear.

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