Outras Notícias

73 anos depois da Vitória, continuar a luta pela Paz!

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) evoca o 73.º aniversário da vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial, que se celebra hoje, a 9 de Maio. Fá-lo não só recordando os mais de 50 milhões de mortos que esse conflito provocou, mas também honrando os que resistiram e lutaram heroicamente, incluindo com a perda das suas vidas, pela liberdade, contra a barbárie nazi-fascista.

O CPPC recorda que os povos, com a sua luta e determinação, fizeram do pós-guerra um período de históricas conquistas e avanços revolucionários, democráticos e progressistas e de impetuosa libertação nacional.

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Conferência sobre o Holocausto e a II Guerra Mundial

Decorreu, no passado dia 20 de Abril, a Conferência sobre o Holocausto e a II Guerra Mundial, que o CPPC realizou em colaboração com o diretor da Escola Secundária Alexandre Herculano, no Porto, no âmbito do protocolo existente com a CMP, tendo a participação do professor universitário Manuel Loff, da presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e do diretor do agrupamento de escolas, Manuel Lima.

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CPPC condena ataque dos EUA, do Reino Unido e da França contra a Síria

Pela Paz! Não à agressão à Síria!

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena veementemente o ataque contra a República Árabe Síria levado a cabo, na madrugada de 14 de Abril, pelas forças militares dos EUA, Reino Unido e França, e que contou com a já expressa cumplicidade da NATO, da União Europeia e de Israel.

Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, é desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas e à sua hedionda e criminosa acção apoiada pelos EUA e diversos países seus aliados.

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15 anos da agressão ao Iraque

No momento em que se assinalam 15 anos sobre a agressão militar contra o Iraque, e sua posterior ocupação pelos EUA e seus aliados – ocupação derrotada pela resistência iraquiana, mas que os EUA procuram fazer perdurar sob diversas formas – importa salientar o que ela significou para o povo iraquiano, de brutal violação dos mais elementares direitos humanos, de assassinatos sistemáticos, de desumanas torturas, de morte, sofrimento e destruição.

Uma agressão e ocupação que representaram e representam ainda o atropelo e violação das mais elementares regras do direito internacional, nomeadamente o direito dos povos a viverem em paz e a decidirem soberanamente sobre o seu futuro, sem ingerências e pressões de qualquer espécie.

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