Outras Notícias

73 anos depois de Hiroxima e Nagasáqui. Pôr fim às armas nucleares. Defender a paz.

73 anos depois de hiroxima e nagasaqui por fim as armas nucleares defender a paz 1 20180808 1616172725

No momento em que passam 73 anos sobre os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – perpetrados, respectivamente, a 6 e 9 de Agosto de 1945 –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a necessidade e urgência de pôr fim a este tipo de armamento de destruição generalizada. O desarmamento geral, simultâneo e controlado é, desde há mais de sete décadas, um objectivo central da acção de todos quantos, em Portugal e no mundo, defendem a paz e a segurança internacionais.

Ler mais...

Israel institucionaliza regime de apartheid

israel institucionaliza regime de apartheid 1 20180728 1525731154

O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena e denuncia a gravidade da aprovação pelo Parlamento israelita da nova Lei-básica sobre o Estado de Israel, onde se consagram os princípios de um Estado racista e segregacionista, um Estado de apartheid, onde apenas são reconhecidos direitos de cidadania aos cidadãos de origem judia, institucionalizando inaceitáveis discriminações previamente existentes na legislação israelita e diariamente praticadas contra os cidadãos de origem árabe, inclusive deixando de considerar a língua árabe como uma das línguas oficiais de Israel.

Esta nova lei, que tem carácter constitucional, constitui ainda um profundo desrespeito pelo direito internacional e por resoluções da ONU, ao anexar a totalidade de Jerusalém como capital de Israel, ao encorajar e promover a expansão e consolidação de colonatos ou na ambiguidade da não definição das fronteiras de Israel, comprovando que o Governo Israelita quer impedir a viabilidade de um Estado palestino.

Ler mais...

"Sim à Paz! Não à NATO!" - Porto 2018

sim a paz nao a nato porto 2018 1 20180714 1145256854

Decorreu no centro do Porto, no final da tarde de 12 de Julho, mais uma iniciativa inserida na campanha "Sim à Paz! Não à NATO!" promovida por mais de 40 organizações que subscrevem a campanha e que já realizaram muitas outras iniciativas em diversas cidades do país.

Nesta iniciativa denunciaram-se os objectivos belicistas da NATO, bem patentes nas conclusões da Cimeira de Bruxelas, que apontam para o reforço do militarismo e o aumento das despesas militares, protestou-se contra a posição do governo português de se comprometer cada vez mais com esse bloco político militar ao serviço do imperialismo dos EUA e dos seus aliados, designadamente da União Europeia, que se apresenta como o pilar europeu da NATO. Foi particularmente denunciado o compromisso do primeiro-ministro português de aumentar as despesas militares ligadas à NATO, quando se sabe que Portugal é um dos países membros da NATO com maior percentagem do seu PIB em despesas com a política de defesa ligada à NATO nos próximos orçamentos de estado, embora continue com grandes carências de investimento público, designadamente nas áreas da saúde, da educação, da segurança social e da habitação.
Neste acto público, que incluiu também distribuição de documentos, intervieram representantes do CPPC, da USP/CGTP, do MDM e da Associação de Estudantes da Escola Secundária Aurélia de Sousa.

Escalada armamentista da Cimeira da Nato é um perigo para a paz mundial

escalada armamentista da cimeira da nato e um perigo para a paz mundial 1 20180722 1106544054

Independentemente de uma análise ulterior, as conclusões da cimeira da NATO, realizada em Bruxelas, nos passados dias 11 e 12 de Julho, confirmam o que o CPPC e as mais de 40 organizações que com ele convergiram na campanha «Sim à Paz! Não à NATO!» afirmaram, assim que foram conhecidos os seus objectivos, nomeadamente, que tal cimeira visava reforçar a «capacidade de intervenção belicista» deste bloco político-militar agressivo. É esse, de facto, o grave e perigoso caminho apontado, caminho a que o Governo português, inaceitavelmente, associou Portugal.

Isto é claro desde logo pela reafirmação da possibilidade da NATO intervir em qualquer lugar sob qualquer pretexto: as «ameaças» e «desafios» identificados cobrem praticamente qualquer situação e ponto geográfico, a começar pela Europa, Médio Oriente e Norte de África; da Cimeira saiu ainda a decisão de constituir 30 batalhões mecanizados, 30 esquadrões aéreos e 30 navios de combate prontos a entrar em acção num prazo de 30 dias.

Ler mais...

Sim à Paz! Não à NATO! - Bruxelas 2018

sim a paz nao a nato bruxelas 2018 1 20180714 1759756199

Nos passados dias 6 e 7 de Julho o CPPC participou em Bruxelas num colóquio promovido pelo movimento da paz Belga INTAL e na conferência do Conselho Mundial da Paz (CMP) “Sim à Paz! Não à NATO!”, realizadas no âmbito das acções contra a NATO e a sua cimeira, que decorre hoje e amanhã (11 e 12 de Julho) naquela cidade Belga.

No sábado, 7 de Julho, o CPPC participou, com a INTAL. na manifestação promovida por alargado conjunto de organizações belgas, com uma faixa da campanha “Sim à Paz! Não à NATO!”.

Ler mais...